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đŸ„€CapĂ­tulo 34đŸ„€

Autor: Anny Lago
last update Fecha de publicaciĂłn: 2025-09-12 08:11:09

●Aneliese Moore ●

Eu me encaro no espelho, e a figura que me devolve o olhar parece uma estranha. NĂŁo sou exatamente eu, mas a versĂŁo de mim que coloco como uma mĂĄscara para ocasiĂ”es como esta. É a Aneliese que minha famĂ­lia espera ver: maquiagem leve, com um toque de blush e um batom sutil, cabelos meticulosamente trançados em uma trança lateral que levou mais tempo do que eu gostaria de admitir para ficar perfeita. Meu vestido, um verde-ĂĄgua esvoaçante, dança suavemente com o movimento, e os
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Último capítulo

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   Último capĂ­tulo

    ☆ Narradora.☆Era o aniversĂĄrio de Alexander.E, como jĂĄ havia se tornado tradição, um jantar havia sido preparado com cuidado para reunir a famĂ­lia e alguns amigos que, ao longo dos Ășltimos anos, deixaram de ser apenas conhecidos para se tornarem parte daquele nĂșcleo peculiar e inseparĂĄvel. A casa estava viva, preenchida por vozes, risadas e aquela energia que sĂł encontros assim eram capazes de criar.Nos jardins da mansĂŁo, sob uma iluminação suave que se espalhava entre as ĂĄrvores e refletia delicadamente sobre as mesas organizadas, os adultos conversavam de forma animada. Taças tilintavam ocasionalmente, histĂłrias eram contadas, memĂłrias revisitadas, e havia uma leveza no ar que tornava tudo mais fĂĄcil, mais simples. Era raro, aquele tipo de noite em que tudo parecia estar exatamente onde deveria.Mais afastado, Lucca estava encostado em uma das colunas, conversando com Alicia, sua namorada. Havia algo diferente nele agora — nĂŁo apenas na forma como se portava, mas na maneira como

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   PenĂșltimo capitulo

    ☆ Nadadora ☆Da vida selvagem da savana africana, onde o dourado da terra se encontrava com o cĂ©u em um horizonte infinito e indomĂĄvel, eles deslizaram de volta para um cenĂĄrio completamente diferente — o brilho intenso e quase hipnotizante de TĂłquio. Mais especificamente, para as ruas de Ginza, onde o luxo se manifestava em cada detalhe, em cada vitrine, em cada reflexo de luz que dançava sobre o asfalto polido. Era como sair de um mundo primitivo e pulsante para mergulhar em outro, igualmente vibrante, mas moldado pela precisĂŁo, pela tecnologia e por uma elegĂąncia moderna que parecia nĂŁo conhecer limites.A ideia havia sido de Aneliese.E, como tantas outras vezes, Alexander nĂŁo hesitou em concordar.Havia algo naquele contraste que a atraĂ­a — a transição entre extremos, entre o selvagem e o sofisticado, entre o silĂȘncio da natureza e o ruĂ­do controlado de uma das cidades mais vivas do mundo. Ela queria velocidade outra vez, queria sentir a adrenalina correndo em suas veias
 mas, de

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   Capitulo 160

    ☆ Narradora ☆A recepção havia ganhado vida prĂłpria.As luzes delicadas, penduradas como constelaçÔes artificiais sobre o espaço aberto, brilhavam com intensidade suave Ă  medida que o cĂ©u mergulhava de vez na noite. O som das conversas, das risadas e da mĂșsica preenchia o ambiente com uma energia vibrante, quase palpĂĄvel, como se cada pessoa ali carregasse um pedaço da alegria que havia sido selada no altar.Mesas elegantemente dispostas ocupavam o espaço, adornadas com arranjos florais que seguiam a mesma paleta suave da cerimĂŽnia, enquanto velas dançavam em pequenos recipientes de vidro, refletindo luz dourada nos rostos dos convidados. O aroma leve das flores se misturava ao do mar, criando uma atmosfera envolvente, acolhedora, impossĂ­vel de ignorar.No centro de tudo, Aneliese estava cercada.Risos, abraços, palavras rĂĄpidas de felicitaçÔes — tudo acontecia ao mesmo tempo, como uma corrente contĂ­nua de afeto. Seu vestido ainda fluĂ­a com leveza a cada movimento, mas agora havia alg

