FAZER LOGINAmélia
Antes: Logo eu descobri que este lugar era cheio de regras e disciplinas, na manhã seguinte as 7 horas da manhã estávamos todos de pé, Letícia me falou que a dona Morgana não aceita atraso, estou usando uma calça jeans e uma blusa rosa que pertence a minha nova amiga, como eu sou muito magra e mirrado a roupa ficou um pouco grande enquanto descemos para o café, observo melhor o lugar com clareza, minha nova amiga está seguro o meu braço sem para de falar, ela falo do lugar e como chegou neste lugar. A mesa é enorme e com várias garotas sentada em envolta um sentada de cabelos todos brancos me observa com um sorriso no rosto dizendo. — Sente-se para o café, ela fala apontando para uma cadeira, me sento com Letícia ao meu lado e a mulher se apresenta. — Meu nome é Maria, eu sou cozinheira desse lugar, agora sente e pode comer o que quiser, estar tão magrinha, ela fala estas palavras e todas as meninas começam a rir alto, mas logo são interrompidas por uma mulher com cara de brava dizendo. — Silêncio! Senhora Morgana grita ao entrar no lugar, as meninas ficam em silêncio no mesmo instante, eu apenas observo o medo que todos tem dessa mulher. — Agora vamos tomar café, porque depois temos muita coisa para fazer, espero que todos saibam suas tarefas, quanto a você novato quero no meu escritório dentro de 30 minutos, a mulher fala e eu apenas balanço a cabeça com medo. Estou parada diante da porta de madeira envelhecida com o coração batendo forte, um medo terrível de entrar eu não sei o que que ela mulher vai fazer comigo, Letícia minha nova amiga me deixou aqui e foi fazer suas tarefas, parece que todas as garotas que moram nessa casa faz algum tipo de tarefa e depois tem aula com a professora que vem todos os dias depois do almoço, na manhã elas lavam roupa limpa a casa e fazem todo o trabalho para manter esse lugar de pé, quanto a mim não sei o que a dona Morgana vai fazer, mas não tenha outra escolha anão ser entrar encarar a fera, Assim que entro veja a mulher sentada atrás de uma mesa velha e atrás dela um instante cheia de livros bem amarrotados, Um lugar tem um sofá bem gasto e 2 poltrona, uma janela bem grande que dá pra ver toda a vista do Jardim, cortinas brancas, finas um cheiro de jasmim paira pelo ar a mulher aponta para a cadeira de frente da mesa para que eu possa sentar, fico lá parado em móveis com minhas mãos tremendo, minha cabeça está baixa porque tenho medo de olhar para ela porque essa mulher é muito assustadora, as suas mãos estão em cima da mesa e seus dedos b**e levemente causando um barulho que me deixa desconcentrada, ela respira fundo e diz — Quero te falar uma coisa, a maioria das garotas aqui são vítimas da sociedade muitas sofreram abusos, outras se envolveram com pessoas que não prestas e levaram elas para o mau caminho, todas elas têm passagens na polícia com furtos, tráfico de droga, arrombamentos e pequenos delitos, nenhuma delas cometeu um assassinato, Você é a única que cometeu um crime tão grave e eu deixei você entrar na minha casa, a mulher fala uma voz que não consigo decifrar se ela está com ódio ou não, nesta hora levanto minha cabeça para olhar em seus olhos, Mas o que eu vejo me surpreende, eu vejo o carinho e Esperança, seus olhos castanhos me olha por um tempo e depois ela continua a falar — Eu só te aceitei aqui porque Carlinhos me pediu, ela fala e eu fico sem entender quem é Carlinhos, dona Morgana percebe que eu não estou entendendo nada e diz — Carlinhos é o policial que te trouxe aqui, quando ele chegou para atender a ocorrência e te viu daquele estado coberta de sangue e um homem todo esfaqueado ele não teve dúvida, então trouxe você para mim, me diga a verdade aquele homem tentou te estuprar? ela pergunta me olhando fixamente, e naquele instante lágrima cai de