Ao ouvir isso, Valentina ficou um instante paralisada. Noah, que estava sentado quietinho no sofá, ficou com os olhos marejados ao escutar as palavras de Marina. Ele não chorou, mas seus olhos vermelhos e o jeito pequeno e vulnerável deixavam o menino com um ar extremamente comovente. Valentina percebeu o estado dele e, segurando Marina no colo, sentou-se ao lado de Noah. Com um braço, abraçou a filha; com o outro, trouxe o filho para perto. — Meu amor, não fiquem tristes. Papai só foi para longe por um tempo. — Disse Valentina com uma voz suave, tentando acalmar os dois. O ocorrido tinha sido repentino, e ela precisava tranquilizá-los primeiro. — Noah, Marina, lembrem-se sempre: não importa onde o papai esteja, ele sempre amará vocês profundamente. Noah se aconchegou no colo da mãe e, com uma voz baixa e cheia de esperança, perguntou: — O papai vai ligar para a gente? — Se ele tiver tempo, ele vai ligar, sim. — Respondeu Valentina, passando a mão nos cabelos dele. — Mas, s
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