Delirei com aquela visão. Estocava com gosto, jogando a cabeça para trás e rosnando feito um animal que finalmente encontrou o paraíso. Estava possuído. Gozei de novo, a força do orgasmo me deixando trêmulo, mas a sede de corrompê-la ainda gritava. Arranquei a porcaria da borracha e a puxei pelos cabelos, trazendo ela para perto de mim. — Vem cá! ordenei, minha voz uma lixa. — Anda... me mostra o que essa sua boquinha sabe fazer. Ela se ajoelhou e me tomou. Fechei os olhos, delirando com a pressão da boca quente dela, com a visão daqueles cabelos negros e daquela carinha de santa, de puritana, fazendo aquilo comigo. Ah, minha Nayla... eu vou te corromper toda. Este é só o começo dos seus atos mais profanos, sua primeira noite infernal. Não vai sair deste quarto como entrou, não mesmo. Senti meu pau endurecer novamente, latejando sob o toque dela. Alcancei a carteira e vi que era a última camisinha. — Inferno! rosnei, a frustração queimando. Desenr
Última actualización : 2026-06-01 Leer más