INICIAR SESIÓNOlá… se você chegou até aqui, antes de qualquer coisa, eu quero te dizer obrigada.Obrigada por ter dedicado seu tempo a essa história, por ter se permitido sentir cada emoção, cada conflito, cada recomeço junto com a Helena e o Daniel. Se você leu até o final, é porque, de alguma forma, essa história te tocou — e isso, pra mim, vale mais do que qualquer coisa.E se você gostou dessa história… eu tenho um convite especial pra você.Tenho outros livros aqui na plataforma que também carregam intensidade, romance, conflitos e decisões difíceis — tudo aquilo que faz a gente virar a página sem perceber, e um deles é esse:Grávida do meu Chefehttps://www.goodnovel.com/book/Gr%C3%A1vida-do-meu-chefe_31001122800Vou te contar um pouco mais sobre a história para você conhecer o que te espera…Sinopse:Ela só queria comemorar o emprego dos sonhos.Ele só queria mais uma noite sem compromisso.Isadora é o tipo de mulher que não chegou onde está por acaso. Inteligente, determinada e extremamente
DEZ ANOS DEPOISHelenaSe alguém tivesse me contado, no meu primeiro dia do último ano da Academia Westbrook, que aquele garoto irritante, atrasado e convencido se tornaria meu marido, meu sócio e a pessoa com quem eu construiria uma família, eu provavelmente teria rido na cara dessa pessoa.Na época, Daniel Carter era praticamente tudo o que eu não suportava. E, ainda assim, dez anos depois, eu estava na nossa cozinha, numa casa espaçosa em um condomínio fechado, tentando organizar uma festa para comemorar os vinte e nove anos dele.A vida realmente tinha um senso de humor peculiar.— Helena, você colocou as bebidas na geladeira? — Daniel perguntou, aparecendo na porta da cozinha.Olhei para ele.— Coloquei.— E os aperitivos?— Também.— Os guardanapos?Pousei a colher que segurava.— Daniel.Ele parou.— O quê?— Se você fizer mais uma pergunta sobre a organização dessa festa, vou colocar você para lavar toda a louça sozinho.Ele abriu um sorriso.— Entendido, senhora Carter.Tente
HelenaEu costumava acreditar que os grandes momentos da vida vinham acompanhados de alguma coisa extraordinária. Uma conquista importante, uma notícia capaz de mudar tudo, uma decisão que dividisse o mundo entre o antes e o depois.Talvez por isso eu tenha demorado tanto para perceber que algumas das maiores mudanças aconteciam nos dias mais comuns.Naquela terça-feira, por exemplo, eu estava atrasada para uma reunião, Daniel tinha deixado uma caneca de café ao lado do meu notebook e havia uma pilha de roupas esperando para ser dobrada no sofá. Nosso apartamento continuava pequeno, a cozinha ainda era apertada para duas pessoas e a lista de tarefas domésticas presa à geladeira já precisava de outra atualização.Nada daquilo parecia extraordinário.Ainda assim, quando parei diante da porta para procurar minhas chaves e encontrei Daniel esperando por mim com a mochila sobre um ombro, tive uma sensação inesperadamente boa.Aquela era a nossa vida.Não uma viagem de verão, uma competição
HelenaSe alguém me perguntasse como tinham sido os primeiros três meses morando com Daniel, eu provavelmente responderia que foram maravilhosos. E seriam necessários apenas mais cinco minutos de conversa para eu admitir que também tinham sido caóticos.Porque ninguém me preparou para descobrir que o garoto que conseguia desmontar um mecanismo inteiro e montá-lo novamente com algumas melhorias não sabia preparar um jantar sem transformar a cozinha em uma zona de desastre.Nem que eu, a garota que organizava planilhas para tudo, descobriria que seguir uma receita não significava necessariamente conseguir reproduzi-la.Nosso primeiro problema doméstico apareceu na segunda semana.Era uma terça-feira, eu tinha passado a manhã em uma aula de análise de dados e ainda precisava terminar um relatório para o dia seguinte. Daniel havia chegado do laboratório pouco antes de mim e anunciado que prepararia o jantar.Quando entrei na cozinha, encontrei uma panela soltando fumaça, uma tábua coberta
HelenaPouco mais de uma hora depois, estávamos em uma loja de móveis. A primeira compra foi óbvia. Uma cama. Não a cama dos sonhos. Nem a mais bonita. Nem a mais cara. Uma cama confortável, com tamanho suficiente para os dois e que pudesse ser entregue ainda naquele dia.Depois vieram o colchão, dois travesseiros, roupa de cama e um cobertor.— Está ficando caro — falei enquanto conferia os valores.Daniel olhou para mim.— A gente sabia que ia acontecer.— Eu sei.— E nossas famílias estão ajudando.— Mesmo assim.Ele segurou minha mão.— Não estamos comprando tudo de uma vez.Eu sorri.— Certo.A próxima parada foi em uma loja de departamentos. Compramos o básico. Pratos. Copos. Talheres. Duas panelas. Uma frigideira. Produtos de limpeza. Toalhas. Papel higiênico. Sabão. Um cesto para roupa suja. E uma cafeteira que Daniel insistiu que era absolutamente necessária.— Você não sabe viver sem café?— Não.— Eu sabia.Ele colocou a cafeteira no carrinho.— Isso não é luxo.— É uma ne
HelenaVoltar para Londres depois das férias tinha uma sensação completamente diferente da primeira vez. Na primeira viagem, tudo era novidade. Agora, quando saímos do aeroporto, havia algo familiar naquela cidade. As ruas. O clima. Os prédios. A universidade. Os caminhos que já conhecíamos.Mas havia uma novidade. Uma que fazia meu coração acelerar cada vez que eu pensava nela.Dessa vez, não voltaríamos para o alojamento. Tínhamos duas semanas para encontrar um apartamento, resolver toda a documentação e começar uma nova fase juntos.Daniel puxava uma das malas enquanto eu segurava o celular com o anúncio salvo.— Ainda está no mesmo lugar — falei.— O apartamento?— Sim.Ele olhou para a tela.— Então vamos descobrir se as fotos mentiram.Ri.— Espero que não.***O primeiro apartamento foi justamente aquele que havíamos encontrado ainda no Brasil. Quando entramos, eu reconheci imediatamente a sala das fotos. A janela enorme ocupava praticamente toda uma parede. Havia uma pequena







