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Adeline Bitencourt
Adeline Bitencourt
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Romances de Adeline Bitencourt

O Ceo que se apaixonou pela estagiária virgem

O Ceo que se apaixonou pela estagiária virgem

Ravena Almeida está no último período de Direito e carrega o objetivo de melhorar a vida. Virgem, nunca namorou e vinda de uma família simples, ela conquista um estágio na Bitencourt Advogados, a maior e mais poderosa firma de advocacia do país. O que deveria ser apenas uma oportunidade profissional logo se transforma em um turbilhão emocional. Michel Bitencourt, o jovem e implacável CEO, rejeita Ravena logo no início. Ele a humilha publicamente, cobra perfeição e parece fazer de tudo para afastá-la do escritório. Porém, quanto mais ele tenta ignorá-la, mais sua obsessão cresce. Olhares intensos, caronas inesperadas, ciúmes disfarçados de ordens e uma possessividade cada vez mais evidente revelam que o poderoso advogado não consegue mais controlar o desejo que sente pela estagiária tímida. Ravena, por sua vez, só quer aprender, crescer e garantir um futuro melhor para si e para a mãe. Não está preparada para o turbilhão que Michel desperta nela, nem para a intensidade com que ele a deseja. Enquanto a atração entre eles se torna impossível de esconder, novos obstáculos surgem. A tradicional e rica família de Michel rejeita veementemente a relação com uma garota de origem humilde, fazendo de tudo para separá-los. Ao mesmo tempo, uma ex-namorada do passado, disposta a reconquistar Michel, usa sua influência e segredos para destruir o que está nascendo. Em meio a festas da empresa, noites de trabalho até tarde, olhares carregados e toques proibidos, Ravena precisará decidir se vale a pena arriscar tudo, o emprego, a reputação e o coração, por ele, que as vezes é carinhoso e as vezes frio. Um romance proibido, intenso e cheio de poder. Entre a rejeição e a obsessão, entre a ambição e o amor, Ravena descobrirá até onde está disposta a ir para conquistar o homem que não deve desejar.
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Chapter: Tirar a raiva
* Lívia Chegamos em casa ainda em silêncio. Eu estaciontei o carro e os dois descemos. Marcos abriu a porta e deixou eu entrar primeiro. Ele trancou atrás de nós e ficou parado na sala, as mãos ainda um pouco tensas. Eu deixei a bolsa em cima da mesa e fui até ele. Passei os braços pela cintura dele e encostei a cabeça no peito. — Senta. Eu vou fazer alguma coisa para a gente comer. Ele passou a mão pelo meu cabelo uma vez e depois soltou. — Não precisa. — Eu quero. Ele foi para o sofá. Eu entrei na cozinha, lavei as mãos e abri a geladeira. Tinha carne moída, tomate, cebola e macarrão. Preparei um molho simples enquanto a água esquentava. O cheiro foi preenchendo a casa. De vez em quando eu olhava para a sala. Marcos estava sentado, cotovelos nos joelhos, olhando para o chão. Quando o jantar ficou pronto, eu chamei: — Vem. Ele se levantou e veio até a mesa. Sentei do lado dele, não do outro. Servi os dois pratos. Comemos sem pressa. Eu tocava a perna dele com o joel
Última atualização: 2026-08-30
Chapter: Diego foi colocado no lugar dele
* Lívia Eu estava na cantina, sentada na mesa do fundo com a bandeja na frente. Arroz, feijão e uma proteína qualquer. As meninas ainda não tinham chegado. Eu mexia no anel sem pensar, girando ele no dedo enquanto olhava o celular.Diego apareceu do nada. Puxou a cadeira do outro lado da mesa e sentou sem pedir licença.— E aí, Lívia. Tudo bem?— Tudo.Ele apontou para minha mão com o queixo.— Esse anel é novo, né? Brilha pra caralho. Namoro sério?Eu levantei o olhar.— É. Estou namorando.— Com quem?— Com o Marcos.Diego soltou uma risada curta, baixa, cheia de deboche.— O faxineiro? Sério mesmo? Você, recém-promovida, com anel de diamante, saindo com o cara que limpa o banheiro?Eu apoiei o garfo na bandeja e olhei direto para ele.— Ele limpa o banheiro melhor do que você faz o seu trabalho. E pelo menos ele não fica sentando na mesa dos outros sem ser convidado para dar pitaco na vida alheia. Se tem alguma coisa a dizer sobre o meu namorado, fala na cara dele. Ou então engole
