INICIAR SESIÓNEla estava confusa, agitada, apreensiva e muito atraída, foi tirando a calça, ele falou completamente n.u, exibindo a er3ção, além do corpo lindo, musculoso.
— Está linda. Muito cheirosa. Vou g0zar na primeira colocada desse jeito. Nessa sua buceta cetinha de mel.
Começou a beijar as pernas dela, de baixo para cima, falou tirando a calcinha que era minúscula, conjunto do sutiã.
— Se arrumou tanto pra mim? Você veio sabendo, ou não?
Ela respondeu, olhando-o desconcertada.
— Sabia sim. Mas não com quem ia ficar. Achei que pudesse ser outro.
Ele foi subindo em cima, falou enfiado no meio de suas pern4s, a beij4ndo no pescoço.
— Queria f0der com outro então?
Ela começou a acariciá-lo sutilmente nos braços e costas, respondeu baixo como se tivesse vergonha de admitir.
— Não.
Ele sorriu levantando o sutiã, deixando os s3ios dela à mostra, com os bicos rosados duros, acessos.
— Ficou pensando em mim? Eu não parei de pensar em você. Sério.
Começou a sugá-los com força, estralando dando eco no quartinho, foi distribuindo beijos e chupões, a marcando toda, começou a m4sturbá-la lentamente, perguntou roçando sua boca na dela.
— Fala que voltou porque quis. Pede pra eu te c0mer, gost0sinho. Sua s4fada, já está ficando molhadinha. Vagabund4.
Ela não disse nada, o beijou lentamente, como se pedisse permissão, ele correspondeu igualmente sem pressa, saboreando. Ela começou a mover o quadril, reagindo às investidas dos dedos dele, que começaram a ficar encharcados com a lubr1ficação, ela não estava conseguindo pensar muito bem em nada, apenas preferiu sentir.
Ele a deixou completamente nu4, foi beijando e acariciando seu corpo todo, começou a chupar sua bu ceta com muita vontade, ela gem1a de olhos fechados, se contorcendo de praz3r, sem aguentar mais, pediu o afastando sutilmente.
— Me fod3 logo. Eu quero te sentir dentro de mim.
Ele sorriu com malícia e satisfação, foi subindo com o corpo, a beijou lentamente, esfregando a cabeça do p4u na entrada úmida dela, perguntou ameaçando a pen3trar forçando só um pouco.
— Você vai voltar? Só pra me ver?
Ela balançou a cabeça que não, o afastou sutilmente com as mãos no peito dele.
— Sem camis1nha não. Por favor. Como é seu nome? De verdade?
Ele sorriu ainda brincando com a proximidade íntima deles. Espalhando a lubrificação na cabeça do p4u.
— Ariel. Pedindo desse jeitinho, ahh c4ralho. Eu faria qualquer coisa por você. É só pedir. Deixa eu g0zar gostoso nessa bucetinha linda. Te encher de p0rra quentinha.
Começou a beijar com provocação, enfiando a cabeça do p4u, indo e vindo, aumentando a profundidade pouco a pouco.
— Te dou um presente, qualquer coisa que quiser. Bolsa de marca, vestido, pacote de unha, mega no cabelo. Celular, tatuagem.
Ela g3meu o sentindo a p3netrar deslizando na lubrificação. Falou baixinho virando o rosto, evitando os beijos.
— Eu não quero presente nenhum. Assim não. Por favor, Ariel.
Ele meteu o p4u inteiro dentro dela, até o talo, g3meu mais alto de prazer, a sentindo muito molhada, quente e apertada, a segurando pelo cabelo, puxando forte, e apertando o quadril, falou rindo completamente envolvido, l0uco por ela.
— Filha da put4, você é gostosa pra c4ralho.
Saiu de dentro dela rápido com o p4u melado pulsando soltando o pré-g0zo, a beijou ardentemente, se afastou rindo desacreditado, de como estava cedendo ao pedido dela.
— Eu não faço essas paradas, pra mulher nenhuma. — Disse reflexivo.
Sentou e foi colocar a camisinha.
