Inicio / Romance / Um acordo com o mafioso / Festinha particular

Compartir

Festinha particular

Autor: Edi Beckert
last update Fecha de publicación: 2023-04-25 20:37:02

CAPÍTULO 14

Don Pietro kosta

No escritório, aproveitei para colocar as coisas em ordem. Não é porquê me casei que confio plenamente na Fernanda pra tudo, então farei as minhas ligações quando estiver sozinho, que é mais seguro.

Também não é por isso que soldado nenhum vai distratar ela, principalmente na minha frente, se vou manter certas coisas da máfia, dentro da máfia, ela não precisa saber, já que preciso consumar esse casamento, não vou ficar três anos tendo uma mulher em casa para enfeite, sem contar que ela é linda, qualquer um se encantaria por ela.

O dia foi passando, e como eu dei ordens à Mary que ninguém viesse ao meu escritório hoje, ela mesma bateu na porta.

— O que é, Mary?

— Preciso falar uma coisinha...

— Tá... entra! — ela abriu a porta, e colocou a cabeça pra dentro.

— A sua esposa está perguntando se realmente pode ficar com tudo, independente dos valores...

— Eu nem sei porquê pergunta, claro que pode.

— Tá bem, é que ela falou que ficou meio salgado...

— Ela usou essas palavras?

— Sim, chefe!

— Diga, que tudo bem!

— Sim chefe, com licença...

Ela saiu, e o meu celular tocou...

— Roney...

— E, aí escorpião! Tá sumido, hein...

— Resolvendo assuntos, meu caro.

— Quero que venha hoje a noite para uma festinha particular que organizei aqui, estarão apenas os nossos, ninguém de fora!

— Roney, é que eu estou cheio de trabalho essa noite... — na verdade estou confuso, sei como funciona as festas dele, é cheio de putas pra todo lado, e por isso sempre preferi as minhas fixas.

— Cara, nem começa de ladainha para o meu lado, entendeu? Tô ligado que você não curte as putas do bordel, por isso te liguei. Contratamos uma dúzia de virgens para o final de semana, vieram para serem preparadas para a profissão! — sorri com o comentário.

— Hum... até que estou precisando... dou uma passada mais tarde!

— É pra vir, hein? Sabe que o que é meu, é seu, não é?

— Sei, cara...

— Fechou, então!

— Até mais...

Saí do escritório e avistei a Mary.

— Cadê a Fernanda?

— Ela se arrumou toda, e saiu com a vendedora... — me olhou assustada, algo estava errado.

— Algum problema, Mary?

— Não, senhor... é que ela estava bem diferente, muito bonita. — agora fiquei curioso para saber para onde ela teria ido.

— Falou aonde estaria?

— Não senhor, mas deixou o número do celular novo, caso queira ligar, pois ela não tinha o seu, e eu não passei sem autorização.

— O QUÊ? QUE CELULAR?

— O que o senhor deixou ela comprar, eu mesma fui perguntar...

— Que droga, Mary! Deveria ter dito do que se tratava de verdade... — saí pegando o número na mão, e salvando no meu celular, então liguei pra ela, mas parecia desligado.

Eu mesmo iria comprar um celular pra ela, mas com rastreador, e com um sistema de segurança avançado, vou precisar confiscar dela para ver isso.

.

Como ela não estava, eu não precisei avisar de nada, apenas tomei um banho, me arrumei e saí para a boate que o Roney me chamou, hoje preciso de uma boa mulher, o meu corpo pede por isso.

Na boate, o Roney nem me deixou beber, subi direto para a área vip e eram sofás em couro preto, e enormes.

Santiago veio comigo, e sentou do meu lado, então logo as putas começaram a desfilar, e umas sentaram ao nosso lado, e uma no colo do Roney.

O problema é que não gostei muito das garotas, não eram muito atraentes, então fiquei na minha, e pelo visto o Santiago também não gostou.

— Qual é, escorpião? Não gostou das garotas?

— Gostei, é que hoje estou de boa...

— Fiquei sabendo que casou... vai dizer que está apaixonado pela esposinha, e não vai mais comer comida de fora? — zombou, e todos riram.

— Não é isso, o nosso casamento é apenas um acordo entre máfias, não sinto nada por ela...

— Sei... depois que beber o vinho que pedi, você começa a se soltar mais, deve ser isso.

Como vi que me zoariam, olhei para a morena que estava no colo dele, e chamei com o dedo.

Ela olhou pra ele que assentiu, então ela subiu no meu colo, e já enfiei as mãos nas coxas dela, que estavam à mostra.

