FAZER LOGINMila
— Venha, vou te levar na venda do seu João, para você comprar algumas coisas para a sua casa e o chip, depois te levo até a casa.
Após comprar tudo, ele me leva para a casa que aluguei.
— Vou preparar um lanche, quer entrar?
— Tô com na maior larica, eu aceito sim. — Ele entra, preparo os lanches e ficamos sentados no sofá conversando, na verdade, eu fui a que mais falei, contei para ele como era a minha relação com o meu pai, com a minha mãe, contei tudo o que ela fez para mim. — Caramba, princesa, você passou maior barra nesses últimos meses.
— O pior é que minha cara está sendo divulgada em rede nacional.
— Relaxa, é só trocar o visu e ficar um tempo sem aparecer.
— Já troquei, olha essa foto — mostro um porta-retrato de uma foto que estou com meu pai.
— Você fica linda de qualquer jeito, seja loira ou morena. — Fico vermelha de vergonha. — Não precisa ficar com vergonha, é a verdade, você parece uma boneca — ele diz fazendo carinho no meu rosto, eu fecho os olhos, e de repente sinto seus lábios nos meus, eu correspondo o beijo, nos afastamos quando nos faltou o ar. — Desculpe, eu não resisti, não queria ser invasivo, tô indo nessa. — Ele levanta, eu seguro sua mão e dou outro beijo, ele abraça minha cintura e cola o meu corpo no dele. — Princesa, acho melhor pararmos por aqui, você está me deixando louco.
— Não vá embora, gosto de conversar com você.
— Acontece que se eu ficar, não vamos ficar só na conversa, se é que me entende.
— E se eu quiser algo mais? — Ele passa a mão no rosto, olha para mim e seus olhos verdes estão cinzas de desejo.
— Não quero que faça por obrigação, e sim porque quer, você chegou hoje, está cansada, e acabou tendo uma quedinha por mim, o seu “salvador”, então acho melhor eu ir embora, assim você não se arrepende depois.
— Não fale por mim, e sim estou cansada, tive uns dias péssimos, tive, posso me arrepender? Talvez! Mas o que quero agora, o que preciso agora, é relaxar, e nada melhor do que um bom sexo para relaxar, não acha?
— Puta merda, você quer ferrar com meu psicológico mesmo! — Então ele vem até mim, pega minha nuca, dá um beijo quente e intenso. Ele me leva para o sofá, sem parar o beijo, e que beijo… começo a tirar a sua camisa, nos afastamos um pouco, eu o ajudo tirar, ele começa a beijar meu pescoço e eu sinto uma eletricidade passar pelo meu corpo, ele começa baixar a alcinha da minha blusinha, e logo ele a tira pela minha cabeça, e volta a beijar cada centímetros do meu corpo, nós dois estava afoitos, com necessidade de tocar um no outro, ele tira meu sutiã e fica olhando fixo para meus seios, eu fico com vergonha e coloco as mãos nele, que as retira de imediato.
— Não os cubra princesa, eles são lindos, chega dar água na boca, esses biquinhos rosados. — Ele não terminou de falar e já abocanhou um seio, mordendo o biquinho me fazendo gemer baixo, enquanto acaricia o outro seio, e passo minhas mãos em suas costa e o sinto arrepiar soltando gemidos entre as chupadas.
Eu nunca fui ousada assim, mas eu o queria, eu queria senti-lo dentro de mim, baixei minha mão até o short dele, coloco minha mão por dentro e logo sinto o volume de seu membro em minha mão.
— Quer acabar com o pai mesmo! — Assim que ele terminou de falar, ele me deita no sofá e tira minha calça jeans, me deixando apenas de calcinha fio dental preta de renda. — Você é perfeita demais. — Eu não tenho tempo de responder, pois ele logo está rasgando minha calcinha, como se rasga um papel, tamanha facilidade que ele a rasgou. Só com aquela atitude eu já estava preste a gozar, ele começa a beijar minhas coxas. Não demora muito, sinto o prazer mais intenso da minha vida, quando sinto sua boca em minha intimidade, ali, perco completamente o juízo, eu não raciocínio mais. Apenas quero sentir o prazer maravilhoso que ele está me proporcionando… gemo e grito como uma louca, parecia que quanto mais eu gemia, mais ele me chupava, eu não conseguia segurar mais, e me desmancho em sua boca.
— Você é gostosa demais! — Eu mal me recuperei, já sinto seu membro em minha entrada — que delícia, você está ensopada — ele fala com a voz rouca de desejo.
Sinto-o me invadir, e não tem como controlar os gemidos, o pau dele é grande e grosso. Ele fica parado um pouco para que eu me acostume com o seu tamanho, assim que me sinto confortável começo a rebolar e ele entende o recado, porque começa a se movimentar para dentro e fora de mim, e a cada movimento eu gemia, assim como ele.
