LOGINDmitri (Lobo)
Bom, já que aquela mulherzinha não vai aceitar da melhor maneira possível o acordo, vou ter que apelar.
Pesquisei toda a rede de apoio dela, até mesmo daqueles que estão à sua volta. Não consegui quase nada de informações, a *maldita conseguiu mascarar muito bem suas informações, porém, descobri tudo sobre a família do sub dela. Sei que ela e o homem tem uma boa relação, e nada melhor do que atingir diretamente o ponto fraco.
Fiquei sabendo que ele tem uma criança e que a mulher está grávida de outro. Também recebi a informação de que o soldado que faz a escolta da filha dela é um viciado em jogos de aposta, está praticamente falido, sem nada.
Mexi os pauzinhos e consegui comprar algumas pessoas, enfim, o plano é o seguinte: O soldado que faz a escolta vai vender a garota para um homem contratado meu. Coincidentemente eu vou aparecer no dia do sequestro e vou ajudar nas buscas, e enquanto Olivia se desespera eu assisto de camarote, e depois de me tornar o ‘’herói’’ vou cobrar dela o favor. Ainda estou sendo brando, pois eu simplesmente poderia iniciar uma guerra *sangrenta, mas eu vou apenas jogar esse jogo de poder com ela.
Antes de pegar o voo resolvi fazer uma visita a boate do Ivan, fiquei sabendo que ele tem mercadoria nova ali.
_ Olha só, pensei que você não *transava mais !
Disse ele sorrindo debochado.
_ Ando ocupado comendo sua mãe.
Respondi irritado.
_ Eca, não sabia que gostava da terceira idade.
Comecei a rir, Ivan sempre tem uma resposta na ponta da língua. Sentei em uma mesa, logo trouxeram minha bebida, Ivan sentou logo a frente.
_ E aí, me conta as novidades!
Disse ele animado.
_ Nenhuma por enquanto, aquela *puta continua dando trabalho.
_ *Porra, por que não *mata ela logo?
_ Porque infelizmente causaria uma guerra com no mínimo quatro organizações, aquela *vadia é muito influente.
_ Fiquei sabendo que ela e o irmão do capo italiano tinham um lance antes dele casar.
_ Você é muito fofoqueiro!
Falei rindo. Ivan começou a rir e fez sinal para trazerem as meninas, a boate ainda estava fechada e somente a música baixa estava tocando.
Quatro meninas foram colocadas na nossa frente para que eu avaliasse. Ivan leva minha opinião a sério e as que eu desaprovo são levadas pra ‘’clinica’’.
_ De onde essas vieram ?
_ Ué, eu comprei de você.
Disse ele me olhando com cara deboche.
_ Caralho, que carga ruim ein.
_ Fala sério, vou exigir meu dinheiro de volta
Disse ele.
_ Olha, eu acho que se emagrecerem mais um pouco até que ficam melhores, mas aquela ali ó..
Apontei o dedo pra menina loira da ponta esquerda.
_.. essa aí vai pra clínica, acho que lá ela vai render mais.
_ Pode crer.
Ivan fez um sinal com a cabeça e um soldado puxou a menina para dentro do corredor.
_ As outras só precisam emagrecer um pouco que talvez fique melhor.
Começamos a beber e conversar sobre amenidades, até que finalmente as outras mulheres estavam prontas pra uso.
_ Quer que eu vá junto com você pra Colômbia?
Perguntou Ivan enquanto eu levantava.
_ Não será necessário, vai ser rápido. Odeio aquele lugarzinho mas odeio acima de tudo a vaca da Olivia.
_ Come ela, pode ser que assim ela fique mais maleável.
_ Não vai rolar, se não eu já teria feito.
Desabotoei meu paletó e caminhei em direção a um dos quartos que tem exclusivamente pra mim. Ivan é um homem de negócios e sempre que posso indico os serviços dele. Hoje quem vai escolher a puta será ele.
Arranquei minha camiseta social até os cotovelos, não vou me dar ao trabalho nem de tirar a roupa, preciso de algo rápido.
Entrou uma loira alta e magra, do jeito que eu gosto. Eu já comi ela outra vez então ela já sabe o que eu quero. Ela ficou de joelhos no meio do quarto. Coloquei meu pau na boca dela que afundou quase inteiro. Quando ela estava prestes a desmaiar eu dei um aviso
_ Se você morder, eu quebro seu pescoço.
Falei frio. Ela já estava roxa e eu muito contente. Tirei e dei um tapa no rosto dela, certamente ficaria a marca. Ela caiu mas logo levantou quando me viu colocando uma camisinha, mandei que ela ficasse de quatro na cama. Infelizmente eu estava sem tempo, caso contrário passaria a noite inteira me divertindo.