— Pode tocar, meu amigo... se divirta! Tem vários quartos aqui, pode usar... elas estão todas sem calcinha... — a morena sorriu abrindo as pernas pra mim, e ela mesma puxou a minha mão até lá, então toquei o seu clitóris por baixo da saia, e a puta gemeu.

— Tem certeza que são virgens? — aquela mulher me pareceu experiente.

— Sim, faz o teste! — olhou para a porta, e gritou. — Ei, puta! Trás logo esse vinho aí... ou vai continuar ouvindo a conversa dos meus clientes! — ele brigou com a mulher que traria as bebidas, e ela entrou.

Se eu estivesse em pé teria caído pra trás, aquela era a Fernanda, a minha mulher. Ela estava com um mini vestido vermelho que eu ainda não tinha visto, pelado nas costas, com apenas um “X” em pedras, toda arrumada, e uma maquiagem marcante.

Usava um salto quinze, e andava como uma modelo, mas nem olhou pra mim, e quando me serviu o vinho, empurrei a morena para o lado, e fui pegar, mas quando os nossos olhos se cruzaram ela fingiu não me conhecer.

Roney levantou assim que ela terminou de servir, e segurou na mão dela, a girando.

— Caramba, docinho... não me lembro de você, acho que vou te leiloar, não vou dar de presente para esses caras, é valiosa demais...

Me subiu uma raiva imensa, vontade de fazer essa puta que ficava me alisando voar, e levar a minha mulher embora, mas eu não queria ficar mal visto, então me calei.

O problema foi que um dos homens que vieram comer as putas, também levantou.

— É só me dizer quanto quer Roney... essa eu pago o preço que for! — tentou colocar a mão na cintura dela, que se esquivou.

— Não encosta em mim, eu não estou a venda, apenas vim servir o vinho para uma amiga! — ela se expressou, mas o homem começou a dificultar.

— Que puta atrevida, meu amigo... agora que quero comer, quanto é? — a raiva não me permitiu ficar sentado, então praticamente joguei a puta para o lado, e fui ajudar a Fernanda. Apesar de estar perplexo dela estar ali, e não ter entendido nada.

— Se a moça falou que não está a venda, não está! Aqui cada mulher decide o que quer fazer com o seu corpo, e ela já foi clara que não quer! — segurei no pulso dela, mas me olhou com ódio, e num movimento eficaz ela se soltou de mim.

— Me solta, não preciso de ajuda! — fiquei em choque, e pensando se falava ou não que ela era minha, mas acredito que farei papel de ridículo, tendo essa mulher maravilhosa em casa, e investindo naquela puta esquisita...

Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App
Comentarios (2)
goodnovel comment avatar
Patricia Sales
meu marreco Santiago se comportou aí que fofo próximo capítulo vai pega fogo
goodnovel comment avatar
Patricia Sales
to em choque xhoquida meu tadinho volta aqui fala mas mig do céu
VER TODOS LOS COMENTARIOS

Último capítulo

  • Um acordo com o mafioso    EPÍLOGO

    EPÍLOGO Narrativa da autora O livro: Um acordo com o mafioso está chegando ao fim. Vim pessoalmente terminar de contar essa história para vocês: . Patrícia e Santiago tiveram altos e baixos, mas permaneceram unidos. Ela se aproveitou para ser mimada na gravidez e conseguiu amolecer o coração do cabeludo tão sério que ele era. Conforme a sua barriga foi crescendo ele ficava a cada dia mais feliz, e ela até estranhava o fato de observá-lo sorrir com mais frequência. O dia do nascimento dos bebês foi uma loucura... era uma menina e um menino, então os nomes foram escolhidos, e ela se chamaria Ingrid Anne, e o menino Benjamin. . — Santiago, eu vou morrer se continuar com essa dor! — Pati repetia para o seu cabeludo, que tentava se manter calmo quando o momento havia chegado. — Senhora, mas ainda tem três dedos de dilatação, aconselho a senhora a caminhar um pouco, vocês moram perto? — o médico falou no consultório. — Mais ou menos, será que dá tempo, doutor? — Santiago perg

  • Um acordo com o mafioso    Núpcias da Pati e do Santiago

    CAPÍTULO 95 Patrícia Sales Santiago estava sério como de costume. Falava poucas palavras, mas começou a fazer de tudo para me agradar, mesmo desajeitado com isso eu notei que se esforçava. Conseguimos encontrar lagosta, mas o molho não ficou como eu pedi, o chefe reclamou que não existia daquele jeito, e só tentou fazer, pela cara feia do Santiago, mas eu comi... Meia hora depois... — Caramba! Eu estava sentindo que lagosta iria fazer mal pra você! — Santiago ficava se lamentando enquanto eu vomitava. — A Nanda não vomitava, assim... — comentei ao vomitar novamente. — Tem algo errado, vou te levar no pronto socorro, você não está bem! — falou e eu assenti. Mais uma vez entrei no carro com ele, já era quase uma hora da madrugada. . No hospital... . — Ela está passando muito mal, doutora! Descobrimos hoje que está grávida, e ela não consegue comer direito e agora vomitou muito! — Santiago se antecipou,

