INICIAR SESIÓNCarlo ainda está surpreso com a reação da filha em relação ao jantar, ele esperava que ela fosse surtar.
— Você será sempre minha princesa. — Aurora e observa o brilho no olhar do pai, e reprime um sorriso de satisfação ao pensar que seu plano está dando certo. — Vou indo pai, planejo ir ao shopping comprar algumas coisas e um vestido para sair com Lorenzo hoje e um para o jantar. — Está certo minha flor, vá, precisa de algum dinheiro? — ela assente e ele lhe entrega um cartão preto, ela sorri em agradecimento — Até mais tarde princesa. — Até — ela diz saindo do escritório, e vai ao quarto buscar a sua bolsa e celular. — Está saindo solzinho? — Pergunta Lorenzo ao vê-la saindo de casa. — Sim, irei ao shopping comprar uma roupa para sairmos e outra para o jantar de sábado — Lorenzo encara ela confuso. — Então já está sabendo? e aceitou assim tão fácil? — Sim sim, não tem porque continuar brigando não é, então aceitei — mente ela. — Entendi, boas compras irmã — diz ele subindo para o quarto. Aurora suspira por ter que mentir para o irmão, mas sabe que não pode contar agora, então ela se recompõe e sua de casa e chama o motorista para ir com ela ao shopping, sabendo que passará o dia por lá. Na mansão Giordano, Anna vai ao quarto de Matteo chamá-lo para tomar café. — Mamma, aconteceu algo? — ele pergunta assustado, pois estava dormindo. — Não filho, eu vim apenas chamá-lo para me fazer companhia no café — diz Anna sorrindo tranquila para ele. — Ah, claro mãe, irei apenas escovar os dentes e já desço tudo bem?! — Sim meu amor, ficarei lhe esperando lá embaixo. — ela da um beijo no rosto do filho e sua andando pelo corredor. Matteo fecha a porta e vai em direção ao banheiro, faz sua higiene matinal, coloca uma blusa e desce. — Então vamos tomar café Dona Anna ?! — Matteo diz sorrindo sinceramente para a sua mãe, são raros os momentos que ele está tranquilo e a maioria deles é apenas com ela. — Vamos Amore mio. Eles tomam café entre conversas e risadas, logo após o café, Matteo decidir ir a empresa de Lorenzo para adiantarem o assunto. — Eu queria conversar com você — Ele diz entrando na sala e vendo Lorenzo sozinho. — Achei que viria mais tarde, mas também precisava conversar com você. — Sabe que você é meu melhor amigo desde sempre Lorenzo, e sabe também que esse casamento não foi ideia minha, então eu mesmo queria te contar pessoalmente que eu aceitei assinar o contrato. — ele diz de uma vez, deixando Lorenzo um pouco surpreso. — Eu sei que você não queria, até porque casar não combina com você — zomba ele, amenizando o clima — Mas se te conforta, Aurora também decidiu assinar, ela disse que não tinha vantagem em continuar brigando — Matteo e fica surpreso e até aliviado por seu amigo não ter ficado chateado por ele aceitar o casamento. — Então agora você é meu cunhadinho. — zomba Matteo. — Não fode seu idiota. — Lorenzo j**a uma bolinha de papel nele que ri. — Calma aí gostosão. — ele diz rindo e sai correndo da sala do amigo. Lorenzo fica tão focado no trabalho que não vê a noite chegar, ele sai da empresa e vai para casa, se arrumar e buscar aurora. — Boa noite Amores mio, achei que não fossemos mais sair. — diz Aurora assim que Lorenzo passa pela porta de entrada. — Perdão meu bem, eu fiquei trabalhando e não vi o tempo passar, mas já estou indo tomar banho para podermos ir, ok? Aliás você está muito linda. — ele diz sorrindo e observando ela em um vestido vermelho com pequena fenda na coxa esquerda. — Obrigada irmão, agora se apresse, estou ansiosa pela surpresa. — ela diz rindo e Lorenzo logo sobe pro quarto, ele toma um banho e vai ao closet escolhendo uma calça preta, e uma blusa social vermelha que destaca seus músculos. — Podemos ir meu sol, estou pronto — ele fala quando chega no fim da escada. — Você está lindo irmão — ela anda em direção a ele com um sorriso genuíno nos lábios e o abraça — São seus olhos pequena, agora vamos?! — lê pergunta a ela que logo assente e ele saem de casa. Depois de sair da empresa de Lorenzo, Matteo foi para casa e passou o dia no escritório do pai resolvendo