INICIAR SESIÓNO QUARTO IMPERIUM
"Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava. Dn 7:19.
A história mais comum a respeito da fundação de Roma, diz que: As colinas em volta da cidade de Roma, já eram habitadas por agricultores e pastores há milhares de anos, e que esse povo de costume rural, teria sido ensinado e educado pelo misterioso povo Etrusco, cuja escrita até hoje não foi bem decifrada. Durante um golpe de Estado, houve uma tentativa malfadada de um duplo infanticídio, osquestrada por um rei usurpador da cidade latina de Alba Longa, motivando dessa maneira na fundação da cidade Romana. A ordem do rei usurpador foi de afogar no rio Tibre, os dois filhos gêmeos da sua sobrinha, filha do irmão destronado. Os dois filhos gêmeos da sua sobrinha, que numa manobra extra oficial de salvação, foram colocados dentro de um cesto, e deixados a deriva no rio Tibre, posteriormente chegaram as margens do mesmo rio, aos pés do monte Palatino, onde foram amamentados por uma loba e posteriormente salvos e criados por um pastor que lhes pôs os nomes de Rômulo e Remo. Mais tarde em 753 a.C., Rômulo fundou a cidade que ganhou o seu próprio nome, tornando-se o primeiro rei de Roma, isso depois de matar o seu próprio irmão Remo. Nesse período monárquico que se seguiu, 7 reis (Rômulo - Numa Pompilio - Túlio Hostilio - Anco Márcio - Tarquínio Prisco - Sérvio Túlio - Tarquínio II, o soberbo) subiram ao trono e governaram com um pequeno exército bem organizado; o último rei, foi conhecido como Tarquínio II, o soberbo. A monarquia tornou-se tirânica, e deu lugar à mudanças políticas drásticas, que os levaram a instalar uma república. Em 509 a.C., um grupo de aristocratas expulsaram do cenário político, o último rei; Tarquínio II, o soberbo. No tempo dos 7 primeiros reis, Roma era uma pequena povoação, que se limitava a guerras locais e pequenas disputas com seus vizinhos próximos, tornando-se ainda no século 5 a.C., uma importante cidade - Estado. No século 3 a.C., o rei grego conhecido como Pirro de Épiro, não foi nada feliz ao enfrentar a obstinada Roma, sendo derrotado em 275 a.C., nesse embate entre Roma e os gregos na Itália, Cartago cordialmente ofereceu, quem diria; ajuda militar aos romanos! É por essas e outras que aqui deixo registrado as palavras do pensador Maquiavel: "Em politica, os aliados de hoje, são os inimigos de amanhã. A partir da década de 280 a.C., os romanos começaram a interferir nos assuntos políticos da grande Grécia dominante e dividida no mundo. Nos tempos que seguiram a república, os desafios de guerra exercitaram aquela que algum tempo depois, após reduzir o poder da cidade - Estado de Cartago da África do Norte, nas três guerras púnicas... Em 241 a.C., se apoderou da Sicília, Sardenha e Córsega, possessões de Cartago, a partir desses episódios, Roma seria considerada a senhora do Lácio e do Mediterrâneo. "O quarto reino será forte como o ferro, pois o ferro a tudo quebra e esmiuça; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará.
