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APRENDA A SOBREVIVER

last update Data de publicação: 2026-08-16 00:52:16

~MILA~

—Levanta a arma de novo.

Soltei o ar pelo nariz e olhei para Alessia com cansaço.

—Acho que já ficou claro que sou péssima nisso.

—E se continuar abaixando a arma toda vez que alguma coisa não sair como você quer, também vai ser péssima em sobreviver.

Resmunguei baixinho, mas obedeci.

O metal pareceu pesado entre minhas mãos enquanto eu voltava a mirar nos alvos colocados ao fundo da clareira atrás da cabana.

Alessia permanecia diante de mim com os braços cruzados e aquela express
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Último capítulo

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C110: POR QUE ELA CRIA EXPECTATIVAS NELE?

    ~MINA~Havia se passado um dia desde nossa discussão e, embora nenhum de nós tivesse dito isso em voz alta, Artem e eu estávamos nos evitando com bastante eficiência. Depois do que aconteceu na cozinha, ele foi embora e não voltei a vê-lo durante o resto do dia.Denis trouxe Emiliano de volta à tarde, depois da festa do pijama, e, desde então, havíamos ficado apenas nós dois no apartamento. Artem não ligou para avisar que voltaria, nem eu lhe mandei mensagem para perguntar onde estava.Se queria se afundar no trabalho para não me ver, perfeito. Eu também não pretendia persegui-lo por Chicago inteira para obrigá-lo a se comportar como meu maravilhoso e perfeito marido.Na noite seguinte, eu estava preparando o jantar enquanto Emiliano brincava com seus carrinhos na sala quando ouvi a porta se abrir. Levantei a cabeça quase por reflexo e Artem entrou alguns segundos depois.Nós nos olhamos. Ele parecia exatamente como sempre, sério, tranquilo e com aquela cara de homem que não se abalav

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C109: PODE FICAR TRANQUILO

    ~ARTEM~Eu havia acordado antes de Mina e, durante alguns minutos, fiquei deitado observando-a dormir entre meus lençóis, com os cachos escuros espalhados pelo travesseiro e uma tranquilidade no rosto que eu não via com muita frequência.Havia algo perigosamente fácil naquela imagem, algo parecido demais com uma cena à qual eu poderia me acostumar se me permitisse pensar muito a respeito. A noite anterior também não havia acontecido como nenhum de nós havia planejado. Havíamos dito que seria uma única vez, uma noite para nos livrarmos do desejo que vínhamos acumulando havia semanas, e depois continuaríamos com o acordo exatamente como antes.Mina havia deixado claro que era isso que queria, e eu não pretendia me transformar no imbecil que, depois de conseguir ir para a cama com ela, acordaria tentando convencê-la a mudar suas próprias regras só porque eu havia gostado muito mais do que deveria.O problema surgiu quando me lembrei de que, em algum momento da noite, havíamos perdido com

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C108: NÃO PENSAMOS DA MESMA FORMA

    ~MINA~Acordei envolvida nos lençóis de Artem, ainda meio sonolenta e com uma sensação de bem-estar tão intensa que, durante alguns segundos, nem sequer quis me mexer. O quarto estava tranquilo, a luz da manhã se infiltrava pelas cortinas e meu corpo parecia me lembrar, por conta própria, de tudo o que havia acontecido durante a noite.Sorri contra o travesseiro antes que pudesse evitar.Havíamos dito que seria uma única vez. Uma noite para nos livrarmos daquele desejo que vínhamos acumulando havia tempo demais e depois continuar exatamente como antes, respeitando as regras do acordo. O problema era que, deitada na cama dele depois de ter passado provavelmente a melhor noite da minha vida, aquela ideia já não me parecia tão boa quanto quando a propus.Ainda não sabia exatamente o que queria, nem pretendia começar a falar de grandes sentimentos depois de uma única noite juntos, mas tinha certeza de que não estava com vontade de fingir que aquilo havia sido apenas sexo.Havia sido confo

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C107: UM PROBLEMA QUE NÃO PREVI

    ~ARTEM~ —Sou eu —respondeu Mina depois de alguns segundos, e eu não consegui esperar mais. Meu pau doía como uma tortura por penetrá-la, mas eu não ia ser um filho da puta que aguentaria tudo na base da força. Eu sabia muito bem o que isso significava para ela. Ela não era uma virgem cuja pureza eu precisava proteger, mas eu sabia que era a primeira vez que ela faria sexo sem ser forçada, e droga... eu queria dar a ela a melhor primeira vez da vida dela, mesmo que ela pudesse se arrepender no dia seguinte, ou que continuássemos com o nosso acordo e eu nunca mais pudesse tê-la na minha cama. Pelo menos eu esperava que, se no futuro ela estivesse com algum outro idiota sortudo o suficiente para conquistar seu afeto e seu corpo, ela sempre se lembraria deste momento, e esse idiota teria que se esforçar mais para corresponder às minhas expectativas e superar este momento. «Maldita seja!», pensei quando, de repente, estranhos sentimentos de ciúme me atacaram; Uma reação ridícula

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C106: PRIMEIRA VEZ

    ~MINA~Oh, Deus.Nunca na minha vida havia sentido uma sensação igual àquela.Desabei sobre a mesa, com a respiração ofegante, e senti Artem deslizar os dedos para fora de mim e depositar um beijo na parte interna de cada uma das minhas coxas.—Venha aqui —disse, acomodando minhas coxas trêmulas ao redor de sua cintura enquanto me envolvia com os braços para me levantar da mesa.Enlacei os braços ao redor de seu pescoço e ele me beijou profundamente.Gemi, sentindo o gosto do meu orgasmo em sua língua. Meus quadris se moveram instantaneamente contra ele, fazendo minha intimidade nua roçar a rigidez quente sob sua calça.Não consegui evitar um gemido mais alto, imaginando tudo aquilo dentro de mim ou em minha boca.—Gosta de sentir seu próprio gosto na minha língua? —perguntou, enterrando os dedos nos meus cabelos e inclinando minha cabeça para aprofundar o beijo.—Mmm... —suspirei enquanto nossas línguas se entrelaçavam—. Quero fazer o mesmo com você.Senti a reação que minha confissã

  • A Gordinha Que Domou um Mafioso   C105: NOITE DE NÚPCIAS

    ~ARTEM~Não precisei que repetisse duas vezes. Éramos adultos, esposos perante a lei e... porra, eu não ia continuar negando o inegável.Eu também a desejava e, se ela estava de acordo, quem era eu para negar isso a ela? Quem era eu para negar aos nossos corpos o que eles desejavam e precisavam?Dei um passo largo, encurtando a distância entre nós, segurei-a pela nuca e a puxei para mim, tomando a boca dela com a minha, beijando-a como se estivesse faminto por ela e deixando claro que a desejava mais do que ao meu próximo suspiro.Os lábios dela eram macios e urgentes, e eu me pressionei contra ela, sentindo o calor, a necessidade e a promessa de tudo o que estava por vir.No início, ela ficou imóvel, surpresa com o meu ímpeto repentino, mas, segundos depois, a boca dela se movia junto à minha e suas mãos se agarravam com força ao meu pescoço, enquanto eu aprofundava o beijo.Mina gemeu e suspirou na minha boca quando nossas línguas se entrelaçaram. Meus quadris se sobressaltaram ao p

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