assuntos da empresa, no horário do almoço ele se juntou a sua mãe e logo após retornou ao trabalho, quando anoiteceu ele subiu para o quarto e tomou um banho para relaxar, ao sair do banheiro foi em direção ao closet escolhendo uma calça preta e blusa social azul escuro, que destaca bem os seus braços musculosos, ele decidiu ir a uma boate para finalizar a noite. Lorenzo levou Aurora para jantar em um restaurante italiano, o preferido dela. — Não acredito, obrigado, obrigado amo você — ela diz rindo e o abraça apertado. — Sabia que você iria gostar, é o seu preferido, quis te fazer essa surpresa para aliviar a tensão dos últimos dias. — ele fala enquanto andam em direção a mesa deles. — Eu amei, esse lugar é perfeito e a comida daqui né Depois de sair da empresa de Lorenzo, Matteo foi para casa e passou o dia no escritório do pai resolvendo assuntos da empresa, no horário do almoço ele se juntou a sua mãe e logo após retornou ao trabalho, quando anoiteceu ele subiu para o quarto e tomou um banho para relaxar, ao sair do banheiro foi em direção ao closet escolhendo uma calça preta e blusa social azul escuro, que destaca bem os seus braços musculosos, ele decidiu ir a uma boate para finalizar a noite. Lorenzo levou Aurora para jantar em um restaurante italiano, o preferido dela. — Não acredito, obrigado por isso irmão, amo você. — ela diz sorrindo e o abraça apertado. — Eu sabia que você iria gostar, eu quis te trazer para conversarmos sobre tudo que está acontecendo. — ele diz após eles serem levados a mesa deles. — Irmão não precisa se preocupar, eu fiquei magoada pela forma como tudo aconteceu, mas infelizmente não posso fazer nada para mudar destino, tive que aceitar. — ela diz, sabendo que parte dessa mentira é realmente verdade, nada poderia ser feito para desfazer o acordo. — Eu sei e sinto muito por não poder ajudar pequena, sabe que eu faria de qualquer coisa para lhe ajudar não sabe? — naquele momento aurora pensa em contar sobre o plano de fugir, mas ela decide esperar mais alguns dias. — Eu sei disso Amore mio, você seria capaz de qualquer coisa para me fazer feliz? — ele assente em concordância — então me conte o que nosso pai me escondeMatteo segurava o filho no colo e admirava cada detalhe daquele bebezinho. Seu olhar era carregado de amor e ternura quando desviou para sua esposa, que retribuía todo o amor com o olhar. Aurora se sentia completa ao ver os dois homens da sua vida ali, juntinhos. — Eu sempre sonhei em ter uma família, em ser amada e ser uma mãe tão amorosa quanto a que tive. Sonhei muitos anos com esse exato momento. — Ela confessou com um tom de voz baixo para não acordar o filho, mas sabia que Matteo podia escutá-la. — Quando te vi naquela boate, não podia imaginar que você era a mulher com quem eu me casaria. Me encantei pelos seus cabelos ruivos, seus olhos tão azuis quanto o oceano. Tudo em você me atraiu. Foi como estar no paraíso a primeira vez que te beijei. — Acho que o que te atraiu foram os t***s que levou. Digamos que você tinha uma capacidade fora do normal de me tirar do sério. — Ela fala, rindo. — Você era bastante atrevida, mas isso me deixou fascinado por você. — Ele coloca o bebê
Duas semanas depois…Durante a madrugada, Matteo se remexeu inquieto na cama, sentindo o vazio ao seu lado. Rapidamente, ele se sentou e acendeu o abajur, apenas para confirmar a ausência de sua esposa. Levantando-se apressado, ele saiu do quarto. Ao chegar no último degrau da escada, ouviu um choro vindo da cozinha. Reconhecendo o som, correu preocupado.— E-ele não m-me ama... — Aurora falava entrre soluços, encarando as maçãs e os tomates na bancada. —Eu chamei ele, mas ele não acordou.Matteo observava de longe, tentando segurar o riso. Mas ao perceber que o choro se intensificava, ele se aproximou.—O que você está fazendo aqui a essa hora, minha vida? — Ele perguntou, tentando abraçá-la, mas ela desviou.— Você não me ama. —Ela gaguejou, chorando.— Claro que amo! Você e nosso filho são tudo para mim. — Ele respondeu sinceramente, mas ela balançou a cabeça em negação.— Então por que, quando te chamei, você não acordou? — Ela perguntou, as lágrimas escorrendo sem parar.— Me perd
