MasukNodoando a Noiva Cativa Kianna~Os criados me prepararam com cuidado meticuloso, como se eu fosse uma oferenda sacrificial em vez de uma cativa. Eles me banharam em água fumegante perfumada com óleos raros de terras distantes, as mãos gentis e perfeitas enquanto esfregavam a sujeira e a humilhação da jornada. Meu cabelo loiro-prateado foi escovado até brilhar como luar brilhante, caindo em ondas suaves pelas costas. Eles me vestiram com um vestido de seda carmesim profundo que grudava em cada curva do meu corpo, o decote descia o bastante para revelar a curva dos seios, o tecido tão transparente em alguns pontos que deixava pouco à imaginação. Fio de ouro bordava runas antigas ao longo da bainha, símbolos de ligação e posse.Agora eu deitava na grande cama do Alfa, cercada por peles pesadas e cortinas carmesim. O fogo na lareira dançava suavemente, lançando luz quente e cintilante pelas paredes de pedra. Eu deveria me sentir poderosa em tanta finura. Em vez disso, me sentia exposta
Nodoando a Noiva CativaTariq~As torres de Bloodreaver se erguiam diante de nós quando a coluna atingiu a última crista. Antigas muralhas de pedra ficavam de sentinela sobre as vastas terras do norte que eu reivindicara com sangue e ferro. Meu lar. Meu domínio. E agora, o lugar onde eu prenderia Kianna a mim para sempre.Eu cavalguei pelos grandes portões com ela ainda sentada à minha frente, o corpo tenso e tremendo contra meu peito. A jornada deixara marcas nela. Eu podia sentir o calor residual entre as coxas dela, o jeito como a respiração falhava a cada passo do cavalo. Minha mão não saíra debaixo do manto por muito tempo.Ao desmontarmos no pátio interno, eu dei minhas ordens sem levantar a voz.“Levem-na,” eu disse aos criados que esperavam. “Lavem-na completamente. Unjam a pele dela com óleos. Vistam-na com as sedas mais finas e preparem-na para minha cama esta noite,” eu ordenei. “Que nenhuma marca permaneça nela exceto aquelas que eu mesmo coloquei.”Os criados se inclinara
Nodoando a Noiva Cativa Kianna~A jornada para o norte começou sob um céu cinza e implacável. A aurora mal havia quebrado quando os guardas me arrancaram das profundezas da masmorra. Meu corpo doía de formas que eu nunca havia conhecido. A passagem sensível entre minhas nádegas ainda queimava da reivindicação brutal que Tariq havia forçado sobre mim na noite anterior. Cada movimento enviava novas ondas de dor através de mim, um lembrete profundo e latejante de como ele havia estendido e preenchido completamente aquele lugar proibido com seu pau enorme e semente quente.Ainda assim, sob a dor, um calor traiçoeiro continuava a latejar. Minha boceta latejava com necessidade vergonhosa e vazia. Eu desprezava o jeito como meu corpo continuava a ansiar pelo monstro que me usara com tanta ganância. O laço amaldiçoado entre nós se recusava a se calar.Eles jogaram um manto de lã em volta da minha forma nua e me ergueram sobre um grande cavalo de guerra preto. Tariq montou atrás de mim sem
Nodoando a Noiva Cativa Kianna~A masmorra era um túmulo de pedra e quase escuridão. Eu perdera toda noção de tempo na escuridão. Meus pulsos doíam das pesadas manilhas de ferro que me prendiam à parede. O fino camisolão que eu vestira antes jazia em trapos aos meus pés, deixando-me nua e exposta ao frio úmido que se infiltrava nos ossos. Meu corpo ainda zumbia com a cruel negação que ele me deixara, latejando, molhado e queimando com uma necessidade que eu me recusava a reconhecer.A pesada porta de ferro rangeu ao se abrir. Luz de tocha derramou-se na cela como fogo líquido. Tariq preencheu a soleira, o corpo enorme bloqueando a luz. Ele entrou sem uma palavra, a porta batendo atrás dele com um som de pavor. Os olhos dourados me encontraram na penumbra, queimando com uma fome que fez minha respiração falhar.Eu pressionei as costas com mais força contra a pedra fria, o coração martelando descontroladamente. “Você veio me atormentar ainda mais, fera?”Ele atravessou a distância
Nodoando a Noiva CativaTariq~O grande salão ecoava com os sons da vitória naquela noite. Tochas ardiam alto ao longo das antigas paredes de pedra, lançando luz trêmula sobre longas mesas pesadas de vinho roubado, carnes assadas e pão escuro. Meus guerreiros banquetearam-se como conquistadores, o riso alto e grosseiro depois de dias de sangue e batalha. Cálices batiam contra a madeira, o vinho fluía livremente, manchando barbas e túnicas.E as donzelas de Silverthorn eram o verdadeiro espólio de guerra.Meus homens as reivindicavam abertamente por todo o salão. Algumas estavam curvadas sobre as mesas pesadas, os vestidos empurrados até a cintura, recebendo pau grosso com gritos altos e soluços. Outras ajoelhavam entre as pernas dos guerreiros, a boca esticada em volta da carne endurecida. Uma jovem donzela gritava enquanto dois dos meus soldados a tomavam ao mesmo tempo, um empurrando fundo na boceta dela por trás, o outro forçando-se na boca. Lágrimas escorriam pelo rosto dela mes
Nodoando a Noiva Cativa Tariq~O gosto dela ainda pairava na minha língua como o veneno mais doce. Eu saí furioso do quarto, o sangue rugindo nas veias, o pau latejando com uma fome que se recusava a ser saciada. As correntes a haviam preso. Os gritos dela haviam preenchido o ambiente, e mesmo assim eu havia ido embora, deixando-a latejando e intocada nos modos que mais importavam. O laço arranhava meu peito, exigindo mais, exigindo tudo. Eu não podia permitir. Ainda não era hora de despedaçá-la por completo. Duas jovens da alcateia conquistada de Silverthorn foram trazidas até mim num quarto menor próximo. Eram bonitas o bastante; seios fartos, quadris macios, tremendo de medo e de uma vontade relutante de agradar o novo senhor. Eu tomei a primeira sem cerimônia, curvando-a sobre uma pesada mesa de carvalho e entrando nela por trás. Ela estava quente, molhada e muito disposta. Eu a fodi com força, estocadas profundas que deveriam ter trazido alívio. Meus quadris batiam no







