Isolde estava deitada na cama grande, seu corpo completamente exausto, mas ainda tremendo. Espesso esperma branco vazou lentamente de seu inchaço, buceta vermelho e escorregou entre a bunda dela bochechas nos lençóis. Seus seios pesados subiam e desciam rapidamente, ela tentou recuperar o fôlego. O suor cobria sua pele e seu cabelo estava confuso e selvagem.Os três homens olharam para ela com olhos famintos. Eles ainda não terminaram com ela.“Você fica tão linda assim”, disse o primeiro homem, com a voz áspera. Ele subiu na cama e abriu as pernas abertas novamente. “Olha essa bucetinha casada bagunçada. Tão cheio de nosso esperma.Isolde gemeu baixinho enquanto ele esfregava seu grosso pau para cima e para baixo em sua fenda escorregadia e cheia de esperma. Os sons úmidos e pegajosos a fizeram corar vergonha e excitação.“Por favor...” ela sussurrou, sua voz fraca, mas carente.“Você pode”, disse o segundo homem, ajoelhando-se ao lado de sua cabeça. Ele acariciou seu pau duro lentam
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