INICIAR SESIÓNDraco
Segui a minha vida como eu queria, tenho meu grupo particular que me acompanha nas minhas noites de aventura e de dia seguem minha princesa ao meu comando. Luke, Dwayne e Logan são meus inseparáveis ceifeiros ouso dizer até que somos amigos, já que nos conhecemos na última escola que estudei e eles compartilham a mesma visão de vida que eu.
— Draco, acho que não podemos mais cuidar da sua protegida como se deve. Colocaram policiais e câmeras atrás do bar onde ela trabalha. — Dwayne fala se sentando no sofá.
Estamos no meu escritório no centro da cidade, daqui acompanho os passos de Raven e cuido da empresa que minha mãe entregou para mim há oito anos.
— Estava divertido surrar aqueles tarados filhos da puta. Como se atreveram a cortejar a minha princesa na minha presença? Eles queriam uma surra e eu com maior prazer dei. — falo virando mais uma dose do meu whisky favorito na boca.
— Também achei divertido. — Luke fala — Uma pena que essa diversão terá um fim.
— Rapazes… — Logan fala — Temos nossas outras atividades noturnas para nos distrair da chatice da vida. Deixar de surrar alguns otários não vai fazer tanta diferença.
— Mas também não importa. — falo menos entediado — Nossa visita de ontem no apartamento dela me fez descobrir algumas coisinhas sobre ela. Ama vermelho, ama rosas vermelhas, louca por chocolate, gosta de livros de romance… O quarto dela já está preparado na minha mansão. Hoje irei surpreendê-la.
Abro um enorme sorriso após traçar um plano de levá-la para a minha mansão e fazer dela uma linda princesa em um lindo castelo. Me viro para a tela do computador, mas não consigo me concentrar direito. Quero aquela princesa ao meu alcance, demorei demais para fazer isso.
Chegando a casa dela preparo tudo e depois desço para esperar que ela entre no edifício. Sigo ela que não percebe minha presença e isso me deixa chateado. Como ela não sente a presença de seu protetor estando tão perto? Ela está realmente distraída.
Raven entra, mas não fecha a porta. Grande erro, princesa. Eu entro e acompanho de perto sua reação a cada coisinha que preparei para ela. Entretanto, a maior emoção mesmo foi vê-la rir de nervoso do que estava escrito com pétalas de rosas na cama falando em voz alta.
Foi a primeira vez que ficamos frente a frente. Olhar nos olhos dela me fez perder a razão que já não tenho. Tive que fazê-la dormir para que não gritasse no caminho até meu carro, como se Deus estivesse me ajudando não encontrei ninguém no caminho até meu carro.
A deitei no banco de trás prendendo com o cinto de segurança. Sigo para a minha mansão assobiando uma música qualquer. Que dia mais lindo é esse? Nublado, chuvoso, do jeito que eu gosto.
Chegando na mansão meu trio do mal me olha sorrindo, eu seguro Raven em meus braços enquanto olho para eles com a advertência em minha voz:
— Não preciso dizer a quem ela pertence, não é mesmo? Não toquem no que me pertence e a vida de vocês será longa.
— Sim, Draco. — Eles respondem ao mesmo tempo.
— Porém, conto com vocês para cuidar dela. Mantê-la em segurança… — abro um enorme sorriso — O nosso tipo de segurança, é claro.
Deixo eles na sala e subo para o segundo andar, sigo até o final do corredor. O quarto de Raven fica ao lado do meu, prefiro assim. A coloco deitada na cama e me sento ao seu lado esperando pacientemente ela acordar. Algumas horas depois ela desperta com as mãos na cabeça.
— Minha cabeça… Onde eu estou? — ela pergunta tentando se levantar.
— Você está em casa, princesa!
Ao ouvir minha voz ela se agita e acaba caindo da cama. Eu dou a volta e a coloco de volta deitada onde estava.
— É melhor se comportar, não quero vê-la machucada. Se você se machucar, mesmo que seja um leve arranhão alguém vai pagar por isso, mesmo que não tenha culpa. — aviso enquanto ela abraça as pernas e tenta ficar longe de mim.
— Quem é você e por que me trouxe para cá? O que pensa que vai fazer comigo? — ela está tremendo, fica tão fofa quando está com medo.
— O que vai acontecer com você? Terá uma vida de princesa ao meu lado e seremos felizes para sempre.
