FAZER LOGINAdam Grayson
Depois que as meninas saíram, segui para o meu consultório, atendi todos os clientes para aquele horário e segui para o hospital.
- Bom dia Adam.- Veronica fala e sorri.
- Bom dia.-Respondo sério.
Ela nunca me deixa em paz, se ela fosse bruxa já teria jogado um feitiço em mim, para casar - me com a mesma.
-Tem muitos pacientes para hoje?
- Não! -Respondo curto e grosso.
- Podemos almoçar juntos hoje! - Afirmou.
- Tenho compromisso para a hora do almoço.
- Com quem?-Ela parece frustrada.
- Isso não é da sua conta Verônica. - Respondo rude.
-Desculpe. - Ela abaixa a cabeça. -Vai pra ONG?
- Sim! Irei acompanhado, agora se me der licença. - Saio sem ouvir sua resposta e vou para minha sala.
Sub: Que mulherzinha insuportável.
Concordo.
Deu minha hora, peguei minha maleta saí da minha sala, me despedi de alguns colegas de trabalho, fui pro estacionamento, entrei em meu carro e dei partida indo na direção do colégio, para buscar Angel. Cheguei na frente do colégio e vi Angel conversando com as meninas, buzinei.
Ela acenou para as meninas e veio até o meu carro, entrou e sorriu. Como ela consegue ser tão linda desse jeito.
-Olá!
- Olá Anjo. Vamos?
- Vamos!
Dei partida e fui na direção da ONG, em menos de trinta minutos chegamos na entrada da ONG, o porteiro abriu o portão para nós e logo tratei de entrar e colocar o carro no estacionamento. Desci do carro e Angel fez o mesmo.
- Aqui é lindo.
- Sim, é muito lindo.- Sorri.

- Vamos entrar? As meninas já estão esperando. - Falo. Ela balança a cabeça positivamente e seguimos para o casarão.
Entramos, cumprimentei algumas pessoas e seguimos para o quarto das meninas.
- Olá meus amores. -Falo
- Tio Adam.-Elas falam em unisosno, descem do sofá e vem até mim. Nos abraçamos.
- Como vocês estão?
-Ótimas! - Ângela fala.
- Prontas para ir pra casa. - Amabela anuncia.
- Irei conversar com seus pais e se tudo der certo, hoje mesmo vocês estarão em casa.
- Ebaaaaa!!! -Ângela comemora.
- Quem é ela tio Adam? Sua namorada? Muito bonita! Vocês combinam! - Anabela desenrola a falar.
- Ela não é minha namorada Anabela.
- Ainda! - Ângela comenta como se fosse um segredo.
- Vocês também são lindas. - Angel fala.
- Obrigada! - As minhas meninas falam em uníssono.
- Angel queria muito conhecer vocês.
-Sério? - Ângela pergunta e seus olhinhos brilham de alegria.
- Sim, meu bem. -Angel responde.
- Olá doutor Adam, os senhor e senhora Halters estão a sua espera. -Laurency fala entrando no quarto.
- Já estou indo.- Ela afirma com a cabeça e se retira.- Você vai comigo?
- Claro.- Ela olha para me e depois volta seu olhar para as meninas. - Eu volto já para brincar com vocês.
-Okay tia Angel. - Angel sorri e me segue até minha sala.
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Angel Parker
Segui Adam até sua sala, tinha um casal de mãos dadas estados em cadeiras de frente para uma grande mesa.
- Boa tarde Lucília, boa tarde Robert. -Adam fala.
- Boa tarde doutor Adam. - O casal respondem em uníssono.
-Está é Angel e ela veio falar com vocês. -Adam me apresenta.
-Claro. Prazer Angel. -Lucília fala.
-O prazer é meu senhora Halters.
- Nos chame apenas de Lucília e Robert. - Robert fala.
- Okay.
Z Senten-se. -Adam fala e senta em sua cadeira, o casal nas cadeiras a frente da mesa e eu em uma poltrona ali perto.
