登入O aperto de Tade nos tornozelos de Lara era de ferro, implacável, deixando marcas enquanto ele a arrastava pela cama em sua direção. Seu corpo deslizou pelos lençóis amassados, ainda úmidos do sêmen de Kian, seu vestido agora nada mais que uma faixa torcida em volta de suas costelas. Ela ofegou, o ar frio atingindo sua pele superaquecida como um choque, mas Tade não lhe deu tempo para respirar.Ele a virou de bruços em um movimento brusco, com o rosto afundado nos travesseiros que cheiravam ao perfume de Kian e ao seu próprio suor. Sua bunda se ergueu instintivamente, os joelhos cravando no colchão, oferecendo-se sem pensar. A vergonha queimava em suas veias, quente e densa, mas também a dor entre suas pernas, agora vazias, necessitadas, implorando para serem preenchidas novamente."Você acha que pode simplesmente se abrir para ele como uma puta e me esquecer?" A voz de Tade era baixa, gutural, carregada do tipo de ciúme que se transformava em algo selvagem. Ele deu um tapa forte em s
A luz do quarto acendeu de repente, como um tapa.Tade estava parado na porta, o paletó já pendurado em um braço, a gravata frouxa, os olhos alternando entre o rosto calmo de Kian e Lara encolhida contra a parede, o vestido amontoado na cintura, as coxas brilhando de suor e sêmen, os lábios inchados e vermelhos.Ele não piscou, não gritou, apenas sorriu devagar, com um sorriso cortante, o mesmo sorriso que costumava dar em reuniões de diretoria antes de destruir a carreira de alguém."Bem", disse ele novamente, com a voz aveludada, "parece que interrompi alguma coisa."Lara tentou puxar o vestido para baixo, suas mãos tremiam tanto que o tecido subiu de volta. O sêmen de Kian ainda escorria dela, quente e obsceno, escorrendo pela parte interna da coxa; ela sentia, sentia cada gota como uma marca.Kian não se deu ao trabalho de fechar o zíper, simplesmente se virou completamente para Tade, os ombros relaxados, o pênis ainda meio ereto e brilhando contra a calça aberta. “Você chegou ced
As costas de Lara bateram com um baque surdo na parede do quarto no instante em que a porta do apartamento se fechou atrás dela. Kian já estava lá, esperando no corredor escuro como se nunca tivesse saído, sem preâmbulos, sem palavras a princípio.Sua boca se chocou contra a dela antes mesmo que ela pudesse sussurrar seu nome, forte, possessiva, dentes se chocando, línguas deslizando úmidas e urgentes. Ele tinha gosto de fumaça do charuto que fumara mais cedo e da tempestade lá fora.As mãos de Lara se fecharam em punhos no casaco molhado dele, puxando-o para mais perto mesmo enquanto sua mente gritava para afastá-lo. Ela odiava a rapidez com que seu corpo respondia a ele, odiava como suas coxas já tremiam. Kian não pediu permissão.Uma mão empurrou seu vestido até a cintura em um único movimento brusco, a outra rasgou sua calcinha de renda para o lado, sem rasgar, apenas com impaciência brutal. Dois dedos grossos mergulharam nela sem aviso.Lara gritou em sua boca, aguda, surpresa, j
Jen encarou a foto, sentindo a bile subir: Sarah, claro, aquela vadia de quem ela não conseguia se livrar, que sempre queria tudo e todos que ela tinha. Marcus pegou o telefone, com o maxilar tenso. "Ela está tentando te machucar, não deixe."O estrago estava se espalhando; Jen já conseguia imaginar as consequências, os cochichos no escritório, o respeito perdido, o projeto que Sarah havia roubado agora transformado em arma."Eu não posso ficar aqui", disse Jen, com a voz baixa. "Não enquanto isso continuar nos assombrando."Marcus acariciou o rosto dela. "Então vamos embora. Juntos, na minha casa no interior, um pequeno feriado tranquilo, sem interrupções. Nos dê tempo para respirar. Para construir algo real."Jen olhou nos olhos dele: sem hesitação, sem joguinhos. Apenas ele, cru, desejando-a, tanto física quanto mentalmente; ela assentiu. "Tudo bem."Eles fizeram as malas com pouca bagagem, apenas algumas roupas para o interior no carro, a mão dele repousando na coxa dela, o polega
