FAZER LOGIN— BORA RICCARDO! RESPONDA, POR QUE ESTÁ FALTANDO CINCO MIL NESSE CARALHO! — Balanço o caderno na sua frente, depois jogo na mesa. O desgraçado continua calado. Mas noto ele olhando para o Andrea, que por sua vez vira o rosto. Ah, eles estão escondendo algo de mim. Estico meu braço e pego no pescoço dele que me lança um olhar, o encaro, já puto! — Eu fiz uma pergunta, me explica por que está faltando dinheiro nessa porra? — Aperto seu pescoço, mas não tanto para ele poder falar. Porém, o filho da puta continua calado. O solto e ele leva a mão no peito para poder respirar. Me afasto. — Beleza. Tranquilo. — Faço sinal de positivo com as mãos. Numa questão de segundos vou até as caixas e pego um fuzil, carrego e miro bem na fuça do meu braço direito e levanta as mãos para o alto. Dou um passo para frente pro fuzil ficar bem pertinho dos cornos dele! — É a última vez que vou perguntar? Por que está faltando dinheiro?
— Quer saber! — Riccardo olha para o Andrea, depois volta a olhar pra mim. — Não vou pagar o pato por causa desse merda! Mattia quero que você saiba, que não sabia de nada! — Afirma.
— Fala logo nesse caralho! — o bico do fuzil na cara do meu braço direito para ele falar de uma vez.
— Beleza. — Ajeita o boné. E aponta para o Andrea. — A culpa de tá faltando dinheiro é dele. Pronto falei.
— COMO É QUE É? — Abaixo o fuzil e viro, encarando para o desgraçado do Andrea. Me aproximo até ele, os outros caras se afastam dele. Levanto o fuzil, agora miro para ele.
— Oh, chefia. Abaixa isso aí? — Olha para os moleques e depois olha para mim. — Não podemos desenrolar isso?
— Já estamos desenrolando Andrea. Agora me explica, por que está faltando dinheiro? Está me roubando nessa porra? — Continuo apontando o fuzil, só que estou mirando embaixo da sua cintura.
— C… Claro… — Gagueja, engole a saliva a seco. — É só… Senhor se acalmar…
— CALA A PORRA DA BOCA, SEU FILHO DA PUTA! — Bravejo, já puto! Ele fala algo, mas estou sem paciência nessa porra! Viro o fuzil e com a parte de trás, questão de segundos, bato com força na sua cara e depois na sua barriga e em seguida cai no chão sangrando pelo nariz.
— Caraca chefia… — No chão, o Andrea leva a mão no nariz quebrado, resmungando. Os outros tentam se meter. Olho para eles, com o fuzil nas mãos.
— Ei? Ninguém se mete! Isso é entre eles! O Andrea fez a merda, ele que resolva! — O Riccardo impede os outros de tentar ajudar. Olho para ele balançando a cabeça, concordando. Vou até o lado dele que continua resmungando. Com o fuzil bati mais uma vez na fuça dele e em seguida, coloquei o pé na sua cabeça forçando ficar com a cabeça no chão. Depois coloquei o fuzil no ombro.
— Agora que calou a porra da boca, quero saber por que está faltando cinco mil da minha grana? Só tem duas hipóteses: ou está me roubando ou está usando os meus produtos? Mas, acho que tu sabes qual é a regra? Oi, não estou te ouvindo? — Levo a mão na orelha e inclino para frente para ouvi-lo. E não ouço nada. — Você disse não? Oh Riccardo, qual é a regra? — Olho para ele, que dá um passo para frente.
— Proibido usar o produto sem pagar!
— Obrigado Riccardo! — Agradeci. Olhei para os outros. — VOCÊS OUVIRAM? É ESTRITAMENTE PROIBIDO USAR OS MEUS PRODUTOS SEM PAGAR! NÃO VOU REPETIR! — Todos acenaram com a cabeça que sim. — QUE BOM! E AÍ ANDREA, VOCÊ FEZ ISSO? — Ele murmura, me abaixo para ouvir e ele disse não. Volto a ficar em pé. — Então você me roubou seu desgraçado? — Tirei o pé em cima dele, abaixei mais uma vez, peguei pelos seu cabelos e o levantei.
— Ai, ai… Não fiz isso, não… Ai, ai… — Geme de dor. Imprimir os lábios, Cansado dessa enrolação. Seguro firme e dou uma joelhada no seu estômago que cospe sangue na minha frente.
— Porra Andrea! Quase me sujou, caralho! — Jogo no chão. Olho se caiu algum sangue na minha roupa da Prada. Me afastei e vi que está intacta. Ele se esforça para olhar para mim.
— Vou falar… Mas, por favor… Não me mata, Mattia… — Ele começa a chorar. Me aproximo, depois agachei e o fito.
— Posso pensar no assunto, mas preciso que me falem o que aconteceu? — Ele vira o rosto, fica pensando. — Mas no seu caso, acho melhor você falar, isso que acabou de acontecer é leve no que posso fazer se não me falar e tu sabe como eu perco a paciência fácil, né? — Sacudiu a cabeça, lágrimas caíram do seu rosto. O Andrea antes entrar para minha equipe, quando eu triturei e matei o último cara que quis me dar a perna. Além de bater muito nos cornos do filho da puta, guartejei ele todo. O desgraçado gritava de tanta dor! Ainda levei a cabeça do verme para os caras para ser um exemplo. Não é atoa que ele está com tanto medo de mim, sou pior que o diabo! — BORA ANDREA, FALA DE UMA VEZ! — Ordenei, ele olha para mim.
