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67 - Itália

Autor: Rose Barbosa
last update Fecha de publicación: 2025-06-16 00:12:28

LOGAN BRYTHE

Eu nunca fui fã de nada assustador. Sempre fui do tipo que enfrenta monstros de frente, sejam eles figurativos ou reais. Mas havia algo muito mais aterrorizante do que qualquer filme de terror ou documentário criminal: ver o medo estampado nos olhos dela.

Mesmo adormecida, seu corpo estava tenso, como se lutasse contra alguma ameaça invisível. Ela se mexeu, e eu tirei os olhos da estrada por um segundo para observá-la. Seus cílios tremeram antes de abrir os olhos, e vi o momento
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Último capítulo

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   117 - Epílogo

    AVERY WELLES — É com grande honra que os declaro marido e mulher. A reunião de todas as quarenta pessoas explodiu em aplausos de alegria. Amigos e familiares voaram para a ilha para testemunhar essa incrível bênção se desenrolar diante deles. Uma segunda chance para ambos. Papai sentou Ju e eu numa tarde de final de agosto, nos servindo um bolinho de chocolate doce, como fazia quando éramos crianças. Ele nos explicou como se fôssemos crianças, como se precisasse justificar por que era digno de amor e por que queria nos pedir permissão para o casamento. Nós o abraçamos, chorando de felicidade nos ombros um do outro. Nossa mãe nunca seria substituída, nunca, mas papai não merecia ficar sozinho. Teresa ficou muito feliz quando Logan e eu oferecemos nossa casa na Itália para o casamento, e ficou ainda mais animada quando Ju e eu quisemos ajudar com os planos. À medida que as coisas começavam a mudar da cerimônia doce para a recepção ao pôr do sol, encontro o cabelo grisalho ent

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   116 - Nós três

    AVERY WELLES Debruço-me na varanda, minhas mãos segurando a xícara de chá quente que preparei enquanto Logan ainda estava aconchegado entre os lençóis. — Aí está você — ouço sua voz sonolenta e grogue atrás de mim. Sorrio imediatamente quando seus braços envolvem meus quadris e ele beija minha nuca. — Por que você acordou tão cedo? — Eu não queria perder isso Ficamos em silêncio por mais um tempo, absorvendo a visão gloriosa. — Tenho outra surpresa para você mais tarde. — Acho que não consigo lidar com mais surpresas. — Só mais uma — ele diz, beijando-me abaixo da orelha. — Vamos dormir mais uma ou duas horas. Deixo que ele me puxe de volta para a cama, colocando a xícara de chá na cômoda no caminho e tirando a camiseta de Logan antes de me deitar ao lado dele e me aconchegar em seu peito nu. Não sabia o quanto estava exausta até ser despertada novamente. — Bom dia. — Logan sorri. Ele carregava a bandeja e acenou com a cabeça em direção à varanda, me dando um segu

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   115 - Nova lua de mel

    AVERY WELLES — Parabéns para você. — um tom suave e gentil sussurra em meu ouvido e me desperta do meu sono reparador. — Parabéns para você. — A voz continuou enquanto eu sorria no conforto do meu travesseiro macio, e um beijo doce repousava em meu ombro. — Feliz aniversário, minha doce esposinha. — Cantarola dando uma risadinha. — Parabéns para você. Finalmente me viro de costas, abrindo os olhos para o lindo raio de sol que pairava sobre mim. Seus olhos caramelo estavam perfeitamente transformados em ouro pela luz que enchia o ambiente com um calor glorioso, embora não fosse a única coisa que aquecia minha pele. — Obrigada. — digo, rouca, tocando seu queixo. — Sinto cheiro de panqueca? Suas sobrancelhas se arqueiam. — Muito impressionante, Sra. Brythe. — Ele se aproxima para um selinho rápido. — Agora… café da manhã na cama? Balanço a cabeça. Eu não gostava de comer na cama, a ideia de migalhas nos lençóis me dava coceira. Me afasto do meu refúgio e prendo o cabelo no a

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   114 - Mostre-me o quanto você sentiu minha falta

    AVERY WELLES Minha pele parecia encharcada de combustível, e seus beijos eram o isqueiro que acendia o caminho que se estendia do meu pescoço até o peito, me envolvendo completamente em uma onda de prazer ardente. Eu tremia, sentia minhas pernas apertando em volta da cintura dele enquanto seus beijos salpicavam o vale dos meus seios. — Eu imaginei isso — ele murmurou contra minha pele, causando um arrepio involuntário. Ele beijou por baixo do bojo do meu sutiã. — Todas as noites, eu imaginei você aqui. Minhas mãos por todo o seu corpo, te tocando, te beijando.Apertei os lençóis com força quando ele passou a língua travessa, pelo pedaço de renda transparente que tentava proteger meu mamilo ereto, que pulsava com a sua proximidade. Eu tinha certeza de que meus olhos estavam pesados de desejo quando se abriram e o fitaram, sentindo meu estômago revirar com a paixão com que ele me encarava.— Senti sua falta. — ele repetiu pela enésima vez. Beijou meu umbigo até a altura dos lábios e,

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   113 - Surpresa

    AVERY WELLES De nós duas, Ju não era a mais emotiva. Ela era mais teimosa e tinha um coração de aço. Quando eu chorava feito um bebê por causa de "Marley e Eu", ela revirava os olhos e jogava pipoca na minha cabeça. Em comerciais de Natal na TV, ou mesmo naqueles que tentam te convencer a adotar um burro doente ou um orangotango abandonado na África, ela nem pestanejava enquanto eu me encolhia num canto e soluçava.Então, quando ela olhou para o encosto do sofá e gritou para Paul perguntar quem estava na porta, o grito que escapou de sua garganta foi o suficiente para me fazer chorar também. Ela mal conseguiu chegar à beira do sofá quando eu a agarrei quase completamente e me prendi a ela como se ela fosse uma espécie de bote salva-vidas.— Como? Quando? Você não deveria ter voltado na semana que vem.— Ela nos surpreendeu, mamãe! — Contive uma risada enquanto Paul pegava Katy no colo.— Você não achou que eu conseguiria ficar em outro país sem correr para ver meu novo sobrinho, acho

  • Ensinando o senhor Brythe a amar   112 - Onde preciso estar

    LOGAN BRYTHE — Tem certeza disso? Sério, Logan, você pode simplesmente trazê-la para casa. Ficaremos bem.— Ju, descanse um pouco. — digo ao telefone, enfiando a mão no bolso da calça jeans. — A Katy e eu ficaremos bem por algumas horas. Vou até preparar o jantar para ela e deixá-la em casa antes do banho, tudo bem? Só descanse. Dê um beijo naquele meu sobrinho lindo e te vejo em breve. Ok?Ela suspira.— Você é mesmo um tesouro. Obrigada. Te devemos uma.— Nota: para ser babá no futuro — brinco com ela. O sino toca alto e estridentemente, e espero pacientemente que o feixe de energia irrompa pelas portas.— Tio Logan!Seu grito estridente e agudo faria gelo derreter se aqueles olhos azuis incríveis e cachos loiros e saltitantes não fizessem primeiro. Ela sai da escola e segura as alças da mochila de O Estranho Mundo de Jack, que era quase maior que ela.— Olá, moça bonita.— sorrio. — Teve um bom dia?— Olha! A professora me deu dois adesivos! — Katy sorri com uma enorme alegria nos

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