Ponto de vista de Grace.Encarei Apollo por um bom tempo, mais do que o habitual, absorvendo a maneira como sua mandíbula se tensionava, o leve franzir de sua testa, a pulsação sutil em seu pescoço. Lentamente, inclinei-me para frente, pressionando meus lábios aos dele com suavidade. A respiração dele travou e, bem no momento em que ele estava prestes a aprofundar o beijo, a reivindicar o toque como seu, eu me afastei, traçando meu dedo pelos lábios dele.Ele olhou para mim, com uma sobrancelha arqueada em questionamento. Sorri, minha voz baixa, quase provocativa:— Por favor, seja paciente, senhor. Você terá sua refeição em breve.Um lampejo de diversão dançou em seus olhos, mas surpreendentemente, ele não se moveu para me dominar. Apenas ficou me encarando, como se eu fosse a única coisa que importasse, deixando-me ditar o ritmo e liderar. Senti um arrepio de poder correr pelas minhas veias.Quando me inclinei novamente, beijei a lateral do pescoço dele, mordiscando e sugando, de
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