Última atualização: 2026-08-28
Chapter: Primeira noite como casal
* Lívia O restaurante era mais bonito do que eu esperava. Luz baixa, mesas espaçadas, um piano tocando baixo ao fundo. Marcos tinha escolhido um lugar discreto e elegante, do tipo que eu nunca teria ido sozinha. O garçom nos levou até uma mesa no canto, perto da janela. Quando sentei, o anel de diamantes brilhou de novo sob a luz da vela. Eu ainda não tinha me acostumado. Marcos puxou a cadeira para mim antes de sentar. O gesto simples me fez sorrir. — Você está treinando para namorado do ano? — perguntei, apoiando o queixo na mão. — Estou improvisando. Me avisa se estiver indo bem. — Está indo perigosamente bem. Eu posso me acostumar. Ele sorriu de lado e pediu o vinho sem nem olhar o cardápio com muita atenção. Eu reparei que o olhar dele voltava para mim o tempo todo, como se ainda estivesse se convencendo de que aquilo era real. — Você fica diferente com o anel — comentou, depois que os copos foram servidos. — Diferente como? — Mais… minha. Eu sei que é só um objeto. Mas
Última atualização: 2026-08-28
Chapter: Eu aceito
* Lívia Voltamos para casa quase de madrugada. A festa tinha ficado para trás, mas o beijo no meio da pista e a frase dele ainda ecoavam em mim. *Quero que você seja minha, Lívia.* Eu já tinha respondido que era. E, pelo jeito que ele me olhou o caminho inteiro de volta, nenhuma daquelas palavras tinha sido dita à toa. Passamos o resto da noite colados. Beijos lentos, carinho, o corpo ainda marcado pelo que tinha acontecido na sala restrita e na pista. Dormimos juntos, finalmente, na mesma cama, sem nenhuma dúvida sobre onde cada um ia ficar. ... Acordei com o cheiro de café. Antes mesmo de abrir os olhos por completo, senti o colchão afundar de leve. Quando olhei, Marcos já estava sentado na beira da cama, segurando uma bandeja. Café fresquinho, pão, fruta cortada. O mesmo cuidado de outras manhãs, só que agora o olhar dele estava diferente. Mais nervoso. Mais resoluto. — Bom dia — falou, a voz baixa. — Bom dia… você de novo com café na cama. Vai me estragar. — Esse é o plano.
Última atualização: 2026-08-27
Chapter: Seja minha, Lívia
* Marcos Voltamos para o salão tentando parecer normais. O problema era que eu não estava normal. Ainda sentia o resto dele escorrendo devagar entre as coxas a cada passo, o corpo quente, a boca levemente inchada, o vestido preto agora carregando um segredo que só nós dois conhecíamos. Marcos caminhava ao meu lado com a mão firme na minha cintura, o polegar desenhando círculos distraídos na pele descoberta das minhas costas. Como se nada tivesse acontecido. Como se ele não tivesse acabado de me foder contra a parede de uma sala restrita. As meninas nos viram de longe. Suelen foi a primeira a erguer a sobrancelha. Rosa trocou um olhar rápido com a Cida. As três se aproximaram com aquela sincronia perigosa de quem já tinha chegado a uma conclusão. — Olha só quem voltou — disse a Suelen, o sorriso largo demais. — E com uma cara… interessante. Eu tentei disfarçar, pegando um espumante de uma bandeja que passava. — A gente só foi ao banheiro. — Os dois. Juntos. Por um tempo conside
Última atualização: 2026-08-27
Chapter: A festa ficou interessante
* Lívia O ar na sala pequena já estava quente demais. Marcos ainda me mantinha encostada na parede, o corpo inteiro pressionado contra o meu. O beijo que tinha começado urgente foi ficando mais lento, mais profundo, mais sujo. A mão dele desceu pela minha coxa por cima do vestido, subindo o tecido centímetro por centímetro, como se estivesse testando até onde eu ia deixar. Eu não o impeço. Quando os dedos dele encontraram a pele nua da minha coxa interna, um arrepio subiu direto pela minha coluna. Ele soltou um som baixo contra minha boca, quase um gemido contido, e subiu mais. A ponta dos dedos roçou a renda da calcinha. Eu prendi a respiração. — Lívia… — a voz dele saiu rouca, falha. — Me deixa te foder aqui. O pedido me atingiu em cheio. O calor entre as minhas pernas latejou forte. Eu segurei o rosto dele com as duas mãos, o olhar nos olhos dele, e respondi, a voz tão baixa quanto a dele: — Só se você deixar eu mamar você. Os olhos de Marcos escureceram por completo. Ele
Última atualização: 2026-08-26
