INICIAR SESIÓNPessoal, o livro encerra aqui, mas vou mostrar o casamento do Fernando e da Carol no livro da Cíntia. Ah, estou preparando algo incrível para a Ana, que vai ser mostrado no segundo livro.
Ainda não vou encerrar pedir a conclusão deste livro na plataforma porque aqui vai ser nossa única forma de comunicação enquanto o outro livro é aceito e começo a publicar. Por favor, leiam os agradecimentos até o final... AGRADECIMENTOS Hoje encerro esse livro que veio para mim de maneira avassaladora. Eu estava escrevendo outra história quando surgiu a ideia de presente de divórcio, no ínicio, passei semanas ignorando a ideia, mas de repente, eu dormia e acordava com essa história pedindo para ser contada, e assim eu fiz. Eu tenho muito apego por esse livro, pois ele acompanhou fases muito importantes da minha vida. Eu estava em outro estado quando comecei a desenvolver ele, sem imaginar que minha vida mudaria tanto e esse livro começou a ser escrito em um quarto que acompanhou as minhas dores, meu choro, um ínicio de uma depressão, por isso, era muito dificil atualiza-lo na maioria das vezes estar atualizando sempre, eu não estava bem e essa história acompanhou todos esses processos, por isso foi tão dificil colocar um fim nele, eu também vou estar colocando uma pedra sobre a solidão que eu sentia morando praticamente sozinha em outro estado, trabalhando em um lugar que me despertava muitos gatilhos emocionais. Em junho, minha vida mudou completamente, eu recebi a aprovação no vestibular de forma totalmente inesperada e minha vida mudou completamente mais uma vez, me mudei, sai do emprego e levantei minha cabeça das dúvidas e dores que sentia. Eu estou me tornando protagonista da minha vida outra vez e vocês fazem parte disto, a universidade para mim é um sonho, mas vocês também são um sonho realizado na minha vida. O livro está se tornando maior do que eu pude imaginar e já passa de 70k de leituras, vocês são incrivéis!!! Queria poder mencionar o nome de todos que interagem nesse livro, mas vou mencionar uma leitora que não faz nem ideia da forma como ela me ajudou: Ana Paula Ferreira, você começou a acompanhar esse livro e está sempre interagindo, as vezes eu estava em um momento dificil e você pedia: só mais um capítulo, autora. Então eu levantava, pegava o notebook e escrevia mais um capítulo. Ela representou muito bem todos que gostaram desta história. Ao mesmo tempo eu recebia muitos comentários negativos de outras pessoas sobre o livro e entendo completamente. Não é legal iniciar uma história onde o autor não dá prosseguimento, mas as vezes, estamos enfrentando algo na nossa vida pessoal que afeta também nossa criatividade e muitas vezes, entrar e se deparar com xingamentos nos dá muito desânimo. Se puderem avaliar o meu livro com comentários postivos eu agradeceria muito, gostaria muito que as pessoas encontrassem comentários legais antes iniciar a história. Eu sou grata por cada leitura, mesmo os leitores que nunca interagem, vocês fazem parte da minha história. Muito obrigada.O Alonso tinha morrido. Afogado no próprio amor doentio que sentia pela Cíntia. Ou melhor, queimado. O fim que ele havia planejado para ela, por ter se envolvido com o Henrique, era perturbador demais até para ser imaginado. Mas foi ele quem ardeu — consumido pelas próprias obsessões.Agora, eu olhava para a minha vida e me perguntava: até que ponto eu era diferente dele? O quanto as minhas atitudes não refletiam a mesma loucura disfarçada de amor? Alonso amou demais. E eu? Talvez tenha amado errado demais.Me envolvi com o Fernando. Desde sempre, fui loucamente apaixonada por ele. Mas então ele conheceu a Carol. E ela se tornou tudo. O riso fácil. A paz. O futuro. E eu? Eu continuei sendo o nada.Foi aí que o estrago começou. Comecei a querer ferir tudo e todos. Já que o Fernando não me queria, decidi me aproximar do Alonso. Me envolvi com ele como quem escolhe uma arma. Queria atingir quem estivesse ao redor. Queria ferir a Cíntia — a esposa do Alonso, prima do Fernando, aquela que
