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Emília estava na pior, mais do que emocionalmente, o problema era financeiro. Com o marido preso por "ser um bom homem", o que lhe restou, foram dívidas, casa pra sustentar e ainda a obrigação de ir vê-lo, para o "fortalecer", porque afinal, ele não era um homem ruim, não dentro de casa.
Em cinco anos de relacionamento, nunca houve agressão, traição e muito menos passaram necessidade, dentro de casa. Ele lhe dava tudo, do bom e do melhor.
E ela tentava retribuir, trabalhando como faxineira, vendendo doces na rua, fazendo fre Lancer como garçonete. Com Emília não havia tempo ruim, mesmo exausta, era sorridente, educada e muito, esforçada.
Em semana de visita, no presídio, a organização dela começava dias antes, ia ao mercado, comprar tudo o que Teteu gostava, se organizava muito bem com o anticoncepcional, para poder tr4nsar e não perder a oportunidade, da visita íntima.
No dia anterior, já cedo, ela começava organizar o cardápio, adiantando o que dava, as cinco da manhã. Quando chegava do trabalho, ia para a rotina de cuidados, se depilar, fazer as unhas, lavar hidratar e escovar o cabelo.
Retocar as sobrancelhas, e ficar exatamente, do jeitinho que seu marido gostava. Ela estava no auge, com sua beleza mais natural aos 25 anos, não precisava de muito para chamar atenção masculina.
Teteu sabia disso e se dizia ser muito ciumento, mais seu ciúmes, não era mais forte que seus vícios. A semanas, ele começou se enrolar no presídio, gastando o que não tinha e quando as cobranças se tornaram graves ameaças, então ele disse que ia resolver, no dia da visita.
Kecharq era até "legal", por ser quem era, nascido e criado no crime, um dos líderes mais temidos da facção, ele sabia sempre o que fazer. Era estudado, educado e muito observador, notava o que mais funcionava, com cada um.
E no caso de Teteu, bastou as ameaças, para que ele resolvesse pagar. Parecia simples e interessante, Teteu garantiu que sua mulher era linda, limpa, gostosa, e ia fazer uma visita íntima, de boa vontade. Para quitar a dívida dele.
Emília estava ansiosa, contente por poder rever seu parceiro de dia, e contar as novidades, saber como ele estava. Enquanto enfrentava a fila, do presídio, só pensava na surpresa dele, ao comer as refeições mais caprichadas que ela fez.
Teteu estava nervoso, e sabia que ela ia odiar aquilo, talvez se negar a fazer. Ele a recebeu normalmente, e viu Kecharq de longe, os observando, com um sorriso sádico.
Kecharq era forte, tatuado, pele clara, cabelo escuro, tão lindo quanto perigoso, e o pior, muito saf4do, cafaj3ste. Ele tinha a fiel, sua esposa, uma ex namorada, que era am4nte, e naquela visita, nenhuma delas foi vê-lo, para o ajudar a se aliviar.
Ele já estava esperando, sozinho e ansioso, imaginando como seria ficar com outra.
Teteu levou Emília até perto da ala de visitas, e falou sério, baixinho.
— Ae vida, rolou uns desacertos aqui, tem um pessoal me ameaçando.
— Fiquei nervoso esses dias, por causa da audiência. Desandei pra caralh0.
— Tô devendo muito e se eu não pagar, vão me passar.
Ela ficou olhando confusa, perguntou nervosa.
— Quanto você tá devendo?
— Vou dar um jeito, eu pago, na próxima. Amor, calma.
Ele a segurou pelo braço, nervoso, respondeu.
— Não vão esperar. Presta atenção.
— O cara, aceitou te ver. Você vai lá, faz a boa, na visita.
— A dívida morre. Emília, p0rra. Vão me matar.
— Engole o choro. É só ir lá, abrir as pernas e já era.
Ela começou a chorar, falou nervosa, incrédula.
— Teteu eu sou sua mulher. Perdi minha virg1ndade contigo, eu não vou conseguir.
— Não dá. Conversa lá, desenrola com algum irmão. Algum disciplina.
— Eu não consigo.
Eles estavam em um cantinho, no corredor, ele a apertou nos braços com força, a empurrou contra a parede, falou com ódi0 no olhar, a fazendo bater a cabeça na parede.
— Eles vão me matar p0rra. Você é surda?
— Sempre te dei tudo, preciso de você.
— Vai lá logo e resolve essa parada. Sem chorar c4ralho.
Ela assentiu chorando, ele a beijou "afetuoso" enxugou as lágrimas do rosto dela. A guiou como uma simples mercadoria, havia um guarda na porta, Teteu o cumprimentou, disse que Kecharq estava esperando. A soltou e se afastou, sem falar mais nada.