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   Capitulo 159

    ☆ Narradora ☆O som suave dos instrumentos surgiu quase como um sussurro, discreto no inĂ­cio, mas impossĂ­vel de ignorar. A melodia da marcha nupcial começou a se espalhar pelo ambiente, preenchendo cada espaço, cada respiro, como se o prĂłprio ar tivesse sido tomado por aquela mĂșsica. As conversas cessaram gradualmente, os olhares se voltaram em unĂ­ssono para o inĂ­cio do caminho coberto de pĂ©talas, e, por um instante, o mundo pareceu se aquietar em reverĂȘncia.E entĂŁo
 ela apareceu.Aneliese surgiu no inĂ­cio do corredor como uma visĂŁo cuidadosamente moldada entre sonho e realidade. Seu vestido era de uma delicadeza quase irreal, confeccionado em renda fina que desenhava padrĂ”es suaves sobre o tecido leve e esvoaçante. O decote em V profundo valorizava sua silhueta com elegĂąncia, sem jamais ultrapassar o limite do bom gosto, equilibrando sensualidade e sofisticação de forma impecĂĄvel. A saia fluĂ­a em camadas sutis, acompanhando o movimento de seus passos, como se o prĂłprio vento a condu

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   Capitulo 158

    ☆ Narradora ☆O grande momento finalmente havia chegado, e Aneliese sentiu o frio na barriga como se o prĂłprio tempo tivesse decidido parar apenas para observĂĄ-la. As borboletas em seu estĂŽmago se agitaram em um frenesi delicado, quase poĂ©tico, e o sorriso em seus lĂĄbios era tĂŁo largo, tĂŁo genuĂ­no, que a tornava ainda mais bela — uma beleza que nĂŁo vinha apenas do exterior, mas de tudo o que ela carregava dentro de si naquele instante.Seus cabelos estavam presos em um penteado meio solto, cuidadosamente elaborado, como uma coroa feita de tranças que contornavam sua cabeça com suavidade. A metade restante caĂ­a sobre seus ombros em cascatas de um castanho claro luminoso, refletindo o dourado do entardecer que atravessava as janelas do quarto. A luz brincava com os fios, como se quisesse eternizar aquele momento, transformando-a em algo quase etĂ©reo, como uma pintura viva prestes a ganhar movimento.Ela estava nervosa.CĂ©us, como ela estava nervosa. Dizer que sentia um frio na barriga s

  • A PaixĂŁo proibida do CEO   Capitulo 157

    19 de agosto de 2019.☆ Anneliese Moore ☆Se alguĂ©m me perguntasse quanto tempo leva para a vida mudar, eu diria que depende. Às vezes sĂŁo anos, Ă s vezes sĂŁo segundos
 e Ă s vezes sĂŁo meses que passam rĂĄpido demais, como se o tempo tivesse decidido correr sĂł para testar se o seu coração consegue acompanhar.Porque foi exatamente isso que aconteceu.Os meses voaram.Entre decisĂ”es, provas, ajustes, risadas, pequenas discussĂ”es e momentos roubados no meio da rotina, eu mal percebi o tempo passar. E agora, de repente, sem aviso, sem pausa
 o dia havia chegado.O dia.O nosso dia.Eu ainda nĂŁo sei explicar exatamente o que senti ao abrir os olhos naquela manhĂŁ. NĂŁo foi apenas felicidade, embora ela estivesse ali, pulsando forte no peito. NĂŁo foi apenas ansiedade, embora ela tambĂ©m tivesse encontrado seu espaço. Era mais do que isso. Era como se todas as versĂ”es de mim — a que eu fui, a que eu sou e a que estou prestes a me tornar — estivessem coexistindo no mesmo instante.E, pela primeira

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