FAZER LOGINCapitulo 03 - ENTRANDO EM AÇÃO
Chegando em casa subi para o meu quarto, a casa estava silenciosa, todos já estavam recolhidos em seus quartos, entrei no chuveiro e tomei um banho gelado para me despertar e acalmar o calor, sai do banheiro enrolado na toalha, caminho em direção a minha cama.Agatha- Boa noite Don- Agatha trabalha na casa e sempre visita meu quarto, mesmo estando cansado eu não poderia deixar de ficar excitado com aquela visão, Agatha estava nua deitada de bruços na cama com a bu***a empinada olhando para mim, nem pensei, me aproximei batendo em sua bunda, queria poder fazer mais barulho, mas não era prudente, mordi suas costas e deixei várias marcas, mordi sua bunda que é deliciosa já pegando a camisinha na gaveta da comoda, sem mais aviso deitei sobre ela e me afundei nas carnes macias, ela colocou a mão na boca para abafar o grito gemia baixinho e sussurrava para mim" Mais forte meu Don" se esfregava como uma gata no cio, essa mulher me enlouquece, ela gozou e quando percebeu que eu ia gozar se sentou na ponta da cama abrindo a boca para mim com os braços para trás, totalmente submissa como eu gosto, entrei e sai daquela boquinha perfeita até me derramar nela.Charles- Gostosa - Me deito na cama e ela senta em mim se esfregando, retiro a camisinha e ela tenta se encaixar.Charles:- Espere eu trocar a camisinha- Ela olha para mim com cara de safada me pedindo para fazer sem, ela só pode estar louca, nunca correria esse risco, apenas olho para ela a empurrando um pouco de lado e coloco ela me olha com uma carinha de chateada, mas sei do que ela gosta, bato na bunda dela e mando sentar, ela me olha com carinha safada e senta rebolando e gemendo.Charles: - Isso delicia senta gostoso- Após gozarmos pela segunda vez ela rola para o lado deitado no meu braço.Charles:- Já descansou? Agora pode ir - Não deixo ninguém passar a noite no meu quarto, é a casa dos meus pais e mesmo que não fosse não deixaria, mesmo a Martina passou poucas noites comigo nesses 02 anos, tenho um apartamento próximo à Boate e a Empresa às vezes fico por lá, mas mando o motorista a levar em casa.Agatha:- Tudo bem Don se não me quer aqui eu vou embora - Ela se levanta veste suas roupas e me olha com cara feia, que petulante eu olho para ela e me levanto chegando bem perto, o olhar dele já mudou, não admito que me desrespeitem.Agatha:- Boa noite meu Don- Ela sai com medo ainda com os sapatos na mão.Preciso descansar, apaguei na boate o que não é meu costume, amanha tenho muito a resolver já que precisarei me ausentar e visitar minha futura noiva.Acordei com a luz entrando no quarto, esqueci de fechar as cortinas, pulei da cama e fui tomar uma ducha, como nãos sairia pela manhã, vesti roupas casuais e desci para tomar café.Charles:- Bom dia a todos_ contornei a mesa para beijar minha mãe.- Minha irmã sai da cozinha com uma vasilha de biscoitos feitos por ela, ela gostava de cozinhar quando estava estressada, olho para ela tentando entender o motivo do estresse.Charles:- Onde está o papai?- Falo me servindo de uma xícara de café.Amelia:- Esta no escritório tratando do casamento com o Don Anthony- Eu faço uma careta, esse assunto realmente não me agrada, minha irmã se senta olhando para sua xícara sem falar nada, o que não é normal.Charles:- O que aconteceu com você?