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Capítulo 4

Author: Rosie
last update Last Updated: 2026-01-12 06:07:09

Já estou nua na mesa de sinuca, pernas pro ar, marcas de caneta Sharpie subindo minhas coxas por dentro como uma escada para o inferno.

A notícia se espalhou mais rápido que clamídia numa república de universidade, 500 dólares em dinheiro para o primeiro homem que engravidar Kaylee Mae Parker.

Sem camisinha, sem tirar antes. O vencedor leva o prêmio e os direitos de se gabar pra sempre.

A fila começa na jukebox e serpenteia até o estacionamento. Fazendeiros de Carhartt, caminhoneiros de boné de rede, o mecânico casado ainda com a aliança, até a Big Lisa, a bartender, que jura ser lésbica gold-star mas trouxe sua cinta preta mais grossa "por via das dúvidas".

Apoio meu celular numa pilha de descansos de copo, aperto TRANSMITIR AO VIVO no grupo do F******k "Riverbend Buy-N-Sell" e mando um beijo para a câmera.

"Boa noite, gente. Façam suas apostas e suas esporradas. O tempo começa agora."

O primeiro é o Tommy Lee, mecânico a diesel, ainda com graxa sob as unhas. Ele larga o jeans, se alinha e entra de uma vez. Já estou molhada dos shots de tequila e da pura sacanagem do que estou fazendo.

Ele geme como se estivesse morrendo, bomba exatamente oito vezes e goza tão forte que sinto respingar no meu colo do útero. Um.

Ele sai, dá um tapinha no meu clitóris com o pau melado e marca um novo risco na minha coxa com a Sharpie presa na mesa por uma corrente. O chat explode, 73 emojis de fogo em dez segundos.

O próximo é o Sr. Delgado, professor de espanhol do ensino médio, sussurrando "puta sucia" enquanto me fode de missionário, quadris batendo tão forte que a mesa se arrasta uma polegada pelo chão. Ele goza com o polegar no meu clitóris e eu esguicho em todo o seu calça cáqui. Dois.

No décimo cara, paro de contar nomes. Só paus, porradas e o som molhado de pele na pele. A lanterna do celular de alguém está apontada direto pra minha boceta para que a transmissão ao vivo veja cada jato me pintar de branco por dentro. Os comentários são pura poesia:

"Deus abençoe a América"

"Minha esposa tá dormindo, não conta pra ela que sou o #19"

"Dá um zoom, quero ver vazar"

A Big Lisa finalmente chega a sua vez por volta da vigésima sexta hora. Ela aperta um dildo preto monstruoso e veinudo do tamanho do meu antebraço, lubrifica com meu próprio esperma e me fode tão forte que meus olhos reviram.

A sala grita mais alto por ela do que por qualquer pau de verdade o fim de semana inteiro. Eu gozo aos gritos, esguichando num arco perfeito que respinga na lente. Lisa se inclina, me beija fundo e sussurra: "Isso é por cada vez que você flirtou por cerveja de graça, vadia."

Perdi a conta depois do vinte e sete. Pode ser trinta. Pode ser cinquenta. O tempo vira um borrão de mãos, bocas, paus, línguas e o gotejar constante de porra descendo pelo meu rego até o feltro.

Alguém me dá melancia encharcada de vodka só pra me hidratar. Outra pessoa trança meu cabelo para trás pra não puxarem tanto. A linguagem do amor de cidade pequena.

Quadragésima terceira hora, a luz da manhã de domingo entra pelas persianas quebradas. Minha boceta está tão inchada que parece que está acenando oi. O prêmio já está em 1.200 dólares agora, entradas tardias pagam o dobro. Estou de costas, pernas sobre os ombros de um caminhoneiro barbudo que cheira a diesel e Skoal, quando a bateria do meu celular acaba no meio da enfiada.

Não importa. Metade da cidade já está na sala mesmo, se masturbando, filmando, esperando a vez.

Sexagésima oitava hora, não consigo andar. Eles me carregam para o banheiro num trono de braços suados, me colocam na pia como uma Barbie quebrada. Big Lisa segura o teste de gravidez enquanto eu mijo nele, o jato dourado acertando a tirinha e escorrendo pelos dedos dela porque não consigo mais mirar.

Esperamos três minutos, estou mastigando um pedaço de limão que alguém achou no balcão do bar.

Uma linha. Negativo.

Começo a rir tão alto que quase caio da pia. Lisa me segura, beija as lágrimas do meu rosto, e eu grito para o bar inteiro:

"RODADA POR MINHA CONTA, FILHOS DA PUTA! AINDA INVICTA!"

O rugido sacode as paredes. Alguém estoura um champanhe que estava no refrigerador desde o Ano Novo de 2019. Tem gosto de cobre e vitória.

Volto mancando para a mesa de sinuca nua, porra seca em cada centímetro de mim, e subo nela como se fosse um palco.

"Última chamada para o prêmio!" berro, com a voz rouca. "O dobro ou nada, quem me engravidar até o horário de fechar leva o bar também!"

O velho Jenkins, oitenta e dois anos, avança com seu andador e um sorriso cheio de dentaduras. "Tô guardando essa porrada desde 98, gatinha."

Abro as pernas, pisco para a multidão, e a fila se forma de novo.

O Rusty's não fecha por mais três dias e, em algum lugar no caos, meu celular, morto no chão, ainda tem 400+ reações congeladas em uma transmissão ao vivo que vai viver na lenda de Riverbend para sempre.

Não estou grávida, mas caramba se não sou a vadia mais rica de três municípios, nadando em dinheiro, porra e no tipo de amor que você só consegue de uma cidade que aposta na sua fertilidade e ainda te paga o café da manhã.

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