— Quando você achar que eu sou um vacilão, lembre bem como fui de boa com você. Tem certeza de que não quer um presente?
Ela começou a rir e falou constrangida, sentindo a falta dele dentro de si.
— Tenho. Não sou como as outras. Posso estar aqui, nessa situação de m3rda. Mas, não sou como elas. E não vou voltar. Aconteça, o que acontecer.
Ele voltou para perto, foi subindo em cima dela, falou convencido.
— Ah para, você tá vindo por um merd4 como ele. Pode vir por mim. Tô ligado que você tá bancando ele. Mulher minha não trabalha.
A pen3trou lentamente, fazendo contato visual intenso e falou quase a beijando.
— Larga dele e fica comigo. Vou cuidar bem de você. Te dar tudo. Você só vai precisar ser leal a mim. E me d3r gostoso, quando minha fiel e minha namorada, não vierem.
Ela o beijou lentamente, falou também muito envolvida, cheia de tesã0.
— Tudo o quê? Muitos ch1fres de presentes? Tô de boa. Não quero essa vida pra mim. Ser marmita, tô fora.
Ele começou a m3ter mais fundo, indo e vindo com movimentos ritmados, a enchendo de beijos, sendo muito carinhoso. O que mais gostou nela foi o jeito de ser tranquila, espontânea, ela estava o acariciando, beijando, correspondendo a tudo igualmente.
Logo ela falou apreensiva e exc1tada.
— Posso ir por cima? Você gosta?
Ele sorriu, percebendo que ela estava cada vez mais à vontade, e respondeu saindo de cima.
— Claro que gosto. Comigo, não tem tempo ruim.
Ele se deitou, ela foi subindo em cima, o colocou dentro de si, falou sorrindo envergonhada, se ajeitando.
— Seu nome é mesmo Ariel?
Ele sorriu, a acariciando com apertões pelo quadril, cintura, e falou que sim, ela começou a rebolar em cima dele, rindo do nome, ficou calada. Ele perguntou curioso.
— E aí, qual foi da risadinha? Tá me tirando, né?
Ela se abaixou para beijá-lo, respondeu o acariciando no rosto e cabelo, quase tirando o p4u de dentro de si..
— Nada. É lindo o seu nome. E diferente.
Ele a abraçou forte, fazendo parar, porque estava quase goz4ndo e perguntou com graça.
— Diferente como? Fala a verdade, tá achando que eu tenho cara de príncipe da Disney ou o quê?
O riso de Kecharq ecoou baixo contra os s3ios dela, fazendo Emília senti a vibração direto no próprio corpo enquanto continuava deitada abraçada sobre o abdômen dele.
— Não é isso.
Levantou o tronco, voltou a cavalgar lentamente.
— Mas você é lindo como um, né? Príncipe. — ela respondeu, sentindo as bochechas queimarem, sem interromper o movimento lento e ritmado de seu quadril, descendo e subindo, saboreando a espessura do p4u dele que a preenchia por completo.
— É que quando se ouve falar em Kecharq, se imagina um monstro, um cara sem alma, e tem o desenho lá, o Gorila. Aí eu descubro que o nome do monstro é Ariel. Soa... sei lá... leve?
— Não combina com esse lugar e muito menos com você. E de Kecharq, você não tem nada.