O guarda deu sinal para ela entrar. Com as mãos trêmulas, pálida, Emília abriu a porta e entrou, apreensiva. Sentindo sua respiração falhar, o coração acelerar, os olhos umidos marejados.
Ao ver Kecharq, se levantando, sua vontade foi de sair correndo, mais ela sabia que aquilo, custaria muito mais do que parecia.
Ele estava usando apenas uma calça cáqui de moleton, chinelos de dedo, sem camisa, com o abdômen trincado tatuado à mostra, a barba bem feita, cabelo alinhado com gel, penteado para trás.
Ela não sabia o que fazer ou falar, ficou parada perto da porta, com os braços cruzados em volta do corpo. Seu cabelo era preto liso longo, estava solto, alinhado brilhante e cheiroso. Sua pele clara, seu corpo magro, ela estava usando calça legging rosa bebê, camiseta comprida no mesmo tom e chinelos.
A maquiagem era leve, mesmo pálida os lábios e bochechas estavam avermelhados, corados. Kecharq se aproximou sério, reparando nela, no quanto era bonita, cheirosa, estendeu a mão pegando a dela, a guiou para a cama.
— Como você se chama? Delícia?
Ela segurou a mão dele, pode sentir o cheiro de perfume importado amadeirado marcante, respondeu cabisbaixa nervosa.
— Emília.
Ele a colocou sentada, parado na frente dela, feito uma geladeira Eletrolux duplex, ele falou abaixando a calça.
— Seu marido, te explicou? Como funciona?
Ela assentiu apreensiva, se sentindo inferiorizada, foi tirando a camiseta, estava com um top de renda transparente, sem bojo, preto delicado e sensual.
Kecharq ficou só de cu3ca, levou a mão até o decote dela, passou a ponta dos dedos sutilmente, sentindo a renda e o bico dos se1.os durinhos.
— Não precisa ficar com med0.
— Vou ser gentil com você.
Ela foi tirando a calça, se deitou, a calcinha era preta pequena, ela não conseguia olhar para ele, ficou com as mãos sobre o corpo, como um cadáver.
Kecharq se aproximou subindo na cama, tocou o rosto dela acariciando, os lábios com a ponta dos dedos, a segurou pelo queixo, a fazendo o olhar. E disse intrigado.
— Você não é obrigada a fazer nada. Se não quiser.
Ela o olhou nos olhos fixamente, respondeu baixo com a voz trêmula.
— Não quero. Se me der, duas semanas.
— Eu levanto a grana. Eu assumo a dívida. E se não pagar, pode me cobrar lá fora.
Ele sorriu sutilmente, pensativo, com pena dela, por parecer uma mulher firme, dedicada. A soltou, subiu em cima, enfiado no meio das pernas dela, falou pertinho do ouvido, passando os lábios em seu pescoço sutilmente.
— Já esperei tempo demais. Tem que pagar hoje. De um jeito ou de outro.
Gem3u a segurando forte pelo quadril, esfregando a ereção na intimid4de dela.
— Seu cheiro me deixou de p4u duro. Quer sentir?
— Dentro de você?
Ela estava assustada, constrangida, respondeu com a voz falhando.
— Eu... vou fazer, o que precisa ser feito.
— A dívida vai morrer, né?
Ele começou a beijar lentamente o pescoço dela, respondeu percorrendo a clavícula, indo para os sei0s.
— Vai delícia. Sou um homem de palavra.
— Se o cheiro é bom assim, o gosto deve ser melhor ainda.
Começou a chupar os sei0s dela, percebeu que ela suspirou e levou as mãos até às costas e braços dele, apertando sutilmente com as unhas.
Ele foi descendo lentamente, a lambend0, beijando pelo abdômen todo, se ajoelhou e tirou a calcinha dela, falou olhando sua intimidad3 completamente exposta.
— Com uma bucet1nha linda dessas, você não deveria estar pagando nada, pra um cara, como ele.
Passou os dedos sutilmente, ameaçando p3netrar, abriu os lábios olhando tudo, met3u um dedo dentro lentamente, a olhando fixamente nos olhos, começou a massagear o cl1tóris, reparando na reação dela.
Ela estava com o rosto corado, a respiração desacertada, falou nitidamente desconfortável, evitando o contato visual.
— Se bucet4, resolvesse a vida. Não tinha tanta put4 na pior por aí.
