Lembro de pensar que meu primeiro amor seria o único, aquele que definiria todos os outros. Aos 16, juraria que nunca sentiria algo tão intenso novamente. Mas anos depois, conheci alguém que me fez questionar essa certeza. Cada amor trouxe algo diferente: um me ensinou paixão, outro, paciência, e outro ainda, como crescer junto. Não acho que haja um único amor da vida, mas sim várias pessoas que, em momentos distintos, foram exatamente o que eu precisava.
Hoje, vejo esses relacionamentos como capítulos de um livro. Alguns foram curtos e intensos, outros longos e tranquilos. Todos deixaram marcas, mas nenhum apagou o anterior. Talvez o amor da vida seja uma coleção de experiências, não uma pessoa específica. E isso não diminui a importância de nenhuma delas.