No ano 200 a.C., declarou guerra contra a poderosa Macedônia, transformando-a em duas províncias na quarta guerra em 148 a.C.. Em 190, a república romana venceu na batalha de Magnésia, ninguém menos que o dominador Antioco III Magno, rei selêucida do imperium grego, que teve como conselheiro o general cartagines Aníbal Barca transformando o reino selêucida em vassalo e finalmente o subjugando como província no ano 64 a.C.. Deste ano em diante (190) inicia-se inevitavelmente um curioso imperialismo romano, que passara a destruir em suas campanhas militares, cidades importantes como as de Cartago e de Corinto em 146 a.C., as reduzindo em monturos, deixando seus habitantes mortos e sendo vendidos como escravos. Com esses escandalosos genocídios; os romanos ricos tornaram-se os principais latifundiários nos continentes, tudo isso entre outras coisas; para exemplo e perplexidade do imperium grego dominante: "O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. A partir do ano 146 a.C., não havia na bacia do Mediterrâneo, qualquer potestade que contestasse sua hegemonia ou desafiasse a grandeza militar de Roma, os poucos Estados gregos "independentes" que ainda restavam como a Síria e o Egito, se esforçavam para não desagradar a senhora do Lácio - Mediterrâneo - Europa - África - Oriente Médio e Ásia menor. No ano 64 a.C., a Síria tornou-se uma província romana liderada por Pompeu, durante a terceira guerra Mitridática, ocupando o lugar do antigo reino do norte (Síria). Por terem a disposição uma máquina militar muito eficiente e uma vasta multidão de soldados, os romanos podiam ao mesmo tempo combaterem em várias frentes de batalhas, obtendo muitos e lucrativos êxitos, tinham também uma grande capacidade de se recuperarem das suas perdas. Essa declaração imperialista resume bem a essência do espirito romano; "Lembra-te, romano, que é a ti que te cabe governar as nações. Esta será a tua tarefa: Impor os caminhos da paz, perdoar os vencidos e domar os orgulhosos pela guerra". Com o assassinato do ditador Júlio César em 44 a.C., provocado pelos senadores romanos, que tinham aversão por monarquias e reis, precipitaram o sistema político republicano e o Status Quo que tanto defendiam, em uma guerra civil de grandes proporções, fazendo mergulhar à todos; em um quarto imperium, que duraria até o ano 476 d.C., assim chegou o fim da república. No ano 30 a.C., cumpriu-se uma importante profecia de Daniel 11:40-45: O emergente império romano (agora reino do norte) liderado por Otaviano, sobrinho do ditador assassinado, trava uma guerra feroz e decisiva contra o último estado grego independente; inundando-o com carros - cavaleiros e muitos navios o reino do sul (Egito) e o transformando em província. Entre 63 a.C. e 6 d.C., a Judeia foi um principado vassalo de Roma, a partir do ano 6 d.C., Roma, entrou também na Judéia e a transformou em província, até a destruição da cidade e do Templo: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares contra o glorioso monte santo: mas chegará ao seu fim e não haverá quem o socorra.
Dentro do alto imperium, no ano 70 d.C., ocorreu o cumprimento de uma esperada profecia Bíblica; no ano 66 d.C., aconteceu uma revolta provinciana dos judeus contra o imperium. O general Vespasiano sitiou a cidade rebelada de Jerusalém, cumprindo-se a risca o inicio dessa profecia; "Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabeis que está próximo a sua devastação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que se encontrarem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem nos campos, não entrem nela. Porque estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Ai das que estiverem grávidas naqueles dias! Porque haverá grande aflição na terra e ira contra este povo. Cairão a fio de espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles. Céstio Galo, o general do legado romano da Síria provinciana, a mando do imperador Nero, foi o primeiro a ser enviado à Judeia para esmagar a rebelião, no entanto foi confrontado com tanta fúria pelos judeus, que foi obrigado a partir em retirada com a perda de 6.000 homens e muitas armas e cavalos, morrendo pouco tempo depois, debaixo de muita vergonha por essa derrota, isso à vista dos olhos atentos de Roma. Com essa vitória temporária, os judeus se sentiram invencíveis com uma falsa sensação de segurança, atribuindo o êxito ao TODO-PODEROSO, talvez pensassem no presente momento, que eram como os macabeus que enfrentaram os exércitos de Antioco Epifânio IV, no período helenístico no século 2 a.C., com relativo êxito. Então o imperador enviou imediatamente o general Vespasiano, que sitiou a cidade revoltada. É importante que seja notado no cumprimento histórico desta profecia; uma breve pausa que houve ao cerco da cidade de Jerusalém no ano 68, devido ao suicídio do então imperador Nero, quando houve a necessidade da coroação à Vespasiano como imperador nomeado e proclamado, nesse momento o general levantou o cerco e partiu para Roma com seus soldados para a posse mais importante da sua vida, satisfazendo o desejo e a necessidade presente do coração do imperium, que sofria com a desestabilidade política com a auto proclamação dos 3 imperadores; Galba - Otão - Vitélio. Porém, ao deixar o