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Prólogo

last update Tanggal publikasi: 2021-07-11 03:42:51

12 de maio de 1985

Em um mundo diferente chamado Dohers, habita o rei Raymond, meu marido, meu filho, Carl e eu, a rainha Elis. 

No nosso mundo há famílias que vivem e trabalham aqui, e posso afirmar que a harmonia e o amor reinam aqui, mas há uma família, que vive em Howers, um mundo vizinho ao nosso, e que é rancorosa e detesta a minha família por motivos que eu mesma não sei quais são.

No nosso mundo, apenas nós, a família real, temos poderes. Digamos que temos certas habilidades que passam de geração em geração.

Todo ser poderoso sempre tem um ponto fraco e o nosso infelizmente é uma pedra azul, chamada Ohmiris, esta pedra para outros seres é normal, mas para nós ela nos afeta nos deixando sem ar, sem contar que queima nossa pele onde toca e se ficarmos muito tempo expostos a ela nos desintegramos, essa é a única maneira de nos matar. 

Certo dia, ouvimos boatos de que a família Honody, a família que não suporta a minha, fez um pacto com uma bruxa. Pelo que sabemos, a bruxa transmitiu poder somente para o filho e o poder que habita nele agora se parece com o nosso. Ele ficou mais forte, rápido, voa, dentre outras coisas. 

Nosso filho, Carl, só tinha três anos quando a guerra começou. Calleb Honody, filho de Jenny e Marcus estava em uma caçada para nos exterminar. 

Não vendo alternativa, decidi embalar meu filho cuidadosamente em um cobertor, colocá-lo em uma pequena nave e enviá-lo para a Terra, mesmo não querendo. 

A Terra foi o primeiro lugar em que Raymond e eu havíamos pensado para mandá-lo, sabíamos que era um lugar habitável, que alguém certamente cuidaria do nosso amado menino e que ele estaria protegido da fúria dos Honody.

— Meu filho, eu te amo muito... A mamãe te ama demais, lembre-se disso e tudo vai ficar bem... Confie em nós. Um dia vamos nos reencontrar e poderemos viver juntos novamente — digo baixinho dando um beijo no rosto do meu filho amado. 

Carl começa a chorar, mas dou uma mamadeira para ele que bebe contente. 

Raymond beija a testa do garoto e coloca no painel da nave as coordenadas do trajeto a ser feito. Olhamos uma última vez para a nave com os olhos lacrimejados e assim que ela parte, Raymond diz: 

— Tudo vai ficar bem, minha querida, Elis. 

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    Horas se passam dentro da nave e logos estaremos na Terra.Fico olhando pelo espaço e confesso que dá até um frio na barriga viajar assim, mas vou me acostumar já que sempre farei isso.— Meus pais, quero falar com vocês. Bom, vou morar com vocês em Dohers, mas quero passar o fim de semana na Terra com meus outros pais e com Sue. Eu queria que eles morassem comigo aqui, mas não sei se eles iriam se acostumar com nosso mundo. Sei que consigo respirar normalmente, agora com eles já não sei... Tudo bem passar o fim de semana com eles? Hoje vocês irão os conhecer e tenho certeza de que irão gostar deles.— Claro que sim, meu amor, você é quem decide isso. Eles merecem ter você ao lado deles, assim como você merece estar com eles, afinal devo muito a eles por terem cuidado e criado você tão bem — minha mãe diz carinhosamente sorrindo.Meu pai concorda sem maiores questionamentos.

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    Assim que chegamos ao meu mundo fico paralisado.As luzes são diferentes da cidade que cresci, aqui elas são todas azuis, as casas parecem mansões e no nosso castelo tem guardas para todos os lados, assim como cheio de flores de cores nunca vistas e muita vegetação.Aqui realmente é muito lindo, as estrelas são diferentes e tudo parece ser mágico.Nem acredito que nasci aqui, meu Deus!Levamos todos os presos para seus devidos lugares, a masmorra é imensa e será impossível eles escaparem. Depois disso sigo até meu castelo e conheço cada cômodo.É muito lindo aqui!Deito na minha cama e até que me sinto em casa. Aqui é tão bom e confortável, parece mesmo meu lar.Escuto passos, me levanto e vejo que é meu pai.— Desculpe, não queria te assustar, aqui está sua roupa, sei que é bem diferente do que está acostumado us

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    Na manhã seguinte acordo quebrado com Sue em cima do meu peito. Observo seu lindo rosto e delicadamente retiro um mecha do cabelo que está cobrindo seu lindo rosto. Assim que ela abre os olhos, olha para mim e fica vermelha, como se estivesse com vergonha.Confesso que se nossa situação não fosse essa, até teríamos feito algo a mais, pois é difícil resistir em ter suas curvas grudadas em meu corpo.Infelizmente, não temos tempo para isso...Nos levantamos e seguimos para fora da cabana em busca de algo para comer. Meus pais já nos esperavam com café e torradas postos em uma mesa. Comemos à vontade e depois meus pais pediram para Sue para ficar na cabana acompanhada de um guarda, enquanto meus pais e eu seguiríamos para a floresta para treinar.Confesso, que foi bem tenso no começo.Eles me tratam como se conhecesse de verdade, já eu, não sei nada sobre eles, a não ser é claro aquil

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