O Ceo que propôs um casamento falso com a sua secretária

O Ceo que propôs um casamento falso com a sua secretária

Andréas Albuquerque construiu um império. Aos trinta e dois anos, tornou-se o homem mais rico do país. Frio, perfeccionista e conhecido por não tolerar erros, ele acredita que sentimentos são uma fraqueza e que sua empresa sempre virá em primeiro lugar. Ana jamais imaginou trabalhar para um homem como ele. Filha de uma diarista, moradora de um pequeno apartamento no Queens e prestes a concluir a faculdade de Direito, ela aceita o emprego de secretária para pagar os estudos. Inteligente, determinada... e absurdamente desastrada quando o assunto é café. Em poucos dias, consegue derramar café, água e outras bebidas sobre o próprio chefe tantas vezes que vira motivo de piada na empresa inteira. A cada acidente, Andréas a humilha ainda mais, convencido de que contratou a secretária mais incompetente de Nova York. Mas tudo muda quando a leitura do testamento de sua falecida mãe revela uma última condição para que ele recupere sua herança. Embora continue sendo dono da Nexus, todo o seu patrimônio pessoal, suas contas, imóveis, ações, investimentos, iates, jatos particulares e coleções milionárias permanecem bloqueados por um fundo administrado pelos advogados da família. Para recuperar o controle de sua fortuna, ele terá de cumprir uma única cláusula deixada por sua mãe: Casar-se e permanecer casado por, no mínimo, um ano com alguém que não tenha qualquer interesse em seu dinheiro. Se descumprir a exigência, a herança será destinada a uma fundação beneficente, e ele perderá para sempre bilhões de dólares e parte do controle do legado de sua família. Depois de conhecer dezenas de candidatas interesseiras, Andréas percebe que existe apenas uma mulher completamente imune ao seu dinheiro. Sua própria secretária. A garota que não consegue passar uma semana sem derramar uma bebida nele e não o tolera. Sem alternativas, ele faz uma proposta. Um casamento falso.
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Chapter: Não é tão simples assim, ainda dói
* AnaA tarde caía devagar sobre a mansão. Eu estava na sala de estar com um livro aberto no colo, fingindo concentrar, quando Andréas desceu as escadas. Ainda de camiseta preta, o cabelo úmido, o olhar já procurando por mim antes mesmo de chegar no último degrau.Ele parou perto do sofá.— Você vai ficar aí o resto do dia?— Talvez. Tem problema?— Não. Só achei que pudéssemos sair. Jantar. Só os dois. Longe da casa, longe de funcionário, longe de qualquer coisa que pareça contrato.A oferta era simples. Quase gentil. E ainda assim algo em mim endureceu. Sei que não posso ser rude com ele, mas no momento é cedo para isso.— Vamos outro dia.Andréas ficou em silêncio por um segundo.— Ontem você bebeu champanhe na minha cozinha e riu. Hoje mal me olha.— Hoje eu acordei casada. Dá um tempo para o cérebro alcançar. Me desculpa, Andréas!Ele soltou o ar, caminhou até a janela e voltou, como se a sala inteira fosse pequena demais para o que ele estava segurando.— Eu estou tentando, Ana.
Última atualização: 2026-08-28
Chapter: Aprende mais rápido
* Andréas Eu fechei o notebook. Não havia relatório no mundo que conseguisse competir com a imagem dela saindo da água. Fiquei mais alguns segundos parado atrás do vidro, só observando: Ana enrolando a toalha no corpo, o cabelo ruivo escurecido pela água, as gotas escorrendo pelas pernas enquanto ria de alguma coisa que a mãe tinha falado. Depois forcei o corpo a se mexer. Desci as escadas. Atravessar a casa inteira até o jardim pareceu mais longo do que deveria. Cada passo era um lembrete das regras que eu mesmo tinha aceitado: não tocar, não invadir, não transformar o acordo em outra coisa. Ainda assim, quando abri a porta de vidro e o ar frio da manhã bateu no rosto, eu já sabia que não ia conseguir ficar só olhando de cima. Helena me viu primeiro. — Olha só. O dono da casa resolveu sair do esconderijo. Ana virou na hora. A toalha ainda presa na altura do peito, os pés molhados no deck, o rosto vermelho do frio da água. Por um segundo ela pareceu surpresa. Depois ajeitou a
Última atualização: 2026-08-24
Chapter: Eu quero ela pra mim.
