เข้าสู่ระบบO homem soltou um uivo agudo, puxando o ar com violência enquanto os olhos saltavam das órbitas.Segurei o seu pescoço com força bruta e virei a cadeira, derrubando-o de costas no chão.Ele se debatia, gritando de dor e engasgando com o próprio sangue.— Socorro! Seu filho da puta, você me rasgou! —
Levei-a até um restaurante alto, localizado em um mirante que dava para uma vista panorâmica e iluminada de toda a cidade de Belos Campos.Assim que desci do carro, a ajudei a se ajeitar na cadeira de rodas e entramos no salão envidraçado.Joyce parou diante da janela, olhou para as luzes lá embaixo
Logo em seguida, a câmera tremia e a silhueta de um homem grande entrou no enquadramento. O bandido ria de um jeito sádico, se aproximando lentamente dela.— Olha só para você... continua toda marrenta, mas vai ser minha logo, logo... O Thales trouxe esse brinquedinho novo para a gente, mas é cheio
Caminhei em passos lentos até a beirada da cama e quando olhei para o rosto de Emilly, o meu peito deu um aperto doloroso. Ela estava com vários machucados roxeados espalhados pelas bochechas e testa. O braço esquerdo estava totalmente enfaixado e colado ao corpo, havia um curativo grosso cobrindo
Seus olhos se arregalaram e ela me encarou, boquiaberta. — O quê?! Você está pagando tudo sozinho?! Por que você fez isso e não me avisou nada, Eduardo?!— Porque você é a minha mulher, Joyce — respondi, sem pestanejar nem por meio segundo. — Desde o primeiro dia em que eu te vi naquela situação, e
O sol da manhã já começava a clarear o quarto quando acordei, sentindo um calafrio gostoso passar pelo corpo ao sentir Joyce colada ao meu peito, dormindo profundamente. Estávamos de lado na cama, encaixados um no outro. Deslizei o rosto devagar pelos seus cabelos e respirei fundo, inalando aquele







