Seis Anos Depois, Caiu de Novo

Seis Anos Depois, Caiu de Novo

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Seis anos atrás, Giovanna Vieira perseguiu com intensidade o rapaz mais bonito da Faculdade de Direito, João Barbosa. Depois de três meses de namoro, ela o descartou sem peso na consciência, com uma única frase: — Estava enjoada de dormir com você. Seis anos após o término, os dois se reencontram. A antiga garota rica e o jovem pobre tiveram os papéis invertidos. João se tornou um advogado de elite, enquanto Giovanna, endividada, carrega a filha consigo e sofre violência doméstica. Como advogado responsável pelo divórcio dela, João a encara com um olhar carregado de sarcasmo. — Tudo isso é consequência das suas próprias escolhas. Giovanna sabe que João a odeia até o fundo da alma. Ela decide não se envolver mais com ele e, no dia em que vai embora, sorri e deseja felicidades pelo novo casamento. Mas João percorre montanhas e vales apenas para chegar até ela. Numa pousada de uma cidade pequena, ele encurrala ela em um quarto escuro; com os olhos vermelhos, prende o corpo dela nos braços: — Você realmente tem coragem de me abandonar mais uma vez?

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Bab 1

Capítulo 1

— Cansei de dormir com você. Vamos terminar.

Seis anos atrás, a filha da família Vieira, Giovanna, disse isso com frieza e decidiu, sem hesitar, largar o então pobre João para se casar por conveniência com Samuel Gomes, filho do prefeito.

Seis anos depois, a família Vieira faliu.

Giovanna sofre violência doméstica do marido, Samuel, e decide se divorciar.

No momento mais miserável de sua vida, ela reencontra João.

Cafeteria.

Giovanna, usando óculos escuros e um boné, sentava perto da janela, checando o horário repetidas vezes.

Naquele dia, ela havia marcado um encontro com o advogado responsável pelo divórcio, mas o horário combinado já tinha passado, e ele ainda não aparecera.

Ela estava prestes a ligar para perguntar quando a porta da cafeteria foi empurrada e um homem alto entrou.

Ele vestia um terno cinza, camisa preta e gravata listrada.

Ele tinha uma presença elegante e imponente.

Desde o instante em que entrou, várias funcionárias lançaram olhares em sua direção.

De fato, um rosto absurdamente bonito daquele nível, fora do meio artístico, era raro de se ver na vida real.

Outras pessoas também ficaram impressionadas com a beleza dele.

Giovanna, porém, sentiu um choque.

Porque o homem que acabara de entrar era João, seu primeiro amor, o ex-namorado que ela havia abandonado anos atrás.

Depois de seis anos sem se verem, João parecia outra pessoa.

Na memória dela, João sempre usava camisa branca e tinha um ar gentil e caloroso, quase como um irmão mais velho protetor.

Agora, não restava nada daquele garoto.

Os traços haviam ficado mais duros, o olhar frio e agressivo, envolto numa aura predatória, como a de um caçador perigoso.

O coração de Giovanna disparou de forma descontrolada.

Em pânico, ela puxou o boné para baixo, rezando para que João não a reconhecesse.

Na noite anterior, ela tinha acabado de apanhar de Samuel.

O rosto ainda carregava marcas evidentes.

Ela não queria que João a visse naquele estado deplorável.

Preferia que a lembrança que ele guardasse fosse a da mulher arrogante e irracional no momento do término, e não a imagem de alguém derrotada dentro de um casamento fracassado.

Mas João foi direto até a mesa dela, puxou a cadeira à frente e se sentou.

— Desculpa, peguei um pouco de trânsito. — Disse João.

Giovanna ficou em choque.

"Com quem o João marcou? Ele sentou na mesa errada?"

Com a cabeça baixa, o boné e os óculos escondendo metade do rosto, ela forçou a voz, tentando disfarçar:

— Senhor, acho que o senhor se enganou de pessoa.

— Garota rica, para de fingir. Mesmo que você virasse cinzas, eu ainda reconheceria.

Giovanna ficou paralisada.

Desde a falência da família, ninguém a chamava daquele jeito havia muito tempo.

Esse apelido sempre fora o favorito de João.

Ele gostava especialmente de usar aquele nome nos momentos de intimidade, apertando o corpo dela com força nos braços e sussurrando, com a voz rouca, [garota rica] junto ao ouvido.