* Andréas Eu mudei de ideia no meio do caminho. O carro já estava saindo do portão quando eu mandei o motorista voltar. Não havia reunião que não pudesse ser resolvida por vídeo. Não havia documento que precisasse da minha presença física no prédio. Havia só a imagem dela de moletom na cozinha, o cabelo ruivo preso de qualquer jeito, e a certeza irritante de que eu não queria passar o dia inteiro longe. Então eu subi para o escritório da mansão. A sala de trabalho ficava no segundo andar, com uma parede inteira de vidro voltada para o jardim e a piscina. Eu abri o notebook, respondi três e-mails e finjo prestar atenção num relatório. Em menos de dez minutos meu olhar já estava do outro lado do vidro. Ana e Helena estavam perto da borda. Minha mãe tinha razão em uma coisa: a água era gelada de manhã. Helena ficou só na espreguiçadeira, enrolada no xale, rindo enquanto Ana testava a temperatura com o pé. Ana fez uma careta exagerada, disse alguma coisa que fez a mãe rir alto, e de
Última atualização: 2026-08-23
Chapter: Café da manhã
* Ana O champanhe já estava fazendo o trabalho dele. Eu e minha mãe tínhamos voltado para a cozinha gourmet, as taças na mão, e a conversa tinha descarrilhado completamente. Cada detalhe da casa virava comentário. — Mãe, olha essa torneira. Parece que se eu abrir errado sai ouro líquido. Helena riu, apoiando a mão na bancada de mármore. — Para. Eu ainda estou tentando aceitar que o gelo é mais bonito que a minha antiga joia de fantasia. — E essa gaveta aqui? Só de abridor de vinho. Eu no Queens tinha um abridor e uma oração. Aqui tem coleção. Ela cobriu a boca, tentando não rir alto demais. — Ana Mendes, você está impossível. — Estou é treinando para a alta sociedade. Lição número um: comentar o preço de tudo em voz baixa para não ofender o imóvel. Foi nesse momento que a porta da cozinha se abriu. Andréas entrou. Sem o terno de antes. Ainda de camiseta preta e calça confortável, o cabelo um pouco bagunçado, a expressão cansada de quem tinha passado o
Última atualização: 2026-08-23
Chapter: Divertindo com mamãe
* Ana Depois de mostrar a biblioteca e a cozinha gourmet, abrimos um refrigerador enorme embutido na parede de pedra. Era do tamanho de um armário de quarto. Luz interna forte, prateleiras de vidro, e uma coleção de bebidas que parecia inventário de hotel cinco estrelas. Tinha garrafas coloridas de todos os tons: um suco de manga e maracujá dourado, outro de frutas vermelhas com hibisco bem escuro, um de abacaxi com gengibre quase transparente, limonada rosada com pedaços de morango flutuando, e um de coco com hortelã que parecia puro verão engarrafado. No canto de baixo, alinhados como soldados, vários champanhes — rótulos franceses, alguns com nomes que eu só tinha visto em revista. Fiquei olhando, a boca quase aberta. — Mãe… eu quero beber. Helena se aproximou, olhou as garrafas e depois para mim, já com aquele sorrisinho de quem conhece a filha demais. — Você pode? Eu puxei o celular. — Vou perguntar. Abri a conversa com Andréas e digitei: **Ana:** Senhor, t
Última atualização: 2026-08-23
Chapter: A mansão
* Ana Sentei na espreguiçadeira ao lado da minha mãe. O sol da manhã ainda estava fraco, filtrado pelo guarda-sol. A água da piscina batia leve nas bordas. Helena estava com os olhos semicerrados, o xale no colo, o rosto virado para a claridade como quem tenta gravar o calor na memória. Por um tempo nenhuma de nós duas falou. Só existimos ali, lado a lado, sem corrida, sem telefone, sem conta atrasada entrando no meio da respiração. — Você está diferente — ela disse por fim, sem abrir os olhos por completo. — Diferente como? — Menos em modo de guerra. Ainda alerta. Mas menos… afiada o tempo inteiro. Eu olhei para o anel no dedo. A luz batia discreta na superfície. — Talvez seja o cansaço. Ou o susto de ter você aqui. Ou os dois. Helena abriu os olhos e me estudou com a calma de quem me conhecia desde antes de eu saber mentir bem. — Ele te trata bem? A pergunta era simples. O conteúdo, não. Eu demorei. — Ele está tentando, mas sim, trata. Hoje de manhã fez café. Falou da cas