  • Um acordo com o mafioso    Em choque

    CAPÍTULO 94 Fernanda Antero Kosta “Meses depois” O casamento me fez muito bem, mas precisei achar outras coisas para me distrair, entre elas a adoção da Alice e o quarto do bebê. O problema foi que a convivência com a menina na família nos mostrou que a minha mãe se apegou a ela ainda mais do que eu e o Don, então estou delicadamente ajudando, para que seja mais rápido o processo, embora ela viva na nossa casa. — Está observando o jardim, outra vez? — Don Pietro me abraça após chegar na varanda do quarto. — Sim, me sinto um pouco sem ar com a barriga tão grande! A Mirella gosta de se esticar e mudar o lado que fica. — ele coloca as duas mãos na minha barriga, e logo gargalha com os movimentos da nossa pequena. — Você é agitada igual a sua mãe! Será que vai querer colocar ordem na casa? — desceu e subiu as mãos, enquanto conversava com a pequena. — Ela fica feliz quando te ouve! — comentei. — Você adora o papai

  • Um acordo com o mafioso    Casamento da Fernanda com o Don

    CAPÍTULO 93 Fernanda Antero Kosta (1 mês depois) Nunca imaginei que eu ficaria tão ansiosa para o dia do meu casamento. Sinto ondas de sentimentos bons em mim, que me fazem suspirar de felicidade. Eu também não sabia que o Don fosse me ajudar nas escolhas sobre a festa, como ajudou, a cada dia me surpreende mais. Como nos tornamos influentes na máfia, precisamos escolher um local seguro, e foi o próprio governador quem ofereceu um local amplo para fazermos a festa, pois está envolvido até o pescoço em coisas ilícitas, pelo que eu soube. Me olho no espelho, e vejo como eu amadureci, agora serei uma mulher casada, uma dama oficial da máfia Grega, e além de mãe... serei a mulher mais feliz, ao lado do Pietro. Um branco tão bonito do vestido, o Don é muito rico, mas ele mesmo desenhou e criou esse modelo exclusivo, para mim! Pedras caras, muito bem bordadas, mangas discretas, justo ao corpo com abertura nas pernas, precisou de ajuste

  • Um acordo com o mafioso    Adotar a Alice!

    CAPÍTULO 92 Don Pietro Kosta Eu me juntei com o Roberto e o Santiago, que levantou cuidando demais com a porta, então logo soube que a Patrícia estava posando aqui. Fizemos uma reunião e preparamos um plano com base à tudo que já sei do Lyan,. Procurei os compradores e os fornecedores de drogas e armas; chamei até alguns soldados que eu tinha intimidade e trouxe todos para o meu lado, oferecendo proteção e liderança se me dessem oportunidade de assumir com o Roberto no lugar do Lyan, e como muitos estavam insatisfeitos e o Lúcio já não estava presente, ficou fácil. Com o plano e a ajuda correta, nós invadimos a casa, o local de trabalho, e o depósito ao mesmo tempo, e fizemos uma queima de arquivo. Todos que não eram de confiança foram mortos, e o Roberto fez questão de levar o Lyan para uma conversa particular. Os nossos homens precisaram limpar todo o local, e a Maria informou os esconderijos dele fora do país, pois foram os

  • Um acordo com o mafioso    Uma família

    CAPÍTULO 91 Don Pietro Kosta Roberto me ligou logo cedo, e agora estou começando a entender do que os soldados sempre falam, que sogro e sogra podem dar trabalho, mas tudo bem... gosto deles! Ligação... — Fala Roberto! Acordou cedo, né? — me espreguicei na cama, para atendê-lo. — Invadiram aqui ontem a noite! — me sentei melhor na cama. — Tiveram coragem? — Pelo que entendi, foram alguns que eram da tua confiança, embora estou aqui com o Sérgio e ele disse que já não estavam confiando num tal de Lúcio e Lyan! — Foram eles que entraram? — Lúcio entrou, mas não o deixei sair, já é carta fora do baralho! Agora quero matar o Lyan, ele é o sequestrador da Maria, pelo que esse Lúcio falou, e gostaria de autorização para matá-lo. — Olha, eu estou com desconfianças faz tempo, também prefiro o Lyan morto! Ainda mais se foi ele quem fez isso! — Como faremos, então? — Primeiramente aproveita que

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status