Ficamos mais um pouco na casa de Dona Marta e comemos a sopa. Meu pai, como sempre, amava uma boa sopa e repetiu três vezes, nos fazendo rir. Eu ainda estava em êxtase sabendo que, a partir daquele momento, as coisas ficariam mais tranquilas. Lucas me paquerava do outro lado da mesa, segurando o riso, enquanto meu pai comia sua sopa em silêncio. E tinha outro detalhe muito importante... Era sábado. E a nova regra já estava valendo! Meus pais deixariam Lucas dormir comigo. Só de pensar nisso, meu coração acelerava. Eu estava ansiosa para finalmente ficar a sós com ele... Depois que meu pai praticamente raspou a panela de sopa, agradecemos a Dona Marta e ao senhor Ricardo, que estava de repouso em seu quarto. Saímos da casa de Dona Marta e, assim que chegamos ao carro, meu pai jogou a chave no ar. Lucas a pegou no reflexo, igual a um gato. — Agora você dirige! Estou cansado. Meu pai apertou o músculo do ombro, tentando aliviar a tensão. Lucas concordou. Me
Última actualización : 2026-09-28 Leer más