Última atualização: 2026-08-23
O Ceo frio e misterioso que se apaixonou pela sua empregada

O Ceo frio e misterioso que se apaixonou pela sua empregada

Ana, uma estudante de medicina no último ano, aceita um emprego temporário de verão como empregada doméstica na mansão de Albert Whinches, o homem mais rico dos Estados Unidos. Desesperada para pagar as últimas parcelas da faculdade após perder o emprego anterior, ela entra em um ambiente rígido, cheio de regras absurdas e um patrão frio, exigente e intimidante. Albert é conhecido por sua frieza emocional. Nunca se envolveu emocionalmente com ninguém — seus relacionamentos se resumem a encontros casuais e sem compromisso. Ele humilha Ana nos primeiros dias, cobrando perfeição e tratando-a com superioridade. Porém, aos poucos, pequenos gestos começam a surgir. Ana, por sua vez, evita se envolver. Apesar da atração inegável, ela se protege: não quer ser apenas mais uma mulher que passa pela cama dele e desaparece na manhã seguinte. Com a vida já difícil — órfã, dependente apenas de si mesma e da amiga Lívia —, ela luta para manter o profissionalismo e não se apaixonar por um homem que parece incapaz de amar. No entanto, quanto mais tempo passam juntos, mais Albert se desestabiliza. Ele, que sempre foi extremamente reservado e difícil de se abrir, começa a revelar camadas escondidas de seu passado traumático, inseguranças e solidão. Aos poucos, o homem frio e controlado se apaixona profundamente por Ana, de forma intensa e avassaladora. Pela primeira vez na vida, ele luta para conquistar alguém que não se rende facilmente ao seu poder ou dinheiro. A história acompanha a tensão entre o desejo e a comédia, Albert quer Ana, mas pelas mágoas que sofreu, ela foge. O confronto entre dois opostos e a transformação lenta de um bilionário que, pela primeira vez, se permite amar, mas não sabe lidar. Albert é difícil de lidar e Ana decide colocar os sentimentos dele a prova.
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Chapter: Eu aceito
Fico olhando para ele por um longo tempo. O sol da manhã já entra mais forte pela fresta da cortina, iluminando o lado do rosto dele. Pela primeira vez desde que nos conhecemos, Albert não parece o homem intocável da mansão. Parece só alguém esperando uma resposta que pode doer. — Eu preciso ser honesta com você — falo, a voz baixa, mas firme. — Parte de mim quer acreditar. Parte de mim já está cansada de brigar contra isso. Mas outra parte… ainda lembra de cada mulher que subiu essas escadas. Ainda lembra do silêncio depois. Do jeito que você consegue se fechar como se eu não existisse. Ele não desvia o olhar. Só aperta um pouco mais a minha mão. — Eu sei. Eu fiz merda. Mais de uma vez. — Fez. — Assinto. — E eu também não fui inocente. Eu me joguei. Eu pedi. Eu gozei. Eu voltei. Então não é só culpa sua. Mas eu tenho medo de acordar um dia e perceber que fui só a mulher que conseguiu te prender por um tempo. Até você enjoar. Até aparecer outra. Albert solta o ar pelo nariz e se
Última atualização: 2026-08-29
Chapter: Quero namorar com você
Ainda estamos deitados. O corpo dele está colado no meu, o calor constante. Albert desliza para baixo sem avisar e captura um dos meus seios com a boca. A língua gira devagar ao redor do mamilo, depois ele chupa com uma pressão lenta, gostosa. Um arrepio sobe pela minha espinha mesmo com o cansaço. — Albert… — murmuro, passando os dedos no cabelo dele. Ele solta o mamilo com um estalo úmido e olha para cima, os lábios brilhando. — Eu quero namorar com você. A frase cai pesada. Eu pisco, o coração disparando de um jeito completamente diferente. — O quê? — Namorar. — Ele fala com seriedade, sem nenhum tom de brincadeira. Depois desce a boca de novo e chupa o outro seio, mais devagar ainda. A fala sai contra a minha pele: — É sério. Eu te quero só pra mim. Não quero mais ninguém. Não quero mulher nenhuma subindo essa escada. Não quero dividir. Quero você. Fico parada, a mão ainda no cabelo dele, tentando processar. A boca dele continua trabalhando no meu peito, chupando, lambendo,
