ホーム / Romance / UM BEBÊ PARA O NATAL / CAPÍTULO 2. algo está muito errado...

共有

CAPÍTULO 2. algo está muito errado...

作者: Day Torres
last update 公開日: 2023-02-09 07:26:39

NOVEMBRO.

VANCOUVER

-Andrea! o meu escritório! agora!

O grito do seu chefe, um gerente intermédio da empresa SportUnike, fê-la saltar para o seu lugar, angustiada, porque sabia que ele estava de muito mau humor nesse dia.

-Isto é uma brincadeira do caraças? -Eu disse-vos claramente que precisava dos relatórios orçamentais da divisão de desportos aquáticos do mês passado!

Os olhos de Andrea foram-se alargando.

-Mas... Sr. Trembley... De certeza que me disse que queria o deste mês?

Não discutas comigo, seu inútil! - disse o patrão. Aos cinquenta anos, Peter Trembley era tão desagradável como a sua barriga inchada, mas Andrea teve de aguentar porque mal tinha conseguido arranjar um emprego como assistente dele e era disso que ela e a sua filha dependiam para viver. Não percebe o que se passa? A SportUnike desapareceu! Algum filho da mãe suíço comprou-a e agora somos apenas uma filial da sua empresa! Sabe o que isso significa?

Andrea sabia. A chegada de um novo proprietário à empresa tinha criado um ambiente de incerteza e preocupação. As notícias de despedimentos iminentes espalharam-se como um incêndio em torno do local, criando um clima de ansiedade e tensão entre os funcionários.

-Imprimirei os relatórios do mês passado dentro de momentos, Sr. Trembley", murmurou ele, abaixando a cabeça.

- É melhor saíres daí, Andrea! O novo proprietário chega com uma equipa inteira de representantes desportivos, vão rolar cabeças nesta empresa, e é melhor fazer um esforço especial para se certificar de que a sua não é uma delas!

Andrea acenou com a cabeça baixa e saiu para imprimir os relatórios. Fez sempre o seu melhor para desempenhar as suas tarefas com rapidez e habilidade, mas o Sr. Trembley nunca tinha sido gentil com ela. Ou melhor, ele estava, da forma mais desagradável possível, e muitas vezes ameaçou expulsá-la, mas agora parecia mais perturbado do que nunca.

Ela entregou-lhe os relatórios e ele observou-a com aquele olhar necrófago. Entrou no seu bolso e tirou uma nota de cinquenta dólares, que atirou para a secretária.

-Aqui. Vai buscar bons cafés para a reunião da manhã, porque o da máquina aqui é uma porcaria", encomendou-lhe de forma superior, sabendo que o café que pensava ser uma porcaria era o único pequeno-almoço que a mulher à sua frente podia pagar. Vai, sai daqui, do que estás à espera!

-Sim, senhor.

Andrea pegou no dinheiro e saiu à pressa. A reunião foi em quinze minutos e todos os representantes desportivos estiveram sempre presentes, ou seja, vinte cafés para preparar.

Ela correu para o café do outro lado da rua, saltando de um pé para o outro ansiosamente enquanto faziam os seus cafés, e quando lhe entregaram aquela torre de cinco andares cheia de recipientes de café, Andrea rezou para que nenhum deles derramasse.

Ela foi tão devagar quanto pôde, olhou para todo o lado, até empurrou a porta da escada com as costas para entrar no edifício... mas a sua cabeça perdeu-se no assédio do Sr. Trembley e no terror de ser despedida. E parecia que a sorte não estava do seu lado, porque ela mal estava prestes a dar o primeiro passo quando um homem a sair de uma das portas laterais colidiu com a sua cabeça e aqueles oito litros de líquido quente cambalearam entre os dois para o chão.

Andrea arfou e cobriu a boca com as mãos.

-Ele vai matar-me, ele vai despedir-me agora! -she cuspiu enquanto os seus olhos regavam.