cerco, prometeu voltar... Essa foi a pausa, esse foi o sinal profético de um grande livramento para aqueles judeus-cristãos que estavam apercebidos da profecia aterradora, e saíram imediatamente da cidade condenada a destruição, quem estava fora, não adentrou a cidade, dai a grande necessidade de se dar crédito as profecias do SENHOR. No entanto, para uma multidão condenada a morte, talvez a retirada de Vespasiano com suas tropas, tenha sido entendido como um ato de cansaço e covardia do general e do imperium e "vitória" do povo que não creu na profecia; acontecendo que aqueles que estavam fora da cidade, adentraram para morrerem ou serem escravizados e os que estavam dentro dela, não saíram para a própria ruina deles. Na páscoa do ano 70 d.C., as tropas inundantes do imperium romano, sobre o comando do general e futuro imperador Tito, retornaram a Jerusalém com um único objetivo; após 5 meses de assédio militar, praticaram um bárbaro genocídio; os muros foram derrubados, a cidade devastada, o Templo incendiado com seus adoradores, foram mais de 1 milhão e 100 mil mortos e quase 100 mil escravizados, cumprindo-se um total de tempo de 3 anos e 6 meses de guerra, conforme a profecia de Daniel 7:25. Nos anos 132 à 135, houve uma terceira e derradeira revolta em Jerusalém, comandada por Bar-Kokhba, que foi esmagada por ordem do imperador Adriano, sendo o Estado judeu destruído pela raiz. No lugar que fora edificado o 2º Templo, ergueu-se nessa ocasião um templo dedicado a júpiter. Foram desterrados de sua pátria, isso debaixo de decretos sobre pena de morte para todo judeu que voltasse a cidade de Jerusalém, que teve inclusive o nome mudado para Aélia Capitolina, o resultado final, foi outro genocídio de quase 600.000 judeus na Palestina. Foi a última tentativa de inssurreição contra o imperium dominante, cumprindo-se a palavra profética que disse; "Porque esses dias são de vingança para se cumprir tudo o que está escrito; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles. Desde o ano 70 até 1948, os judeus andaram errantes sobre a face da terra, sem independência, sem pátria, muitos governos desde então, tiveram autoridade sobre a palestina, menos os donos legítimos. Em 1948, renasce das cinzas o Estado de Israel, cumprindo-se igualmente as palavras proféticas, indicando a iminência da volta do SENHOR; "Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te. Depois da dispersão (diáspora) que se seguiu após tais intervenções gentílicas no passado, vemos no presente momento; um segundo êxodo israelita de entre as nações aos assentamentos em Israel, que tem deixado os palestinos, a ONU, as nações esquerdistas e muçulmanas em polvorosa, um verdadeiro florescimento da figueira profética que completa 70 anos como Estado em 2018. Podemos dizer que as duas testemunhas que enfrentarão o último anticristo (profanador do 3º Templo) serão representantes das duas casas de Israel que já estão sendo unidas nos assentamentos. Para todos aqueles que desprezam Israel em seus corações, terão que amargar este fato já em andamento e prestes a realizar-se por completo, ademais terão que amargar primeiramente a construção do 3º Templo, que será a largada inicial para o cumprimento das últimas profecias Bíblicas.
Na antiguidade de Roma, após uma crise da politica monárquica, instalou-se a república romana. Após a crise do então vigente sistema republicano nos dias de Júlio César, instalou-se pouco tempo depois o inevitável imperium. Já nos tempos modernos, após a queda do quarto imperium em 476, com a deposição do último imperador Rômulo Augusto; a política mundial vem sofrendo algo semelhante em sua transformação, assim como na evolução natural da política romana desde os seus primórdios; monarquia - república - imperium; a diferença entre as duas transformações é que; a antiga foi natural - a moderna é pura aplicação dos poderosos, pelas experiências políticas acumuladas, bem como com a arte da guerra, ensinada pelo oriental Sun Tzu e que são estudadas e aplicadas no mundo moderno com grandes artifícios de infiltração política no coração dos principados inimigos, artificio tal que receberia de Sun Tzu, suas mais sinceras congratulações. Em quase todo o mundo as monarquias que se estabeleceram após a dissolução do antigo imperium, foram levadas ao fracasso tal como na Rússia - Itália - França - impérios como da Alemanha - Austro, Húngaro - Otomano - Japonês - Persa... Abrindo caminho para as instalações das repúblicas parlamentaristas. Agora percebe-se que em quase todo o mundo, as repúblicas estão sendo também levadas ao fracasso (exceto nas poucas repúblicas residenciais dos novos dominadores) isso significa que a virada política, não está longe do surgimento do último imperium "gentílico" mundial, predito nas Escrituras: "Quanto ao que viste dos pés e dos artelhos, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, será 1 reino dividido. Depois da queda do quarto imperium romano ocidental em 476 d.C., levantaram-se reis bárbaros na Itália (Odoacro - Teodorico - Atalarico - Theodahad) até a reconquista do imperium bizantino na Itália em 536 à 565 d.C., formando até o século 14, algumas cidades - Estados, incluindo Roma, forjando posteriormente o Sacro Império Romano-Germânico, uma