Epílogo O som das ondas quebrando suavemente na praia era a trilha sonora perfeita para aquele momento. O sol brilhava alto, aquecendo a areia, e as crianças estavam em um frenesi, correndo pela praia, construindo castelos e se molhando nas beiradas da água. O cenário parecia um sonho, e eu não conseguia deixar de me sentir grata por tudo que vivemos até ali. Eu e Henrique estávamos naquelas espreguiçadeiras, assistindo à diversão dos pequenos enquanto conversávamos. Nosso filho, já com quase dois anos, estava na sombra, ao lado de Sofia, filha de Ana e Felipe, que estava fazendo quatro anos. Os dois estavam brincando com blocos de areia e rindo como se o mundo ao redor não existisse. Pedro, filho de Carol e Fernando, com seus quase 9 anos, também se divertia ao lado deles, tentando ensinar o bebê a correr atrás das bolhas que ele fazia com uma pistola de sabão. A visão me emocionava. Eu me vi pensando em como nossa história tinha mudado tão radicalmente em tão pouco tempo. H
O som insistente do despertador me tirou do sono profundo, e eu precisei de alguns segundos para me situar. O peso da barriga já era algo que eu havia me acostumado, mas algumas manhãs eram mais difíceis que outras. Ao meu lado, Henrique dormia tranquilamente, o peito subindo e descendo em um ritmo sereno. Meu olhar se demorou nele por um instante. Eu ainda me perguntava como tive a sorte de tê-lo ao meu lado. O amor que ele demonstrava por mim – por nós – era algo que eu nunca tinha vivido antes. Com cuidado, me levantei e segui para o banheiro. O reflexo no espelho mostrava minha barriga já avançada, mas isso nunca me impediu de seguir com minha rotina. Meu trabalho na construtora era importante para mim, e eu nunca cogitei parar. Arquitetura sempre foi minha paixão, e meu pai me incentivava a continuar na ativa enquanto me sentisse bem. Henrique acordou quando voltei para o quarto, esfregando os olhos e me observando com um sorriso preguiçoso. — Bom dia, amor. Dormiu bem?
Carol estava claramente em pânico, e, para ser sincera, eu também estava. Foi algo que nos pegou completamente de surpresa, um daqueles momentos em que a vida simplesmente vira de cabeça para baixo sem aviso. Mas, ao contrário dela, eu enxergava a situação por um ângulo diferente. Um que ela ainda não conseguia ver no meio do choque. — Carol, essa é a chance do Fernando acompanhar toda a sua gravidez agora. — falei, tentando trazer um pouco de calma para a tempestade de emoções que estava se formando. Ela ergueu o olhar para mim, ainda atordoada, como se não tivesse pensado nisso até então. Carol e Fernando tinham uma história cheia de altos e baixos. Eles se divorciaram no passado, e, na tentativa de se afastar de tudo, ela escondeu por quase quatro anos o filho que tiveram juntos. Viajou para fora, recomeçou a vida, mas no fim voltou com Pedro já perto de completar quatro anos. E, apesar do tempo perdido e das mágoas, aquilo não foi suficiente para apagar o que sentiam um pelo
O silêncio no banheiro se tornou ensurdecedor. Meu coração começou a bater mais rápido, e uma sensação estranha subiu pelo meu peito, como se, de repente, eu não tivesse mais controle sobre meu próprio corpo. — Isso não faz sentido… — murmurei, mais para mim mesma do que para as outras. Ana arqueou uma sobrancelha. — Só tem um jeito de ter certeza. Carol bufou e cruzou os braços, ainda com o rosto pálido. — Isso é uma perda de tempo. Eu passei mal por causa daquela comida horrível, só isso. Ana não respondeu, apenas continuou olhando para nós duas com a paciência de quem já sabia a resposta. Minhas mãos estavam suadas. Não era possível. Quer dizer… não era impossível, mas… Minha mente começou a repassar os últimos meses, tentando fazer cálculos que, até então, eu nem tinha parado para pensar. A verdade era que minha vida tinha sido um turbilhão de emoções, de decisões inacabadas, de idas e vindas com Henrique. Eu não estava prestando atenção nos detalhes. E, de repente
Cíntia Meu coração ainda batia forte, como se quisesse sair do peito. Eu nunca imaginei que teria coragem de falar tudo aquilo para Henrique, de admitir, sem reservas, que o amava e que não queria mais fugir. Mas, agora que tinha dito, sentia uma paz estranha, como se tivesse tirado um peso que carreguei por tempo demais. Ele ainda segurava meu rosto, os olhos fixos em mim, como se estivesse memorizando cada detalhe, cada nuance da minha expressão. Henrique sempre foi intenso, sempre olhou para mim como se enxergasse algo que nem eu mesma conseguia ver. E, naquele momento, eu me permiti acreditar. — Então vamos tentar. — Minha voz saiu mais suave do que eu esperava, mas carregada de certeza. Henrique sorriu, aquele sorriso torto que sempre me desarmava, e me puxou para um beijo. Diferente dos outros, não havia pressa, nem urgência. Era um beijo que selava algo maior, uma promessa silenciosa de que dessa vez seria diferente. Quando nos afastamos, ele passou os dedos pelo me