Ela não tinha cinquenta dólares para substituir esses cafés! Trembley ia dar-lhe uma coça assim que voltasse suja e de mãos vazias.

Mas essa única palavra fê-la abafar um gemido de angústia. "Sujo". Ela olhou para o homem à sua frente, ele era um gigante de um homem, com 1,80 m, de olhos claros, sexy, bonito... mas tudo o que Andrea podia pensar era que ele estava impecavelmente vestido e que ela o tinha sujado.

-Oh meu Deus! Senhor, peço imensa desculpa, peço imensa desculpa... Não era minha intenção...! -Chorou desesperadamente ao tentar alcançá-lo: "Não era minha intenção, lamento...!

Ela tentou limpá-lo com um guardanapo mas antes de lhe poder tocar, uma mão enorme e firme fechou-se sobre o pulso.

-Primeiro de tudo, acalma-te", disse ele com uma voz profunda e rouca. Nada me aconteceu, o café não mata. Estás bem?

Os lábios de Andrea tremeram e os seus olhos encheram-se de lágrimas. Não se lembrava da última vez que alguém lhe tinha perguntado se estava bem. Mas ela finalmente acenou com a cabeça e limpou a cara.

-Sim... sim, claro. Desculpe...

E Zack não acreditou nem por um segundo nessa mentira. Ele observava-a cuidadosamente, ela era pequena, com cabelo loiro estragado, roupas que deviam ser três vezes maiores do que o seu tamanho, e demasiada angústia. Um episódio como aquele merecia choque, aborrecimento, até gritos, mas sem lágrimas... até se lembrar das suas palavras.

-Quem vai despedi-lo? - perguntou ele, e ela torceu os dedos.

-Meu... o meu chefe. Ele mandou-me buscar os cafés e eu... Eu só.... -Não o quis dizer, estava demasiado envergonhada para dizer que não tinha dinheiro para pagar mais vinte cafés, mas parecia compreender.

-Sabe que mais? Isto foi culpa minha", disse ele com seriedade. Devia ter olhado antes de abrir aquela porta. Devemos ir comprar mais café?

Andrea abanou a cabeça instantaneamente.

-Se não, não posso aceitar....

-Prefere perder o seu emprego? -Ele perguntou, e ela ficou sem palavras.

Como se pode ser gentil e doloroso ao mesmo tempo? Ela não sabia, mas o homem era. Assim, ela terminou com um "Obrigado" gaguejado e os dois dirigiram-se para a cafetaria.

No caminho de regresso ao edifício Zac pensou em mudar, mas era preferível levar a rapariga até ao seu destino antes de sofrer outro infeliz acidente.

-Isto... Para onde vai ele no edifício? Não quero perturbá-lo", murmurou ela.

-Ao ramo da Representação Desportiva Nexa, compreendo que é no quarto andar", respondeu Zack.

-Ah, é aí que eu trabalho! -Andrea respondeu. O proprietário e mais representantes estarão aqui em breve. Vem também trabalhar?

"Acabei de o comprar", pensou Zack, mas em vez disso ele acabou de dizer:

-Sim, ao trabalho.

Na verdade, foi o seu primeiro dia na nova filial de Vancouver, e Zack queria conhecer o pessoal, apresentar-se e pôr algumas coisas em ordem. Mal tinha acompanhado a rapariga até à sala de reuniões, no entanto, quando a primeira coisa que os saudou foi aquele grito.

-Andrea! -Eu mandei-vos buscar cafés, não para construir um maldito foguetão!

-Lamento muito, Sr. Trembley, é que eles ficaram retidos no café e..." Andrea tentou justificar-se. -Andrea tentou justificar-se a si própria.

Zack poderia ter jurado por aqueles punhos cerrados que a mulher o estava a impedir de o esmurrar. Ele sabia que se tivesse sido ele, ela já o teria esmurrado.