- Ela me olha colocando a xícara na mesa e ainda com cara emburrada.Sara:- Papai disse que agora que você vai se casar é hora de pensar no meu casamento, eu não quero.Charles:- Se acalme, mas você sabe que não tem nada a ser feito, isso vai acontecer- Ela cruza os braços me olhando, quando olho para ela abaixa a cabeça. Charles:- Você precisa agir como uma adulta, sei o que você esta querendo com essa birra, não posso prometer que não vai se casar, mas posso prometer que vamos escolher bem o marido, melhor assim? _ ela levanta a cabeça e dá a volta na mesa, senta no meu colo e me dá um beijo estalado na bochecha.Sara:- Obrigada irmão, achei que me casaria com um gordo careca ou com um desses que batem em suas mulheres.Charles: - Eu não faria isso com você, agora desce me deixa tomar café.Enquanto isso, a conversa entre o Subchefe Daniel e Don Anthony se desenrola.Don Anthony:- Vou colocar minha filha a par da escolha do Don, fique tranquilo, na próxima semana teremos um casamento na família estão convidados, acho que seria uma boa oportunidade para que eles se conheça… Mia:- Não se preocupe com a gente, quando tudo terminar entramos em contato- abraçou o pai já procurando a mãe pela salaAnthony:- Não se esqueçam da nossa senha azul tudo bem, vermelho estão em perigo.Emily:- Papai o senhor fala isso sempre que saímos kkk fique tranquilo eu vou cuidar da Mia - Mia olha para Emily cruzando os braços.Mia:- Eu que vou cuidar de você Novinha kkkk- Emily revira os olhos - Cade a Mamãe? - Anthony aponta para a cozinha, elas entram beijando sua mãe que se assusta com aquelas duas senhoras, mas se acalma quando escuta a voz das filhas.Aurora:- Tomem cuidado por favor, odeio quando seu pai manda vocês em missão- Aurora tem os olhos marejados, achava que aquilo não era para mulheres, ainda mais suas filhas.Mia:- Calma, Mãe somos os melhores homens do papai - fala ela rindo e tomando um tapa da mãe- Anthony observa da porta com um sorriso a interação das suas menias.Emily:- E como sempre prometemos não fazer nosso melhor, mas nosso máximo, não dá para esperar menos das sombras da morte- A mãe olha para ela com os olhos arregalados e expulsa as duas da cozinha com o pano de prato, Emily abraça a mãe por trás e Mia as agarra chamando seu pai em um lindo abraço de família. - Emily:- Fica tranquila, mão, voltamos logo.Elas correm para o quarto e checam tudo novamente e descem com pequenas bolsas de mão, os equipamentos pesados já foram despachados e recebidos por um contato confiável na Rússia, elas beijam os país e partem. O embarque foi tranquilo, não tiveram problemas, alguns funcionários as ajudaram, afinal eram duas idosas, chegaram ao destino ao anoitecer. Já no hotel arrumaram a bolsa que precisariam e pediram um táxi, lá encontraram Dimitry o contato que cuidaria da segurança e equipamentos, as esperava em uma van com, o primeiro passo era entrar no sistema de segurança deles, o que precisaria ser feito de dentro, a ação seria na boate de Nikolay Pavlov que era o alvo, ele cuidava dos negócios próximos à fronteira e era o cabeça na operação envolvida nos ataques as máfias canadenses e estados Unidenses e mexicana.Dimitry já havia visitado o local, conhecia o bar, os banheiros e alguns quartos privados, mas como não conseguiu ter acesso sozinho não pode colocar o aparelho que permitiria o acesso, em um dos quartos existia uma fiação externa que poderiam usar e um aparelho deveria ser acoplado a ela, mas nesses ambientes existiam câmeras que eram proibidas, mas a máfia utilizava para fins de chantagem.Emily trocou suas roupas, colocando uma saia curta, um top, uma peruca vermelha chamativa, salto alto e lentes de contato, colocou também um óculos com lentes azuis que cobria quase todo o rosto, ela caminhou até a boate, a van estava a 3 quadras do local, entrou e foi até o bar pedindo uma bebida, olhou todo o local e quantos seguranças haviam estava tudo conforme o relatório feito por Dimitry, hora de colocar