Qual Filme Foi Transmitido Hoje Na Sessão Da Tarde No Brasil?
2026-06-21 10:01:43
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IvoMira
Curioso
Trainee
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費洛蒙
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1 答案
Ian
Leitor ativo
Dentista
Ah, a Sessão da Tarde! Essa janela nostálgica da TV aberta sempre traz um mix delicioso de filmes que variam entre clássicos cult e títulos mais recentes. Hoje, por exemplo, rolou 'O Homem da Máscara de Ferro' (1998), aquele filme cheio de intrigas palacianas e Leonardo DiCaprio brilhando em um dual role como rei e prisioneiro. A Globo adora pescar esses dramas históricos com pitadas de ação – e confesso que, mesmo sabendo de cor os diálogos, ainda me pego parando tudo para assistir à cena do balanço no penhasco.
Lembrando que a programação pode mudar de acordo com a região ou emissora, mas o que não falta são opções para quem curte desde aventuras família até romances água-com-açúcar. Se você perdeu hoje, dá uma olhada no guia da TV depois – às vezes eles repetem os mesmos títulos durante a semana. E falando nisso, já reparou como a Sessão da Tarde tem o poder mágico de transformar até o filme mais bobo em comfort food audiovisual? É tipo abraço da vovó, só que em forma de pipoca e dublagem icônica.
2026-06-27 09:36:05
11
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Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
No Dia das Crianças, a fofoca mais quente que circulava no Instagram envolvia o meu nome. A legenda da foto perguntava em tom de deboche: [O Leonardo levou o filho para comemorar o aniversário da sua eterna paixão. Será que ele finalmente vai pedir o divórcio para a Sandra?]
Curti a publicação em silêncio. Quando o meu celular tocou, eu estava no meio da sala, estourando um por um os balões que havia comprado para comemorar o nosso aniversário de casamento.
— Meu amor... — A voz do meu marido soava afobada do outro lado da linha, tentando armar uma desculpa esfarrapada para a sua atitude. — O nosso filho começou a chorar do nada, implorando para ir ao parque de diversões, por isso acabei...
Ao fundo da ligação, consegui ouvir a risada cristalina do menino:
— Papai, a Sra. Viviana disse que posso dormir na casa dela hoje!
Encarei a bagunça ao meu redor. Os enfeites murchos pelo chão e a cobertura do bolo já endurecida pareciam zombar da minha cara.
— Não precisa se explicar. — Respondi, com uma frieza que até a mim assustou. — Entendo tudo.
"Pode ficar tranquilo, Leonardo", pensei, respirando fundo e aceitando a realidade. "Porque desta vez, estou abrindo mão tanto de você quanto do nosso filho."
Hoje deu aquele clássico que sempre arranca risadas mesmo depois de tantos anos: 'Se Eu Fosse Você'. O filme brasileiro com Tony Ramos e Glória Pires é daqueles que a gente vê repetidas vezes e nunca enjoa, sabe? A química entre os dois é incrível, e a premissa do casal que troca de corpo é hilária, mas também traz umas reflexões bem legais sobre relacionamento.
Lembro da primeira vez que assisti e fiquei impressionado como conseguiram equilibrar comédia e drama sem forçar a barra. E hoje, revendo, percebi uns detalhes que tinham passado batido antes, tipo a forma como o diretor faz piada com os estereótipos de gênero sem ser clichê. A cena do Tony Ramos tentando usar salto alto me quebra até agora! É um daqueles filmes que prova que produção nacional pode ser leve, inteligente e te prender do começo ao fim – perfeito pra sessão da tarde.
A Sessão da Tarde é um daqueles programas que sempre traz uma nostalgia gostosa, né? Lembro de chegar da escola e correr para ligar a TV só para ver qual filme ia passar. Hoje, o programa exibe 'O Rei Leão', a versão animada de 1994. É um clássico que nunca envelhece, com aquela trilha sonora marcante e lições sobre família e responsabilidade.
Simba, Timão e Pumba fazem parte da infância de muita gente, e reviver essas cenas ainda consegue arrancar um sorriso mesmo depois de tantos anos. Se você nunca assistiu, essa é a oportunidade perfeita para se emocionar com a jornada do pequeno leão. E se já conhece, que tal relembrar os momentos mais icônicos? A animação da Disney tem esse poder de unir gerações, e 'O Rei Leão' é um ótimo exemplo disso.
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia gostosa, né? Hoje parece que eles escolheram um clássico dos anos 90 — 'O Máskara', com o Jim Carrey. Lembro de assistir quando criança e rir até doer a barriga. Aquele humor exagerado e os efeitos especiais que eram top na época ainda funcionam hoje.
E sabe o que é legal? Descobrir que o filme foi baseado numa HQ bem mais sombria. A adaptação trouxe um tom cartoon, mas a origem é bem diferente. Se curtir esse estilo, dá pra explorar depois os quadrinhos originais!