— Puta merda, você é tão apertada que sinto meu pau ser esmagado… gostosa demais… ele fala entre os gemidos.
Ficamos assim por um tempo, mas logo fico de quatro e finalizamos o sexo mais intenso da minha vida.
— Acabei de ter a melhor transa da minha vida, você tem noção que gozei quatro vezes. — Ele não falava nada, apenas me comia com os olhos, com um sorriso de molhar a calcinha.
— Bora tomar uma ducha.
— Com certeza. — Levanto com dificuldade, pois minhas pernas parecem gelatinas. Ele sorri safado e me pega no colo, me leva até o banheiro, me sento na banheira que ele coloca para encher. Logo ele entra atrás de mim, e não demora muito para as carícias ficarem mais intensas, e sem ao menos planejar, estávamos transando de novo, e de novo, até que me vi exausta, e dormi no seu peito.
Acordo com a campainha tocando, estou com meu corpo dolorido, e sorrio lembrando das horas anteriores, estou em minha cama, nua, coberta apenas com um lençol, olho para as marcas deixadas e fico sorrindo feito uma boba.
— O homem gostoso. — A campainha toca novamente, eu me enrolei no lençol e vou ver quem era, olho pelo olho mágico e vejo Manu. — O que faz aqui, mulher?
— Tava dormindo?
— Estava exausta.
— Imagino, difícil né, amiga. — Ela fica me olhando com uma cara engraçada.
— O que foi doida?
— Que chupão é esse aí? — Arregalou os olhos e a olho colocando a mão no pescoço, totalmente sem graça. — Caralho, Mila, chegou chegando, conta quem você pegou?
— Não conto, se continuar rolando, eu conto, mas o que faz aqui a essa hora doida?
— O Baile esqueceu?
— Eu não vou amore, nem roupa para ir tenho, eu não era de sair assim.
— Falou certo não era, porque na sua nova vida você é.
— Eu não vou saber nem como me comportar no lugar.
— Amiga aí que tá, lá você não tem que se comportar — ela fala e logo dá uma gargalhada gostosa, que é impossível não acompanhar. — Vim equipada.
— O que você trouxe? — Ela começa a tirar várias peças de roupas, e acabo escolhendo um micro short jeans desfiado, e um cropped preto rendado transparente, opto pelo all star branco, a Manu faz uma maquiagem top.
— Caralho, se eu não amasse meu neguinho, até eu te pegava, tu tá muito gata — ela diz rindo. — Partiu?
— Vamos antes que eu desista.
Na sala ao lado da igreja, Maria Julia está arrumando os últimos detalhes de seu vestido, para se casar com Noah, quando a porta é aberta e pelo espelho, ela vê que é o amor da sua vida, entrando todo lindo, de calça social preta e uma camisa branca, com as mangas dobradas até o cotovelo.— O que faz aqui, JC? — perguntou Gabi, irmã da Maju e esposa do melhor amigo do JC.— Preciso ter uma palavra com a Maju, posso Gabi?— Se ela quiser! — Os dois olham para ela que baixa a cabeça. — Maju?— Não é tarde para isso João Carlos? — Maju fala ainda de cabeça baixa.— Um minuto, e prometo sumir da sua vida. — O coração de Maju aperta com a possibilidade dele sumir para sempre. Ela sempre o amou em segredo, seu noivo Noah, foi quem a ajudou a se recuperar do abandono repentino que sofreu, quando JC de um dia para o outro, sumiu do mapa, sem ao menos mandar uma mensagem ou fazer uma ligação.— Um minuto — Maju disse num suspiro.— Vou aguardar lá fora — Gabi diz, e ambos acenam com a cabeça.