o plano em prática, não evava escutas ou câmeras seria arriscado antes de controlarem o sistema de segurança poderia ser detectado na portaria pelos aparelhos detectores de escutas e grampos, estava sozinha nesse momento tudo precisava sair perfeito. Ela viu um dos garçons que vinha em sua direção com a bandeja cheia, se virou esbarrando nele e derrubando as bebidas que cairão também em sua roupa, saiu cambaleando e xingando para o banheiro, lá retirou o dispositivo da barra da sai que ainda estava desativado, depois de ativá-lo se dirigiu ao andar dos quartos privados, por ser mulher não foi barrada, o quarto descrito por Dimitri estava vazio, ela sabia que estava sendo filmada, sentou na cama como se estivesse passando mal, virou-se de costas, pois a câmera só podia estar na parede oposta a cama abaixou encontrando rapidamente a fiação, sentou ao lado da cama e com a mão que não estava visível acoplou o fio. Nesse momento um dos seguranças entra tentando levanta-lá"você só pode ficar aqui acompanhada"- ele a puxa pelo braço, torcendo o nariz pelo forte cheiro de bebida que ela exalava.Emily:- Ei, eu só quero tirar uma sonequinha, me solta- fala com voz mole tentando se soltar do segurança que a coloca para fora do quarto, ela desce as escadas e segue para fora do estabelecimento, caminhando até a van.Rosa e Bruno foram dançar, ela era a alegria em pessoa, ele percebeu que ela pegou algo em sua bolsa mais não deu muita importância, estavam abraçados, Rosa tinha os braços em volta do pescoço do marido.Bruno:- Você esta ainda mais linda meu amorRosa:-Você me diz isso todos os dias.-Bruno sorriu, começou a ouvir um burburinho e olhou em volta, todos olhavam para eles, os olhares eram de alegria e admiração, mas não por estarem dançando, era algo diferente, Aurora estava chorando, totalmente comovidaBruno:- Sabe o que esta acontecendo?Rosa:- Eles devem ter visto o que você tem nas costas-Bruno a soltou e puxou sua mão rindo, a esposa o estava trolando, Rosa dançava segurando algo em suas costas.A surpresa não poderia ser melhor, Rosa segurava um macacão de bebê , com os dizeres, oi papai sua menininha esta chegando.Bruno olhou para ela com a boca aberta, seu coração disparou.Bruno:- É verdade, você está gravida? Claro que é verdade, você não brincaria com isso- Ele não sabia o q
Rosa estava no jardim, colhia algumas flores, resolveu ligar para Aurora, se sentia feliz, a vida finalmente estava sendo boa e tranquila, saiu mais tarde, pois tinha coisas para resolver.Chegou em casa com Bruno, como o marido a olhava, a fazia sentir amada e desejada.Rosa:- Me promete uma coisa?Bruno:- Tudo que você quiser.Rosa:- Nunca deixe de me olhar assim.Bruno:- Como posso te olhar diferente? Você é meu mundo, Rosa.Os momentos de declarações e demonstrações de amor entre eles eram constantes.Tinham a festa de casamento planejada, onde convidaram todas as pessoas importantes para eles, toda família, e amigos estariam lá.Rosa cuidou de todos os detalhes com cuidado, e providenciou uma surpresa para o marido.No dia da festa, Bruno insistiu que se arrumassem com cuidado aos detalhes, ele saiu pela manhã, disse a esposa que precisava resolver algumas questões, durante o dia Rosa recebeu uma caixa preta de veludo, enviada pelo marido, dentro um colar e brincos de Opala arco-i
