E, naquele instante, senti seus braços me abraçando de volta. Como se finalmente estivesse acreditando. Como se estivesse permitindo a si mesma sonhar. E eu faria de tudo para que aquele sonho nunca terminasse. Fomos para o nosso quarto. Helena seguiu para o banho e, naquele momento, o que existia dentro de mim já não era apenas desejo. Era cuidado. Era a necessidade de fazê-la sentir que não estava sozinha. Peguei uma das minhas camisas e, em seguida, me juntei a ela. Fiz questão de cuidar dela em cada pequeno gesto, mostrando, sem precisar de palavras, que eu estava ali. Que continuaria ali. Depois do banho, vesti nela minha camisa e depositei pequenos beijos por seu rosto, demorando-me um pouco mais em cada um deles. Então me afastei apenas o suficiente para vestir um calção. Quando voltei para a cama, encontrei Helena sentada, olhando pela janela, perdida em seus próprios pensamentos.
Última actualización : 2026-09-07 Leer más