INICIAR SESIÓNPor kevin Lacerda.
A noitada realmente foi muito boa e a companhia muito agradável também. curtir e beber com amigos era algo que não faço com frequência e posso dizer que foi revigorante. Melhor ainda, foi o final de noite nos braços da Alessandra, uma mulher quente sexualmente falando. Ela foi um espetáculo!
_ Cara de quem passou muito bem a noite, hein! _ Ricardo comenta entrando na minha sala. Ele que o diga! Penso. Passou a noite com duas garotas em um quarto de motel. Abri um sorriso enorme para ele._ Foi revigorante, meu amigo, eu estava mesmo precisando!_ Bom, quando quiser, é só falar com o papai aqui! _ diz presunçoso. _ Você sabe que eu só consigo as melhores _ comenta e pisca um olho para. Meu sorriso se alarga. _ ok, senhor cafetão, preciso trabalhar agora _ ralho cortando o assunto e abro a tela do computador._ Cafetão, não, mais respeito com esse seu amigo aqui! _ retruca e rir, levantando-se para sair da minha sala. Assim que ele fecha a porta, solto uma respiração audível e inicio meu dia, preenchendo alguns relatórios e depois uma reunião de rotina com o setor de tecnologia. Os caras me deixam a par de novos projetos, ainda em fase de testes e confirmam a quantidade de micro-chip que será enviado para a Rússia na próxima semana. Passo para eles os esboços de novos projetos e os parabenizo pelo sucesso do novo jogo. Uma hora e meia depois, volto a minha sala e faço uma videoconferência com os alemães a respeito da divulgação do lançamento em seu país e só depois saio da empresa para almoçar. Enquanto dirijo, penso em uma boa massa e um vinho para acompanhar e para relaxar um pouco, darei uma olhadinha nas redes sociais. Convidei Ricardo para me acompanhar, mas o safado tinha uma reunião com uma advogada, para resolver algumas burocracias da Tecnology Techc Miame Beach. Filho da puta sortudo! Penso e sorrio.🖤🖤🖤🖤
Estaciono meu carro em frente ao restaurante, quando sinto meu celular vibrar no bolso da calça, tiro o aparelho e observo a tela. É uma mensagem do Ricardo. Subo as escadas na entrada do restaurante, enquanto verifico mensagem que acabou de enviar, quando sinto um impacto em meu corpo e quando vejo a moça quase indo ao chão, a seguro firme pela cintura e ela se segura em meus ombros.
_ Desculpa, eu... _ Fico sem palavras quando vejo ser Lilian quem está em braços. Ela parece sem jeito e rapidamente se afasta, se recompondo, porém, não me olha nos olhos. Dentro de mim, começa um turbilhão de sensações: raiva, por está tão perto dela e sentir meu coração bater em vida por ela. Alegria, por está com ela em meus braços outra vez, mesmo que por um acidente._ Não precisa se desculpar!_ sibila, ajeitando sua roupa. _ Sou eu quem pede, eu devia prestação mais atenção. _ Continua, sua voz suave não esconde seu nervosismo. Ela está um pouco trêmula e penso em dizer-lhe algo, quando me lembro do porquê estarmos distantes. Então ergo minhas barreiras e resolvo encerrar essa conversa. _ Devia mesmo! _ rebato com irritação. _ Se olhasse por onde anda, teria evitado todo esse constrangimento! _ ralho friamente, ela continua de cabisbaixa e isso me deixa puto. _ Se me der licença, eu tenho uma pessoa me esperando _ minto. _ Lilian ergue sua cabeça, e dessa vez me olha nos olhos. Eu me esforço para manter o meu auto-controle._ Não seja insolente, Kevin Lacerda! _ rebate irritada. _ Você que não tinha que olhar a porcaria do celular, quando devia estar olhando para frente! Quer saber, tenho muito o que fazer, licença! _ Ela tenta passar por mim, mas eu seguro seu braço, e sentir sua pele na minha outra vez me esquenta por dentro. Inclino-me para ficar bem próximo ao seu ouvido e estremeço ao sentir seu hálito quente bater suavemente contra a minha pele._ Por nada, senhorita! _ sussurro áspero e mais uma vez seus olhos estão nos meus, dessa vez parecem ainda mais irritados._ Não tenho que te agradecer por nada, tenho certeza que faria isso por qualquer outra pessoa. _ Sorrio._ Com certeza!_ Largo seu braço e entro no restaurante sem dizer mais nada. Não me dou o trabalho de olhar para trás, pois não quero fraquejar.🖤🖤🖤🖤
Depois de um almoço bem conturbado, com o meu mau-humor como companhia, pois foi só encontrá-la para ela tornar a minha vida um inferno serve. É incrível como ela consegue roubar r a minha paz e destruir o meu dia perfeito. Odeio você, Lilian Alcântara! O restante do meu dia, na empresa foi insuportável. Eu não tinha paciência para mais nada, estava me sentindo sufocado ali entre quatro paredes e precisava sair um pouco, para respirar ar puro, mas infelizmente não podia largar tudo nas mãos do Ricardo. A noite resolvo ir à casa dos meus pais. Eu sei, não é sexta ainda, mas não pretendo ficar sozinho naquele apartamento imenso, pensando em coisas que não vale a pena, me martirizando por algo que não tem conserto. No caminho, compro um vinho e minutos depois estou estacionando meu carro em frente a casa de campo dos Lacerda. Quando entro na casa sinto uma atmosfera diferente e ouço algumas vozes animadas na sala de visitas. Minha mãe como sempre me recebe com beijos e um abraço caloroso, que eu retribuo com muito carinho.