- Bem... eu tive uma amiga que tinha um câncer maligno, ela passou a maior parte de sua infância no hospital, fazendo quimioterapia, e várias cirurgias e tomando vários remédios que acabatam por deixa-la mais fraca do que já estava, seus pais não se conformavam que ela poderia morrer. - Suspiro. -Éramos como irmãs, eu ia visita - la todos os dias, conversavamos e eu via... via seus momentos de dor, vi os pais dela perder a fé em Deus. -Lágrimas já descia de meus olhos e Lucília e Robert já choravam comigo. -Os médicos conversavam com os pais dela, mas a decisão deles não mudava. Então ela pediu, ela disse que queria passar os últimos dias da vida dela em casa, com a família e os amigos, ela queria ir à praia, comer chocolate, assistir filme até tarde, viver o resto de sua vida fora de um hospital. Os pais choraram como crianças e entenderam que a melhor coisa era deixa-la ir, ela passou os três meses de verão mais felizes de sua vida, um dia antes de sua morte ela disse que nunca foi tão feliz como nos últimos meses. - Deixo mais lágrimas cair. -E então no dia seguinte ela se foi.
- Quer dizer que? -Lucélia pergunta apreensiva.
- O melhor a se fazer é levar as meninas pra casa, elas precisam ficar com vocês esse tempo que resta. - Adam responde
- Podemos ve-las? - Robert pergunta.
- Claro! Vamos.- Adama respmde e saímos da sala de Adam e fomos pro quarto das meninas.
- Papai! Mamãe! - Elas correm e abraçam os dois.
Lucília não parava de chorar e Robert estava com os olhos totalmente vermelhos.
-Não fiquem assim. -Anabela pede.
- Vamos ficar bem. - Ângela tenta conforta-los.
- Papai do céu disse que tem um lugar especial para nós. -Anabela fala.
- Vamos ser seus anjos da guarda.- Ângela fala, eu não aguento e me desmorono em lágrimas, Adam me abraçou e beijou minha testa. Me senti tão confortável em seus braços, me senti protegida.
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Adam Grayson
Fiquei com meu coração partido ao ver minhas pequenas pacientes tão cientes e maduras do que estava para acontecer em suas vidas, e fiquei mais maravilhado ainda com a fé delas, que mesmo no estado que elas estão, estavam ali, falando que Deus tem um lugar especial para elas. Me emocionei, percebi que Angel não aguentou e começou a chorar, então a abracei e beijei o topo de sua cabeça.
- Lucília e Robert podem me acompanhar por favor, para assinarem a volta das meninas pra casa?- Pergunro e eles assentem.
- Vamos pra casa? -Ângela pergunta.
- Sim meu amor. - Angel responde.
- Ebaaaaa!!! -Anabela comemora.
- Podem ir tranquilos eu vou ficar brincando aqui com as meninas. - Angel fala.
-Obrigada querida. - Robert agradece e então saímos.
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Angel Parker
- Acho que o tio Adam gosta de você.- Ângela fala pintando um desenho da barbie.
-O que?
- Isso mesmo!- Anabela concorda e sorri. -Tio Adam te olha como papai olha pra mamãe.
Eu fiquei em silêncio não podia discordar delas, ainda mais de meninas tão espertas como elas, e crianças observam tudo.
- E você gosta dele também. - Anabela afirma.
- Não tente esconder. - Ângela repreende.
- Eu confesso que quando o vi...senti borboletas no estômago. -Sorri boba. -O Deus! Olha o que estou falando para duas crianças.
- Vocês formam um casal perfeito. - Anabela comenta.
- Temos certeza que ficaram juntos. - Ângela finaliza.
- Pronto minhas princesas, podemos ir pra casa. -Lucília fala entrando no quarto.
- Irei sentir saudade.-Ângela fala e me abraça. -De você também tio Adam.
- Também sentirei. -Anabela fala.
- Iremos visita - las. - Adam anuncia.
- Com toda certeza.- Concordo.
-Vamos arrumar a mala de vocês. - Lucília fala e as três vão pra outra parte do quarto.
- Daqui a um mês as meninas fazem aniversário e iremos fazer uma festa surpresa, por favor apareçam. - Robert nos convida.
- Claro que iremos. - Falo.
-Não perderíamos por nada. - Adam.
