ROSÁLIA DUARTECelso me pegou pela mão e me guiou até o banheiro do meu quarto. O espaço era pequeno, nada comparado ao spa da cobertura dele, mas isso tornava tudo mais íntimo. Liguei o chuveiro, deixando a água quente criar vapor no box de vidro. — Entra — ele disse, começando a tirar a própria roupa. — Eu já vou. Entrei no box. A água quente atingiu meus ombros, lavando a tensão do dia, o estresse da briga, o cheiro de escritório. Fechei os olhos, inclinando a cabeça para trás, sentindo o vapor abrir meus poros. Ouvi a porta do box se abrir. Abri os olhos. Celso entrou. Ele estava nu. O corpo dele era realmente uma obra de arte de músculos tensos e pele dourada, mas o que prendia meu olhar era o membro dele, ereto, grosso e pulsando de impaciência contra a coxa. Ele não disse nada, apenas me puxou para baixo do jato d'água com ele. O contato da pele molhada dele contra a minha foi elétrico. Ele pegou o sabonete e começou a passá-lo nos meus ombros, descendo para os me
Última actualización : 2026-01-09 Leer más