Última atualização: 2026-08-26
Chapter: Quero que você fique
Acordo no escuro com a sensação de calor entre as pernas. Demoro um segundo para entender. O quarto ainda está fechado, a chuva lá fora agora é só um fio fino batendo no vidro. O corpo dói só de existir. A boceta lateja. O cu lateja mais. E mesmo assim tem uma boca quente e lenta me chupando.Solto um gemido rouco antes de conseguir abrir os olhos direito. A mão sobe fraca e encontra o cabelo de Albert. Ele está deitado entre minhas coxas, as mãos segurando minhas pernas abertas, a língua trabalhando devagar, profunda, como se tivesse todo o tempo da madrugada. Quando percebe que eu acordei, não para. Só levanta o olhar no escuro e continua chupando, mais firme.— Albert… que horas são…? — a voz sai quebrada, ainda presa de sono.— Quase três — ele responde contra mim, a vibração da fala me fazendo tremer. — Acordei com tesão. Você estava rebolando dormindo.A língua sobe até o clitóris e começa a girar em círculos lentos. Dois dedos deslizam para dentro da boceta inchada. O ardor mis
Última atualização: 2026-08-25
Chapter: Ele não para
Desço as escadas com cuidado. Cada degrau acorda a dor. O uniforme parece apertado demais, o tecido roçando na pele sensível. Sinto o gozo dele ainda escorrendo, quente e lento, pela parte interna da coxa. Aperto as pernas por instinto e continuo.A senhora Hargrove está no hall, organizando um vaso de flores. Quando me vê, para o que está fazendo. O olhar desce rápido até minhas pernas e volta para meu rosto. Ela não fala nada por dois segundos longos demais.— Você está bem? — pergunta, a voz baixa. — Está andando estranho.— Tropecei no tapete do escritório — minto, seca. — Só torci um pouco.Ela segura meu olhar. Não acredita. Mas também não insiste. Só solta um “hum” baixo e volta para as flores. O silêncio entre nós fica carregado. Eu sigo para a cozinha de serviço e finjo que preciso organizar os armários só para ficar longe.O resto da tarde é um exercício de disfarce. Cada vez que me agacho, o corpo reclama. Cada vez que subo um degrau, sinto o ardor. E, pior: de vez em quand
Última atualização: 2026-08-25
Chapter: Acabada
Chego na mansão tentando disfarçar. O uniforme está impecável, o cabelo preso, a expressão controlada. Mas o corpo não mente. Cada degrau da escada de serviço me faz prender a respiração. Estou mancando. Leve o suficiente para a senhora Hargrove não comentar na hora, mas o suficiente para eu sentir o ardor a cada passo. A boceta ainda lateja. O cu, então, parece lembrar de tudo com uma precisão cruel.Passo a manhã cumprindo tarefas no térreo, evitando ficar tempo demais em pé. Quando subo para recolher as bandejas do escritório, ele está lá dentro. Albert levanta o olhar assim que entro. O olhar desce rápido pelo meu corpo e para nas minhas pernas. Ele nota. Claro que nota.— Fecha a porta — diz, a voz baixa.Obedeço. O clique da fechadura parece alto demais. Ele se levanta da cadeira, contorna a mesa e vem até mim sem pressa. Para bem perto. O perfume dele me atinge de imediato.— Está mancando.Não é pergunta.— Estou bem.— Mentira. — Ele segura meu queixo com dois dedos, me obrig
Última atualização: 2026-08-25
Chapter: Ele quer algo a mais