meus olhos eu não consigo parar de chorar, Também não consigo falar nenhuma palavra apenas choro de dor, a mulher levanta da cadeira e antes que eu perceba ela me abraça forte encosta a minha cabeça no seu peito enquanto suas mãos alisa meus poucos cabelos, e com uma voz doce e suave ela diz — Não precisa se preocupar agora você está segura eu irei cuidar de você, assim como cuido de todas as meninas desta casa, Eu sei tudo o que aconteceu com você eu tenho aqui a sua ficha, Amélia sua mãe morreu quando você tinha 8 anos assassinada, desde então a sua tia pegou a sua guarda, e você sofre maus tratos, uma vizinha relatou que a sua tia te batia o tempo todo junto com o namorado, mas o delegado não deu muita importância porque tinha um caso de longa data com a sua tia, tudo o que aquela mulher queria era pegar o dinheiro que sua mãe deixou para você, e depois que você foi trazida para cá a primeira coisa que Ela Foi fazer fui pegar todo o seu dinheiro, eu sinto muito querida, pela vida da cena tão injusta com você, Tão jovem e já passou por tantas coisas, mas agora até você fazer 18 anos está sob meus cuidados e te prometo que nenhum desgraçado vai te machucar de novo, ela fala essas palavras enquanto eu apenas choro nos seus braços, nunca imaginei que aquela mulher com cara de brava fosse tão carinhosa e me fizesse sentir tão segura, Como se estivesse nos braços de minha mãe, pelo momento eu lembro vagamente da minha mãe já que a lembrança do seu rosto às vezes some de minha mente, mas o seu abraço era tão bom quando o abraço de dona Morgana, Será que a vida agora vai parar de me maltratar?Ponto de vista de Amélia Às vezes, quando o silêncio toma conta da mansão, eu me pego olhando pela janela do quarto e lembrando de tudo o que passamos até chegar aqui. Cada cicatriz, cada lágrima, cada batalha… todas elas me trouxeram até este momento. E olhando para minha família, eu finalmente entendo o que significa vencer — não é sobre poder ou riqueza, é sobre ainda estar de pé, com as pessoas que se ama.Benjamin brincava no gramado, rindo alto enquanto corria atrás do cachorro, e nos meus braços, minha pequena Sofia dormia tranquila, com o rostinho sereno e os lábios entreabertos. Era impossível não sorrir. Ela parecia um anjo, completamente alheia ao mundo de sombras e pólvora em que nasceu.Maxin estava do lado de fora, conversando com Nikolai. Mesmo de longe, eu reconheceria aquele jeito firme e o olhar analítico. Ele nunca relaxava completamente — nem mesmo nos dias de paz. Era o instinto do homem que comanda uma máfia, mas também o do pai e marido que faria qualquer coisa
O sol da manhã iluminava a mansão Sokolov, mas dentro das paredes do imenso lar, a sensação era de alerta constante. Amélia despertou nos braços de Maxin, sentindo o corpo dele quente e firme contra o seu. O cheiro de pele e poder do marido misturava-se à segurança que apenas ele conseguia proporcionar. O trauma do sequestro ainda estava fresco, mas ali, deitada sobre o peito dele, Amélia sentiu pela primeira vez desde muito tempo uma sensação de paz — embora frágil, pois o mundo lá fora nunca descansava.Maxin a observava dormir por alguns segundos antes de inclinar-se para beijar seu pescoço, provocando arrepios que subiam até a nuca.— Bom dia, minha mulher… — murmurou, voz rouca, carregada de desejo e possessividade. — Pronta para enfrentar o dia comigo?Amélia sorriu, abraçando-o com força. Ela sentia o corpo ainda marcado pelo prazer da noite anterior, mas mais do que isso, sentia o vínculo profundo que os unia, uma mistura de amor, desejo e intimidade que ninguém poderia quebra
