INICIAR SESIÓNEla ficou emotiva, enxugou os olhos
- Você me daria o emprego, se soubesse? Ficou séria, o " enfrentando " - Você só deu, porque a outra desistiu. - Sei que não fui sua primeira escolha. - Até acho que vai gostar, que eu desista. - Assim não precisa se dar ao trabalho de me dispensar e pode colocar a culpa em mim. - E ficar bem com ele. Só depois de falar, ela percebeu que não deveria, ele ficou até sem reação, com a grosseria, se levantou pensativo - Isso não é verdade Skylar. - Não foi honesta porque não quis. - Vou falar com a minha mãe, ver como ele está e já volto. Ela ficou cabisbaixa pensativa, Violeta largou Amin no banho, para ir no quarto conversar com Riven, ele estava irritado, confuso, fechou a porta do quarto - Mãe o que acha? - Não consigo confiar nela. Violeta estava suspeitando dos dois filhos, respondeu com ironia - E nem eu em vocês, estou achando muito estranho que tão repentinamente, ela tenha tomado essa decisão. - Aconteceu alguma coisa, que eu não sei? - Você comentou que a viu ontem e ela saiu daqui, na sexta feira. Ele já estava mesmo querendo contar, modificou um pouco a verdade, disse que a encontrou na rua, levou para lá, beberam um pouco, conversaram e ela tentou o beijar, mais ele não quis, porque não tinha interesse, nem achava correto. Violeta chamou atenção dele, por ter causado aquela situação, o mandou ir pedir desculpas, questionou quais as reais intenções dele, para ter chego ao ponto dela se sentir confortável, para dar uma investida daquelas. Aproveitando o caos, ele desabafou, dizendo que estava cansado de ficar sozinho, mais que não sabia como ou por onde recomeçar e viu na Sky essa vontade adormecida, de conversar, sair, com alguém. Enquanto conversavam, Amin saiu do chuveiro sem roupa molhado, correndo - Babá maaaaa! - Vem cuidar de mim, chega de folga. Passou pela cozinha e não a viu, foi para a sala gritando - Cadê ela? Foi embora? Rigel se levantou - Ainda não, vai ver desmaiou de novo. - Vai colocar roupa, ninguém quer te ver pelado. Foram para a cozinha, Sky os encontrou no caminho - Amin o que é isso? Ele começou dançar fazendo graça - Um homem peladão! - Vamos, me vestir eu. Ela o pegou pela mão - Não pode ficar molhado e pelado, quer ficar doente também? Ele foi indo para o quarto intrigado - Você andou ficando molhada e pelada também? Ela disse que não, Rigel estava indo com eles, sorriu com deboche - Não mesmo babá má? Tem certeza? Ela o olhou séria - Não! Se quer saber o que aconteceu, é só perguntar, não precisa ficar especulando. Entraram no quarto de Amin, Rigel respondeu falando baixinho, próximo a ela - Não quero saber, posso imaginar. - É bem previsível na verdade, da sua parte. - Toda encantada pelo clichê, mocinha bonita, ingênua, apaixonada pelo patrão, viúvo, solitário e rico. Ela se aproximou irritada séria, o olhando nos olhos - É isso o que pensa de mim? - Acha que sou interesseira? - Você não me conhece, não sabe nada de mim. Se afastou, foi trocar o Amin, Rigel ficou encostado olhando sério - Na verdade não sei o que pensar sobre você, além de que é uma grande... - Deixa pra lá. Saiu do quarto, Amin perguntou porque o tio estava bravo com ela, Sky disse que não entendeu também, colocou pijama nele, ele pediu para ela ler uma história, ela procurou no celular dele, a história do Cordélio o leão, que foi criado como cordeiro e mesmo sendo maior, mais forte que todos, se sentia inferior por ser diferente. Era uma música infantil, ela conversou com ele, sobre as diferenças das famílias, explicando que não importavam, quando se tinha amor e a Agnes o amava, do jeitinho que ele era, branquelo, loiro, um palmitinho. Ela estava deitada na cama com ele em cima abraçado, ele ficou sentido, por falar da mãe, contou tudo o que aconteceu no fim de semana, estavam conversando sobre o desenho, Riven saiu do quarto dele, foi no de Amin, muito sério - Skylar vamos conversar! Ela tentou levantar, Amin não deixou - Fica comigo, não me deixa. - Eu tô com saudades, babá má, fica, conta a história do leão de novo. Ela se acomodou de novo - Pode esperar um pouco? Riven disse que ia aguardar na sala e era para Amin ir dormir logo, mesmo indisposta Sky ficou dando atenção, até o menino dormir, o encheu de carinho, imaginando que não iria o ver mais, pediu perdão e saiu do quarto emotiva. Por estar doente, sua aparência já não estava boa, foi para a sala apreensiva, parou