Meses depois... Matteo e Aurora trocavam sorrisos radiantes enquanto embalavam o pequeno menino em seus braços. A emoção de conhecer aquele serzinho que dormia tranquilo no colo de Aurora era palpável no ar. — Vocês nos estão dando uma honra imensa, sendo padrinhos desse menino lindo. — Aurora disse, os olhos brilhando, enquanto olhava para Luna, deitada na cama do hospital, e para Lorenzo, que contemplava a esposa com paixão evidente. — Não haveria ninguém melhor que vocês para cuidar do nosso filho tão bem quanto nós. — Lorenzo respondeu, a voz carregada de gratidão. Marco havia decidido vir ao mundo no dia da renovação de votos dos avós, transformando a celebração em uma confusão deliciosa, repleta de ansiedade e, finalmente, lágrimas de alegria. Quando Luna e Lorenzo ouviram o primeiro choro do filho, compreenderam plenamente o significado do tão falado "amor incondicional". A chegada de Marco marcou uma virada decisiva em suas vidas; as cicatrizes do passado, embora ainda pre
No galpão, os gritos agonizantes de Patrick ecoavam pelas paredes, misturando-se com o cheiro metálico de sangue e o ar pesado de vingança. Matteo, com ódio fervendo em cada fibra do seu corpo, descontava toda sua fúria no homem já à beira da morte. Mesmo assim, Patrick não perdia a oportunidade de provocar, o veneno em sua voz ao mencionar a esposa e o filho de Matteo.— Você ainda não entendeu, Patrick? — Matteo falou, sua voz baixa e cortante, como uma lâmina afiada. — Eu venci. Sou o Don da N'Drangheta, o CEO do maior holding de Nova York. Tenho tudo o que você jamais terá: uma família, uma esposa que me ama e um filho que em breve nascerá para herdar o império que meu pai e eu construímos com sangue. O que você tem? Nada. Nem dignidade te restou. Patrick, mesmo sofrendo, mantinha um olhar de ódio fixo em Matteo. Ele já havia sido torturado por dias, transformado no brinquedo dos guardas do Don, e aguardava, em silêncio, o momento em que um deles aceitasse o suborno para tirá-lo
No dia seguinte, Matteo dirigiu-se ao galpão, a determinação pulsando em cada passo, pronto para pôr fim à vida daqueles que ousaram tocar em sua família. O ambiente carregava um peso sombrio, um prenúncio do que estava por vir.Sua primeira “vítima” foi Nikolai, o homem que, mesmo sendo pai biológico de Aurora, havia causado tanto sofrimento a ela quanto a Lunna. Ao adentrar o local, Matteo encontrou Francesco, seu olhar refletindo uma mistura de ódio puro e desejo de vingança, como se cada centímetro de sua pele estivesse ardendo com a dor de sua filha.— O que faz aqui, papà? — Matteo perguntou, fixando seus olhos duros no homem à sua frente.— Vim fazer o que há muito tempo desejo. Que minha nora me perdoe, mas esse monstro não merece viver. — A voz de Francesco estava carregada de raiva e dor, a amargura pela angústia que sua filha sofreu nas mãos de Nikolai Petrov evidente em cada palavra.— Aurora não se importa com Nikolai, e muito menos com Carlo. Aquele desgraçado teve a aud
Assim que a noite cai, Lorenzo dirige-se à casa de sua irmã, acompanhado de sua esposa, Lunna. A tensão que o dominava era quase palpável, e a morena ao seu lado o observava com preocupação, enquanto ele mantinha os olhos fixos na estrada.— Se eu soubesse o que te aflige, talvez pudesse ajudar — ela murmura, suavemente, ao estender a mão até a nuca dele, iniciando um carinho que parecia acalmar seus pensamentos. Lorenzo soltou um suspiro profundo antes de responder, desviando o olhar para encontrar as íris verdes da esposa, que sempre pareciam entender o que se passava em seu coração.— Acho que não, mas, de qualquer forma, eu irei lhe contar... mas não agora — ele disse com suavidade.— Tudo bem, aguardarei o seu tempo, meu amor — Lunna respondeu, a voz doce como uma melodia reconfortante, ecoando no carro.Lorenzo não pôde deixar de admirar a beleza de Lunna, que vestia um elegante vestido azul bebê, abraçando as curvas acentuadas pela gravidez, especialmente a barriga de sete mes