-Não quero saber! -Trembley rosnado, furioso. Temos de nos preparar para a chegada do Grande Proprietário e ele provavelmente quer que todos nos curvemos perante ele, por isso, treina esses joelhos, linda menina. Agora vá e imprima o que lhe pedi, e veja se não consigo que o novo proprietário resolva os malditos números.

Andrea deu um passo atrás com repugnância, mas mal passava a porta quando Trembley reparou no homem que estava de pé na porta.

-Quem é você e o que é que lhe falta aqui? -Ele zombou, e Zack rangeu os dentes, forçando um sorriso. Tinha um cão à sua frente, mas por mais que gostasse de lhe mostrar quem mandava, decidiu que essa não era a estratégia correcta.

-Eu sou Zack, senhor! -Faço parte da nova equipa de representantes desportivos. Como é que se faz?

Trembley olhou-o para cima e para baixo como uma barata.

-Bem, vamos ver quanto tempo pode aguentar aqui! -disse ele sem devolver a saudação. Vá aos recursos humanos para o seu crachá e depois regresse para a reunião.

Zack abotoou o seu casaco e saiu. Desceu ao seu carro por um momento e mudou a sua camisa suja, e estava prestes a voltar lá para cima quando o seu telefone começou a tocar.

-Terá o rei chegado ao seu novo domínio? -asked Ben, o seu melhor amigo, no seu sotaque de riso característico.

-O rei vai fazer-se de plebeu durante algum tempo, porque os domínios não têm objectivo e tenho a sensação de que o gerente de serviço está a tentar puxar-me a lã para cima dos olhos", respondeu Zack. Assim, apresentei-me como um dos tipos da equipa de representantes, não como o proprietário.

Um longo apito veio de Ben, e Zack imaginou-o a sorrir.

-Vocês saberão o que estão a fazer, mas estou a avisar-vos, venho dentro de dez dias, e se ainda não forem donos, direi que sim", ameaçou ele.

-Nota.

Zack passou imediatamente pelos recursos humanos e deu as informações necessárias para que lhe pudessem dar a sua identificação de empresa. Passaria ali alguns dias incógnito, e sabia que tinha tomado a decisão certa quando viu a terrível manipulação dos atletas.

Por um lado, Trembley não era apenas um cão, era uma larva. Que ele agiu como um déspota era a menor das preocupações de Zack - afinal, ele tinha comprado aquela pequena empresa no Canadá para expandir a sua própria empresa desportiva. O que ele queria acertar eram os números, as finanças... ele não podia cometer erros.

Contudo, não pôde deixar de reparar que era um local terrível para trabalhar. A rapariga da manhã... Andrea, era esse o seu nome? Tinha passado duas vezes pela secretária dela e cada vez que ouvia Trembley a insultá-la por causa da campainha.

Finalmente viu-a entrar no escritório do chefe perto da hora de desistir e hesitou antes de se aproximar da porta.

-Oh, Andreita, o que é que vou fazer contigo? -Trembley assobiou, e a rapariga tentou recuar: "Não ganhas o teu emprego! Não ganhas mesmo! Quando a vida seria tão fácil para ti se só prestasses atenção..." Parou por um momento e depois disse: "Acho que não vais ser capaz de o fazer. - parou por um momento e Andrea seguiu a direcção dos seus olhos, directamente para a virilha - tudo o que eu digo! Não percebe que amanhã pode estar desempregado?

Andrea queria matá-lo! Mas ela não teve outra escolha senão ficar calada.

-Sr. Trembley... Por favor...

- Já te deixei cometer demasiados erros, Andreita... não acha que está na altura de me pagar de uma vez por todas...?

-Boss! -A porta abriu-se e o Trembley gordo ficou assustado com a visão do novo homem.

-Que caralho queres? Nunca ninguém te ensinou a bater à porta? -growled the old man.