— Eu fiz isso… Por causa de uma mina… — Levantei na hora. Não estou acreditando?
— O quê? Você deu minhas drogas para uma puta? — Olho para ele puto.
— Não… Foi para o coroa dela. Ele é morador aqui perto… E estou interessado na mina, ela é virgem e ele garantiu eu ficar com a novinha…
— Deixa ver se entendi… — Me afastei e levei a mão na cabeça, comecei a coçar. Volto olhar para ele, ainda no chão com o nariz sangrando. — Você está me dizendo que fez isso por causa de uma buceta? — Vou até ele, encarando, com os olhos cheios de ódio!
Levo a minha mão no ombro do Carlinhos que vira e me fita.— O que é? — Continua com o punho fechado sobre o ar que já ia voltar dá outro soco no Biel.— Qual é o seu problema? — Questiono, o encarando. Fica em silêncio abaixando o braço.— Que merda é essa aqui! — Ele olha para frente, depois também olho. Lá estava ela. E cara não estava boa, até entendo de está assim. Acho que no seu lugar também ficaria. Mesmo assim, não deixa de ser linda. Quero muito beijar essa boca! — Ei? — Aponta para o Carlinhos que desvia o olhar. — Estou falando com você mesmo!— Eu? — Pergunta o Carlinhos com os ombros
— FALA LOGO! JÁ NÃO BASTA ESSE PERFUME HORRÍVEL, AINDA TEM ESSE ROXO NO SEU PESCOÇO! VAI DIZER QUE ESTAVA RESOLVENDO ASSUNTOS DE TRABALHO? — Ela grita, apontando para mim. Puta merda! Não acredito nisso! Vou acabar com a Rafaela! Viro para a Emma, depois me aproximo dela mas recua.— NÃO ME TOQUE! — Esbraveja levantando as mãos para não tocar nela.— Emma, não é isso que você está… — Ela me corta.— Cala boca! — Lágrimas caem do seu rosto. Droga! Porra Mattia que deu em fazer isso? Merda! Merda! Levo a mão na cabeça. — O pior que estava me sentindo mal por… — Ela disse. Olho para ela que estava de cabeça baixa.
Acabo de chegar. Abro a porta, entro e logo fecho. Caminho até a sala e noto que a mesa está vazia. A Guilia já tirou a mesa bem provável que a Emma está no quarto dormindo. Vou tomar um banho pra tirar esse cheiro… E de repente ouço passos, quando vejo é a Emma vindo em minha direção. Puta merda! Levo a mão na cabeça. Ela está acordada? Droga! Droga! Ela vem para me abraçar, mas impedir esticando os braços.— Por que você está acordada? — Pergunto, segurando seus braços.— Estava te esperando. — Ela me fita. Depois tiro minhas mãos e me afasto.— Tudo bem. Mas você tinha que estar no seu quarto! — Falo, minha voz sai ás
— Emma, me explica isso? — Ela pergunta sobre o meu pai. Fecho os olhos depois solto o ar, pesadamente. Sinto sua mão alisando o meu cabelo. — Filha, o que está me escondendo? — Levou as mãos no meu rosto virando para ela.— Mãe… Acho… — Gesticulo. Engulo a seco, depois levei minhas mãos na dela e tirando.— Fala filha. Por favor… Seu pai fez alguma coisa… — Parou de falar se afastando com as mãos na cabeça.— Mãe… Se acalme. — Vou até ela, coloco a mão no seu ombro. — Mãe!— Ele não fez nada comigo… Bom… — Dou uma pausa.&
Estava no quarto conversando com a minha mãe. Ela me contou que na verdade ela fugiu e não me abandonou.— Filha… Não queria deixar… Era para vir comigo, mas seu pai me impediu… — Ela disse encolhendo os ombros.— Ele não deixou? Como assim? — Perguntei, estava sentada na beira da cama.— Eu não aguentava viver daquele jeito. Ele bebia todos os dias, além disso, tratava muito mal com gritos e… — Ela virou o rosto e abaixou a cabeça. Noto que caiu uma lágrima no seu rosto.— Mãe… — Me aproximo colocando a mão no teu ombro. Ela virou o rosto para mim, depois ergueu sua mão para secar a
Estou sentada sobre a cama. Estou lendo um romance que amo. After, da autora Anna Todd. Apesar de falarem mal desse livro, eu amo. Mas não consigo sair do primeiro parágrafo, não paro de pensar no que aquela doida disse. Fecho o livro e coloco no canto. Meu estômago começou a fazer barulho, acho que estou com fome. Não queria descer e dar de cara com ela. Mas estou com fome. Quer saber? Vou descer e comer algo. Levanto da cama e vou até a porta, abrir e sair do quarto. Deixo encostada caminho até as escadas. E quando estava descendo o olho para a direção da porta, noto que a Guilia está na porta, parece que está fazendo com alguém? Então me aproximo indo até ela.— Está falando com quem? — Pergunto, estou perto dela. Virou o rosto e me viu, seu semblante mudou.