_ Venha ver quem veio nos visitar, querido! _ Ela pede, sem esconder sua alegria, me puxando pela mão e eu estanco no caminho, ao ver Luís Alcântara, sua esposa e Lilian acomodados nos sofás, conversando com meu pai. Lilian perde seu lindo sorriso ao perceber a minha presença e parece ficar sem graça também. Não mais que eu, posso garantir. _ A Lilian voltou de Nova York e veio nos visitar. Olha como ela está linda, filho! _ Ela continua falando, alheia ao clima constrangedor entre nós dois. Imediatamente todos os olhares estão em cima de e mamãe aguarda um comentário meu, com um sorriso estampado em seu rosto. Sem conseguir proferir uma palavra, apenas concordo com um aceno de cabeça. O que eu poderia dizer? Ter que fingir para minha família que está tudo bem entre nós, não está sendo nada fácil. Puxo uma respiração e cumprimento a todos na sala._ Boa noite! _ É tudo que eu consigo dizer. Luís se aproxime me dando um abraço de irmão. Não é de se estranhar, ele é um cara totalmente família, até com os amigos mais chegados. Ana faz o mesmo e quando chega a vez dela, eu simplesmente não sei o que fazer. E, ao que me parece, Lilian também não. _ Oi! _ digo constrangido e ela apenas assente, séria como estava._ Então, vamos para a mesa? _ Mamãe convida empolgada, enquanto eu estou entrando para o meu inferno particular pela segunda vez no dia. Porra, ter que sentar na mesma mesa e ainda olhá-la enquanto comemos, fingindo uma amizade que não existe entre nós é de pirar! Isso não vai ser nada bom! Penso.O jantar está maravilhoso e tem tudo que ela gosta sobreposto na mesa: risoto de camarão, salada verde, bife a milanesa e até uma torta de maçã. Parece que só eu não sabia que ela viria jantar aqui hoje. Todos conversam a mesa com uma certa animação, o assunto preferido da noite é, "Lilian em Nova York", que beleza! Sou obrigado a ouvir sobre suas aventuras, enquanto sinto o amargor em minha boca. Sabia que sua vinda para cá seria o fim da minha vida pacata, o fim da minha paz!
_ Você está tão calado, querido! _ Mamãe comenta, chamando a minha atenção e noto os olhares em cima de mim._ Só estou cansado, mãe, tive um dia difícil hoje. _ Jogo qualquer desculpa, com os meus olhos fixos em meu prato. _ Com licença, eu preciso atender. _ Lilian fala, levantando-se da cadeira e mostra o celular em sua mão. Não ouvi o toque do telefone, acredito que estava no silencioso. Inevitavemente a observo sair da sala de jantar e seguir em direção ao jardim. Em um impulso, me levando também, pedindo licença a todos e vou para outro lado da casa, seguindo por um corredor, mas que também pode me leva ao jardim. Droga, eu devia aproveitar esse momento, entrar em meu carro e me m****r daqui de vez! Ah! Não, para que isso, não é mesmo? Penso ironicamente. Eu tinha que ir atrás dessa mulher, que apesar de tudo, ainda mexe muito comigo._ Ount, também te amo e garanto que estou com saudades também! _ Ela fala de maneira carinhosa, fazendo meu sangue ferver nas veias. Escuto apenas parte de sua conversa, e o que ouço já me deixa possesso. Não sei o porquê, porra, isso já é página virada há muito tempo! Resolvo sair dali quanto antes e quando me viro para voltar a mesa, Lilian esbarra em mim pela segunda vez no dia e ao que tudo indica, ela não pretendia voltar para dentro da casa.Por Karina Lacerda.Alguns anos depois...Faz anos que não me sinto assim, estou livre... finalmente livre. Livre da culpa, do remorso, da dor dor. A mentira tem o poder de aprisionar, acorrentar uma vida e consequentemente, essa corrente alcança todos ao seu redor.De verdade, acreditei que levaria esse erro comigo para o túmulo, mas desmarcar Alessandra diante de todos, me deixou de alma lavada. Foi como passar finalmente uma borracha no passado e consequentemente concertar o futuro. Depois daquele natal fatídico, Lilian e Kevin tiveram o seu feliz para sempre e decidi viajar, uma fuga na verdade. Porque foi depois que tudo veio a tona, que André, o carinha do TI da Techc descobriu quem eu era de verdade. Após o jantar, ele fez questão de me deixar em casa e eu resolvi me abri para ele, mesmo sem ter noção alguma que já a algum tempo, havia conquistado o meu coração. Então