-Eu preciso de um momento consigo... sozinho! -Zack disse e observou enquanto o chefe dava a Andrea um sinal mudo para se pôr a andar.

Zack falou-lhe de idiotice e meio durante os dez minutos a cinco, e depois saiu, observando enquanto a rapariga nos cafés corria para as escadas como se o diabo estivesse nos seus calcanhares.

"Algo está muito errado com este lugar...!" pensou ele. "Demasiado errado!"

この本を無料で読み続ける
コードをスキャンしてアプリをダウンロード

最新チャプター

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 90: Despertar para dois

    -Está a olhar ou estou eu a olhar?Parecia simples, mas não era. Aqueles cinco testes de gravidez eram como dragões de sete cabeças. Aqueles cinco testes de gravidez eram como dragões de sete cabeças.-Vamos ambos olhar? -She murmurou, e Zack pegou-lhe na mão na dele com um gesto reconfortante.-Não importa o que aconteça com estes testes", disse ele com uma voz profunda e calorosa, "estarei sempre feliz contigo". Eu amo-te.Ele pôde sentir a incerteza nos seus olhos enquanto ela olhava para os testes de gravidez. Ele sabia que eles não tinham planeado ter outro bebé tão cedo, mas qualquer que fosse o resultado, eles enfrentá-lo-iam juntos.-Vamos ambos dar uma olhadela", disse-lhe ela, os seus olhos a brilhar de ansiedade.Ela sabia que algo importante estava a acontecer e o que quer que fosse, ela só queria partilhá-lo com ele. O silêncio era tão intenso que eles sentiam os seus corações a bater juntos como se fossem um só coração.Eles pegaram nos pequenos paus de lápis e Zack pego

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 89. estás a olhar ou estou eu a olhar?

    O dia tinha finalmente chegado. Zack andou pela sala como se esse fato o estivesse a sufocar.-É culpa sua! -Se me deixasses dar-te uma despedida de solteiro, já estarias completamente relaxado.-Estás louco? -Uma despedida de solteiro? Querias que a minha mulher tóxica me castrasse antes de eu casar? Se beijar o Gisell quase me lavasse a boca com lixívia, então ver strippers ter-me-ia arrancado os olhos! -Zack exclamou: "E onde está o Loan que não vem!Que ele estava à beira do colapso era óbvio, mas cinco minutos depois Loan apareceu pela porta e disse-lhe para se sentar.-Muito bem, ela não escapou, já está no carro e estão a trazê-la de volta", assegurou-lhe ele e Zack sorriu com alívio.Alguns minutos depois, ele estava no fim do corredor na pequena igreja e o seu coração estava acelerado quando viu Andrea a entrar no braço do seu pai. Ela estava linda no seu vestido branco, o seu cabelo num carrapito, a sua maquilhagem perfeita, o seu rosto a brilhar de alegria. Ela era linda, a

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 88 - Casa-te comigo

    Zack não podia acreditar.-Diz-me que isto acabou realmente", exigiu ele ao escovar a boca pela centésima vez.-E agora o whisky! -Andrea espremeu-o, e Zack desatou a rir antes de beber do copo. Ali, desinfectado por dentro, agora vai à casa de banho, vou dar-lhe uma boa esfregadela...Zack levantou-a pela cintura e enfiou a língua na boca de Andrea com um beijo desesperado.-Ruba-me, dá-me banho, esfrega-me, esfrega-me os pensamentos se quiseres, mulher, mas fica comigo.... -Zack murmurou e Andrea cruzou os braços atrás do seu pescoço para o puxar para dentro.Os seus lábios encontraram-se em doce contacto e antes que Andrea desse por isso, a água do duche estava a passar por cima deles. Zack despiu-a apressadamente, beijando-lhe o pescoço e a deliciosa curva da garganta enquanto finalmente dava rédea solta à paixão que os devorava.Sob a água quente, os seus músculos dançavam ao ritmo da luxúria que ardia entre eles.-Diz-me que me queres", sussurrou Andrea, a sua voz um pouco trému