* AnaDepois da conversa, o silêncio entre nós fica diferente. Não é pesado. Também não é leve. É só… real.Albert se levanta primeiro. Pega uma camiseta limpa no armário e joga para mim sem avisar. É grande demais, clara, e ainda tem o cheiro dele. Visto em silêncio enquanto ele veste uma calça e outra camisa. Nenhum dos dois comenta o óbvio: que eu estou vestida só com a roupa dele e que minhas coisas ainda estão espalhadas no salão de baixo.— A Hargrove chega em menos de uma hora — ele fala, olhando o relógio. — Se você quiser sair sem encontrar com ela, é agora.— E você vai falar o quê? Que eu passei a noite aqui por causa de uma reunião emergencial?Ele solta um meio sorriso cansado.— Vou falar que te dei folga. Ela não pergunta muito quando eu uso esse tom.Desço as escadas descalça, a camiseta dele cobrindo até o meio da coxa. O salão ainda carrega sinais da noite anterior: uma almofada no chão, o uniforme amassado perto do sofá, a memória do que aconteceu colada nas paredes
Última atualização: 2026-08-25
Dominada pelos dois Alfas que me desejam

Dominada pelos dois Alfas que me desejam

Lina foi levada até a matilha dos lobos e se vê em controle de Roberto, o Alfa, pois ele jurou protegê-la de Logan o líder da matilha das raposas. Logan é obcecado por Lina e deseja marca-la nem que para isso ele tenha que destruir os lobos, Roberto o odeia com todas as suas forças por causa de conflitos do passado que Lina não se lembra. Ela odeia Roberto e se cansa de viver em posse dele, o pai da garota pediu ao Alfa para que cuidasse dela e a transformasse em Loba Alfa. Em uma batalha, ela se aproxima de Logan e começa a preferir ele do que Roberto, mas ambos escondem segredos. Roberto não é ruim como ela imagina, mas é controlador e Logan possessivo. Talvez o coração dela esteja dividido entre os dois Alfas mais perigosos da região.
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Chapter: Lucas e Aurora
Eu me chamo Lucas. Nasci como metade humano e metade raposa de nove caudas. Cresci em uma casa confortável, sou gêmeo de Aurora. Desde cedo, aprendi a conviver com minha natureza dupla. Minhas orelhas e nove caudas eram parte normal da minha rotina, e minha família me ensinou a gerenciá-las com discrição quando necessário. Estudei em boas escolas e, depois, cursei administração na universidade, me preparando para o futuro na empresa do meu pai.Trabalhei ao lado dele durante anos, aprendendo todos os processos, desde a gestão de estoques até as negociações com fornecedores. Quando meu pai decidiu se aposentar, tornei-me o herdeiro e assumi a liderança da empresa. Isso me permitiu manter uma vida confortável, com recursos suficientes para cuidar bem da minha família sem preocupações financeiras constantes.Conheci Clara durante um evento da matilha. Ela participava como convidada de um parceiro comercial e começamos a conversar sobre projetos e interesses em comum. Clara é professora d
Última atualização: 2026-07-10
Chapter: O tempo continuou a passar
O tempo continuou passando, e a vida da família se encheu de novos capítulos. Lucas, com 22 anos, tinha conhecido uma garota da matilha chamada Lira. Ela era forte, esperta e tinha um coração generoso. A primeira vez que ele a trouxe para casa foi em um dia especial — a cerimônia de marcação de Aurora com Higor. A Fortaleza das Raposas estava linda, decorada com flores e lanternas. A matilha se reuniu para celebrar a união de Aurora e Higor. Eu e Logan estávamos ao lado da filha, orgulhosos. Aurora estava radiante, o vestido branco brilhando sob a lua. Higor, nervoso mas feliz, esperava no altar. Logan deu a benção, a voz embargada. — Eu te abençoo, filha. Que sua vida seja cheia de alegria. Eu te amo. Aurora chorou, abraçando o pai. — Eu te amo também. A cerimônia foi linda. Os votos foram emocionantes, as promessas de amor ecoaram. Quando o "sim" foi dito, o aplauso foi caloroso. Depois da cerimônia, a festa começou. Música, comida e risadas encheram o ar. Lucas apresentou
Última atualização: 2026-07-10
Chapter: Aurora