Rosa abriu um grande sorriso, era o reconhecimento da sua dança, mesmo sendo uma bailarina inexperiente.Rosa:- Talvez possamos entrar em um acordo-Bruno se mexeu na cadeira, os olhos fixos na esposa.Bruno:- Rosa eu...-Ela olhou para eleRosa:-Por favor, querido, me deixe terminarOrnella:- Que maravilha, posso preparar o contrato?Rosa:- Não- Bruno franziu a testa, assim como Ornella-Minha família é muito importante para mim, sei como a preparação de uma turnê dessa magnitude pode ser, eu teria que ficar longos períodos longe e isso me mataria, mas se quiser que eu faça, algumas apresentações pontuais, posso pensar, viajaria com a família.Ornella não gosto muito odo arranjo, mas queria RosaOrnella:-Não vai nem pensar?- Rosa balançou a cabeça negativamente, apertou a mão do marido por baixo da mesa, sabia que ele estava tenso.Rosa:- Sou sua fã, e o que esta me oferecendo é uma grande honra, mas só posso aceitar nesses termosOrnella:- Preciso pensar sobre isso, em toda a logística
Emilio beijou a filha no berço, que agora ficava em seu quarto, ele gostava de cuidar dela a noite, começou a perceber que não precisava de Luiza para nada, as coisas se resolveriam mais breve do que ele havia previsto.Luiza estava sentada à mesa do café, sorriu para ele, o semblante de Emilio não mudou.Assunção, vou tomar café na rua.Luiza:-Eu estava te esperando para tomar café.Emilio:-Você nunca me esperou para tomar café antes, não precisa começar agora.Assunção:-Menino, leve esses bolinhos que fiz para você, sair sem comer não é bom -Ele sorriu para Assunção, ela trazia uma vasilha tampada e embalada em um pano, os bolinhos estavam quentes, e Emilio salivou.Emilio:-Obrigado Assunção, vou comer tudo, cuide da Lorena para mim.Luiza:- Posso cuidar da nossa filha.Emilio:- Pode, por isso ainda está aqui, mas quero Assunção por perto.Luiza:- Emilio -Falou indignada- Eu nunca machucaria Lorena.Emilio não respondeu, apenas saiu.Bruno:- Você está com uma cara horrível, Emilio.
Emilio chegou em casa, e Luiza estava brigando com Assunção, ele entrou em silêncio.Luiza:-Você tem que me obedecer Assunção, não passa de uma empregada nessa casa.Assunção:- Eu te disse uma vez e vou repetir, estou nessa casa para cuidar d Menino Emilio e dá senhorita, Lorena, o que você diz não me importa, sou empregda, mas não sigo suas ordens, meu patrão e o menino Emilio.Luiza: - O que é isso de menino Emilio, agora? Chame meu marido se senhor sua atrevida.Assunção:- Me obrigue- Luiza estava vermelha de raiva, a ponto de pular no pescoço de AssunçãoLuiza:- Você é muito maleducada, perdeu a noção de qual é o seu lugar-Assunção gargalhou irritando ainda mais Luiza-Vou contar ao meu marido todo esse seu desrespeito, quero ver se ele vai ficar o seu ladoAssunção:-Ele vai, sabe por quê? Emilio, cuida da filha melhor que você-Quando ouviu a filha ser mencionada não conseguiu mais ficar em silêncio, entrou na cozinha com a expressão fechadaEmilio:- O que esta acontecendo aqui?- Q
Rosa aos poucos estava retomando suas atividades, mesmo com os protestos do marido, sentia saudades de dar aula às crianças, resolveu levar o filho junto.Bruno deixou a esposa no trabalho, a acompanhou para dentro carregando o fiolho e as bolsas que estavam com ela.Bruno:- Tem certeza que vão ficar bem?Rosa:- Tenho sim amor, fique tranquilo-Bruno deixou dois seguranças com ela e mais três na rua-Ela já estava acostumada com o zelo do marido.Gabriel foi passado de braço em braço, era um bebê fofo e sorridente, a mãe o olhava imaginando o trabalho que teria quando ele crescesse se as mulheres continuassem a rodeá-lo como agora, Rosa riu e tentou pegar o filho para levar a sala de aula, teve dificuldades, mas conseguiu, confiava em seus funcionários, mas sabia que sempre haveria um risco a mais, para o filho, preferia Gabriel perto dela.Durante a aula o menino ria, e batia palminhas, Rosa achou que até viu o filho se remexendo como se estivesse dançando.Ao fim da primeira aula, ama