liga de países cristãos Europeus, não antes da unificação cristã por Carlos Magno na idade média. Ainda não houve na terra o estabelecimento de 1 reino unificado, divididos em 7 super nações ou blocos (7 cabeças). Os reinos independentes e monárquicos que se formaram desde a queda do imperium; 90% já transitaram para o sistema republicano e continuam independentes até o presente momento, porém não longe da formação de 1 único reino, dividido em 7 blocos políticos-militares (cabeças) de nações e unificados com 10 representantes do poder - o soberano e o falso profeta: Entrementes, no presente momento, podemos vislumbrar desde 1992 pelo menos 1 bloco (socialista) já formado com essas características, e um candidato a líder, caindo nas graças da União Europeia. Muito provavelmente o motivo pelo qual o Reino Unido deixou a União Europeia (reincidência do século 16 da Inglaterra de Henrique VIII) forjando uma nova reconfiguração geopolítica do porvir; seja pelo fato de pretender integrar outro bloco de ferro político-militar com os americanos e israelenses ou o próprio Reino Unido tornando-se um bloco de ferro. De fato os senhores deste mundo, estão com muitas saudades dos tempos das pernas de ferro... Entretanto conseguirão apenas formar mediante casamentos políticos arranjados e com guerras programadas e articuladas; um reino dividido em blocos de barro (socialismo) e blocos de ferro (capitalismo) que se fundirão em um único reino dividido em 7 blocos com 12 soberanos, em face da nova geopolítica, que rapidamente se forja diante de todos os olhos e dentro das cabeças ideológicas. Em política, apenas os ingênuos acreditam incondicionalmente em ideologias... Sem assimilarem à política como um jogo de poder dominador. A política imperialista utiliza a revolução de infiltração conspiratória ou armada com a arte da guerra, apenas como um meio de uso para domínio e expansão política territorial, nunca como um fim de objetivos pessoais ou partidários. Che Guevara e Tróstski romantizaram ao extremo a ideologia socialista marxista, Fidel Castro e Stalin nem tanto, posto terem sido políticos que entenderam e se adaptaram aos dois polos dominantes, uma vez que o socialismo mundial sempre encontrou-se plenamente alinhado e irmanado com o grande capital... Entrementes, o novo imperium dominador, levanta heróis ou ideologias como o nazismo - socialismo, bem como grupos terroristas, alimentando-os ou abatendo-os sendo necessário, conforme os planos dos sábios da nave mãe imperialista vestida de púrpura liberal – social e "democracia", aumentando o “mistério” com a declaração do próprio general Patton das forças Norte-Americana: “Lutamos contra o inimigo errado. No entanto o que Patton e seus comandados jamais entenderam: É que não havia qualquer inimizade entre os senhores que provocaram a segunda grande guerra, mas sim um único e firme propósito de dominarem o mundo moderno, posteriormente forjando incidentes diplomáticos que provocariam suspeitas e apreensões internacionais como a “invasão” da baía dos porcos em Cuba. O único líder politico e religioso da atualidade que afrontou e incomodou o império dos dois polos até o presente momento, foi o terrorista Osama Bin Laden, que junto com os mujahidins expulsou a URSS do Afeganistão com o apoio do tio Sam e num jogo posterior politico de reviravoltas, passou a promover atentados terroristas em embaixadas americanas ao redor do mundo e por fim na própria América, atraindo o colosso bélico, supôs invocar um armagedom no Afeganistão; até que choveu bombas estadunidenses sobre sua cabeça e foi morto em 2011; no mesmo ano da morte do ditador e terrorista Al Kadafi na primavera árabe. A guerra fria foi um projeto de poder mundial dos novos dominadores pós 2º guerra, que dividiram o mundo entre liberalismo e esquerdismo para dominá-lo por completo... A velha e infalível arte da guerra já fora utilizada pelo gênio militar Júlio César a.C.; "Dividir para conquistar". A esquerda no poder nacional quebra as empresas privadas e estatais e depois pelo sufrágio popular em decepção; entram os liberais como salvadores e entregam tudo ao capital dos dominadores, assim o projeto de poder inicial da guerra fria, levará o mundo a última ditadura... Vietnã do sul e do norte - Alemanha ocidental e oriental - Coreia do sul e do norte... Guerras – revoluções e contra revoluções que foram financiadas em volta do mundo pelos dois polos do norte à leste e oeste. Nas "democracias" amadurecidas como eles costumam dizer; o projeto de divisão de poder é levado a efeito pelos partidos opostos entre si e instalados nos poderes nacionais, que pela subserviência imposta pelo subsidio injetado, trabalham em favor do império dos dois polos geopolíticos dominadores, sendo tragados pelo grande poder mundial do capital internacional, representado simbolicamente dentro das profecias bíblicas; pelos dois polos do poder mundial imperialista ou os dois pés da estátua de Daniel 2: EUA e Rússia, que financiaram suas revoluções e contra revoluções, dentro de uma aparente inimizade, quando na verdade conquistavam o globo com suas guerras por procurações... Os recursos das nações e a sede de poder imperialista foram o motor de popa do estratagema ao grande domínio...
