MasukEntre Orgulho e Prazer Augusto Monteiro é um CEO poderoso, frio e inacessível. Depois de ser traído pela única mulher em quem confiou, ele ergueu muros ao redor do próprio coração — e não deixa ninguém se aproximar. Dono de uma beleza selvagem e um olhar verde que congela qualquer sala, ele comanda sua empresa com punhos de ferro e alma ferida. Até que Eloise Nogueira entra em sua vida: uma mulher linda, atrevida, de língua afiada e com um passado tão doloroso quanto o dele. Abandonada no altar pelo noivo que a trocou pela própria prima, ela aceita o cargo de secretária sem imaginar que estaria prestes a enfrentar um homem que ninguém ousa contrariar. Mas ela não se curva. E ele... não consegue resistir. Entre provocações, desafios e noites carregadas de tensão, dois corações partidos vão descobrir que o amor pode ser o mais perigoso dos jogos — especialmente quando o prazer se mistura com o orgulho.
Lihat lebih banyakA Entrevista
— A Nicole é melhor do que você, Eloise. — Em vários aspectos… se é que você me entende. A frase foi dita em tom baixo, quase educado. Como se aquilo não fosse uma traição. — Ela vem de uma família conhecida. Tem nome. Tem estrutura. — Você… — ele hesitou. — Você fez o que pôde. Cada palavra caiu como um golpe. Ela ainda estava de branco. Ainda segurava o buquê. Ainda acreditava que amor fosse suficiente. Não foi. O relógio da recepção marcava exatamente 8h45 da manhã quando Eloise Nogueira empurrou as portas de vidro da Monteiro Group. O salto firme ecoou no chão de mármore branco, tão polido que refletia seu vestido justo cor vinho — discreto, mas suficiente para acentuar suas curvas invejáveis. Estava nervosa? Um pouco. Determinada? Com certeza. Três meses antes, Eloise aprendera que promessas não seguram ninguém. Foi deixada no altar pelo homem que dizia amá-la — e traída pela própria família no mesmo gesto. Nicole, a prima que sempre a invejou. Desde então, confiar passou a ser um risco que ela não estava mais disposta a correr. Mas agora, tudo era diferente. Ela precisava daquele emprego. E não só pelo salário. Seu pai, doente e aposentado, mal conseguia levantar da cama nos dias mais difíceis. Os medicamentos estavam caros, e os boletos não paravam de chegar. Eloise não tinha luxo de esperar a sorte bater na porta — havia decidido ir atrás dela. — Bom dia — disse à recepcionista com um leve sorriso. — Tenho entrevista para a vaga de secretária pessoal do senhor Augusto Monteiro. A mulher a olhou de cima a baixo, como quem avalia se uma garota assim aguentaria um chefe como “ele”. Engoliu em seco antes de responder: — Último andar. Sala 15. Ele está te esperando. Ele. O nome já vinha carregado de tensão: Augusto Monteiro. Frio, impiedoso, perfeccionista. O homem que comandava um império bilionário como se tivesse nascido para reinar — e talvez tivesse mesmo. Diziam que seus olhos verdes eram capazes de perfurar a alma, e que ninguém durava mais de um mês ao seu lado como secretária. E ali estava ela… indo direto para a toca do lobo. O elevador subiu em silêncio. Eloise ajeitou o cabelo longo e escuro, respirou fundo e tentou acalmar o coração. Não era do tipo que se deixava intimidar, mas algo nela sabia: aquele homem ia virar sua vida de cabeça para baixo. A porta abriu. Ela bateu duas vezes na imponente porta de madeira escura. — Entre — veio a voz grave, firme. Ela entrou, com passos decididos, mesmo sentindo o olhar dele sobre cada centímetro do seu corpo. Augusto Monteiro ergueu os olhos do notebook. E, pela primeira vez em meses… congelou. Morena. Corpo marcante. Olhar desafiador. Não sorria. Não se curvava. Estava ali como se o mundo tivesse que se adaptar a ela — e não o contrário. — Eloise Nogueira? — perguntou, com um tom quase entediado, tentando esconder o impacto. — A própria — respondeu, com um sorrisinho de canto. — Mas pode me chamar de Eloise. Ninguém pronuncia meu sobrenome com a arrogância certa. Ele arqueou uma sobrancelha. Atrevimento. — Sente-se — disse, apontando para a cadeira diante da mesa. — Vamos ver se você tem mais do que uma boca afiada. — E vamos ver se o