LOGIN+21 Conteúdo explícito, tabu e viciante. Você vai se arrepender. E ainda assim vai querer mais. Ela gemia, mesmo quando sabia que era errado. Ele apertava mais forte, puxava mais fundo e ela pedia mais. Em Tabu: Amarras & Pecados, te leva por caminhos onde o desejo tem gosto de pecado, cheiro de couro, som de correntes e o peso de nomes que não deveriam estar na sua cama. Aqui, o prazer é bruto, proibido, quente como ferro em brasa. São contos que misturam submissão e poder, sangue e luxúria, amarras físicas e emocionais, corpos que se reconhecem mesmo quando o mundo diz que não deveriam. Irmãos. Padrastos. Professores. Alunas. Cada história é um convite indecente e você vai aceitar. Esta coletânea não é para os fracos. É para quem goza com a consciência suja, o corpo marcado e a alma em chamas.
View MoreDepois da primeira vez no altar, Raffaele não deu trégua. Ele carregou Clara nos braços até o banco da frente da igreja, o corpo dela ainda tremendo com os resquícios do orgasmo e a buceta inchada escorrendo porra misturada com um fio fino de sangue virginal.— Não acabou, freirinha — murmurou ele contra o pescoço dela, a voz rouca de luxúria. — Hoje eu vou profanar cada canto sagrado desse lugar.Clara mal conseguia falar. As pernas tremiam, o véu estava completamente torto, o hábito rasgado na frente. Mas quando Raffaele a colocou de quatro no banco de madeira polida, ela não resistiu. Apenas apoiou as mãos no encosto do banco à frente e abaixou a cabeça, soluçando baixinho.Raffaele levantou o hábito até a cintura dela, expondo a bunda redonda e grossa, as coxas marcadas com chupões roxos e a buceta vermelha, inchada e pingando.— Olha pra isso… — gemeu ele, passando a mão grande pela bunda dela. — Buceta recém-fodida, ainda escorrendo minha porra. Perfeita.Ele abriu o zíper novam
Clara mal conseguia ficar parada na cela. O corpo inteiro queimava. As coxas ainda carregavam as marcas roxas que Raffaele havia deixado na noite anterior. Cada vez que ela se movia, sentia a pele sensível puxar, lembrando-a de como tinha gozado na boca dele, bem em cima do altar.Ela tentou rezar. Tentou mesmo. Mas as palavras saíam vazias. Tudo o que conseguia pensar era no pau grosso dele, na promessa que ele havia feito: *Amanhã eu vou te foder de verdade.*A porta da cela se abriu sem aviso.Raffaele entrou, sem camisa, o peito largo marcado por cicatrizes e tatuagens, o ferimento quase curado. Os olhos pretos pareciam brilhar na penumbra. Ele não disse nada. Apenas estendeu a mão.Clara sabia que não adiantava resistir. O corpo dela já havia decidido.Ela segurou a mão dele. Raffaele a puxou para si e a beijou com fome, língua invadindo a boca dela, dominando. Quando se afastou, estava ofegante.— Hoje você vira minha de verdade — murmurou contra os lábios dela. — Hoje eu tiro e
Clara não conseguia dormir. O corpo ardia. Entre as pernas, a buceta latejava sem parar, inchada e molhada desde os toques escondidos durante o dia. Ela tinha trocado a calcinha três vezes, mas nada adiantava. Toda vez que fechava os olhos, sentia os dedos grossos de Raffaele metendo nela, a voz rouca mandando ela gozar, o pau dele na boca, o véu puxado como coleira.Ela estava deitada na cama estreita da cela, o hábito ainda vestido, quando a porta se abriu devagar.Raffaele entrou como uma sombra. Alto, imponente, o peito nu marcado pela tatuagem e pelo curativo. Os olhos pretos brilhavam na penumbra.— Levanta — ordenou, voz baixa e grave.Clara sentou na cama, o coração disparado.— Rafe… não… está tarde. Alguém pode—Ele não deixou ela terminar. Atravessou o quarto em duas passadas largas, segurou o braço dela e puxou-a para cima. O corpo dela colidiu contra o peito largo dele.— Hoje eu vou te provar direito — murmurou ele contra o ouvido dela, a barba por fazer raspando na pele
O sol mal havia nascido quando Clara acordou sobressaltada na cela simples. O corpo inteiro doía de tensão. Entre as pernas, ainda sentia o latejar dos orgasmos da noite anterior — primeiro no porão, depois contra o altar. A calcinha que ela trocou antes de dormir estava novamente úmida só de lembrar.— Isso não pode continuar… — murmurou ela, apertando os olhos com força.Ela se levantou, arrumou o hábito com cuidado, prendeu os cabelos pretos longos sob o véu branco e foi direto para a capela. Rezou por quase duas horas. Pediu força. Pediu perdão. Pediu que o desejo que queimava em seu ventre desaparecesse.Mas quanto mais rezava, mais o corpo traía. Cada vez que fechava os olhos, via o rosto de Raffaele — os olhos pretos famintos, o sorriso sujo, a mão grande puxando seu véu como coleira.— Eu não vou descer hoje — decidiu em voz alta, depois de terminar as orações. — Vou ficar longe. Ele vai embora em breve.Era uma mentira que ela repetia para si mesma.Durante a manhã, Clara se






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