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6 - Apenas aceite que me pertence

Autor: Rose Barbosa
last update Última atualização: 2025-08-01 23:16:07
STELLA HARPER

Três dias se passaram desde que assinei aquele contrato com as mãos trêmulas e o coração despedaçado. Três dias desde que me despi diante dele e, num último fôlego de dignidade, perguntei quanto custava por cada vez que fizéssemos. Três dias tentando manter a sanidade em meio a minha rotina profissional que continuava com a mesma formalidade hipócrita de sempre, exceto que agora havia uma corda invisível me puxando na direção dele, e outra me forçando a resistir.

Damian Winter er
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  • Querido chefe, os gêmeos não são teus!   Casal 3: 96 - Trabalhamos bem, sócia

    MARKUS BLACKWOOD DIA 4: A SALA Era noite e chovia lá fora. Uma tempestade tropical repentina açoitava as janelas de vidro do bangalô, relâmpagos iluminavam o quarto escuro a cada poucos segundos. Estávamos na sala de estar. O jantar tinha sido empurrado para o lado. Leah estava sentada no meu colo, no sofá grande e macio, vestindo apenas uma das minhas camisas brancas. Estávamos ouvindo jazz no sistema de som, mas o barulho da chuva era a verdadeira trilha sonora. Havia algo aconchegante em estar abrigado da tempestade com ela. — Eu adoro esse som. — Ela murmurou, traçando o contorno do meu braço. — Faz eu me sentir segura aqui dentro. — Você está segura. — Garanti, beijando o pescoço dela. Minha mão deslizou por baixo da camisa, encontrando a pele quente da barriga dela, subindo para acariciar os seios livres. Ela suspirou, reclinando-se contra mim. — Markus... — Ela virou o pescoço para me beijar, um beijo preguiçoso que logo esquentou. Com um movimento suave, de

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    MARKUS BLACKWOOD Os dias nas Maldivas flutuavam. Aqui o tempo era irrelevante. O sol nascia, pintando o céu de tons impossíveis de laranja e rosa, e se punha num espetáculo de roxo. E entre esses dois eventos, existia apenas nós. Leah e eu. Desliguei o celular no momento em que chegamos e o tranquei no cofre. Nossa rotina se tornou uma doce repetição de prazer, descanso e conversas que nunca tivemos tempo de ter. Descobri que Leah adorava frutas exóticas que eu nem sabia pronunciar o nome. Descobri que ela ficava com as sardas no nariz mais evidentes quando pegava muito sol. E descobri que a minha esposa tinha um apetite insaciável que rivalizava com o meu. DIA 2: O DECK Era o meio da tarde do terceiro dia. O sol estava alto, o calor era úmido, tropical, daquele que faz a pele brilhar de suor mesmo quando se está parado. Leah estava deitada numa espreguiçadeira de madeira no nosso deck privativo, de bruços. Ela usava a parte de baixo de um biquíni preto minúsculo e tinh

  • Querido chefe, os gêmeos não são teus!   Casal 3: 94 - Quero te amar

    LEAH HAMPTON — Por que você parou? Markus se levantou devagar, os lábios úmidos e vermelhos, um sorriso torto e diabólico no rosto. Ele desceu minhas pernas dos ombros dele, deixando-as penderem para fora do balcão, mas manteve minhas coxas abertas, encaixando-se no meio delas. — Porque eu não quero que você goze sozinha. — Ele falou com a voz rouca e baixa. — Eu quero estar dentro de você quando acontecer. Eu quero sentir você pulsando ao meu redor. Ele segurou meu rosto e me beijou, um beijo que tinha gosto de mim e de desejo. Enquanto nos beijávamos, senti a mão dele descer para a própria calça, ouvi o som do zíper descendo e o farfalhar do tecido. A antecipação era uma dor doce. Eu o queria. Eu precisava senti-lo me preenchendo. A mão dele envolveu minha cintura com força, seus dedos apertaram minha pele, e ele me puxou para a ponta do balcão, até que minha bunda estivesse perigosamente na beira. — Segura em mim. — Ele ordenou contra meus lábios. Entrelacei meus bra

  • Querido chefe, os gêmeos não são teus!   Casal 3: 93 - Fazer coisas melhores do que comer

    LEAH HAMPTON Maldivas. Eu já tinha visto fotos. Já tinha visto protetores de tela de computador e documentários de viagem. Mas nada, absolutamente nada, me preparou para a realidade de estar aqui. O hidroavião nos deixou no píer privativo do resort há apenas trinta minutos, e desde então, eu sentia que estava vivendo dentro de um sonho. O céu era de um anil profundo, sem nuvens. O mar era uma colcha de retalhos de turquesa, esmeralda e safira, tão transparente que eu podia ver os peixes nadando lá embaixo sem nem precisar entrar na água. E o nosso bangalô... bom, "bangalô" era uma palavra modesta demais. Era uma mansão suspensa sobre as ondas, com paredes de vidro e um deck infinito que parecia se fundir com o horizonte. Corri pela sala de estar gigantesca, com meus pés descalços deslizando na madeira. O ar condicionado mantinha o interior deliciosamente fresco. — Markus! Olha isso! — Gritei, parando em cima de uma placa de vidro no chão da sala. — Tem um tubarãozinho pass

  • Querido chefe, os gêmeos não são teus!   Casal 3: 92 - Casei e quase fiquei viúva no mesmo dia

    MARKUS BLACKWOOD Descemos pelo elevador social, cercados pela nossa "guarda de honra": Alex, Damian, Stella e Lizzy. No momento em que as portas se abriram no salão de festas, a música animada nos atingiu. Era um contraste surreal, mas necessário. A vida continuava. A alegria tinha que continuar. Sentei numa das mesas reservadas para a família, com Mark ainda no meu colo. Ele tinha parado de chorar, mas continuava agarrado à minha lapela. — Mark, olha. — Leah chamou, apontando para a mesa de doces que parecia uma confeitaria. — Tem uma torre de cupcakes do Batman escondida ali no meio. O tio Alex me contou. Mark levantou a cabeça devagar, fungando. — Do Batman? — Sim. — Alex confirmou, se sentando ao lado dele. — E acho que vi uns brigadeiros que dão superpoderes. Mas a gente precisa ir lá investigar. Os gêmeos e Danian estão esperando você com a babá. Mark olhou para mim, pedindo permissão. — Pode ir, filho. O tio Alex vai com você. Alex estalou os dedos. — Vamos

  • Querido chefe, os gêmeos não são teus!   Casal 3: 91 - Nada estraga uma boa festa

    MARKUS BLACKWOOD O som explodiu nos meus ouvidos, seguido imediatamente pelo cheiro de pólvora. Fechei os olhos por um milésimo de segundo, esperando a dor. Esperando sentir o metal rasgando a minha carne ou, pior, ouvir o grito de dor da mulher atrás de mim. Meu corpo estava tenso, preparado para o impacto final. Mas a dor não veio. O que veio foi um grito. Mas não era meu. E não era de Leah. Era um grito estridente, cheio de surpresa e agonia, vindo da minha frente. Abri os olhos. Patrícia não estava mais de pé. O corpo dela tinha colapsado para a direita, e ela estava no chão, segurando a coxa. O vestido vermelho agora tinha uma mancha mais escura e úmida se espalhando rapidamente pelo tecido caro. A arma prateada tinha voado da mão dela e deslizava pelo chão do terraço, parando inofensivamente perto de um vaso de plantas. Virei a cabeça rapidamente para a esquerda. Um dos seguranças que Damian tinha posicionado estrategicamente estava com a arma em punho. Ele nã

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