Ela olha para a porta, mesmo ainda tonta por causa do sedativo tenta correr para longe de mim cambaleando pelo quarto. Me levanto e caminho calmamente até ela ao falar:
— Princesa, volta aqui… Princesa não faça isso. — minha voz carregada de sarcasmo por saber que ela não pode ir a lugar nenhum sem que eu permita — Princesinha má, não ande assim por aí sem se recuperar antes.
Pego ela no colo de novo assim que chega na porta. Coloco Raven na cama novamente que me olha irritada.
— Não me chame de princesa, meu nome é Raven. Eu quero ir embora.
— Você quer ir embora? — pergunto fingindo uma carinha triste — Mas você não vai. Seu lar agora é aqui, sua vida será ao meu lado.
— Você é louco por acaso? Isso é sequestro.
— É… Eu sei. E daí?
— Como assim e daí? Pensa que vai acabar bem para você? Vai preso por estar fazendo isso comigo.
— Não fui preso nem quando limpei os lixos humanos do seu caminho, por que seria agora? — ela abre a boca espantada.
— Você o que? Os homens espancados, os homens mortos… Foi você?
— Sim! A propósito, de nada.
— Como assim de nada? Você é um louco, um sádico.
— Não, princesa, sou psicopata com uma louca obsessão paranóica por você. Tudo o que fiz desde os seus dezesseis anos até hoje foi para protegê-la, para o seu próprio bem. Como eu disse, de nada.
— Dezesseis? — ela olha para a porta e depois para mim — Você matou meu tio e a vizinha?
Abro meu melhor sorriso satisfatório para ela que se encolhe na cama ao entender que as coisas para ela mudaram.
— Você… — ela parece ter dificuldade em falar — Você não vai me deixar ir embora?
— Por que você iria? Aqui terá a vida dos sonhos.
— Você… Vai me matar também?
— Não! Só quero te dar a vida perfeita.
— Então me deixa ir embora. Eu prometo não contar para ninguém que você matou todos os que se aproximaram de mim. Só me deixa ir embora, por favor.
Subo na cama e engatinhou até ela que está encolhida segurando os joelhos. Me aproximo o suficiente para olhar em seus olhos a poucos centímetros.
— Princesa, você é minha. Não vai sair daqui para lugar nenhum sem a minha presença ao seu lado. Sua vida me pertence.
Meu sorriso se abre mais uma vez enquanto ela chora. Não consigo esconder a felicidade pelo meu feito, agora tenho meu anjo perfeito bem aqui ao meu alcance.
Dominic Acabei me atrasando para buscar a Sam no trabalho e isso me deixou irritado. Não gosto da ideia dela me esperando com aquele ex idiota rondando ela feito um gavião faminto.Paro na saída da loja, mas está tudo quieto lá dentro e a luz que fica do lado de dentro próxima a porta está apagada, ela já saiu. Sigo com a minha moto pelo caminho que sei que ela faria até o ponto, sinto que algo está muito errado já que passei por lá e não a vi.Quando passo pelo segundo beco escuto a voz de um homem, demorei um pouco para reconhecer e quando desci da moto me esforcei para não fazer barulho. A cena à minha frente fez a minha fera se libertar.Ele está agredindo a Sam e tentando estuprá-la. Segurei firme pela gola da camisa dele e o arremessei longe, Nic e eu estamos juntos nessa e queremos acabar com ele.Assim que o corpo dele se choca contra a parede e cai no chão já começamos com os chutes. Não é qualquer chute, estamos chutando com tanta força que os ossos dele estão quebrando faze
NalaQuando minha vida deu esse up? Parece que finalmente Deus olhou para mim e dessa vez não foi de deboche. Tudo bem que meu relacionamento dessa vez não é com apenas um parceiro, mas tudo está tão perfeito.Sou amada e desejada como nunca e no início realmente acreditei que o Jason e o Jack só queriam me usar. Hoje trabalho para eles e ao mesmo tempo criamos um vínculo forte.Os irmãos não têm ciúmes entre si e a prova disso é eu poder escolher se quero ir para a cama com os dois ou apenas escolher um deles para uma aventura romântica. Há uma semana atrás eles me convidaram para morar com eles já que o pedido romântico de casamento me fez parar no hospital depois que eu desmaiei.Não estou grávida, foi mais a surpresa que me fez cair dura. Falei para eles que não estava pronta para subir ao altar agora, mas não recusei ir morar com eles.Sei que é confuso, como assim não quer casar, mas foi morar juntos? É simples, eles me ofereceram uma experiência pré-casamento. Se eu curtir nos