em pé desconcertada - Ele dormiu! Estavam todos lá assistindo, Riven se levantou - Que bom! Vamos lá? Foi para a cozinha, sentou a mesa com o celular em mãos - Tem certeza que quer isso Skylar? - Não quer conversar com os seus pais antes? Ela disse que tinha, ele começou digitar no celular - Pelos dias trabalhados, você vai receber isso. - Como já está tarde, você pode ficar aqui hoje ou vou te levar. Sorriu a olhando fixamente, reparando em como parecia abatida - Porque não podemos te deixar sair a essa hora, sozinha e doente. - Na verdade a minha mãe não quer te liberar mau. - Porque não acha correto, te mandar pra casa assim. - Tem que ir do mesmo jeito que veio. Sem condições de questionar qualquer coisa, ela concordou com dificuldade de respirar, com as vias congestionadas - Tá bom, obrigada. Posso ir deitar? Ele disse que sim, perguntou se ela precisava de alguma coisa, Violeta entrou na cozinha antes dela responder, perguntou se já tinha tomado algum remédio, Sky disse que não e nem podia usar qualquer um. Tomou um para resfriado e foi deitar, nem ligou a televisão, ou trocou de roupa, já estava tarde quase meia noite, quando Amin acordou, foi direto no quarto dela, a acordou pedindo leite, ela levantou para fazer, sem saber que horas eram, estava se sentindo pior, ainda febril. Quando foi o levar para o quarto dele, Riven levantou, o mandou ir deitar sozinho, Amin começou chorar, acordou a todos, Sky perguntou pelo termômetro, Riven foi pedir para a mãe. Violeta levantou só para entregar, voltou deitar, Riven foi colocar Amin na cama, não conseguiu o fazer dormir, Sky tomou banho para tentar abaixar a febre, logo que se trocou, Riven foi bater na porta do quarto, perguntou se estava tudo bem, ela estava pior, abriu a porta, perguntou se tinha como ele pedir um Uber, para ela ir no pronto socorro, explicou que não podia ter febre tão alta, porque podia acarretar uma convulsão, não falou nada com nada enrolando, para não falar sobre sua saúde. Ele se prontificou em a levar, quando foi para o quarto, Amin levantou querendo ir junto, começou reinar sendo mal criado, Riven foi pedir para Rigel a levar, porque percebeu que o filho não ia dar sossego a ninguém, ficando. Sky estava esperando na cozinha, sentada com a cabeça deitada em cima do braço, Riven se aproximou a tocando sutilmente no braço - Skylar, meu irmão vai te levar, tudo bem? - O Amin não vai me deixar sair sozinho. Ela apenas concordou com a cabeça, Rigel se aproximou - Precisa de ajuda? Ela balançou a cabeça que não, se levantou, foram saindo juntos, Riven os acompanhou até a garagem, Rigel abriu a porta do carro para ela, foram o trajeto todo sem conversar, quando chegaram ela foi tirando o cinto de segurança muito indisposta - Obrigada por me trazer. - Pode ir embora, quando eu sair, peço para alguém pedir um Uber. Ele também foi se preparando para descer - Não, vou te esperar. - Não pode ficar sozinha, sem celular. - Quer ajuda para descer? - Não quero te deixar cair, desmailada.O primeiro passeio romântico de Rigel e Sky foi uma viagem algumas semanas depois, inesquecível para uma charmosa cidadezinha à beira-mar, ficaram em uma pousada aconchegante e só então puderam ter um momento mais íntimo, já que na casa dela não dava e na dele o Amin estava quase sempre junto. Aproveitaram quase uma semana, fazendo tudo da lista dela e começando a dele, que não era safada e surpreendentemente romântica, com tudo para ser feito a dois ou em família. Caminhando de mãos dadas pela praia, sentindo a brisa do mar e o sol, surgiu um novo desejo, casar na praia, algo íntimo simbólico, que era para a família e até o final da viagem, se tornou algo só deles, com direito a fotógrafo, pés descalços. Não contaram a ninguém, gravaram para a família ver, eles tinham um relacionamento encantador e cheio de cumplicidade, aqueles casais até chatos de tão tranquilos, que não brigavam por nada, riam por tudo e se doavam igualmente, sempre pensando no futuro, ansiosos para a chegada