Na manhã seguinte, acordo meio atordoado. Porquê? Pelo simples fato de não ter dormido bem a noite. Pois é, as palavras da morena não saiam da minha cabeça e a imagem daqueles olhos lindos, marejados e expressando mágoa, estavam me deixando louco.Eu sei que fui um filho da puta, mas porra! Eu nunca me senti culpado por transar com uma garota e no dia seguinte dizer adeus pra ela. E porque acham que me faria sentir culpado por ter dado um beijo extremamente sexy na garota, e quase... eu disse, quase ter rolado um sexo gostoso com ela, e não ligar pra ela no dia seguinte? Não é meio maluco? Então, porque eu estou me sentindo culpado?Durante a noite passada, pude pensar um pouco sobre a fatídica noite e em algum ponto, comecei a entender o porquê da Cristiny estar chateada comigo e de verdade, ela tem toda razão._ Garota estou adorando isso aqui!_ Aaah! Você está me deixando maluca, Rick! _ A dananda sussurrou, quando dei lambidas no bico enturmecido do seu seio. Seg
Por Ricardo Rosa_Bebe! Bebe! Bebe! Bebe!_ Os caras gritam dentro do bar, enquanto viro mais um copo de cerveja. Nunca fui de perder uma aposta, sou bastante concorrente e sempre que sou desafiado, encaro o desafio na maior. E no final, sempre saio com uma grana extra no bolso e com as garotas dos otários.Vida de solteiro não é fácil, mas é muito boa!Meus pais e irmãs - isso mesmo - sou o quinto filho, de um casal que teve quatro meninas, ou seja, sou o único menino da família Rosa, o que torna a cobrança de cinco mulheres pesadas para mim. Elas pegam muito no meu pé, pois estou prestes a fazer 25 anos e nunca, nunca mesmo levei uma namorada para casa.Não, eu não tive nenhuma desilusão amorosa, só não encontrei a mulher certa, aquela que te pega de jeito no primeiro olhar, sabe? A garota que te faz sentir coisas, quando abre um sorriso que te prende, arrebatando teu coração, sem avisos. E quando você ver, já está na mão dela.Não sou um cara romântico, sou
Alguns anos depois...Lilian Lacerda..._ Aaah!!! _ Solto maisgrito dolorido, quando sinto a dor partir-me ao meio. A alguns meses atrás, quando descobrimos um tratamento invasivo da endometriose, direto no útero, lançou-nos um fio de esperança, uma chance de realizar o que eu já havia desistido. Sabíamos que não seria fácil, mas precisávamos tentar. Eu queria muito sentir as sensações de uma gravidez, porém, sem me iludir tanto. A final, nada era certo._ Força, amor, você consegue. _ Kevin fala, segurando a minha mão e eu me preparo para mais um empurrão._ Aaaah! _ Mais um grito e ecoa por toda a sala e mais uma vez eu faço força. Pensar nesse tormento que estou passando agora, me preenche de alegria, de êxtase, e se não fosse a dor avassaladora que percorre o meu ventre e se alastra por minhas costa, poderia sorrir, por saber que não é apenas mais um sonho. Eu finalmente trarei um bebê a esse mu
Por Lilian Alcântara.Realizar o meu sonho de ser mãe, não tem preço. David pode não ter sido gerado por mim, nem nascido da minha barriga, mas foi escolhido pelo meu coração e é filho legítimo de kevin. Eu amo esse pequeno, que cresce a cada dia e me conquista em cada gesto.Cada mês que se passa, David se parece ainda mais com o pai, porém, é loiro como a mãe dele, ou, como eu, que também sou sua mãe.Hoje ele está completando dois aninhos, já anda sozinho e fala muitas palavras.Como todas as manhãs, entramos no quarto, decorado com tema de animais e o acordamos com muitos beijos, lhe dando muito carinho. David não é uma criança resmungona, ele costuma acordar sorridente e sempre estende seus bracinhos para mim.Hoje é um dia especial para nós três. Estamos indo visitar um orfanato, iremos adotar Maria Eduarda, uma garota linda, extrovertida, animada, carinhosa e meiga. Isso mesmo, ela tem todas essas qualidades e mu
Por Lilian Alcântara.Escuto o choro do bebê no escritório de Kevin e saio do seu abraço, deixando todos na sala com seus falatórios e perguntas infindas e abro a porta. O encontro deitado em um dos sofás do cômodo. Oh! Deus, tão pequenino, ainda envolto em sua manta azul e seu choro é tão desesperado. Com o coração apertado, aproximo-me e o pego em meus braços, e imediatamente meu coração se aquece e acaricio suas costas, ditando palavras amáveis e baixinhas._ Calma, meu amor! Estou aqui, shiiiii! _ Logo ele para o choro e fica calmo. O acalento, enquanto caminho pelo cômodo e resmungo uma canção de ninar, que costumava ouvir minha mãe cantar quando eu era uma criança. Ao virar-me para a porta, encontro Kevin parado lá, me olhando de uma forma que não sei explicar, mas percebo seus olhos estão marejados. Ele mantém os braços cruzados rente ao peito e um sorriso bobo começa a surgir simultaneamente em seus lábios._ Você fica linda de mamãe, sabia?_ comenta com tom baix







