FAZER LOGINKARIN ESTAVA FAZENDO Dylan muito feliz, era a companhia perfeita, decidiram juntos que ele não iria mais fazer shows, pois queria fazer outras coisas, escrever um livro sobre sua vida, escrever músicas para outros cantores, apresentar um programa na rádio...
Dylan e Karin decidiram ficar noivos por seis meses, foi um tempo muito bom, ela é quem organizava toda a vida do amado, era uma mulher completa, repleta de qualidade e virtudes que qualquer homem sonharia em uma mulher...
NO DIA DO CASAMENTO, foi algo muito especial – mesmo seu pai nem sequer ter dado as caras – Dylan ligou para ele, ele disse que estava ocupado demais cuidando do seu filhinho, pois a sua amada fugiu com um rapaz muito mais novo do que ele.
Dylan não sabia se ria ou se chorava, afinal... era seu pai, era difícil ter que encarar a vida dessa maneira.
No seu casamento, nem foram muitas pessoas convidadas.
Quando Dylan entrou na igreja junto com minha mãe, viu aquela igreja lotada, estavam todos os seus amigos de infância, todas as garotas que ele imaginou ter saído, viu até mesmo o Billy, que fez um sinal de joia para ele e uma piscadinha, fazendo o tipo orgulhoso.
Foi a última vez que eu os vi em minha vida...
Quando enfim se virei para a igreja, para ver a entrada de sua noiva, eles já não estavam mais lá.
De certa forma, Dylan sentiu que foi especial ter todos que fizeram parte da sua vida naquele momento, não queria que eles fossem embora, mas percebeu...
Era realmente preciso, já que eles não eram mais necessários em minha vida, foram os melhores amigos que alguém poderia ter...
Karin entrou – era como se fosse um sonho, ou um filme de romance que Dylan ainda não tinha assistido. Ela estava simplesmente linda, palavras sempre foram poucas para dizer tudo o que ele sentia por ela, ou o que ele sentiu quando ela entrou por aquela porta na igreja.
Depois do casamento, fizeram um singelo almoço com as duas famílias, e logo depois foram para a lua de mel em Veneza.
Foi tudo simplesmente lindo, valeu à pena ter esperado tanto tempo para aquele momento único. Ficamos cerca de três semanas, sem contato com ninguém, não queria que nada estragasse aquele momento único em nossas vidas, éramos o primeiro grande amor um do outro, fazíamos questão de estarmos juntos em todos os momentos um do outro.
Quando chegaram em casa, é que veio a grande surpresa, como ele estava incomunicável com todos, seu irmão veio contar que seu pai tinha falecido de um ataque cardíaco fulminante, mas o filho não podia ficar com ninguém, já que a mãe o abandonara com o pai – e agora, ele estava morto.
Dylan foi ao cemitério para se despedir do pai, mesmo não tendo sido o melhor do pai do mundo. Dylan queria de verdade que ele fosse feliz, indiferente da pessoa que estivesse ao seu lado.
Dylan decidiu assumir a guarda do filho dele, afinal, era seu irmão, não poderia deixá-lo largado por aí. Dylan conseguiu encontrar Dannie do outro lado do país...
Esse é o lado bom de ser uma pessoa conhecida em todo país – ela assinou o documento alegando que eu tinha a guarda do meu irmãozinho...
O legal é que ele era muito parecido com Dylan, ele e Karin não queriam um filho naquele momento, pois já cuidavam do Bob – seu irmãozinho –, e ele já dava muito trabalho.
Os dois cuidaram dele com todo amor e carinho que um pai poderia dar a um filho. Sua mãe falou que seu grande problema sempre foi ser bondoso demais com as pessoas, pois ela jamais conseguiria assumir o filho de alguém, já que os dela já deram trabalho demais.
Michael, pela primeira vez, não o repudiou por algo que fez pelo pai, talvez o tempo fez com que ele o perdoasse, ambos sabiam que o pai era um louco sádico, que nunca deu para eles o carinho que poderia dar, mas nem todos eram fadados ao sucesso familiar. Seu pai era um homem que nunca teve sorte no amor...
Por culpa dele mesmo e de sua ansiedade –, mas não queria que eu e meus irmãos o tivéssemos como exemplo, sempre andamos com nossas próprias pernas...
DYLAN ESTAVA ASSISTINDO ao discurso de posse da Presidente Jennie H. Wilkinson, o povo a ovacionava, poucas vezes Dylan sentiu esperanças de um bom futuro quando o assunto era política, não porque Jennie era irmã de David, não, o mundo precisava de pessoas como ela.
— Vou comprar um refrigerante – disse Karin sorridente.
— Claro, amor, não demore – disse Dylan.
De repente, bombas começaram a explodir por todos os lados, o alvoroço foi total, pessoas começaram a tossir por todos os lados, a loucura e o caos se espalharam.
Dylan procurou por Karin, mas era impossível, as pessoas começaram a empurrá-lo, e ele correspondia na mesma medida, não importava o que tivesse que fazer, ele precisava encontrar sua esposa.
Após dar um soco em um jovem que tentava empurrá-lo, Dylan olhou para o chão e viu sua esposa agonizando.
— Karin – gritou ele – fala comigo.
Dylan percebeu o desespero no olhar dela...
Ela estava morrendo e não pude fazer absolutamente nada...
— Te amo – disse ela quase num sussurro e sorrindo antes de desfalecer.