Samantha Dominic estava estranho, mas não tem nada de normal nele então não posso questionar. Eu aceitei esse relacionamento mesmo sabendo que ele não bate bem da cabeça. Depois de entrar no meu apartamento tomo um banho e visto algo confortável. Em seguida peço comida no meu restaurante favorito e espero que entreguem.Já se passou uma hora? Dominic não me liga e nem envia mensagem. Será que ele está bem? A campainha toca e eu corro para abrir pensando ser o Dom, mas é só o rapaz da entrega com a minha comida.— Oi, Taz, como está indo a noite?— Muitas entregas e muitas gorjetas! Eu revesti meu apartamento para que a música não a incomodasse… Está funcionando?— Foi isso? Pensei que tinha parado de tocar. Muito obrigada, Taz. Realmente não escuto mais nada.— Agora deixa eu ir, tenho muitas entregas para fazer, tchau, Sam.Taz é meu vizinho, ele mora no apartamento do lado e como toca em bares aos finais de semana precisa treinar no meio da semana. O problema era o som que vinha d
Dominic Eu não queria me afastar dela agora, não depois de conseguir finalmente algo que nunca tive, um amor. Mas as obrigações me chamam e não posso recusar já que a empresa precisa do Ceo liderando.— Jason, ele está sorrindo, o que devemos fazer? — estou no corredor indo direto para a minha sala quando escuto Jack falar.— Eu não sei, irmão. Não fomos treinados para isso. Devemos perguntar se ele está bem? — Jason pergunta para Jack e eu entro na minha sala com eles me seguindo.— Primo, isso dói? — Jack pergunta apontando para o meu rosto.— Se acostumem com esse sorriso no meu rosto, vão ver ele todos os dias.Eles se abraçam como se estivessem com medo, mas sei que é apenas algo teatral, um drama cômico.— Jack, ele matou alguém e vai matar um todos os dias. Sabia que esse sorriso tinha um motivo.— Vocês são insuportáveis. Eu estou namorando. — nesse momento eles deixam os queixos caírem.— Você o que? — eles perguntam ao mesmo tempo.— Samantha e eu somos um casal, é oficial.
Samantha Ele parece irritado e chateado, mas também mostra entender o que estou dizendo. Dominic parece determinado a sair daqui com um sim meu então veremos o quanto ele está disposto a ceder por esse relacionamento.— O que quer de mim, Sam? Como eu posso ter a resposta que tanto quero? — Dom estava de pé com o lençol enrolado na sua cintura, ele calmamente se senta e me olha atentamente.— Como eu disse, não consigo lidar muito bem com seu lado possessivo e impulsivo. Como vai ser quando um homem pedir uma informação para mim na rua? Se ele tocar meu ombro, o que vai fazer?— Eu vou quebrar a mão… — ele se inclina para frente, mas sua frase morre no meio quando ele entende que essa não é a atitude certa — Vou pedir educadamente para que ele não toque em você!— E se ele persistir no toque? — o desafio.— Está mesmo me testando, Sam? — a respiração dele está irregular — Tudo bem, eu entendi. Não posso agredir os imbecis que se aproximarem de você sem um bom motivo para isso.— E qu
Dominic Depois da minha declaração foi como se meu mundo escuro e frio ganhasse luz e calor. Sam se aproximou de mim ficando na ponta dos pés e com seus braços dando a volta no meu pescoço ela me beijou.Será esse o sim dela para o que acabei de falar? Mas o meu raciocínio vai para Nárnia quando ela me puxa para dentro do edifício com ela, logo Sam está no meu colo e tudo foi no automático.Dentro do apartamento dela me livrei de nossas roupas e ela apenas se deixou levar por mim. Isso está mesmo acontecendo? Nós dois vamos mesmo matar a nossa vontade um do outro?Sem realmente saber o que aconteceria depois dessa noite decidi mergulhar nela. Seu gosto é viciante e tentador, mas sou surpreendido por ela quando coloca meu pau na sua boca, que sensação deliciosa. Só que eu quero mais, quero estar dentro dela num vai e vem perfeito.— Tem noção do quanto imaginei nós dois assim? — falo enquanto trilho um caminho de beijos que vai da intimidade dela até chegar em seus lábios — Eu só quer