Ele se aproximou de Amin sério - Ela que não me deixou contar. O desceu do balcão - Vai ficar com o seu pai um pouco. Olhou para Sky - Porque você está aqui? - Aconteceu alguma coisa?Ela estava o olhando ansiosa, ficou desconcertada, respondeu baixinho - Vim ficar com você, abrir o exame juntos. - Quando eu cheguei, não tinha ninguém. Rumi e Violeta estavam arrumando a mesa, com salgados, docinhos, refrigerantes, Theo pegou Amin a força com brincadeira e saiu no quintal, Riven também foi. Rigel pegou o celular no bolso - Você não disse nada, eu já vi. - Quer ver? Ela ficou surpresa sem jeito - Quero! Ficou feliz?Ele deu o celular nas mãos dela- Sim, eu já esperava por isso. - E você? Gostou?Ela ficou emotiva, devolveu o celular - Uhum! Desculpa por não ser nada do jeito que você queria. Ele a abraçou - Tudo bem! Vamos aproveitar de outras maneiras. - Vou tomar banho, quer ir ficar no meu quarto ou fica de boa aqui? Antes dela responder, Amin jogou a bola dentro
Saiu correndo, abriu o portão pelo interfone, até Riven sair do quarto, Amin já estava na calçada, foi correndo para o ponto de ônibus e sentou, começou chorar sentido, Riven foi atrás correndo, sentou ofegante bravo - Eu não quero bater em você, mas você está pedindo. - Amin sabe que não pode sair sozinho, vai ficar de castigo. Ele se levantou olhando a rua dos dois lados, Riven o segurou pelo braço chamando atenção, Amin foi desfalecendo de propósito, deitou no chão - Vou pegar o mesmo ônibus que a babá má e ir ficar com ela, porque ela não pode ter outra criança e me deixar. - Por isso ela foi embora né?- Todo mundo prefere os bebês. Riven o pegou no colo - Não é verdade! - Nós gostamos de você e dos dois bebês também. - Não é qualquer ônibus, que vai pra onde a gente quer. - Tem que saber andar, é muito perigoso filho. - Se você quiser eu peço pra alguém te levar ver a babá má, mais você tem que prometer, nunca mais fugir. - Porque se algo ruim acontecer com você, eu
Não decidiram nada sobre a revelação, ele foi pra casa, não tinha ninguém lá, antes das vinte horas, voltou para casa de Sky, ela estava sentada na escada sozinha, no escuro, se levantou quando ele chegou, desceu abrir o portão com cara de choro, ele a abraçou, perguntou o que tinha acontecido, se estavam bem, ela foi entrando - Não foi nada com a gente. Entrou e fechou a porta, disse que a mãe tinha saído, começou contar toda sem jeito, que tinham denunciado o tio dela por ab uso, duas familiares e uma vizinha, ele ficou ouvindo sem entender o motivo do nervosismo, logo ela falou sobre a mãe, Dariele foi fazer o mesmo, denunciar, quando Sky falou que não conseguia ir, ele foi entendendo tudo melhor. Ela contou o que aconteceu na casa da vó, chorou bastante, ele ficou se sentindo péssimo com dó, colocou crédito no celular dela, se ofereceu para irem buscar Dariele, soube da história do Tião também. O irmão de Dariele tinha sido preso, quase linchado na rua, ela foi na delegacia
Ela pensou para responder e mentiu - Sei lá, queria mudar a mim. Ele perguntou com deboche se deu certo, ela disse que sim, igual ao cabelo, para pior. Ele foi penteando até desembaraçar tudo, percebeu que estava muito danificado com as pontas ralas, desalinhado - Pronto. O que dá pra fazer, no seu cabelo? Para melhorar? - Não tem um creme, shampoo sei lá, umas coisas de salão? Ela se levantou, entrou no quarto - Sei lá, tem. Vou ver alguma coisa! Ele se levantou, foi na porta do quarto - Não vai ver nada, né?Ela sorriu sutilmente, foi colocando outro chinelo, passou perfume, estava usando o solitário e a pulseira que ganhou dele, não tirou mais pra nada, exatamente pelo motivo que falou quando ganhou o anel. Foi pegando a bolsa, passou por ele e foi tomar os remédios, mais de dez comprimidos - Não posso demorar pra comer, se não vou passar mau.- Esse lug
Ele respondeu sendo paciente - Eu só fico preocupado, não estou te culpando por nada. - A minha mãe e a Rumi foram ao Brás e trouxeram algumas coisas, pro neném, eu nem olhei, esperei pra ver com você. Ela estava pegando suco na geladeira, parou na frente dele- Mais eu disse que não queria nada de bebê. Ele respondeu sério - Mais agora já foi, é só guardar, da pra menina ou menino. - Vamos na farmácia pegar os remédios, se você quiser alguma coisa, já aproveita e pega.Ela foi lavar o copo de costas pra ele - Não posso pedir, entrega?- Não quero sair. Ele disse que seria bom irem dar uma volta, ao ver a cara dela brava, pediu o contato da farmácia, ela foi pegar as receitas, explicou pra que era cada coisa, eram vários remédios, vitaminas, ele quem conversou com a farmácia, deu o celular nas mãos dela e foi no carro pegar um cartão, chegaram duas mensagens da " Nina ", deu pra ver só uma parte " Sério amor que ótimo 😻😻 " " Quando vai passar aqui? " Para Sky foi a gota