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 87. Nenhuma ameaça sem consequências

    Andrea sentiu a adrenalina quando viu o Zack naquele restaurante com a Giselle. Ela estava demasiado vestida e não demorou um segundo a tentar esfregar a cara do Zack.-Filho da mãe! -Andrea rosnou desamparadamente: "Estou apenas a desgraçar a cabra!-Agora, agora...! Anda, vamos. -Ele está a fazer a sua parte, por isso é melhor fazermos a nossa.Por esta altura John já tinha localizado o apartamento da Giselle e era para lá que eles se dirigiam. Nenhum deles achou estranho vê-lo puxar de um conjunto de fechos de fechadura e abrir aquela porta em menos de quinze segundos.-Ouch! Vou ter isso em mente para nunca mais o algemar de novo. -Chiara deu-lhe um piscar de olhos ao entrarem no apartamento. Vou buscar gravatas de plástico.Jhon deu-lhe um meio sorriso e assim que eles estavam a olhar ele inclinou-se sobre as suas costas, esfregando as suas por todo o lado nas dela.Pensei que me tinha devolvido o cartão quando lho dei", murmurou-lhe ao ouvido.-E eu fiz... Mas eu já tinha um", r

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 86: Pronto para o espectáculo?

    -Juro que não sei de nada! Juro que não sei de nada!Por esta altura, o Dr. Flynn estava a beber o seu chá em desespero e a negá-lo sob o olhar atento de Andrea.-Eu nem sequer faço isso! Não gravo as minhas sessões com os meus pacientes porque.... Bem, algumas delas são importantes, sabe, figuras públicas. Por isso, habituo-me a tomar notas.Andrea franziu o sobrolho. Zack tinha uma cópia das gravações que Giselle lhe tinha enviado, por isso não era mentira que elas tivessem sido gravadas.-Alguém mais teve acesso ao seu escritório depois de ter começado a ver o Zack? - perguntou ele.O Dr. Flynn abanou a cabeça.-Não, ninguém novo. -Ela balançou a cabeça com um aceno de cabeça hesitante. Bem, excepto as faxineiras, mas estas vêm todas as semanas para limpar. Não os conheço pessoalmente, são contratados pelo edifício e nunca lhes prestei qualquer atenção até agora.Andrea levantou-se lentamente e começou a andar pelo local em sussurros ininteligíveis. O Dr. Flynn ainda a observava; o

  • UM BEBÊ PARA O NATAL   CAPÍTULO 85. não juntos

    Ele teve de inventar algo espantoso, algo belo porque o seu pai tinha razão, esta seria a sua última proposta de casamento e tinha de ser perfeita.Assim, Zack alugou a mesma cabana onde eles tinham ficado no Natal, o lugar onde ambos tinham passado uns dias maravilhosos. Ele tomou todas as providências necessárias para montar o cenário perfeito. Ele sabia que Andrea iria adorar as memórias que lá tinham, especialmente a atmosfera relaxada e romântica do lugar.Quando tudo estava pronto, deixou Adriana com os avós e passou por uma florista. Esperança e nervosismo combinados com a sua excitação enquanto escrevia aquele bilhete a Andrea. Foi sensual sair com ela da cidade, e enviar-lhe o convite com uma dúzia de rosas vermelhas foi ainda melhor.Estava tão ansioso que quase seguiu o rapaz até casa, mas em vez disso manteve-se firme e foi para o escritório, deixando tudo arranjado para que não tivesse de regressar em dois ou três dias.Assinou alguns documentos pendentes e, antes de deix

続きを読む
無料で面白い小説を探して読んでみましょう
GoodNovel アプリで人気小説に無料で!お好きな本をダウンロードして、いつでもどこでも読みましょう!
アプリで無料で本を読む
コードをスキャンしてアプリで読む
DMCA.com Protection Status