Os anos passaram como um sopro.Lucas e Aurora tinham dezoito anos agora. Parecia impossível, mas ali estavam eles — dois jovens lindos, cheios de vida e personalidade. Eu e Logan estávamos sentados no jardim da nossa casa em Minneapolis, observando os gêmeos brincando com os primos. O sol da tarde iluminava tudo, e o cheiro de grama cortada misturava-se com o riso deles.— Parece que foi ontem que eles nasceram — disse eu, encostando a cabeça no ombro de Logan. — E agora estão indo pra faculdade. Eu tô tão orgulhosa.Logan apertou minha mão, sorrindo.— Eles são incríveis. Lucas sempre foi o protetor, o aventureiro. Aurora a criativa, a sensível. Eles herdaram o melhor de nós dois.Lucas se aproximou, suado da brincadeira.— Pai, mãe, eu tô pensando em estudar Engenharia na universidade. Quero construir coisas. E talvez ajudar na matilha com projetos.Logan sorriu, orgulhoso.— Você tem talento pra isso. Vamos te apoiar. Mas lembre-se de equilibrar com a matilha. O poder das nove cau
Última atualização: 2026-07-07
Chapter: 13 anos depois
Lucas e Aurora tinham dezoito anos agora. Parecia impossível, mas ali estavam eles — dois jovens lindos, cheios de vida e personalidade. A vida tinha sido boa. Eu e Logan continuamos morando entre a Fortaleza das Raposas e nossa casa em Minneapolis. Eu trabalhava como consultora econômica, ajudando a matilha a gerir seus negócios. Logan liderava a matilha com sabedoria, mantendo a paz com os lobos. Os gêmeos cresceram cercados de amor, entre as duas culturas, aprendendo a valorizar tanto a força do lobo quanto a astúcia da raposa. Lucas era alto, forte, com os cabelos escuros do pai e olhos verdes penetrantes. Ele era aventureiro, protetor, sempre o primeiro a defender a irmã. Estava cursando Engenharia na universidade, mas também treinava com a matilha, aprendendo a controlar o poder que herdara. Aurora era elegante, com cabelos castanhos claros e um olhar curioso. Ela era criativa, sensível, apaixonada por arte e história. Estudava Literatura e já escrevia contos sobre mundos
Última atualização: 2026-07-06
Chapter: Os gêmeos
O tempo voou.Lucas e Aurora tinham cinco anos agora. Parecia que foi ontem que eu e Logan nos casamos, que os gêmeos nasceram, que começamos essa vida juntos. Mas ali estávamos nós, no primeiro dia de escola.A escola era uma boa instituição em Minneapolis, com um programa de educação infantil acolhedor. Eu e Logan estávamos no carro, cada um segurando a mão de um filho. Lucas estava agitado, Aurora um pouco mais quieta, mas ambos olhavam pela janela com curiosidade.— Vocês vão amar a escola — disse Logan, sorrindo para o retrovisor. — Vão fazer amigos, aprender coisas novas e voltar pra casa contando tudo pra gente.Lucas pulou no banco.— Eu vou aprender a ler dragões! E a correr mais rápido que o papai!Aurora riu baixinho.— Eu quero desenhar. E fazer amigos.Eu apertei a mão de Logan, emocionada.— Parece que foi ontem que eles nasceram. Agora estão indo pra escola. Eu tô tão orgulhosa de vocês dois.Chegamos à escola. O pátio estava cheio de crianças e pais. Nós descemos, segu
Última atualização: 2026-07-06
Chapter: 5 anos depois
Cinco anos se passaram desde o nascimento de Lucas e Aurora. A vida tinha se transformado em algo que eu mal ousava sonhar. Eu me formei em Economia com honras, trabalhando agora como consultora em uma pequena empresa em Minneapolis, equilibrando o trabalho com a maternidade. Os gêmeos tinham cinco anos agora, cheios de energia, curiosidade e amor. Lucas era o mais agitado dos dois, sempre correndo, explorando, com os olhos verdes do pai e um sorriso travesso. Aurora era mais calma, mas igualmente curiosa, com os cabelos castanhos claros e um olhar que parecia entender tudo. Eles eram inseparáveis, rindo juntos, brigando por brinquedos e dormindo abraçados. Nossa vida era dividida entre dois mundos. Passávamos parte do ano na Fortaleza das Raposas, onde Logan liderava a matilha com sabedoria, e o resto em Minneapolis, na casa incrível que ele havia comprado para nós. Era uma casa grande, com jardim amplo, quartos espaçosos e uma vista para o lago. O lugar perfeito para criar os fil
Última atualização: 2026-07-06
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