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O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado
O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado
Author: Mangonel

Capítulo 1

Author: Mangonel
Eu me chamava Daise Pedrosa e morava com a minha mãe na casa do meu padrasto.

O meu padrasto, Geraldo Pedrosa, sempre me tratava muito bem. Ele vivia dizendo que eu precisava comer mamão, porque isso fazia bem para a saúde do corpo da mulher.

Todos os dias eu tomava uma tigela de creme de mamão. Com o tempo, meus seios tinham ficado especialmente cheios e arredondados. Eu não conseguia usar sutiã do mesmo tamanho das garotas da minha idade, sempre acabava sobrando parte dos seios para fora.

Por causa disso eu ficava muito incomodada, então o meu padrasto tinha comprado, às escondidas, lingeries de mulher adulta para mim. As peças ainda tinham rendinha roxa na borda.

Eu gostava muito daquele conjunto de lingerie, e o meu padrasto também gostava.

Às vezes ele pegava a minha lingerie escondido e levava para o quarto dele, só voltava depois de uma hora.

A peça sempre voltava com o cheiro do corpo do meu padrasto impregnado no tecido. Esse cheiro deixava o meu corpo inteiro tenso, quente, e eu nunca entendia direito que sensação era aquela.

Até que, no dia do meu aniversário de dezoito anos, o meu padrasto tirou um dia de folga de propósito e disse que ia me dar um aniversário especial.

Antes disso, os meus aniversários eram sempre bem simples, só um bolo em casa.

Dessa vez eu não sabia o que estava acontecendo. Nas semanas antes do meu aniversário, o meu padrasto tinha começado a se exercitar todos os dias.

Além disso, ele já fazia duas semanas que não "atormentava" a minha mãe à noite.

Desde que eu me mudei para a casa dele, ainda pequena, eu costumava ouvir, quase todas as noites, o meu padrasto "maltratando" a minha mãe. Os gritos dela ecoavam pelo quarto inteiro.

Eu tinha medo daquele tipo de "maltrato", mas, ao mesmo tempo, sem saber por quê, quando eu ouvia aquele som na voz da minha mãe, eu sentia que talvez não fosse uma dor tão ruim quanto eu imaginava.

Naquele dia, o meu padrasto já tinha calçado os sapatos e estava pronto para me levar para comemorar o meu aniversário de dezoito anos fora de casa.

Eu perguntei, curiosa:

— A minha mãe não vai?

O meu padrasto apertou a minha bochecha com um sorriso e respondeu, ainda sorrindo:

— Este aniversário é um segredo só entre você e eu, claro que não podemos contar para ninguém.

Eu adorava esses segredinhos entre mim e o meu padrasto. A história de ele pegar a minha lingerie, por exemplo, eu nunca tinha contado para a minha mãe.

Ele me levou para passear no shopping. Lá vendia um monte de saias, meias e uniformes no estilo JK, aquelas roupas de colegial japonesa. A minha mãe nunca tinha deixado eu usar nada daquilo, mas o meu padrasto comprou um conjunto inteiro para mim.

— Aniversariante tem mais é que se vestir bem bonita, não é?

A roupa era bem curtinha, o meu umbigo ficava todo de fora. A parte de cima mal conseguia cobrir os meus seios enormes, eu sentia como se estivesse carregando dois melões gigantes pendurados ali. A saia era tão curta que, se eu me abaixasse um pouco, tudo por baixo ia aparecer.

Eu nunca tinha usado uma roupa tão reveladora. A sensação da pele exposta no ar me deixava envergonhada.

O olhar do meu padrasto sobre mim estava claramente carregado de fogo, e eu sabia que ele gostava de me ver vestida de JK. Talvez eu ficasse realmente bonita daquele jeito… O meu padrasto parecia gostar muito desse meu visual.

Depois de andar pelo shopping, o meu padrasto ainda me levou ao cinema.

Eu achei que nós fôssemos ao cinema normal do shopping, mas, para a minha total surpresa, o meu padrasto me levou para um cinema privado. O lugar parecia um hotel, com uma tela enorme dentro do quarto.

Eu tirei os sapatos de couro e me joguei na cama. As minhas pernas eram longas e finas, e as solas dos meus pés, envoltas pela meia-calça branca, estavam levemente avermelhadas.

O meu padrasto se deitou ao meu lado. Ele ligou a televisão e colocou um filme. O que mais me espantou foi perceber que ele tinha colocado um filme adulto.

Na tela, um homem e uma mulher estavam completamente nus, fazendo "aquele tipo de coisa". A atriz gemia sem parar, e a voz dela parecia muito com a voz da minha mãe quando eu ouvia à noite.

Só naquele momento eu entendi: então era aquilo. O que o meu padrasto fazia com a minha mãe era esse tipo de coisa.

A mulher, na tela, tremia inteira com as estocadas do homem, e eu parecia sentir, através da imagem, aquela onda de impacto impossível de segurar. O meu rosto ficou vermelho na hora.

Eu nunca tinha assistido a um filme desse tipo. O impacto visual forte cutucava os meus nervos sem parar.

Eu sentia o meu corpo inteiro esquentar, principalmente a parte de baixo do meu ventre, que parecia levemente inchada, como se houvesse uma bola de fogo subindo direto da barriga para a minha cabeça:

— Pai, isso é…

O meu padrasto então me respondeu:

— Filha, hoje é o seu aniversário de dezoito anos, você já é uma mulher feita hoje. Eu preciso te ensinar algumas coisas, para que você, a minha filha, não seja enganada lá fora.

Então era isso. Eu já era adulta agora, e o meu padrasto queria… me ensinar a fazer essas coisas na cama?

Na tela, naquele momento, o homem chupava um dos seios da mulher enquanto enfiava a mão entre as pernas dela, estimulando-a sem parar.

O corpo da mulher tremia inteiro de prazer, e da garganta dela saíam gemidos longos, cheios de satisfação.

Eu estava com o rosto em chamas e sentia que, entre as minhas pernas, tudo tinha ficado úmido.

Que tipo de sensação era aquela, afinal?

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