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CAPÍTULO 30 - GLADYS VIERMOND

last update Fecha de publicación: 2021-09-04 07:39:00

Gladys estava jantando com um de seus gerentes.

— Então, Gladys, como estão as coisas com os nazistas?

— Por enquanto estão cumprindo o combinado.

— E o que você teve que dar em troca?

— Algo que eles gostam muito e está em falta em tempos de guerra.

Seu gerente sorriu.

— Falando neles – ela fez um sinal discreto mostrando que eles estavam entrando no restaurante.

O General Fedor Von Bock entrou acompanhado de uma garota que a viu e fez uma reverência.

— Ele pode ser um desgraçado, mas é muito lindo.

— Acho que nem você aguentaria cinco minutos a rola dele dentro do seu rabo.

Marcel sorriu sem graça.

— Você já me obrigou a vestir esse terno horroroso, me obrigou a me casar com a Lucie e agora está me tentando novamente.

— Só um pouquinho... e como está o casamento?

— Fizemos até sexo... assim, com algumas adaptações.

— Comer uma buceta não é tão ruim quanto você imaginava, não é mesmo?

— Vou ser sincero, até que gostei, é quentinho e molhadinho.

Gladys sorriu vendo graça no sacrifício que ele estava pagando pela própria vida.

— Tempos difíceis exige de nós posturas diferentes, Marcel, meu querido, mas fico feliz que tudo esteja dando certo.

— O importante é mostrarmos ao mundo porque nós franceses somos o povo mais culto e chique que existe.

Gladys percebeu que Fedor não parava de olhar para ela.

— Não o culpe, queridinha, você é realmente maravilhosa, qualquer homem ficaria de quatro por você.

— Não os nazistas, eles querem é que eu fique de quatro para eles.

— Sim, claro, óbvio ou com certeza?

— Sempre com certeza...

Os dois levantaram a taça e fizeram um brinde.

— Estou sentindo que está me paquerando.

— Acho que meu lado hétero está aflorado hoje.

— Devo entender isso como um elogio?

— Você é sempre digna de todos os elogios, queridinha, é a mulher mais perfeita que existe no mundo, você transpira sensualidade e sexualidade, é rica, maravilhosa, gostosa... e tem um general pauzudo caidinho por você.

— Às vezes a vida sorri mesmo para a gente, não é mesmo?

— Então retribua, sua boba.

GLADYS FOI CHAMADA no QG nazista e teve uma surpresa, Camillo, o dono do hotel que tinha tirado a sua virgindade estava amarrado pelado.

— Espero que tenha gostado da surpresa.

Ela sorriu satisfeita.

— Você não sabe o quanto, Fedor, querido, esperei muito tempo por isso.

Gladys foi até a sua mesa e puxou uma faca militar e ficou olhando o reflexo do seu rosto nela e aquilo a agradou imensamente.

Estou realmente deslumbrante...

— Acho que agora estamos iguais, Camillo, você me tirou algo muito importante, a noite que eu sempre sonhei romanticamente ao lado de alguém maravilhoso, que obviamente não era você, agora está na hora de eu tirar algo que te dará muitos pesadelos, assim como tive.

Camillo estava tentando se desvencilhar das cordas, mas quanto mais se debatia, mais apertada ficava.

Ela ficou cara-a-cara com ele:

— Naquele dia você me cobrou um preço alto demais por apenas uma noite naquele pardieiro fedorento que você chama de hotel, agora, vai entender que alguns preços são para a vida toda.

Gladys começou a acariciar o pênis dele que involuntariamente começou a ter vida própria e ficar cada vez mais enrijecido.

— Bom menino... parece que ele se lembra de mim, Camillo.

Camillo se esperneava de desespero.

— Minha dor durou alguns minutos pelo seu prazer, agora a sua dor durará a vida toda pelo meu prazer...

Ela puxou o pênis dele para junto de si, deu um sorriso de satisfação por toda a dor que havia sentido nele e o cortou de uma vez só.

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