INICIAR SESIÓNkatrina.
Sou uma menina de 17 anos, atualmente moro com o meu noivo Oliver Marinho, ele tem 20 anos e não é de uma família rica como a minha mas está alguns degraus abaixo, moramos juntos a cerca de 1 ano ,vim morar com ele quando me pediu em casamento, foi o dia mais feliz da minha vida apesar de ainda não ter me entregado a ele por completo pois quero esperar a lua de mel e ele é muito fofo comigo, carinhoso e super compreensivo, ele não sabe que sou da família Moreira não porque estou escondendo pelo ao contrário ele nunca me perguntou e na verdade pensando bem melhor assim porque a minha família tem seu lado bom e doce mostrada para o público mas tem também o lado sombrio afinal só sobrevive no Brasil quem tem mais poder, e eu sou uma peça da parte sombria dessa família, meu trabalhos são de execução com alguns lixos da sociedade, aceitamos trabalhos desde alguém que está nos atrapalhando nossos negócios ou dos aliados, oque são bem raros, e os mais comuns que são aniquilação de pessoas que comandam casas de prostituição infantil, a clientes que frequenta o lugar e entre outros. Nós conhecemos na minha primeira missão sozinha tinha feito outras junto com meu tio Filipe mas nessa precisamos nos separar e para o meu lado uma menina de 16 anos em uma moto do dobro do meu tamanho e de potencia acabei batendo de frente com o carro dele e foi tão forte que voei por cima do carro e caindo no chão do outro lado, por sorte ou azar o pessoal que estava atrás de mim não me reconheceu e achou que foi uma batida comum de pedestres e não deram muita atenção, quando vi aquele homem lindo loiro de olhos azuis barba por fazer seu corpo esculpido com aquele terno alinhado que definia mais ainda seu corpo saindo do carro minha dor sumiu na hora, mas ele estava tão bravo e irritado comigo que me levantei na hora e retirei meu capacete para falar com ele, ele ficou calado por alguns segundos me encarando, e então sua raiva e sua frustração da batida sumiu do tom de sua voz e ele falou calmamente comigo até me levou ao hospital e pagou minhas despesas , enquanto estamos sendo atendidos nós hospital ele disse que era pra mim ligar para o meu responsável, mas fiquei na verdade com medo de ligar para minha vó e toma a maior bronca então menti dizendo que não precisava que eu estava bem , mas na verdade já tinha enviado um mensagem para o meu tio Filipe avisando do ocorrido e já estavam cientes de tudo inclusive quem me atendeu foi um médico da minha família, naquela época trocamos o número de celular para eu poder pagar o concerto do carro mas ele disse que estaria pago se eu saísse para jantar com ele , e para falar a verdade aceitei na hora , e dês daquele dia não paramos de falar até o dia do jantar, ele esperou eu tirar o gesso do braço e da perna, e no jantar fui pedida em namoro e no nosso aniversário de 1 ano ele me pediu em casamento.Sei que estou meio que enganando ele não sabe que trabalho ele acha que eu apenas estou terminando a escola, mas na verdade amo tanto ele que quero protegê-lo de todo esse mal então se ele não me perguntar não tenho o porquê falar, algumas vezes no mês saiu para fazer esses pequenos trabalhos mas como minha katana não tem bainha e sim um estojo de violino onde eu posso circular livremente sempre armada para me proteger, porque uma adolescente de 17 anos andar pela cidade com uma katana nas costas assustaria muita gente agora com um estojo de violino já é mais comum, claro que no estojo tem um compartilhamento secreto onde ela fica escondida e lá dentro tem realmente um violino de verdade e minha katana é bem menor que a maioria propositalmente minha vó mandou fazer especialmente para mim assim como o estojo de violino, eu amo música, o som do violino me acalma não sei explicar só apenas sentir. Por esse motivo Oliver nunca questionou