Capítulo 104No dia seguinte a Kim chegou cedo, falando dos filhotes animada, o Noah estava lá tomando café da manhã, disse que já tinha escolhido o dele, a Kim respondeu:— Nem vem querido, a prioridade é quem não tem. Um é da cretina da minha irmã, outro do Toni, um do Ramon e um meu, porque a mãe é minha.Ele falou para a Rebeca:— E você vai querer também?Ela disse que não, porque não tinha tempo pra cuidar, continuaram conversando falando de cachorros, a Rebeca perguntou se a Kim ia precisar dela de manhã, a Kim respondeu:
Capítulo 103Naquela semana a Rebeca começou ir a academia, fazer treino funcional, musculação, jiu-jitsu, muay thai, ela ia de manhã bem cedo, depois ajudava com a casa. Também começou ir ao estande de tiros, quase todos os dias.Logo começou a estudar à noite, seriam poucos meses, fazendo as provas, ela ia poder concluir o colegial, no primeiro dia ela foi apreensiva, vestiu calça jeans escura, a camiseta da escola, tênis e passou lápis nos olhos, a Kim fez piada o dia inteiro sobre o primeiro dia de aula.Quando ela entrou na sala se sentiu entediada, com raiva de todo mundo sem nem conhecer, sentou encostada na parede, ficou quieta observando o pessoal, uma menina se aproximou muito simpática, começou a conversar, elogiou o cabelo dela, disse que ela podia ficar com ela e as amigas se quisesse.Um professor tinha f
Capítulo 102Rebeca ficou quieta, a Kim mexeu no GPS, só falou o necessário a viagem toda, por horas não quis conversar nada com a Rebeca, a viagem toda o Noah ligou, mandou mensagens, quando chegaram em casa tinham dois homens lá no portão, um a Rebeca já conhecia da boate e o outro não.A Kim abaixou o vidro, chamou os dois para entrarem, ainda na garagem falou para a Rebeca:— Pode ficar com o Toni? Tenho algumas coisas pra resolver!Ela disse que sim, foi tirar ele do carro, viu o Civic na garagem, ficou olhando sem acreditar que era dela, já era quase noite, o Levi chegou com mais homens, a Kim ficou na sala conversando muito tempo, o Noah chegou e ficou com eles também.Quando o Toni dormiu a Rebeca foi tomar banho e voltou deitar com ele, ouviu a Kim discutindo com o Noah na sala o chamando de cova
Capítulo 101Ela saiu com o Toni conversando sobre a casa, ele correu para perto do Noah, o Armando falou com ela, perguntou se estava gostando da viagem, ela respondeu vagamente, ele levantou, foi pegar o carro do Toni, o Noah falou sério a olhando fixamente:— Senta aí, está tudo bem? Aproveitou a noite ontem?Ela respondeu séria, sustentando o olhar dele:— Aham, foi legal.O Toni estava chamando por eles de longe, os dois foram caminhando até ele pelo gramado, o Noah falou que queria ir embora logo, comentou que há dias estava com enxaqueca.Eles estavam dando atenção para o Toni, o Armando estava falando de carros, o Noah falou que agora a Rebeca tinha um também e que não era qualquer carro, o Armando perguntou qual era, ela disse que não sabia, o Noah respondeu:&nb
Capítulo 100Ele disse que precisava dormir um pouco e que depois iria, ela falou puxando a camiseta dele sutilmente.— Me dê um abraço.Ele se sentou na beirada da cama, deitou em cima dela a abraçando, acariciando o cabelo. Ela fechou os olhos, disse que estava com muito sono. Ele mandou ela dormir e saiu, ela ficou olhando para o teto, se perguntando porque estava tão à vontade com ele.Se levantou, foi tomar banho, colocou um vestido, meias e foi para o quarto dele, no corredor tinham roupas do Noah e da Kim pelo chão, estava muito cedo ainda, ela abriu a porta devagar e foi entrando, Ramon já estava deitado, se mexeu pra ver, ela falou apreensiva rindo:— Tô com dor, pode fazer aquilo de novo?Ele sorriu sem acreditar, disse que sim, era mentira realmente, ela se aproximou da cama,
Capítulo 99Ela se aproximou um pouco mais e falou rindo o achando bobo:— O relógio é dos seus amigos também? E o colar? O celular?Ele sorriu e falou desconcertado:— Culpado. Eu não gosto de contar vantagem, mas se você gosta desse tipo de coisa, posso mudar meu discurso e a gente recomeça.Ela foi sair andando rindo, disse que não gostava de gente mentirosa e exibida, ele falou tentando segurar ela pelo braço:— Não sou nem gente, sou um alienígena. Me dá cinco minutos! Agora é pra valer.— Só preciso focar.Ela parou e falou séria encarando ele, sabendo que não ia dar certo:— Tá bom, cinco minutos.Ele se enrolou todo se apresentando.







