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Capítulo.17

Autor: Autora NB
last update Data de publicação: 2023-11-14 06:52:49

Cecília Alencar

Depois que Andrey e Loara foram para um lugar distante da gente, eu e Márcio resolvemos entrar em casa, estava esfriando. Enquanto Ana e Arthur estivessem de lua de mel, nós quatro iríamos ficar aqui na chacará, seriam dias de loucuras, de diversão, e principalmente de saudade, Ana Maria faria muita falta, com seu jeito maluco de ser, até o chato do meu irmão iria fazer falta.

— Um real por seus pensamentos. — Márcio pergunta me tirando de meus devaneios.

— Na nossa estadia aqu
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  • Vendida para um CEO    Capítulo.51

    Ana Maria Três anos se passaram e os flesh daquela noite ainda me assombram, e parece que vão me assombrar eternamente.Flash black On:Três anos antes...Eu estava sozinha em casa, pela manhã sempre era assim, então tomei meu banho e assim que terminei Gabriel acordou, dei um banho nele, dei de mamá e fui para o jardim dar banho de sol nele. Depois o tempo mudou bruscamente, o sol maravilhoso e o lindo céu azul sumiram e deram passagem para nuvens carregadas de chuva, entrei rapidamente com Gabriel para dentro, em instantes começou a chover, trovões e relâmpagos assustavam meu pequeno, ele chorava muito e aquilo partia me coração. Recebi uma mensagem de Arthur dizendo que iria demorar a chegar em casa por causa da chuva. Finalmente os trovões pararam e eu consegui fazer Gabriel dormir, ouvi um barulho lá em baixo, achei que poderia ser Arthur, então desci as escadas saltitante com um sorriso de orelha a orelha, mas ele logo se desfez quando vi quem era. Não podia ser, eu não poderi

  • Vendida para um CEO    Capítulo.50

    Ana MariaSe passou alguns meses desde aquele dia terrível, desde aquela sensação horrível, tive alguma crises depois daquela, mas não foram tão fortes e Arthur sempre estava lá para me ajudar, me fazendo cada dia mais me apaixonar por ele. Quanto mais os dias passam, mais eu vejo o quanto Arthur é incrível, eu ainda não lembrei dele por completo, mas de vez em sempre eu tenho lapsos de memória de coisas que vivemos juntos, e ainda falei para ele que estou lembrando dele aos poucos.Levantei da cama, ativei a babá eletrônica e levei a outra comigo para a sala. — Temos que te arrumar. — Cecília diz.— Como assim? Por que?— Hoje você e Arthur fazem um ano de casados. — Loara diz.— Não é incrível? — Cecília diz toda empolgada.— Bem, é, eu acho. Mas, eu não me lembro muito dele e...— E mais nada, você vai jantar com ele e pronto, você tem que lembrar logo que se apaixonou loucamente por esse homem. — Loara diz me empurrando de volta para o quarto.Fiquei sem palavras para argumentar

  • Vendida para um CEO    Capítulo.49

    Ana Maria Já se passou dois meses e eu estou voltando para casa. Assim que chegamos em casa, Arthur abriu a porta do carro para mim, eu o agradeci com um sorriso e em seguida ele tirou Felipe Gabriel da cadeirinha no banco de trás do carro, enquanto segurava nosso filho com um braço eu me apoiava no seu outro braço. Quando chegamos no primeiro degrau da entrada da casa um flash de memória veio a minha mente.Entramos em casa, ele me apresentava a um casal, empregados da casa. Dispensava eles e nos transamos pela casa toda.Sub: Ui! Chega me subiu um calor agora.Além de não lembrar de nada, de ter flash de memória, tenho um sub totalmente pervertido. Mas realmente, subiu um calor entre minhas pernas.— Ana Maria? Aconteceu alguma coisa? Você ficou seria de repente.— Hum? Sim. Estou!Eu pego Gabriel de seus braços e passo por um móvel da casa que está repleto de fotografias, vejo duas crianças, eu e Arthur em um porta retrato. Outro flash vem na minha mente.— Mamãe! Mamãe! Felipe pu

  • Vendida para um CEO    Capítulo.48

    Arthur AlencarSe passou uma semana desde aquele susto, Suzana nasceu de oito meses, mas como já estávamos cansados de tanta desgraça parece que recebemos uma benção, o parto de Loara foi tranquilo e nossa Suzana nasceu saudável. Ana Maria ainda esta em coma, e eu estava um tanto preocupado, nervoso, com raiva e medo. E se ela não acordar? E se... Eu em quero pensar.— Fala meu amigo. — Andrey diz me dando um tapa no braço.— Oi Andrey.— Ela vai ficar bem irmão. — Nós abraçamos. — Assim eu espero Andrey. Tenho tanto medo de perdê-la. — Não vai, Ana Maria não seria tão sem coração de deixar você aqui. Ela não é boba de deixar um bonitão desse viúvo. — Ele diz me fazendo rir.— Só você pra me fazer rir numa situação dessas. — Eu sou o cara, eu sei. Fica tranquilo, irmão. Ele sai do quarto e eu fico observando a minha Ana Maria, tão pálida, a palavra que vou usar é muito dura, mas, o meu amor parece tão sem vida. E pensar dessa forma me parte o coração, me falta o ar.— Bom dia ma

  • Vendida para um CEO    Capítulo.47

    Ana MariaAcordei sentindo meus olhos arder com a claridade que entrava pela janela. Vi um Arthur com os olhos vermelhos e inchados na minha frente, então tudo que aconteceu me atinge em cheio, primeiro Felipe, agora Valentina. Isso é demais para mim, eu não posso acreditar que isso está acontecendo, nossa família não tem um minuto de paz.— Meu amor, por favor, se acalme, vai ficar tudo bem. — Arthur diz com a voz embargada.— Não vai Arthur! NÃO VAI! — Grito a ultima parte caindo no choro novamente.— Claro que vai, vai sim. Você vai ver, você não pode se estressar, e muito menos ficar nervosa, pelo nosso filho que está dentro de você amor, se acalme por ele.— Está bem meu amor. — Nos abraçamos, ele se deita ao meu lado e dormirmos agarradinhos....Os dias passaram rápidos, foram dias difíceis com a perda dos meus filhos. Cinco meses se passaram, não vou dizer que fiquei triste todo esse tempo, tive momentos felizes, risadas sinceras com as pessoas que amo, mas ainda tinha aqu

  • Vendida para um CEO    Capítulo.46

    Arthur AlencarDepois que o médico veio nos comunicar essa notícia aterrorizante, eu segui ele para que pudessem fazer o teste de compatibilidade, entrei em uma sala e tinha uma enfermeira lá a minha espera. A enfermeira tirou meu sangue e depois de um tempo ela veio com o resultado, o doutor olhou para ela e ela balançou a cabeça negativamente.— Sinto muito mas você não é compatível, nesses casos é comum, o pai não ser compatível, mas a mãe pode ser. — O doutor diz.— Meu tipo sanguíneo, por coincidência é o mesmo da mãe dele, anos atrás doei sangue para ela. — Digo perplexo.— Senhor Alencar, sugiro que o senhor faça um teste de DNA. — O doutor diz. Não queria acreditar que Felipe não é meu filho, mas devido às circunstâncias.— Entrar em contato com a mãe também é necessário, para que ela localize o progenitor. — A enfermeira diz.— Por favor, não seja inconveniente. — O doutor a repreende.— Me desculpe.— Tudo bem. — Digo indo até a salinha tirar sangue novamente....Eu estav

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