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Encontro com Roman

Autor: Edi Beckert
last update Fecha de publicación: 2025-01-31 02:20:43

Capítulo 218

Yuri

Eu não aguentei esperar.

Alexei queria que o encontro fosse às oito. Como se eu tivesse paciência para perder mais uma hora esperando. Como se eu fosse sentar e fingir que tudo estava bem, sabendo que o homem que sempre vi como um pai agora estava tentando me matar.

Então marquei para as sete.

O café que herdei de Vladislav fechou mais cedo. Mandei os funcionários para casa, mantendo apenas o confeiteiro de confiança nos fundos. Levei dois soldados comigo,
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Último capítulo

  • Uma mãe para a filha do Don   Fim

    Capítulo 336 Maria Luíza Estava ficando tarde, quando cada um começou a se recolher. Jones acabou deixando o Richard passar a noite aqui, o menino ficou sentado com Sofia numa mesinha fazendo desenhos. — Ele parece um garoto tranquilo, Alexei... — comentei. — Sim, Sofia também está bem ao lado dele — Neide e Karen se aproximaram e levaram os gêmeos para o quarto. Encostei no ombro de Alexei. — Obrigada por tudo, meu amor... Você mudou muito a minha vida e me ajudou com meus transtornos. Me deu uma família, Sofia que é como se tivesse nascido da minha barriga. — Você também mudou tudo, Malu. Só que eu estava pensando, não vamos contar a Sofia que a mãe dela de sangue é outra. Estamos tão bem assim. — Eu acho que podemos esperar que ela entenda melhor, então explicamos. — É melhor... — ouvi um barulho suave do lado de fora da casa e virei pra ele. — Ah, é o pai da Tatiana. — O que aconteceu com ele? — Está limpando os vidros sob a supervisão

  • Uma mãe para a filha do Don   Momentos finais

    Capítulo 335 Maria Luíza (1 mês depois) A mesa estava impecavelmente arrumada. A porcelana fina refletia o brilho suave das velas, e o aroma dos pratos quentes se espalhava pela casa. Eu queria que este jantar fosse especial. Nazar e Neide estavam voltando da viagem dos Emirados Árabes, e depois de tudo que vivemos, nada parecia mais precioso do que estar juntos, em paz. Alexei estava ao meu lado, segurando minha mão discretamente sob a mesa. À nossa frente, Yuri e Anastasia trocavam sorrisos enquanto ajudavam Sofia a cortar um pedaço de carne. Beatrice dormia tranquila no bercinho ao lado de Andrey, e Richard, filho de Jones, olhava tudo com curiosidade. Nazar foi o último a entrar, e quando o fez, a casa se encheu de energia. Seu sorriso era genuíno, e seus olhos brilhavam ao olhar para todos nós reunidos. Neide vinha logo atrás, e pude ver como algo nela também havia mudado. Ela parecia mais confiante, mais à vontade consigo mesma. — Que banquete, hein? — N

  • Uma mãe para a filha do Don   Pequena Sofia

    Capítulo 334Maria LuízaA viagem de volta para a Rússia foi tranquila, apesar do cansaço de um voo longo com três bebês. Nazar e Neide ficaram nos Emirados Árabes para ajudar Tatiana e Hassan no início do projeto, e confesso que a casa parece um pouco mais vazia sem eles. Mas, ao mesmo tempo, estar de volta traz um sentimento de conforto.Assim que entro no quarto, ouço um choro familiar e sorrio instintivamente.— Minha fofurinha está com fome — digo para Alexei, já indo em direção ao berço onde Beatrice se remexe, com o rostinho vermelho de tanto chorar.Alexei me observa com um olhar satisfeito e se aproxima, cruzando os braços.— Fico feliz em ver que você já não sofre mais com gritos, choro. Antigamente, você entrava em crise sempre que ouvia… — Ele para por um segundo, pensativo, e depois completa com um tom carinhoso — Você está mais forte, Malu.Pego Beatrice no colo e a levo até a poltrona ao lado da janela. O tempo frio da Rússia contrasta com o calor do deserto, mas a sens

  • Uma mãe para a filha do Don   Obrigada cunhada

    Capítulo 333 Tatiana Acordo sentindo o calor aconchegante do corpo de Hassan ao meu lado. O quarto ainda está silencioso, só ouço o som suave de sua respiração. Meu coração se enche de felicidade ao vê-lo ali, sereno, com os traços fortes relaxados pelo sono. Nunca imaginei que me sentiria tão segura ao lado de alguém, mas Hassan tem esse efeito sobre mim. Viro um pouco para o lado, sem pressa de sair da cama, apenas aproveitando o momento. Ele se mexe, resmunga algo baixinho e, depois de alguns segundos, seus olhos escuros abrem preguiçosamente. — Bom dia. — Sua voz ainda está rouca de sono, e um sorriso aparece em seus lábios. — Bom dia meu senhor. — Respondo, sorrindo de volta. Ele se estica um pouco e passa a mão pelo rosto antes de me puxar para perto, colando nossos corpos sob os lençóis. Meu coração acelera com o toque dele. — Acho que deveríamos dar uma olhada em Aziza hoje. — Ele comenta, ainda com a voz arrastada pelo sono. — Quero ver como ela está. Co

  • Uma mãe para a filha do Don   Regras

    Capítulo 332 Aziza O vapor do banho começa a embaçar os espelhos enquanto tiro meu lenço e desato parte do vestido, deixando-o deslizar até a curva dos meus ombros. Minha pele ainda tem os vestígios dos últimos dias – a tinta da henna, os hematomas da surra e a sensação incômoda de estar sendo constantemente observada. Mas agora, neste momento, a única coisa que vejo é o homem à minha frente. Ele me observa como um predador satisfeito, a boca curvada em um sorriso debochado. — Você é gostosa demais, esposa. — Ele ri, a voz cheia de luxúria e diversão. — Vou me divertir muito com você. Ignoro o comentário e empurro seus ombros, fazendo-o sentar no pequeno banco de mármore do chuveiro. Ele obedece, ainda sorrindo, e eu derramo uma generosa quantidade de shampoo na palma da mão. — Caramba, vamos deixar esse cabelo bem limpo. Meu marido tem o cabelo escuro, pesado de sujeira, e eu o esfrego com força, massageando o couro cabeludo como se pudesse limpá-lo da arrogâ

  • Uma mãe para a filha do Don   Santa?

    Capítulo 331 Aziza Eu não deveria estar olhando. Mas é impossível desviar os olhos. Meu marido está parado diante de mim, sem nada cobrindo aquele corpo imenso. Sua pele é escura, coberta de pelos no peito largo, os músculos grossos como os de um touro. Tem uma barriga um pouco saliente, mas o que mais me choca… é o tamanho daquilo. Ele tem um pau imenso, grosso, fora do comum. — Ainda quer me rejeitar, esposa? — ele sorri, convencido. E tem motivos pra isso, não posso negar. Meus lábios se separam, mas nenhuma palavra sai. Meus olhos descem, incrédulos, voltam para seu rosto, descem de novo. Isso é real? — Como isso é possível? — minha voz sai sem que eu perceba. O riso grave dele ecoa pelo quarto. — É de verdade, sim. Pode segurar pra ver. — Agora está explicado o motivo de ter três esposas e quinze filhos — ele gargalhou. — Eu sei que já conhece muito bem o corpo de um homem. — Ele dá um passo à frente, e eu recuo por instinto. — Fui informado de que n

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