Ele a carregou inconsciente, foi entrando junto e a segurou entre as pernas, abraçada de costas para ele. Deixaram a água gelada. Kaya foi se resfriando, como se um botão tivesse sido desligado. Ele pôde sentir os batimentos desacelerando, a respiração ficando calma e pesada, como de quem apenas dormia. Perguntou o que estavam dando a ela, Évora respondeu exultante:— Não sei ao certo, mas eu só quero ajudar.— Ninguém pode saber, Zay, de tudo o que vem acontecendo.— Foi tudo uma coincidência, a mãe delas nasceu aqui e precisa de ajuda. Somos amigas. — Aquilo que aconteceu com o pai delas, nem eu sei o que foi. O queimaram, com magia, não é?Ele foi saindo da banheira com Kaya no colo.— Não vou contar e, sinceramente, não quero saber também. Acredito, que foi magia, e sinceramente?— Duvido que ele acorde.— As coisas estão bem difíceis em casa, a cada problema de clãs, ou mudança na cidade o caos se instala.
Última atualização : 2026-01-16 Ler mais