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153- "Por ai."

Autor: luproencio
last update Data de publicação: 2025-08-28 05:55:19

Glauco caminhou até a porta de saída em passos largos, tirando o celular do bolso.

— Paolo, me espere. Vou com você. Disse com a voz firme.

Sua equipe seguiu atrás, os carros formando um cortejo discreto até a mansão de Sofia. Diante do grande portão de ferro, o Bentley de Glauco parou. Ele baixou o vidro e estendeu um cartão ao segurança.

— Diga à sua chefe que quero falar com ela. Neste endereço. Ordenou, o tom sem espaço para réplica.

Em seguida, partiu rumo ao local que ele mesmo determinar
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Último capítulo

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   290- " Fim."

    Os dias seguiram tranquilos, e Laerte, com relutância, deixou Natália sob os cuidados da equipe do hospital. Ana, Amália e ele se revezavam para que ela nunca ficasse sozinha. Glauco e Paolo também faziam visitas frequentes, e até os pais de Natália vieram vê-la, emocionados ao encontrá-la mais forte a cada dia.Era um domingo de manhã quando Natália sentiu as primeiras contrações. Faltavam apenas duas semanas para completar as quarenta semanas de gestação. Mas Eleonora não quis esperar, em menos de meia hora, veio ao mundo cheia de vida e força.Quando Laerte chegou ao corredor, só deu tempo de ouvir o primeiro choro. Entre a primeira contração e o nascimento, tudo aconteceu tão rápido que ele mal acreditava. Assim que Amália o avisou, ele veio correndo em sua moto direto da empresa. Abriu a porta da sala de parto a tempo de ver a enfermeira colocar a pequena Eleonora nos braços de Natália, que chorava emocionada.Laerte ficou parado, atônito, com os olhos marejados. Aproximou-se dev

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   289- " Eleonora."

    Glauco chegou em casa e abriu a porta com um suspiro pesado. Assim que entrou, Amália veio ao seu encontro, os olhos aflitos.— Onde estão as crianças? Perguntou ele, após beijar rapidamente os lábios dela.— Dormindo. Respondeu, um pouco tímida.Ana estava parada no meio da sala, aguardando notícias. Glauco fechou a porta e caminhou até o sofá, mas nenhum dos três conseguiu sentar. Ele procurava as palavras certas, tentando disfarçar a preocupação que o corroía por dentro.— Não se preocupem, ela está bem. A pressão já estabilizou, foi uma perda de potássio. Ela vai ficar em observação, mas está fora de perigo. Disse, aproximando-se de Amália e a abraçando.— Você está com fome? Perguntou ela, tocando o rosto dele com ternura.— Estou... vou tomar um banho. Prepare duas marmitas, vou levar para Paolo e Laerte. Vou ficar lá com eles.— Claro. Respondeu Amália, vendo-o se afastar pelas escadas.— Eu te ajudo. Disse Ana, indo para a cozinha.Amália ficou parada, olhando enquanto ele sub

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   288- "Nada é cem por cento."

    Um tempo depois, Paolo olhou para Glauco, quebrando o silêncio que tomava o corredor.— Você avisou Amália? Perguntou, a voz baixa.— Não… Glauco respondeu, passando a mão pelos cabelos. — Ela estava sozinha, achei melhor esperar um pouco.— Vou falar com Ana e deixá-la com Amália. Nós dois ficaremos aqui com você. Disse Paolo a Laerte, decidido.— Não precisa… eu posso ficar sozinho.— Nós vamos ficar. Insistiu Glauco, firme. — Como tem as crianças, elas ficam em casa, e nós ficaremos aqui por vocês. Assim que ela acordar e puder receber visitas, elas virão vê-la.Laerte respirou fundo, o olhar fixo em algum ponto do chão.— Obrigado. Murmurou, a voz embargada, quase se apagando.Paolo se levantou e saiu apressado para levar Ana até a mansão Bergamo.Enquanto isso, Glauco ligou para Amália, explicando com calma que Ana iria até lá para ficar com ela, pois ele permaneceria no hospital com Laerte, pois Natália havia sido internada.Amália ficou em choque no primeiro momento. O coraçã

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   287- "Estamos aqui, todos nós."

    Algumas semanas depois ... Laerte e Natália estavam arrumando as malas para uma viagem de uma semana a Milão.— Vou até a empresa, tenho uma reunião com Glauco e um fornecedor de combustível árabe. Não vou demorar. Disse Laerte, beijando os lábios de Natália.Com certa dificuldade por causa da barriga e dos pés inchados, ela demorou um pouco para ajeitar as coisas. Desceu as escadas com cuidado e foi até a cozinha. Lá, conversava com a governanta da casa quando sentiu um desconforto.— A senhora está bem? Perguntou a mulher, percebendo a mudança em seu semblante.— Apenas um mal-estar. Respondeu Natália, levando a mão à barriga e tentando sorrir. Levantou-se para voltar à sala, mas a cor foi sumindo de seu rosto. Seus lábios empalideceram.— Oh, meu Deus! Exclamou a governanta, assustada, amparando-a antes que caísse. — Senhora? Chamou, aflita, abanando o rosto de Natália, que já não reagia.A mulher começou a gritar pelo segurança, e o homem entrou esbaforido.— Chame o patrão e um

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   286- " Dê descanso a ela."

    Na empresa, Glauco estava em uma reunião importante com o conselho. De pé, falava com firmeza, gesticulando sobre projeções e relatórios, quando sentiu o celular vibrar no bolso. Ignorou.Mas o telefone continuou tocando, uma, duas, três vezes.Seu assistente lançou-lhe um olhar preocupado.Glauco respirou fundo, tentou continuar o discurso… mas algo dentro dele apertou o peito. Pegou o telefone.Ao ver o nome na tela — Amália — Sentiu o estômago revirar.Atendeu imediatamente.— Amor?Do outro lado, a voz dela era entrecortada.— Glauco… a bolsa… estourou… Ele não esperou mais nada. O coração martelava.Virou-se para o grupo e apenas disse:— Surgiu uma urgência. Continuem sem mim.Saiu apressado. Seu assistente tentou acompanhá-lo.— Senhor Glauco, o senhor está bem?— Avise o pessoal… eu aviso depois. Respondeu, já entrando no elevador.Na recepção viram-no passar quase correndo, o carro já o esperava na porta.Dirigiu o carro em velocidade alta, o suor brotando na testa, o volant

  • Vítima do Destino: Comprada pelo Mafioso.   285- " Bem vinda Alice."

    Todos se olharam curiosos, tentando adivinhar o que Natália guardava. Ana foi a primeira a se inclinar sobre a mesa, com os olhos brilhando de expectativa.— Estamos esperando um bebê. Disseram Laerte e Natália em uníssono, sorrindo.Por um instante, houve silêncio . Logo quebrado por exclamações alegres.— Parabéns! Disseram Amália e Ana, quase ao mesmo tempo, estendendo as mãos para segurar as de Natália.Glauco e Paolo se levantaram para cumprimentar Laerte, trocando abraços sinceros. O clima era de pura celebração. O garçom trouxe mais vinho, e os pratos começaram a chegar em sequência.A noite seguiu leve, repleta de comida, risadas e histórias de viagens. Era como se, por algumas horas, o passado turbulento tivesse ficado muito distante.Lá fora, as luzes da cidade refletiam nos vidros do restaurante, e um vento suave e perfumado de primavera soprava pelas ruas, espalhando folhas e flores coloridas pelas calçadas.Quase quatro meses se passaram.A vida seguiu o seu curso, tranqu

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