- Pronto! Vamos?
- Vamos, amor. - Robert fala.
- E aliás meus jovens.- Lucília fala sorrindo. -Vocês fazem um belo casal. - Eles se vão, me deixando tonta com esse comentário.
Olho para Adam que me olha com a mesma expressão de assustado e surpreso.
- Vamos almoçar? -Ele quebra o silêncio e a timidez que ficou no ar.
- Vamos sim! Estou faminta. - Saímos do quarto e seguimos para o refeitório da ONG.
- A comida daqui é simplesmente magnífica, Lúcia é uma ótima cozinheira. - Sorri com seu comentário. -Lúcia o que temos para hoje?
Lúcia é uma senhora que aparenta ter seus quarenta e seis anos, tem um rosto delicado e parece ser uma boa pessoa.
- Baião de dois, suco de manga da fruta, aquele peixe grelhado no ponto, salada e de sobremesa o meu mousse de limão.
- Huummm! Delicia! - Ele passa a língua nos lábios me fazendo ficar exitada.
Que homem é esse?
Sub: Acalma a piriquita mulher.
- Essa é a Angel, Lúcia. - Adam me apresenta.
- Prazer menina. Realmente é um anjo, e vocês parecem um casal, tão lindos juntos. -Percebo que fico ruborizada. -Vou trazer o almoço de vocês. -Ela entra dentro da cozinha e eu fico ainda meia tonta, duas vezes em um dia, ou melhor, três. Isso é algum sinal meu Deus?
{...}
*Final alternativo*《●Continuação a partir do capítulo 18●》Amanda GraysonDepois do efeito passar, acordei, ainda estava meio grogue, Angel estava no quarto, sorriu ao me ver.— Mais calma? — Angel.— Sim.— As crianças estão bem, estão tendo acompanhamento com a psicóloga, estão bem.— Que bom.— Você recebe alta amanhã.— E o Marcos?— Ele ainda está em coma, Willy está abalada.— Eu imagino. Ele não pode morrer, as crianças não aguentariam, me leve até ele.— Não podemos, ele está em observação na UTI.— Vamos logo Angel.— Esta bem.Angel saiu do quarto e voltou com uma cadeira de rodas, me ajudou a sair da cama e sentar na cadeira. Saímos do quarto onde eu estava e fomos até a UTI, ela ficou do lado de fora enquanto eu entrei la dentro.Ele estava aparentemente bem, seus olhos fechados, sua boca sem cor, um tubo na mesma e vários fios no seu corpo.— Eu não vou ser boazinha, você foi um imbecil no que fez, eu, você e todos sabemos que você foi um tremendo vacilão, mas se passou
Último capítulo.Amanda Narrando:Acordei com a respiração ofegante, o coração acelerado e os olhos cheios de lágrimas, eu não podia acreditar que aquilo era verdade.A campanha toca e eu vou atender, me surpreendo ao ver Willy de novo.— Oi?— Oi Amanda, voltei hoje de Londes. — Wily.— Voltou? Mas você já tinha voltado.— Acabei de chegar na cidade, Amanda.— Eu...não sei o que esta acontecendo. E o Marcos?— Marcos ficou lá por mim, pra resolver o resto das coisas, não estava com cabeça pra isso.— O que houve?— Eu estou grávida.— Que notícia boa, mas eu sinto que já sabia disso.— Oi Willy. — Meu coração acelerou quando ouvi a voz dele, meu Deus!Ele está vivo, senhor Jesus, ele está vivo. O que aconteceu aqui??? Foi tudo um sonho?— Oi Leslen. — Ela sorrir.Que dejavu mais estranho.— Vou levar as crianças pra tomar sorvete.— Não! Não faça isso, não saia dessa casa, vamos esperar todos aqui e vamos para nossa viagem. Leslen eu amo você. — Abraço ele forte e o beijo. — Eu acei