DYLAN ENTROU NA CASA de sua mãe com Karin sem vida em seus braços e o silêncio foi total, a única pessoa que veio recebê-lo foi Bob em completo desespero.
Dylan o abraçou e disse:
—Calma, filho, vai ficar tudo bem, ok.
O jovem confirmou com a cabeça.
— Tem mais alguém na casa?
— Não – disse num tom de choro – todos...
O chão sob Dylan parecia que tinha desmoronado.
Um furgão estacionou em frente da casa e saíram algumas pessoas dele, uma delas era o Dr. Burke.
Dylan confirmou com a cabeça.
— Sei que o momento não é bom – disse Burke –, mas preciso que venha comigo, prometo que te contarei assim que estivermos seguros, só posso adiantar que fiz uma promessa a David que cuidaria das pessoas mais especiais de sua vida.
— David? O que David...
Os dois seguranças já o tinham apagado...
DAVID DEMOROU ALGUNS SEGUNDOS para entender e absorver o que estava acontecendo com sua esposa quando ouviu um barulho e um selvagem que ele conhecia muito bem abriu a porta e disse:— Desculpe, Sr. Heringer – disse Chain –, mas temos que sair imediatamente ou uma guerra vai eclodir por causa de seu filho.— Guerra? Que merda você está falando, Chain?— Seu filho... senhor Heringer... ele está no comando de tudo e está pronto para tirar tudo do senhor.David olhou para a esposa sem vida na sua frente.— Não sei se eu tenho tanta coisa assim para ser tirada, Chain... simplesmente mais nada...
IVY COMEÇOU A SENTIR as contrações:—David, está na hora.David a levou até ambulatória que tinha mandado fazer no prédio de seu escritório em Londres.—É a melhor sensação do mundo, querido.—Não fale nada você precisa descansar e se concentrar.Norman havia acompanhado toda a gravidez e tinha orientado que não havia mais partos naturais naquela época, mas Ivy foi efusiva quanto a isso.—David – chamou Brady – preciso realmente fazer uma cesárea, é muito perigoso um parto normal.—Ela escolheu assim, Norman, tenho que respeitar a sua vontade, ela sabia de todos os riscos.—Não entendo a teimosia de vocês, sabia?—Não é teimosia, é fé.—Se ela morrer, só quero ouvir sua justific
KARL ARRUMOU A SUA MESA enquanto Brian ficou olhando sentado com os pés na mesa da presidência da N.O.M.—Te desejo sucesso, Brian.—Acordo é acordo.—O que você fez foi realmente o melhor para todos, espero que seja tão feliz quanto fui.Karl colocou um documento em cima da mesa.—Só assina, você sabe o que é... te concedi poderes temporários sobre a N.O.M., mas não te dá o direito de usurpá-lo, sabe que Kev deverá sucedê-lo e não haverá negociações.—Eu sou um Johnson também.—Você é só um moleque mimado.Brian quase nem viu o movimento que Karl fez, o segurando pelo pescoço, apertou um botão e a janela se abriu.—O... o... que... você... fará? – disse em um esforço heroico.
— ESTAVA ANSIOSO EM SABER MAIS DETALHES do porquê ter me convidado para jantar, Brian.—Tenho o nome da pessoa que irá voltar no passado.—Acredito que não será de graça essa informação.—Meu preço é bem salgado, espero que esteja preparado.—Só preciso do nome, Brian, e um mundo novo se abrirá para você.Brian estender um contrato e Karl o leu atentamente.—Você é louco, não é?—Você sabe que sou, mas agora só desejo que assine... uma assinatura por um nome.—Não... um reino por um nome você quer dizer.—Sabe muito bem que se Burke vencer, você jamais existirá, os Johnson’s jamais chegarão ao poder e o mundo como conhecemos jamais existirá.—Assinarei de bom grado
TAT ACOMPANHAVA DE PERTO toda a construção de Salém, mas acima de tudo acompanhava de perto a vida do homem que desejava ardentemente se vingar, ela sabia muito bem no que aquilo implicava, morreria para tirar a vida do homem que tirou tudo dela.Olho por olho e dente por dente...Apesar de ser uma inscrição milenar, ela achou que valeria a pena arriscar tudo, era simplesmente sua vida, ou o que restara dela.Tat acompanhava a restauração de uma das cidades mais antigas do mundo e ver aqueles homens desnudos trabalhando fez com que sua libido voltasse à mil por hora, pela primeira vez desde que conheceu Norman desejava estar com um homem novamente.Conheceu alguns selvagens que a fez rever seu conceito sobre eles.SUA MAIOR FONTE DE INFORMAÇÕES eram aqueles que conheceu e trabalhavam nas obras e passavam informaç&oti
COMO EM UM PASSE DE MÁGICA, em pouquíssimos meses o projeto deslanchou, toda a mão-de-obra que precisava estava com os selvagens, que usaram de seu desejo mais íntimo em fazer parte daquela sociedade que não se preocuparam em trabalhar ao extremo por suas ambições.David recebia relatórios semanais e aquilo estava fazendo um bem danado a ele, seu sonho enfim estava começando a se concretizar, a cidade de David estava se erguendo como nos tempos antigos, mas agora para nunca mais ser tombada.Brady mostrou a planta atualizada e David disse que queria tudo de mais moderno que estava à disposição da tecnologia, o aeroporto seria o maior de todos da União dos países, além de um prédio comercial que abrigaria um escritório dos principais fornecedores do mundo todo, além de um convênio que ele conseguiu firmar com o