senhor Monteiro tem mais do que fama e dinheiro — rebateu, sem pestanejar. Silêncio. Tensão. Olhos nos olhos. E foi ali, naquela primeira troca de farpas, que Augusto soube: Essa mulher ia ser o seu inferno particular. E, talvez… o único céu que ele ainda poderia alcançar.Joyce andava de um lado para o outro no quarto da mansão Nunes como um animal enjaulado. O celular jogado sobre a cama. As unhas roídas. Os nervos à flor da pele. — Aquela mulher tem que ter algum podre… — murmurou. Pegou o primeiro objeto que encontrou. Um vaso decorativo. Arremessou contra a porta. O impacto ecoou pela casa vazia. Ninguém veio. Não havia mais empregados. Não havia luxo circulando. Só silêncio. Só contas bloqueadas. Só policiais rondando. Só a sensação sufocante de que tudo estava desmoronando rápido demais. Joyce respirou fundo. Tentou se recompor. Mas era impossível. Estava vivendo na mansão com a mãe agora. Sem o pai. Sem notícias. Sem dinheiro entrando. Sem segurança. Sem poder. O sobrenome Nunes, que antes abria portas, agora levantava suspeitas. Ela sentou na cama. Pegou uma foto que estava sobre a mesa. Observou a imagem com desprezo. Nathália. Nos braços de outro homem. Rindo. Beijando. Uma mon
A rotina agora era diferente. Ricardo voltava para o apartamento sozinho. Acordava sozinho. Não precisava mais passar para deixar ninguém na empresa. Sem beijo de boa noite. Sem beijo de bom dia. Sem beijo de despedida. Agora era tudo por mensagem. E aquilo estava começando a consumi-lo. Estava distraído com os próprios pensamentos quando a porta do escritório se abriu sem aviso. Ricardo ergueu a cabeça. Ela estava ali. Elegante. Imponente. Postura impecável. Carlota Rocha. — Ricardo… por que eu ligo e você não atende? Ele apoiou as mãos na mesa. — Muito ocupado, mãe. — Para sua mãe, você está sempre ocupado. — Vamos pular essa parte. — respondeu seco. — O que trouxe você aqui? Carlota cruzou os braços. — Fiquei sabendo que terminou com a secretária. — Sim. — respondeu sem hesitar. — Terminamos o namoro. Na cabeça dele, o pensamento veio automático: > Agora somos noivos. Um quase sorriso apareceu no canto da boca. Carlota estreit
Na frente do prédio Nunes Viaturas estacionadas. Dois carros descaracterizados. Joyce entrou no prédio compassos apressados. O salto batendo forte no mármore do saguão. O coração acelerado. Ainda sentia o eco da palavra apreensão na cabeça. Assim que atravessou a porta giratória… congelou. Policiais uniformizados. Outros à paisana. No meio do hall. Caixas. Pastas. Computadores sendo retirados. Funcionários cochichando em grupos pequenos. Rostos pálidos. Telefone tocando sem ninguém atender. — Não… — murmurou. Endireitou os ombros e avançou. — O que está acontecendo aqui?! Ninguém respondeu. Ela passou por dois agentes levando monitores. Subiu os degraus. Elevador está ocupado por polícias. Foi direto para a recepção da presidência. A secretária do pai estava de pé atrás da mesa. O rosto tenso. Os dedos tremendo enquanto segurava o telefone. — Onde está meu pai? — Joyce perguntou, sem rodeios. A mulher ergueu os olhos. Engoliu
Depois de quase uma hora ao telefone, Nathália se apoiou no balcão da cozinha. — Tudo bem… então fica tudo combinado assim. Desligou. Virou-se para Ricardo. — Jorge aceitou meu plano. Ricardo arqueou a sobrancelha. — E posso saber que plano é esse? Nathália respirou fundo. — Não tudo ainda. Mas é importante você fazer ela acreditar que a gente terminou… e que você acredita nela. Que vocês passaram a noite juntos. Ricardo ficou sério na hora. — Nathália… — Tenho certeza que ela vai te procurar. — completou. — E quer apostar que sua mãe tá no meio? Ele soltou um suspiro curto. — Não duvido. Pegou um prato, serviu. Virou se para o balcão. — Vamos almoçar. Nathália sorriu de canto. — Uuh… parece bom. Depois completou: — E a parte das ações da empresa Nunes despencarem… Jorge já fez isso. Ricardo nem piscou. — Era lógico. Ou ele fazia… ou eu faria com as minhas próprias mãos. Nathália assentiu. — Agora ele tá investigando umas ilegalidades






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