MaxObviamente eu não consegui segurar, precisei arrancar informação daquele babaca. O ódio me corroeu rápido, foi nocivo e me levou a ir naquele apartamento. Quando cheguei lá vi que aquele babaca estava estranho, pálido e parecia com dor. Mas não tive piedade, porque aposto que ele está esperando o momento certo para atacar Florzinha.Me estiquei na cama, sentindo meu corpo relaxado. Depois de deixar Maria no hospital decidi voltar para casa, treinei um pouco com os homens, levei as crianças para a escola e depois ajudei minha mãe com as tarefas da casa. Tentei arrancar alguma informação da minha mãe sobre aquele homem, mas ela não quis dizer nada e me podou na hora.Enfim, me dei por vencido por enquanto, mas ainda vou arrancar daquele velhote suas verdadeiras intenções.Fechei meus olhos, pegando rapidamente no sono.Depois que vim morar aqui, nunca mais sonhei. Minhas noites são tão tranquilas que acabo não sonhando com nada. Eu descanso cem por cento. Porém, esse sono foi difere
FlorzinhaVer Max com ciúmes da própria mãe já diz muito sobre ele. É engraçado e ao mesmo tempo preocupante. Ele precisa parar com esse excesso de proteção, porque isso não faz bem para ele e nem para as pessoas ao redor dele.Isso acaba sufocando e afastando. E não quero ser sufocada por Max. Eu o amo, mas não estou disposta a abdicar da minha liberdade de ir e vir por ninguém.A operação de Richard não vai ser uma coisa fácil, e por isso estou estudando cada dia mais para garantir que ocorra tudo cem por cento bem. Não quero vê-lo morto, e também todos já notaram que tem algo errado com ele.Penteei meu cabelo e amarrei para trás em um coque alto. Peguei meu casaco e minha bolsa, pronta para sair.Assim que coloquei meus pés para fora da mansão, ainda na escadaria, ouvi a voz dele._ Hoje eu levo você! _ Disse Max ao se aproximar._ Nossa, acordou tão cedo só para isso? _ Perguntei ao me aproximar, depositando um beijo casto em seus lábios._ É o mínimo, afinal você é minha mulher.
MaxFlorzinha anda estranha. Parece que está escondendo alguma coisa. Ela anda em cima dos livros, estudando muito ultimamente como se alguma coisa muito importante estivesse se aproximando, mas sempre que pergunto ela desconversa, não me conta que porra ela pretende fazer.Isso me irrita, me sinto de escanteio, e sei que tem as coisas relacionadas ao nosso casamento também, mas pelo o que sei quem está cuidando disso é a mãe dela.Por fim, me sinto um pouquinho abandonado._ Filho, você está bem? _ A voz da minha mãe ecoou no quarto, arrancando-me dos devaneios._ Oi mãe. Sim, estou. E a senhora, como está se sentindo hoje?Ontem ela vomitou, estava apática e cansada. Foram anos usando drogas, bebidas, e seu corpo ainda está em fase de desintoxicação. Eu fico triste em vê-la tão mal, mas feliz por saber que ela está se afastando das coisas que podem fazer mal a ela e aos meus irmãos._ Estou melhor. _ Ela sentou na beirada da cama, estava muito abatida. _ Todos os dias é uma luta dif
AdelieSebastian continua o mesmo. Não quis me dar bebida alcoólica, só me encheu de suco e petiscos. O lugar também não mudou absolutamente nada, o que é bom._ Você deveria conversar com o seu marido. Deveria deixar claro que você desaprova certas atitudes.Contei para Sebastian coisas bem superficiais. Apenas falei que Lev faz e fala algumas coisas que me magoam, mas o que Sebastian não sabe é que essas atitudes de Lev acabam me atraindo mais.É como se eu gostasse de ser ferida, e isso é bizarro. Estou descobrindo lados alternativos de mim mesma, coisas que eu não sei se tenho medo ou não._ É… _ Murmurei sem vontade.Fiquei um tempo em silêncio, apreciando os petiscos e observando Sebastian atender outros homens. Inclusive, acho que aqui é um local somente de homens, porque não vejo uma mulher sequer._ Olha só, que coincidência! _ Olhei para o lado, observando que aquele homem esquisito e risonho da ultima vez que estive aqui estava de novo me olhando.E também nos encontramos n
AdelieAterrizamos em Roma pela madrugada. Lev largou tudo para me acompanhar, ou melhor, o Impostor. Ele se recusou a dar espaço para Lev conversar comigo, mas disse que o outro lado do meu marido estava de acordo com a viagem, desde que eu ficasse colada a ele e não sumisse e nem fizesse nada que colocasse minha vida em risco.Optei por não comunicar Max do que está acontecendo, mas Tulio sabe, e prometeu reforçar a proteção do meu amigo para que eu pudesse ficar tranquila e não atrapalhasse a vida dele mais uma vez.Fiquei feliz em receber apoio de Tulio, ele mais do que ninguém deve saber o que é passar por maus lençóis como estou passando._ Aluguei aquela cobertura. _ Disse o Impostor._ Aquela da última vez?_ Exatamente. _ Ele soltou um sorriso estranho, e não sei se gostei disso…Entramos em um carro grande, bonito, e começamos a rodar Roma.A essa hora toda a aliança sabe que Gabriel está vivo, e vindo para cima de mim. As informações que eu tenho foram repassadas para todos
Florzinha / Maria GuadalupeDepois daquela cena maravilhosa onde o meu querido homem das cavernas praticamente surtou e me arrastou para fora do shopping, Max pareceu ficar envergonhado e se enfiou em trabalho. Confesso que achei muito fofo o jeito que ele ficou quando descemos em casa. Eu ainda estava com o jaleco no corpo e nem tinha pago.Comecei a rir, ele ficou todo sem jeito e sumiu. Sua mãe e seus irmãos pediram mil desculpas e voltaram para a casa deles na propriedade. Já meu pai ria sem parar e minha mãe também.Notei que os dois pombinhos andam pelos cantos aos beijos, e aposto que estão planejando uma lua de mel de verdade dessa vez, bem longa.Eu fico muito feliz por eles, e sinto que meu pai precisava muito disso, ele também merece ser muito feliz.Continuei arrumando minha bolsa, saí de casa cedo e cheguei no hospital com o sol recém nascendo. Meus dias em casa foram ótimos e descansei muito bem.Me troquei no vestiário, cumprimentei a todos e fui para o meu consultório.







