Luiza assentiu com a cabeça:— Sim.— Eu vou com você nesse dia. — Gustavo falou, e em seguida perguntou sobre Osvaldo. — Se você for encontrar o Osvaldo de novo nesses dias, lembra de me chamar pra ir junto.Ele sentiu, lá no fundo, que tinha alguma coisa fora do lugar.Mas, até então, Osvaldo não tinha feito nada que realmente prejudicasse Luiza. Talvez fosse só paranoia dele.Luiza topou na hora:— Tá bom.Depois do café, Luiza e Gustavo saíram juntos, mas logo se separaram ainda no jardim.Gustavo foi para o Grupo Marques, e ela seguiu pro consultório, pra atender.Como eles tinham saído mais tarde que o normal, quando ela chegou ao consultório já tinha praticamente batido em cima da hora.Quando ela entrou às pressas no ambulatório, um dos pacientes mais antigos não resistiu e se preocupou:— Doutora Luiza, anda mais devagar, vai. A gente não tá com tanta pressa assim.Antes, Luiza costumava começar a chamar os pacientes com pelo menos meia hora de antecedência, às vezes até mais
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