Na antiguidade antes de Cristo, quatro povos dominaram politicamente e militarmente o mundo: Babilônios - Persas - Gregos - Romanos. Nesta era cristã, após a queda do império romano ocidental, duas religiões, juntamente com as monarquias ocidentais e orientais que as carregavam nos colos, dominaram o mundo confrontando-se simultaneamente (cruzadas) até serem subjugadas políticamente a partir dos séculos 17 e 18 por um sexto dominador político muito eficaz nas revoluções que se seguiram, primeiramente na Inglaterra, espalhando-se pela Europa e alhures, com ideologias políticas socialistas e liberais ao mesmo tempo, que já estabeleceu no mundo dois polos políticos que hoje aparentemente são desunidos, mas que na verdade são bem unidos e dominados pela mesma casta supremacista, vencedora de todas as fronteiras - nacionalidades e religiões, não obstante a aparente divisão da engenhosa guerra fria, que serviu e foi usada como estratagema da arte da guerra, para dominarem o restante do globo pelas guerras pontuais e locais com armas poderosas entre o restante das nações do mundo que foram divididas ideologicamente com propagandas maciças e eficazes, a velha e infalível arte: Dividir para conquistar! O reino dos dois pés (representados pelos EUA - Rússia) de ferro (capitalismo) misturado com barro (socialismo) da estátua do sonho do rei Nabucodonosor, bem resumido na quadra do vidente: “Quando aqueles do polo norte estiverem unidos, no leste haverá um receio grande... Um dia os dois grandes chefes serão amigos, a nova terra terá atingido o auge do seu poder. Para o homem de sangue o número repete-se...”. No passado; dois polos de poderes políticos imperialistas em duas capitais foram representados pelas duas pernas de ferro; Roma e Constantinopla. Num breve futuro será uma grande surpresa para muitos, visto ser o poder oculto de uma pequena elite supremacista, vencedora da antiga ordem imperialista - nacionalista ou cristã, que sairá das sombras das belas torres de marfim, "materializando-se" diante dos olhos sofridos e atônitos de todo o mundo, lhes ofertando uma pax "duradoura", estabelecendo com grande êxito: O Último Reino de ferro misturado com barro.
A política racial do terceiro Reich falhou desde seu fundamento na concepção de procurar estabelecer uma supremacia racial a todos os arianos e La grand Germanie, com o intuito de dominar o mundo; esse plano por natureza nasceu impraticável – sonhador – romântico – delirante ou maldosamente premeditado... Ainda mais num momento em que a maior força liberal mundial política, há tempos levantara-se e lutava com grandes êxitos contra todas as fronteiras e nacionalidades, promovendo a miscigenação sistemática entre os povos, inclusive entre os próprios arianos, excetuando com maiores dificuldades o povo do império japonês, subjugado posteriormente pela espada do poderoso – formidável – implacável inimigo racial. A prática rígida em unidade de propósitos da supremacia racial, só foi possível para uma elite relativamente oculta e aristocrática, detentora de grandes riquezas e de grandes influências políticas no mundo inteiro desde milênios passados, tornando-os por excelência senhores sobre todos os outros povos miscigenados nos últimos séculos... Fazendo de peões, os membros do seu próprio povo e até mesmo sacrificando-os como meios para muitos fins gloriosos de maiores conquistas econômicas e geopolíticas mundiais futuras.
