INICIAR SESIÓNoi galera tudo bem? A partir do próximo capítulo voltaremos ao Prólogo. até o próximo capítulo, beijinhos!
Por Ha-na Jin-Hoo estava cuidando de tudo na nossa empresa. Antes de termos nosso bebê, foi realizada a grande inauguração, e tudo estava indo às maravilhas. Nós dois conseguimos conciliar as duas empresas, a nossa vida pessoal e, ainda assim, encontrar tempo para nós. E agora, com a chegada do nosso filho, parecia que todas as peças do nosso mundo estavam finalmente no lugar. A sala da maternidade estava mergulhada em um silêncio acolhedor, quebrado apenas pelo respiro calmo do bebê em meus braços. A luz suave do fim da tarde entrava pelas cortinas, tingindo tudo de dourado, como se o mundo lá fora também tivesse parado para contemplar esse momento. Toquei de leve sua bochecha, tão pequena, tão delicada, e um sorriso escapou sem que eu pudesse conter. Depois de tudo que vivemos — os riscos, o medo, as lutas e as lágrimas — ele estava aqui. Nosso filho. Senti meu coração disparar de um jeito doce, quase infantil. Havia nele uma força tão frágil e ao mesmo tempo tão absoluta, que me
Por Jin-Hoo — Jin-Hoo! — ouço o grito da minha mulher. O som rasga o ar — seco, curto — e por um segundo penso que tudo vai explodir em sangue. Minha cabeça dá um estalo; a visão fica nublada. Sinto algo quente pulsar no meu ombro, um ardor que queima até os ossos, e um gosto metálico invade minha boca. Não é o medo que me paralisa: é a possibilidade de tê-la perdido. O mundo gira em torno de mim. Vejo Tae-Min cambalear, a arma escorregando de sua mão. Um segurança, da porta, disparou. Não foi para matar, foi de advertência — o tiro ricocheteou e atingiu o braço dele. O urro que ele solta corta a alma. A arma cai com um baque no chão. Não penso. Me lanço em cima dele. O impacto é bruto. O cheiro de pólvora e suor invade minhas narinas, o gosto amargo de pó de disparo ainda no ar. As mãos dele tentam se soltar, mas eu torço seu braço até a articulação ranger. O medo vira combustível; minhas pernas tremem, mas meu corpo age. — Ninguém toca na minha mulher! — rosno, sem fôlego
Por Choi Ha-naObservo meu tio segurando a arma; aquele homem enlouqueceu completamente. Ele vai ser preso ou morto só por estar com aquilo na mão.As sirenes do shopping começam a tocar em alerta, sinalizando para todos evacuarem imediatamente. A polícia não demoraria a chegar.— Você quer me matar agora? — minha voz permanece calma, os olhos frios. — Se tem um pingo de decência, jogue essa arma para longe.— Você acha que ligo para isso? — ele rebate, apontando a arma. — Não pensei que você fosse chegar tão longe. É meu direito este lugar. Me esforcei para acabar assim.— Deveria ter se esforçado de outra maneira — respondo, irritada. — Se não tivesse sido tão ambicioso e…Ele solta uma risada ácida, ecoando pela sala.— Você falando de ambição? Logo você… — revira os olhos. — Não seja hipócrita, Ha-na. Sempre foi ambiciosa. Quis estar aqui desde que começou como estagiária. Eu a treinei tão bem… tão bem que está aí.Por um lado ele tinha razão. Mas eu nasci para isso; é meu direito
Capítulo 31 Por Choi Ha-na Enquanto aguardo o início da coletiva de imprensa, não estou nem um pouco nervosa — pelo contrário, estou mais confiante do que nunca. Para esse dia inesquecível, escolhi um conjuntinho vermelho da minha própria coleção, combinado com saltos altos da mesma cor. Toda a atenção estará em mim hoje. E é exatamente isso que eu quero. Observo os acionistas chegando e se acomodando nas cadeiras especiais reservadas para eles. Meu pai já está sentado na plateia. Hye-Jin-ah se aproxima sorrindo ao me cumprimentar. — Como se sente, presidente? — Ah, para com isso — faço um gesto com a mão, rindo. — Estou ótima. Olho ao redor e falo mais baixo, apenas para ela ouvir: — Nenhum sinal dele? — Fica tranquila — ela responde séria — informei todos os seguranças desde cedo. Seu tio está proibido de entrar no shopping. Sorrio, aliviada. Desde que meu pai deu o veredito final, não o vi mais. Parece até que está me evitando, o que não combina em nada com sua personalid
CAPÍTULO 30Por Kim Jin-HooSair do quarto depois do banho com a minha esposa foi uma das coisas mais difíceis que já fiz. Isso está me corroendo por dentro — e ela sabe. Toda vez que algum homem se aproxima dela tentando ser gentil, meu corpo fica tenso, e eu quase perco o controle. Sei que, pra ela, é a mesma coisa.Nós dois já estamos no limite. Está mais do que na hora de todos saberem. Nós nos amamos e não precisamos da aprovação de ninguém. Não somos mais adolescentes.Demorei muito pra aceitar que sou apaixonado por ela. Reprimi meus sentimentos na adolescência, quando nem entendia o que era amor. Lembro como eu ficava nervoso ao vê-la nas festas, mas precisava manter distância por causa do meu pai. Então, eu apenas a observava de longe. E toda vez que nossos olhares se cruzavam, era como se eu estivesse no paraíso — como se tivesse encontrado a felicidade. É assim que descrevo hoje.Não quero mais esconder. Ha-na é meu lar. Meu mundo inteiro.E quando ela me contou que também
Por Choi Ha-na— Muito bem! Espero que estejam preparados para os próximos desafios! — o apresentador dos jogos anuncia. — E vamos aos escolhidos para os últimos jogos…Os tambores começam a tocar enquanto todos aguardam ansiosamente pelos nomes finais da disputa. Então, meu nome e o de Jin-Hoo aparecem no final, junto às nossas equipes.Nós nos olhamos por um breve momento. Dou um sorriso de lado e dou de ombros. Nós dois sabíamos que, uma hora, isso ia acontecer — e, bom, estávamos ansiosos por isso. Competimos juntos… como adversários.Quem nos vê de longe nem imagina que dormimos juntos todas as noites. Que nos amamos incondicionalmente.Minha equipe se aproxima enquanto nos preparamos para o jogo. Esse jogo é tradicional entre nós, e um dos últimos: pegar a bandeira do adversário, sem ser pego, e voltar ao campo inicial. Quem fizer isso primeiro, vence.O campo improvisado no resort está montado, e o clima é de pura adrenalina. Prendo o cabelo em um rabo de cavalo alto. Estou de