Magrin— Amor, você tem que ficar quietinha em casa, meu Deus, sossega um pouco, olha o tamanho que está sua barriga.— Está me chamando de gorda Guilherme?— Não, minha deusa, você está perfeita.— Mentiroso, eu estou redonda, pareço uma melancia, de tão redonda.— É a melancia, mais linda do mundo, olha pra mim. — Eu a faço olhar para mim. — Você é maravilhosa, e grávida continua linda e gostosa. — Ela dá, um sorrisinho de lado. — Mas é sério, minha vida, fica quietinha em casa, descansa, pois o Júlio já está quase nascendo.— Você acha que meu pai ia gostar da homenagem?— Tenho certeza que ganhei uns pontos com o sogrão lá no céu, ele deve estar orgulhoso da mulher forte que você se tornou e que o neto terá o seu nome — digo sorrindo e a beijando, pois não resisto. — Promete que vai ficar quietinha em casa? E que qualquer coisa você vai me ligar?— Prometo.— Desfaz esse bico lindo sua manhosa. — Faço cosquinhas nela, então ela dá, um grito de dor, ela olha para baixo, eu acompanh
MagrinChegamos no baile e estava lotado, chamei os irmãos, porque a notícia ia ser a melhor da minha vida.Estávamos todos juntos, PJ e Gabi ao nosso lado com toda a nossa família, até minha veia veio hoje.— Amor, vou precisar dar uma saidinha.— Estou dê olho, viu. — Ela faz sinal com os dedos, eu dou um sorriso de lado, um beijo naquela boca gostosa.— Ciumenta. — Ela dá de ombros e retruca:— Você também é. — Juntos demos uma gargalhada gostosa, eu desço até o palco.— Aí geral, peço um minutinho da atenção de todos. — Olho para a minha deusa, que está me olhando confusa e começo a falar: — minha deusa, eu estou tão feliz que vamos ter um bebê, isso mesmo meu povo, eu serei pai!!!! Mas não é só isso que quero dizer, na verdade, eu quero que você saiba o quanto é importante na minha vida, você me trouxe tanta alegria, fez o homem que sou hoje!— Frouxo — O PJ grita zombando de mim, eu mostro o dedo do meio e todos dão risada.— Continuando, eu quero que essa alegria dure para semp
Mila— Amor me leva para casa. — Ele me afasta um pouco do seu abraço, pega o meu rosto com as suas mãos, amo quando ele faz isso, que tenha esse cuidado comigo. Ele me olha preocupado, amo esse carinho todo, esse zelo, eu só tinha isso com o meu pai. — O que aconteceu, minha deusa? Por que está chorando?? Os meninos me ligaram, eu larguei tudo e vim correndo.— Só quero ir para casa.— Quem são essas mulheres que estão chorando. O que elas fizeram para você? — Ele já muda o tom de voz, eu sei que dependendo do que eu falar, ele pode surtar com as duas.— Não são ninguém — nesse momento a mulher fala:— Minha fi… — Eu a corto.— Eu não sou nada sua, olha! Como é seu nome mesmo? Viu, nem o seu nome eu sei.— Meu nome é Helena, e estarei te esperando, quando estiver pronta para conversar, me desculpe por hoje, eu não deveria ter chegado assim.— Realmente, não deveria.— Fique longe da minha mulher, se ela quiser, ela vai até você, agora se fizer algo do tipo de novo vai se arrepender.
MagrinA noite foi longa, e tive que me controlar para não quebrar a cara do chefe, e de alguns irmãos da facção, os filhos da puta nem disfarçavam, secavam a Mila na cara dura.Chegamos em casa, eu estaciono o carro e a Mila já fala.— Nossa, estou exausta, meus pés estão me matando.— Ah, mas a senhorita não vai descansar, agora vou te dar um castigo por ter me provocado a noite inteira. — Ela me dá um sorriso de lado e fala:— Me leva no colo, estou fraquinha. — Dou uma gargalhada, da cara de pau dela, a pego no colo e tiro uma casquinha beijando e cheirando seu pescoço.Quando entro na sala, a coloco no chão e já a prenso na parede, a safada já levanta uma perna e se enlaça na minha cintura.— Tu gosta de provocar né, sua safada. — Ela dá, uma gargalhada e logo me puxa pelo pescoço e me beija loucamente, eu já estou cheio de tesão e puto com esse vestido, que fez ela ficar mais linda e gostosa, e chamar atenção de todos os homens naquela maldita reunião.— Desculpa, minha deusa. —
MilaReunião da Facção.Chegamos na reunião, era um lugar luxuoso, nunca que ia imaginar uma reunião da facção em um lugar tão lindo desse, e tinha muito homem mal-encarado, e muitas mulheres se oferecendo como se fosse mercadoria barata, que nojo, Magrin percebe e segura firme a minha mão.— Você está proibido de vir para essas reuniões sozinho.— Está com ciúmes, minha deusa?— Me corroendo por dentro. — Ele dá uma gargalhada, e para em minha frente, me dá um sorriso de lado e um beijo em minha boca, logo fala:— Eu não seria louco em fazer isso, minha noiva é muito ciumenta, mas ela não pode se esquecer que eu a amo muito e não trocaria por nada. — É a minha vez de sorrir.— Ainda bem que sabe.Ficamos juntos conversando, ele me apresentou algumas pessoas, eu conversei mais com o JC e PH, pois já são da família, os outros ficavam me comendo com os olhos e me deixava sem graça.— Amor, eu vou ao banheiro e já volto. — Ele me dá um selinho e eu sigo para o banheiro.Entro, respiro fu