Amanda Narrando:As crianças pularam no colo de Leslen, abraçando-o e dizendo que estavam muito felizes por ele ser o segundo papai deles. E eu estava como? Totalmente inerte, paralisada, não sabia o que fazer ou falar, nem ao menos conseguia me mecher.Minha família chegou logo após, entraram com comida, bebidas e tudo mais, os meninos foram pra fora acender a churrasqueira, as crianças entraram na piscina e as meninas foram para as espreguiçadeiras e eu acompanhei, mas ainda estava inerte.— Tudo bem? — Leslen.— Sim. Só que eu fiquei surpresa, eu não sabia que você estava ali.— As crianças me disseram que você permitiu que eu fosse o papai deles, mas que eu não sou seu marido e sim seu amigo.— Falaram? — Solto o ar que estava preso.— Adoraria ser papai deles e ser seu marido também.— QUE?!— Pensa nisso. — Ele dá uma piscadela e sai para perto dos rapazes.Fiquei paralisada, eu nunca fui assim, meu Deus, eu era maluca, tenho que fazer alguma coisa. Tirei a saída de praia e corr
Amanda Narrando:Entrei em casa e não tinha ninguém acordado, então subi as escadas entrei no meu quarto e me joguei na cama, capotando.Sonhei com a noite maravilhosa que Leslen me proporcionou, e eu estava querendo isso muitas e muitas vezes, não quero relacionamento, então a proposta de amigos coloridos eu estou mais que disposta a aceitar.Acordei as oito da manhã, tomei um banho relaxante me arrumei bem maravilhosa, como sempre, tomei café com meus filhos, esperei o ônibus chegar para levá-los, entrei no meu carro e segui para a empresa.Estacionei, entrei na empresa passando pelo hall de entrada e cumprimentando algumas pessoas.— Maninha. — Dylan. Ele me abraça.— Que bom que voltou. — Laura.— Temos um novo sócio, não perderia a reunião do cara que vai expandir nossos produtos. — Sorrimos.— Ele chegou. — Angel.A porta é aberta e eu escuto passos, me viro para trás E dou de cara com um homem maravilhoso de terno e o cara que me fez ter uma série de orgasmos ontem a noite.—
Dois meses depois...Amanda Narrando:Dois meses se passaram, tudo está a mil maravilhas, Marcos cumpriu sua pena, os caras do sequestro foram presos, as crianças estão muito felizes e eu também. Marcos e Willy estão muito bem e o resto da família também, eu e o doutor Leslen estavamos trocando olhares, quer dizer, eu que estava trocando olhares com ele, não sei se ele corresponde, mas agora já era, meus exames já terminaram e eu não tenho mais o que fazer no hospital.Estava no mercado fazendo as compras do mês, acabei tombando com outro carrinho, e por incrível que pareça era ele.— Oii. — Sorrir.— Oii Amanda. — Ele sorrir, e que sorriso.— Tudo bem?— Muito bem. — O sorriso que ele demonstra é diferente. — Eu fiquei sem jeito.— Do que?— De te chamar pra sair, até por que não seria ético de minha parte, por que você era minha paciente.— Você falou bem. Era sua paciente, não sou mais.— Aceitar sair para jantar comigo?— Adoraria.— Passo pra te buscar as 20h.— Okay. — Nos de
Marcos Narrando:Foi tudo tão rápido, nunca tinha visto aqueles caras na minha vida, mas eu sabia que queria me matar, por ser um magnata internacional sou bastante procurado para, como diz eles, "eliminar concorrência". Fui atingindo tentando proteger minhas crianças, cai no chão, a dor consumia meu corpo, meus olhos iam ficando turvos e pude ver eles carregando meus bens mais preciosos.Se esse for meu fim, eu vou aceitá-lo, o fim mais cruel, para um cara que foi cruel. Morrer com a culpa de ter perdido meus filhos, sabe-se lá o que aconteceu com eles, com certeza esses filhos da puta mataram minhas crianças.Com os olhos fechados pude sentir minha dor neutralizando, e eu escutava vozes, mas não conseguia decifrar de quem era, ou sobre o que estavam falando, era como se eu estivesse grogue.Amanda Narrando:Eu estava tão aflita, Willy me ligou para dizer que Marcos entrou em coma induzido, e que os médicos disseram que dão apenas dois meses até ele ter morte cerebral, não sei