Maxin entrou em casa com Amélia nos braços, sentindo seu corpo ainda frágil pelo susto do sequestro e pelas feridas da batalha. Ela se segurava nele, respirando ofegante, os olhos arregalados de alívio e medo. Cada passo que ele dava era carregado de determinação e possessividade. Nada no mundo, nenhum inimigo, poderia tocá-la novamente.Assim que atravessaram a porta do quarto, Maxin a encostou suavemente contra a parede, mas com força suficiente para que Amélia sentisse o controle absoluto dele. Seus lábios colidiram com os dela em um beijo que era ao mesmo tempo reconfortante e faminto. A língua dele explorava a dela, exigente, e cada toque de suas mãos pelo corpo de Amélia provocava arrepios que a faziam derreter nos braços dele.— Você está viva… e nada vai te tirar de mim — murmurou ele entre os beijos, voz rouca e carregada de emoção e desejo. — Eu não vou mais deixar ninguém te machucar.Amélia o abraçou com força, sentindo a segurança que apenas Maxin conseguia lhe dar. O cor
O quarto estava um caos. Vidros quebrados, móveis virados, o som metálico de respiração pesada e o cheiro de sangue enchendo o ar.O chão de mármore já não refletia o luxo do hotel, mas o retrato de uma guerra pessoal.Maxim e Giovanni lutavam como dois animais selvagens. Nenhum deles pensava em honra — apenas em destruição.O russo avançou primeiro, rugindo, com o rosto coberto de suor e sangue. Giovanni tentou recuar, mas foi pego pelo colarinho e lançado contra a parede. O impacto o fez grunhir, cuspindo sangue.— Você achou mesmo que podia tocar nela e sair vivo? — rosnou Maxim, os olhos queimando.— Ela merece mais do que um bruto como você! — Giovanni respondeu com o sotaque carregado, rindo, mesmo ferido. — Ela precisa de alguém que saiba tratá-la como uma rainha, não como uma posse!Maxim o acertou com um soco tão forte que o italiano cambaleou. O ruído do impacto ecoou como um trovão. Giovanni tentou revidar, atingindo o maxilar de Maxim, mas o russo parecia não sentir dor.
O silêncio na mansão naquela manhã era quase estranho. Amélia havia acabado de deixar Benjamin na escola, como fazia todos os dias, e planejava retornar para uma reunião com Laís sobre a organização da próxima festa. Max estava trancado no escritório, lidando com números, aliados e decisões que sempre vinham acompanhadas de sangue. Tudo parecia dentro da rotina… até que não estava.Giovanni tinha esperado por esse momento. Depois de semanas observando os passos de Amélia, de enviar flores, convites e bilhetes ignorados, havia decidido que não podia mais perder tempo. Se Amélia não vinha até ele, ele a tomaria à força.No caminho de volta para a mansão, o carro de Amélia foi surpreendido. Dois veículos pretos surgiram dos lados da estrada estreita e obrigaram o motorista a frear bruscamente. Homens armados saltaram, mascarados, abrindo fogo contra os seguranças que escoltavam o carro.O som ensurdecedor dos tiros preencheu o ar, fazendo o coração de Amélia acelerar. Ela gritou para que
Amélia mal tinha conseguido fechar os olhos quando o sol já surgia pela janela do quarto de hóspedes. Ela ainda sentia o corpo dolorido e marcado da noite anterior. Maxin havia sido selvagem, incansável, um homem tomado pela fúria da reconquista. E, mesmo que sua mente gritasse contra, seu corpo havia se rendido por completo.O coração dela ainda batia acelerado, como se cada batida fosse um lembrete da entrega que tivera na noite passada.Ela se virou na cama, tentando se recompor, mas Maxin estava ali, sentado na beirada, com o olhar fixo nela. Seus olhos escuros tinham uma intensidade que parecia queimá-la viva. Ele não disse nada, apenas se inclinou, segurou o queixo dela e tomou sua boca em um beijo profundo, voraz, que a deixou sem ar.— Ainda não acabou, Amélia — ele murmurou contra seus lábios, a voz rouca e carregada de desejo. — Você é minha, e vou provar isso quantas vezes forem necessárias.Antes que ela pudesse responder, Maxin a puxou de volta para a cama, cobrindo-a com