A mão de Jen tremia enquanto ela encarava o painel do interfone. Marcus estava atrás dela, com a toalha pendurada na cintura e água ainda escorrendo do cabelo."Não atenda", disse Marcus, com a voz monótona. "Ele não tem o direito de entrar aqui sem bater." Mas o dedo de Jen pairou sobre o botão. Três anos de hábito tentando consertar o que estava quebrado a atormentavam. "Preciso encarar isso", sussurrou ela. "Ou nunca vai acabar." "Você acha que conversar resolve uma traição? Eu tentei isso com a Victoria. Só piora a situação, eu sei bem disso."Jen apertou o botão mesmo assim. "David... me dê dez minutos. Já desço."Silêncio. Sabe de uma coisa? "Já estou subindo."Marcus praguejou baixinho. "Você está deixando ele entrar na minha casa?""Vou acabar com isso", disse ela, com a voz mais firme do que se sentia. "De verdade." Ela se vestiu rapidamente; o vestido preto de ontem estava amassado, mas ainda servia. Marcus vestiu jeans e uma camisa, braços cruzados, observando-a como uma te
O braço dele a envolvia possessivamente pela cintura, a respiração calma contra seu pescoço, mas o sono não vinha. A ligação não atendida de David queimava em sua mente, um fantasma que se recusava a desaparecer. Ela saiu da cama, com cuidado para não acordar Marcus, e foi até a sala de estar, onde seu celular ainda estava no chão.Vinte e três chamadas perdidas. Doze mensagens de texto. A mais recente, enviada às 3h17 da manhã:“Onde você está? Precisamos conversar. Me desculpe por ontem à noite. Volte para casa.”Seu estômago revirou. Desculpe, a palavra não significava mais nada para ela, mas ela ainda se sentia culpada. Ela rolou a tela para cima, mensagens do início da noite, antes da sala de estar, antes de Marcus: reclamações sobre o trabalho, um casual “te amo” que parecia mecânico. Depois, a foto que ele havia enviado à meia-noite: ele sem camisa na cama deles, a mesma cama onde ela o flagrou com Sarah meses atrás. Uma oferta de paz? Ou uma isca?A porta da frente se abriu su
A mão de Jen tremia enquanto ela encarava o painel do interfone. Marcus estava atrás dela, com a toalha pendurada na cintura e água ainda escorrendo do cabelo."Não atenda", disse Marcus, com a voz monótona. "Ele não tem o direito de entrar aqui sem bater." Mas o dedo de Jen pairou sobre o botão. T
A voz distorcida no telefone crepitava como a estática da tempestade lá fora: "Não confie no Damon. Foi ele quem a empurrou." Então a ligação caiu, me deixando agarrada ao fone, nua e tremendo na porta do quarto. Damon ainda segurava meu braço, seus dedos machucados de onde ele tinha acabado de me
A batida da polícia sacudiu a porta como um trovão, me arrancando do torpor de nossos membros entrelaçados na cama. Meu corpo ainda latejava pelas estocadas de Alex, úmido e exausto entre minhas coxas, mas agora o medo me arranhava a espinha. A TV anunciava em alto volume a voz do âncora do noticiá
A mensagem ficou gravada na minha retina como uma marca: Espero que esteja gostando do meu marido. Feliz Natal. - LauraMinha mão tremia enquanto eu encarava a tela, o brilho do telefone projetando sombras fortes no quarto escuro. O peso de Alex se moveu ao meu lado na cama, sua pele ainda úmida co