POSFÁCIO Cântico de lamentação sobre a NWO: “Tempos depois sobrevieram-nos temores horríveis e degradantes no primeiro ai; em especial quando se abriram os portais do poço do famigerado abismo e foram soltos aqueles demônios irracionais - enlouquecidos, vejam como toda a nossa dignidade real é varrida pela tempestade furiosa do Senhor Sete, qual casa sendo varrida pelos ventos impetuosos, nossos sentimentos de paz e segurança mundo-social se desfazem como cera perto da chama ardente. Agora vemos nossas nobres e importantes vidas se definhando em convulsões desastrosas sobre o magnifico reino e nossos corpos... Somos prisioneiros em tempos de sofrimentos – dores – torturas - logo nós que labutamos durante séculos, através dos nossos formidáveis sábios ancestrais, para esse tempo glorioso de evolução s
EPILOGO "Mas eu, (anjo) te declararei o que está expresso na Escritura da verdade. (Dn 10:21). De fato é curioso e intrigante para qualquer mente humana a mera tentativa de elucidar tamanho mistério. Com a declaração do cabeçalho surge a seguinte questão: Os eventos - guerras - revoluções - elevação e quedas de reinos, que aconteceram, acontecem e acontecerão, são resultados de estarem determinantemente escritos, ou DEUS por ser sabedor dos mesmos eventos os escreveu, ou as duas coisas juntas? O super-homem dos quadrinhos criado as vésperas da 2º grande guerra mundial em 1938 e passado para os desenhos e telas do cinema mundial, é no mínimo bastante sugestivo, “profético” e curioso no que concerne aos objetivos dos senhores deste mundo, que sempre tiveram por finalidade estabelecer uma nova ordem mundial de coisas, que em sua essência são intenções repetidas desde os tempos antigos. A Assíria, co
FIGURAÇÃO PROFÉTICA DO APOCALIPSE Abismo: Prisão espiritual - calabouço dos espíritos enlouquecidos e extremamente perigosos. Absinto: Amargo - penoso - sofrido. Água: Palavra de DEUS - batismo - lavagem pela Palavra. Ais: Pesares - dores - sofrimentos - flagelos. Alfa: Primeira letra do alfabeto grego - principio. Apocalipse: Revelação. Armagedom: Lugar da decisão - grande guerra - batalha final - mãe de todas as guerras - ponto geográfico (palestina). Azeite: ESPIRITO SANTO - unção. Besta: Reinos - poder politico - impérios. Besta que sobe do mar: A nova ordem mundial - 7 (cabeças) super nações - re
70 ANOS DO ESTADO DE ISRAEL Nesse ano de 2018, será comemorado o septuagésimo aniversário da criação do Estado de Israel, desde já antecipo minhas congratulações... Lembrando e discorrendo a respeito dos seus primórdios e importantes fatos desta era cristã: "As duas maiores transformações político-religioso-social desta era cristã, se deram a partir das perseguições e proscrições ocorridas na cidade de Jerusalém, no inicio desta era cristã: Começando pelas perseguições com que alguns israelitas assolaram os cristãos (partindo de Estevão) com a ajuda do império... Porém nenhum deles; romano ou israelita jamais suspeitaram que tudo isso só contribuiria para o crescimento espantoso da religião cristã, cumprindo-se essa máxima curiosa: “Qualquer que seja o movimento; é necessário haver inimigos para fortalecer-se” - bem como contribuiria para a derrocada do próprio império ( o qual alguns israelitas imaginando serem o próprio Messias, proc
A ÚLTIMA DITADURA "Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca da besta ou o número do seu nome. Segundo as profecias bíblicas, será suprimida e rechaçada toda e qualquer forma de liberdade que os governos ditos liberais - neoliberais e iluministas implantaram no mundo, após o fracasso orquestrado das últimas monarquias cristãs e dos últimos impérios nacionalistas. Por intermédio desta velha ordem republicana falida e mergulhada no caos, na confusão e anarquia generalizada em seu auge provocada pela terceira grande guerra, subirá ao poder do mundo; um governo imperialista comuno-fascista-ditatorial, mascarado com boas intenções à moda Maquiavélica. Um governo centralizado com 10 reis e o último anticristo e seu auxiliar, que
A QUARTA VOZ "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no SENHOR. Sim, diz o ESPÍRITO, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham. Eis um grande prenúncio profético do ESPÍRITO SANTO, no tocante as ondas inimigas que se levantarão mais uma vez contra o povo santo de DEUS, num futuro bem próximo após a construção do terceiro Templo e a eclosão da terceira grande guerra. A sociedade moderna degenera-se numa rapidez estonteante, não se apercebem que caíram nas funestas armadilhas do arquienganador. A quarta voz faz também alusão aos fieis que estarão avançados em dias e que descansarão no SENHOR. Porém, o ponto alto da mensagem é a perseguição infligida pelo poder terreno narcisista - racista - cruel - que em sua natureza é antijudaico e anticristão, que se levantarão para cumprir a profecia de Daniel 12:11, onde profanarão mais uma vez o 3º Templo em Israel, prestes a se