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Cap. 11 "Dois podem jogar este jogo!"

Autor: Ela Ferreira
last update Fecha de publicación: 2023-02-10 17:59:10
Era claramente um alerta, além do fato de que ela não o carregaria mais, perderia o sobrenome e em breve carregaria o seu, provavelmente Al-Maktoum, o sobrenome de poder.

Aisha obrigou seu corpo a se mover para junto dele e quis sentar-se no outro canto da mesa.

— Há várias cadeiras aqui. — alertou ele, afastando uma com a mão direita, sem levantar da sua.

Aisha, que havia posto apenas os dedos das mãos sobre a cadeira, os tirou sem vontade. Dirigiu-se até ele; talvez sua expressão mostrasse
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Comentarios (2)
goodnovel comment avatar
Val Itaparica
olá gostaria de saber se vai desbloquear os capítulos? Aguardo retorno
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Suelem Lima
Estou amando ler ............curiosa
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Último capítulo

  • O Sheik Khalil   137 O fim é apenas o início.

    Samia se aproximou de Aisha; ela estava muito feliz, fazendo a amiga notar rapidamente. — Posso saber o que aconteceu? — Aisha perguntou curiosa.Samia sorriu ainda mais. — Claro! — ela tirou algo da bolsa, mostrando a Aisha.Feliz com o que estava vendo, Aisha a abraçou forte, desejando muitas bênçãos para Samia. — Por Alá, que bênção! — disse a outra emocionada, sendo quase apertada pela sheika.— Calma, eu preciso respirar ainda. — brincou, conseguindo que Aisha a soltasse, se desculpando.— Me empolguei. Por Alá! Agora você vai saber como é maravilhoso, cada sensação. — Aisha compartilhava de sua alegria.— Samuel já sabe? — perguntou curiosa, já que Khalil não dissera nada.— Não. Acabei de descobrir. — revelou Samia; em seu rosto demonstrava ansiedade.— Calma, não se preocupe, ele vai amar a notícia. — passou uma das mãos pelas costas de Samia, franzindo de leve e alisando sua roupa.— Então façamos o seguinte? — Aisha teve sua atenção.A loja estava cheia, então ela a puxou

  • O Sheik Khalil   136 Irmão.

    A garota dos olhos bonitos e cabelos pretos seria mais tarde alguém na vida do filho, mas Aisha não tinha como saber no momento.Assim que o dia encerrou, o telefone de Khalil tocou. Olhando na tela, ele constatou que não era ninguém de sua agenda, mas poderia imaginar quem era, já que esta pessoa disse ter seus meios. — Emir Khalil. — falou a outra pessoa.Khalil poderia ter falado com ele pouquíssimas vezes, mas aqueles momentos foram importantes em sua vida, então ele reconheceu a voz. — Naim. Como vai? — Khalil estava calmo.— Muito bem! Obrigado por perguntar. — usou um tom de brincadeira.— Devo perguntar como conseguiu o número? — Khalil foi direto.— Isso faz muito tempo, acredito que não. Como está passando? — mudou de assunto.Aquilo era o de menos, pois o sheik tinha em mente que Naim já sabia deles há muito tempo, então havia conseguido tudo que precisasse com calma.Khalil respondeu enquanto olhava para seu escritório. — Perfeitamente aceitável. — também estava lhe p

  • O Sheik Khalil   135 Brincando com o sheik.