Capítulo 104No dia seguinte a Kim chegou cedo, falando dos filhotes animada, o Noah estava lá tomando café da manhã, disse que já tinha escolhido o dele, a Kim respondeu:— Nem vem querido, a prioridade é quem não tem. Um é da cretina da minha irmã, outro do Toni, um do Ramon e um meu, porque a mãe é minha.Ele falou para a Rebeca:— E você vai querer também?Ela disse que não, porque não tinha tempo pra cuidar, continuaram conversando falando de cachorros, a Rebeca perguntou se a Kim ia precisar dela de manhã, a Kim respondeu:
Capítulo 103Naquela semana a Rebeca começou ir a academia, fazer treino funcional, musculação, jiu-jitsu, muay thai, ela ia de manhã bem cedo, depois ajudava com a casa. Também começou ir ao estande de tiros, quase todos os dias.Logo começou a estudar à noite, seriam poucos meses, fazendo as provas, ela ia poder concluir o colegial, no primeiro dia ela foi apreensiva, vestiu calça jeans escura, a camiseta da escola, tênis e passou lápis nos olhos, a Kim fez piada o dia inteiro sobre o primeiro dia de aula.Quando ela entrou na sala se sentiu entediada, com raiva de todo mundo sem nem conhecer, sentou encostada na parede, ficou quieta observando o pessoal, uma menina se aproximou muito simpática, começou a conversar, elogiou o cabelo dela, disse que ela podia ficar com ela e as amigas se quisesse.Um professor tinha f
Capítulo 102Rebeca ficou quieta, a Kim mexeu no GPS, só falou o necessário a viagem toda, por horas não quis conversar nada com a Rebeca, a viagem toda o Noah ligou, mandou mensagens, quando chegaram em casa tinham dois homens lá no portão, um a Rebeca já conhecia da boate e o outro não.A Kim abaixou o vidro, chamou os dois para entrarem, ainda na garagem falou para a Rebeca:— Pode ficar com o Toni? Tenho algumas coisas pra resolver!Ela disse que sim, foi tirar ele do carro, viu o Civic na garagem, ficou olhando sem acreditar que era dela, já era quase noite, o Levi chegou com mais homens, a Kim ficou na sala conversando muito tempo, o Noah chegou e ficou com eles também.Quando o Toni dormiu a Rebeca foi tomar banho e voltou deitar com ele, ouviu a Kim discutindo com o Noah na sala o chamando de cova
Capítulo 101Ela saiu com o Toni conversando sobre a casa, ele correu para perto do Noah, o Armando falou com ela, perguntou se estava gostando da viagem, ela respondeu vagamente, ele levantou, foi pegar o carro do Toni, o Noah falou sério a olhando fixamente:— Senta aí, está tudo bem? Aproveitou a noite ontem?Ela respondeu séria, sustentando o olhar dele:— Aham, foi legal.O Toni estava chamando por eles de longe, os dois foram caminhando até ele pelo gramado, o Noah falou que queria ir embora logo, comentou que há dias estava com enxaqueca.Eles estavam dando atenção para o Toni, o Armando estava falando de carros, o Noah falou que agora a Rebeca tinha um também e que não era qualquer carro, o Armando perguntou qual era, ela disse que não sabia, o Noah respondeu:&nb
Capítulo 100Ele disse que precisava dormir um pouco e que depois iria, ela falou puxando a camiseta dele sutilmente.— Me dê um abraço.Ele se sentou na beirada da cama, deitou em cima dela a abraçando, acariciando o cabelo. Ela fechou os olhos, disse que estava com muito sono. Ele mandou ela dormir e saiu, ela ficou olhando para o teto, se perguntando porque estava tão à vontade com ele.Se levantou, foi tomar banho, colocou um vestido, meias e foi para o quarto dele, no corredor tinham roupas do Noah e da Kim pelo chão, estava muito cedo ainda, ela abriu a porta devagar e foi entrando, Ramon já estava deitado, se mexeu pra ver, ela falou apreensiva rindo:— Tô com dor, pode fazer aquilo de novo?Ele sorriu sem acreditar, disse que sim, era mentira realmente, ela se aproximou da cama,
Capítulo 99Ela se aproximou um pouco mais e falou rindo o achando bobo:— O relógio é dos seus amigos também? E o colar? O celular?Ele sorriu e falou desconcertado:— Culpado. Eu não gosto de contar vantagem, mas se você gosta desse tipo de coisa, posso mudar meu discurso e a gente recomeça.Ela foi sair andando rindo, disse que não gostava de gente mentirosa e exibida, ele falou tentando segurar ela pelo braço:— Não sou nem gente, sou um alienígena. Me dá cinco minutos! Agora é pra valer.— Só preciso focar.Ela parou e falou séria encarando ele, sabendo que não ia dar certo:— Tá bom, cinco minutos.Ele se enrolou todo se apresentando.