— Garota rica, pode entrar agora?

— Garota rica, ainda quer?

— Garota rica, diz que me ama.

As lembranças de uma posse extrema invadiram sua mente naquele instante.

Mas agora, naquela maneira de se referir a ela, não havia qualquer vestígio de desejo ou ternura, apenas ódio.

— Eu não sou a pessoa que você está procurando. Por favor, vá embora, o advogado com quem marquei já deve estar chegando. — Giovanna insistiu em fingir que não o reconhecia.

João pediu um café e disse, com calma deliberada:

— O Yuri não vai vir. O seu processo de divórcio vai ficar sob minha responsabilidade.

Giovanna ergueu a cabeça de repente:

— Por quê? Eu tinha combinado com ele.

— Finalmente resolveu olhar para mim.

Giovanna ficou atônita por um instante.

Por trás das lentes escuras, o olhar de João era frio e contido, carregado de imponência.

Sem pensar em mais nada, ela insistiu:

— Por que o advogado Yuri não vem?

— Durante o exercício da profissão, ele cometeu várias irregularidades. Hoje foi desligado do escritório.

— Ontem à noite ainda falamos, e hoje ele já foi impedido de advogar? Como pode existir uma coincidência dessas? João, isso foi de propósito, não foi?

— De propósito para te ver? — João soltou uma risada fria. — Você acha mesmo que eu ainda sinto alguma coisa por você?

Giovanna, é claro, não se iludia. Ela sabia que João a odiava.

Nenhum homem ficaria preso a uma mulher que esmagou o orgulho dele.

— Não foi isso que eu quis dizer.

— Então o que você quis dizer?

— Quis dizer que talvez você só tenha vindo aqui de propósito para rir da minha desgraça.

— Pelo menos você se conhece.

João admitiu. Ele realmente tinha vindo para rir da desgraça dela.

Mesmo já esperando isso, ouvir a confirmação da boca dele fez uma dor se espalhar pelo peito de Giovanna.

Nos seis anos em que esteve casada com Samuel, o relacionamento sempre foi péssimo.

Os sogros nunca gostaram dela e, depois da falência da família Vieira, o desprezo só aumentou.

A vida dela se tornou miserável.

O orgulho que um dia teve foi sendo desgastado pouco a pouco, até não restar nada.

Havia muitas pessoas querendo ver ela passar vergonha, mas a única que realmente tinha o direito de rir dela era João.

— Já que você quer rir de mim, então eu vou deixar você ver tudo.

Giovanna tirou os óculos escuros e o boné.

Ela não estava maquiada naquele dia.

A pele clara parecia uma tela em branco, e a vermelhidão na testa e o hematoma no canto do olho se destacavam de forma cruel.

Ao ver os ferimentos no rosto dela, o olhar de João escureceu de repente.

Ele apertou a xícara com força, as veias do dorso da mão saltando.

"Samuel, seu desgraçado!"

A voz de Giovanna tremia:

— Já viu o suficiente? Se quiser, eu ainda posso explicar. Esse machucado na testa foi de um cinzeiro, aqui no canto do olho foi...

— Chega! Cala a boca! — João sentiu como se algo afiado atravessasse o peito, e a dor se espalhasse sem controle. — Isso tudo foi escolha sua! Você está colhendo o que plantou!

— Sim, foi escolha minha. Tudo isso é culpa minha mesmo. E agora que você viu que eu não estou bem, já pode ficar em paz. — Os olhos de Giovanna arderam enquanto ela encarava João. — O que aconteceu naquela época foi culpa minha. Eu te peço desculpas. A partir de agora, estamos quites.

Depois de dizer isso, ela pegou os óculos escuros e o boné e saiu rapidamente.

João permaneceu sentado, o olhar acompanhando as costas dela enquanto se afastava.

As emoções dentro dele se agitavam como uma maré violenta, quase prestes a engolir tudo.

De repente, o celular dele tocou.

— João, onde você está?

— Com um cliente.

— Você acabou de voltar ao país, que cliente? — A pessoa do outro lado da linha demorou alguns segundos para reagir. — Você realmente pegou o caso de divórcio do Yuri? Você é o dono do escritório. Desde quando aceita um caso pequeno desses?

João não respondeu à provocação. Apenas disse:

— Me faz um favor.

— O quê?

— Investiga o Samuel.
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