eu sair de casa no meio da noite, nas primeiras vezes ele estranhou mas disse que sai para dar uma volta e tocar o violino para me de estressar, naquela época era semana de prova e como ainda estou na escola ele nunca questionou até hoje, e assim que nós casarmos abandonarei essa vida de assassina de aluguel para viver uma vida mais tranquila com ele o ajudando. Já estamos em Novembro hoje é meu aniversário de 18 anos e eu estou aqui matando alguns lixos ,poderia estar com o noivo em um jantar romântico mas não tive que adiar o jantar por conta desses malditos estou com tanta raiva. Bato um foto do corpo de um homem que acabei de matar com a minha katana e envio para o minha amiga Nicole que é do mesmo ramo que eu trabalhamos em equipe logo em seguida ela me liga. Ligação on: Nicole: Como está minha monstrinha das profundezas mais linda? Revirou meus olhos, e atiro em alguns subordinados do meu alvo que agora está morto. Katrina: Ótima, melhor impossível! Dou uma risada. Nicole:Ainda tem subordinados vivos desse lixo? Oque está acontecendo com você tá fora de forma? Seu ar irônico me irrita e infelizmente ela sabe disso. Katrina:Se você fizesse seu trabalho direito, não precisaria receber essas surpresas, são um total de 50 contra 1 nessa casa, meio injusto com uma mulher de 1,60 de altura né! Digo enfiando a katana na garganta de outro subordinado do meu alvo, e o som dele se engasgando com o próprio sangue me deixa feliz. Nicole: O tadinha vou mandar levarem sua lasanha preferida para o jantar de presente aniversário para me redimir com você! Katrina: Combinado vou cobrar, estou indo para a ponte do rio para encontrar o cliente e receber o pagamento, 1h estou de volta a cidade. Ligação off.Dmitry Assim que me separo de Katrina e as crianças, vou para Manaus, enquanto eles vão à floresta dentro.Assim que chego na cidade vou direto para o hotel onde será a reunião meu pai já me aguarda lá em uma sala reservada. Assim que entro na sala vejo Nikolay ao lado do meu pai.Dmitry: Desculpe o atraso, precisei tomar outro caminho até conseguir chegar aqui em segurança. Digo me sentando.Ivan: Mas vocês estão bem? Faço que sim com a cabeça e ele sorri.Dmitry: Tudo bem com você irmão? Ele sorri e confirma com a cabeça.Nikolay: Vamos ao que interessa, quero sair do Brasil quanto antes. Pega as pastas e papeladas dos últimos dois anos e joga sobre a mesa.Passamos exatamente quatro horas em reunião sem paradas, acertando todos os próximos passos, e compras de armas, negociando alianças futuras e propostas recebidas.Ivan: Recebemos uma proposta de aliança para casamento. Fecho minha cara.Nikolay: Que? Casamento de quem com quem? Pergunta confuso.Dmitry: A resposta é não. Digo
Assim que chego à tribo com as crianças e 4 soldados, a anciã da tribo vem ao meu encontro caminhando lentamente com seu sorriso contagiante, vou de encontro com a vovó Diya. Katrina: Sua bênção vovó Diya. Me abaixo aos seus pés e ela me dá um toque com sua bengala feito de um pedaço de galho seco e me levanto rapidamente passando a mão onde ela bateu. Diya: Era para você ter vindo para cá, quando as crianças nasceram. Ela sai andando para a sua oca e eu a sigo. Katrina: Ah vovó, imprevistos acontecem e estava correndo risco com as crianças. Vovó se senta no chão no chão. Diya: Menina, pare de me chamar de vovó, e afinal está de roupa porque? Suspiro pesadamente e começo a retirar meu vestido quando as crianças entram correndo brincando com outras crianças. Diya: Venham cá crianças, deixe-me ver vocês mais de perto. Ícaro se esconde atrás de mim, mas Calista vai correndo e a abraça surpreendendo a velha ânsia. Ícaro: Mamãe, porque você está sem roupa? Me olha confuso. Katrina:
Katrina Assim que o barco se aproxima do porto, sinto meu coração acelerar um misto de emoção, felicidade, desespero, medo e ansiedade tudo junto. Estou voltando para o Brasil, para a minha terra, com meus dois filhos e meu marido, Di está com um sorriso grande em seu rosto ao ver a terra firme a alguns passos de distância, Calista está pulando e dançando de alegria já Ícaro está imóvel, eu me abaixo até ele para verificar se ele está bem. Katrina: Está tudo bem pequeno? Ele me olha assustado e lágrimas estão em seu rosto , ele corre e me abraça tão forte. Ícaro: É tão grande mamãe. Dou uma risada e o pego no colo. Katrina: Sim sim é muito grande filho, e o que estamos vendo é só uma parte do seu real tamanho, mas você sabe disso mamãe sempre te mostrou nos livros. Ícaro: Mas mamãe o livro cabe em minhas mãos. Ele me olha e então dou mais risada. Katrina: Você tem razão, mas não se preocupe, fique sempre perto de mim e do papai e tudo vai fica bem e vou te mostrar muitas
NikolayJá se passaram dois anos desde que tudo aconteceu,depois do casamento do meu irmão em minha casa e eu nem se convidado, eu voltei durante algumas semanas para ver se havia movimentação na casa, mas nada, durante um mês a casa ficou vazia, conversei com o meu pai e ele disse que eu poderia voltar a morar aqui com Tatiane por um tempo mas que logo precisaria sair pois Dmitry voltaria para cá com sua esposa, e como essa casa foi feita par ao Dom da máfia Russa não questionei, mas por hora estou aqui.Desde quando Tatiana perdeu o bebê ela fica me enchendo o saco para termos outro bebê, mas antes de eu ter outro filho quero conhecer os meus gêmeos, quero saber se precisam de algo ou ajuda, quero concertar meus erros, preciso me redimir com Katrina e pedir seu perdão por tudo que a fiz passar, já não tenho mais expectativas de que ela me aceite de volta mas ficaria feliz de fazer parte da vida das crianças.Meu pai disse que meu irmão foi para outra máfia de aliança para fazer um t
2 anos depois Katrina Estou sentada lendo um livro na cama enquanto Calista e Ícaro estão brincando juntos com blocos de montar no tapete. Dmitry entra pela porta da sala e ambas as crianças correm para o seus braços. Calista: Papai, eu fiz um castelo de princesa, olha. Ela mostra algo parecido com uma torre de blocos. Ícaro: Castelo, isso está mais para a torre. Assim que ele termina de falar, ela dá um tapa na cara dele e Ícaro abre o berreiro. Dmitry: Já conversamos sobre bater em seu irmão, e já conversamos também sobre dizer tudo o que pensa né Ícaro. Ambos abaixam a cabeça e resmungam um pedido de desculpas um para o outro. Dmitry os solta, e ambos saem correndo para brincar novamente, Ele vem até mim e beija meu pescoço. Dmitry: Estamos chegando na costa brasileira, quer descer com as crianças em terra firme? O olho e ele me dá um sorriso gentil, mas seu rosto está mais para um comunicado do que pergunta. Katrina: Mas é seguro, decer com as crianças? Ainda te
Katrina Após terminarmos de comer, o barco já estava em alto mar, Di me leva a tour pela nossa nova casa, aqui terá tudo que meus pequenos possam precisar ao longo dos anos, para crescerem bem seguros e tranquilos, longe de tudo que poderia querer o seu mal, tem as babás, os cozinheiros a empregadas, os soldados, temos o quarto de brinquedo, um quarto de cinema, cada criança tem seu quartinho, e temos um mini hospital, com um casal de médicos e um casal de enfermeiros, questionei Di sobre isso ser demais, mas ele disse que prefere pecar por mais do que se arrepender por menos. Após me mostrar toda a casa e me conduzir até a onde seria a nossa suite, ele se despediu de mim com um beijo. Dmitry foi para o escritório para tentar adiantar algumas coisas antes de pararmos em um dos portos para as entregas, ele quer fazer a entregas e pegar as encomendas para termos nossa lua de mel, eu estou no quarto junto com as crianças que estão a dormir encima da cama de casal. Não tem muito