    Khalil ficou com ela por mais um tempo, sabendo que Aisha já estava dormindo naquele momento. Ele estava cômodo agora, e ela aceitou muito bem. Não era de se estranhar que ela dissesse coisas do tipo sentimental; eles quase não falavam de Hassan, não em momentos normais. Aquele não era um momento normal, mas também não era nada triste, como as muitas datas que se seguiram depois de sua perda.Na manhã seguinte, Aisha se aproximou dele. — Agora vai permitir que ele venha conhecer a todos? — ouviu sua mulher perguntar enquanto ele se arrumava.— Sim. Ele tem esse direito. — disse, concentrado no que fazia.— Concordo. — disse Aisha, fingindo que iria ajudá-lo com a camisa; quando Khalil deixou, ela abriu sua roupa, o que o fez estranhar sua ação.— Não está bom. Vou resolver! — ele concordou, acreditando que era a melhor opção.Aisha sorriu, tirou sua camisa e passou para suas calças. — Agora entendi. — um sorriso malicioso beirava os lábios dele.Aisha o puxou pelo cós de sua calça, e

  • O Sheik Khalil   134 Significa que posso conhecer mais uma parte dele.

    Layla deixou seus lábios esticarem em um sorriso quando suas lágrimas reservadas rolaram nas pontas dos dedos dele. Ele soltou sua mão e limpou do outro lado, admirando a reação de sua amada. — Espere por mim, minha Layla! — pediu ele. Layla acenou corajosa, um novo vigor a levantava de onde ela achou estar quando ouviu a má notícia, mas agora tinha fé.Ele a amava, assim como ela o amava, então era apenas esperar por ele e tudo daria certo. Quando Layla menos esperou, sentiu algo macio e quente encontrar sua testa. Ele a abraçava e beijava sua testa; ela estava com as mãos paradas do lado do corpo, ele a prendia em seus braços com os seus que a rodeavam, agia como se tivesse permissão para fazê-lo. — Doce Layla. — murmurou depois de deixar sua testa, vendo seus olhos curiosos e surpresos encontrarem os dele; ele riu.— Você é linda! — confessou.— E é por isso que quero que me prometa que não aceitará ninguém além de mim. Que prometa que vai esperar! — parecia uma ordem.— Sim, eu p

  • O Sheik Khalil   133 Um pouco de Hassan e Layla.

    Khalil se sentou ao seu lado. — Não posso mentir para a senhora... Mas receio que seja difícil contá-lhe algo assim, quando para mim também soou inacreditável.— Khalil, você é crescido e eu também, deixe de cautela e diga logo! — Layla não gostava de rodeios, assim como ele.— Meu pai deixou uma carta. — Foi direto ao ponto, como ela ordenou.— E onde ela está? — Ele podia ver a ansiedade a consumindo em segundos; ela estava interessada.— Não é uma carta para nenhum de nós. — Deixou-a confusa.— Desculpe, mãe! Mas a carta era para outra mulher, uma mulher com quem ele viveu um curto relacionamento. Ele a deixou pela senhora; ela foi embora antes que se casassem. Depois ele foi à Arábia Saudita, por coincidência a reencontrou, então ele voltou com um segredo. — Layla sentia seu pobre coração balançar.— Isso já era um segredo. — Ela murmurou baixinho.Layla amava tanto o homem que Khalil falava, que teve que olhar para o retrato dos dois novamente, para ter certeza de que encontraria

  • O Sheik Khalil   132 Como contar a Layla?

    — Não vou pedir desculpas pelo... — Naim tomou a palavra sem desrespeitá-lo, tinha em mente que ainda estava na terra de Khalil, aquela que ele governava.— Não se dê ao trabalho de pôr um título por mim no seu pai, aquele que conheço como tal ficou na Arábia Saudita, esperando pelo meu retorno. — esclareceu.Khalil não poderia dizer que nada relacionado a eles, depois da carta, poderia ser agradável. Naim já havia se acostumado, mas com certeza ainda sentia algo com as palavras frias de seu progenitor. — Certamente não deve me pedir desculpas por nada que ele fez ou pensou naquela época. Na verdade, não temos nada a ver com isso.Khalil anuiu, eles realmente não tinham nada a ver com a história que cercava o mesmo homem e duas mulheres. — Mas podemos resolver isso por nós mesmos! — assegurou o sheik.— Não fala de herança, certamente. — Naim pôs os cotovelos sobre os joelhos, tomando uma postura que delatasse seu interesse pelo assunto.— Acredito que não é o que quer, depois de tud

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